sábado, 28 de fevereiro de 2015

Com a crise, aumenta a taxa de desemprego no Brasil

O desemprego iniciou 2015 em alta, segundo segundo dados divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
A taxa ficou em 5,3% em janeiro, depois de atingir 4,3% no mês anterior. O índice é o maior desde setembro de 2013, quando bateu 5,4%.

A população desocupada cresceu 22,5%, para 1,3 milhão de pessoas. Em relação a janeiro do ano passado, o aumento foi menor, de 10,7%. Já a população ocupada somou 23 milhões, registrando uma queda de 0,9% diante de dezembro, mas ficou estável na comparação com o primeiro mês de 2014.
O nível da ocupação (proporção de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade ativa) ficou em 52,8%.
No setor privado, o número de trabalhadores com carteira assinada caiu 2,1% em relação a dezembro, para 11,6 milhões e 1,9% diante de janeiro de 2014.

Ao contrário dos outros indicadores, o dos salários mostrou alta nas duas comparações. Ao chegar a R$ 2.168,80 em janeiro de 2015, o rendimento real médio dos trabalhadores ficou 0,4% acima do valor de dezembro e 1,7% na comparação com janeiro do ano anterior.
O desemprego aumentou na maioria das regiões analisadas pela pesquisa. No Recife, a taxa subiu de 5,5% para 6,7%; em Salvador, de 8,1% para 9,6%; em Belo Horizonte, de 2,9% para 4,1%; em São Paulo, de 4,4% para 5,7%. Nos outros locais, o índice não variou de dezembro de 2014 para janeiro de 2015. (Informações de G1)

Bolsonaro representa contra Lula


O Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro comprou a briga pelos brasileiros, como sempre, e teve a coragem que nenhum parlamentar teve de representar uma ação contra Luiz Inácio Lula da Silva por pratica de crime contra segurança nacional. 
Já vimos aqui na Coluna o vídeo em que Lula ameaça ir para as ruas com o exército Stélide ao lado do PT.
Bolsonaro soltou em sua página -
"Nesta data representei contra o Senhor Luiz Inácio Lula da Silva, junto ao Ministério Público, pela evidente prática de crime contra a segurança nacional, a ordem política e social.
..... “EU QUERO PAZ E DEMOCRACIA, MAS SE ELES NÃO QUEREM, NÓS SABEMOS BRIGAR TAMBÉM...”

..... “ SOBRETUDO QUANDO JOÃO PEDRO STÉDILE COLOCAR O EXÉRCITO (MST) DELE NO NOSSO LADO...”
A íntegra da representação:
Acho que podem entender o motivo que apoio Jair Bolsonaro em muitas matérias. Admiro sua conduta em relação ao desgoverno e sua coragem de enfrentar sem medo os perigosos petistas. 

Muçulmanos do Estado Islâmico sequestraram 220 cristãos nas últimas 72 horas, diz ONG

A entidade afirmou que outras 5.000 pessoas fugiram para cidades próximas com medo dos terroristas

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) refez a conta dos ataques do Estado Islâmico na Síria ao longo desta semana e chegou a conclusão de que 220 cristãos foram sequestrados pelos terroristas.

O último balanço apresentado pela entidade afirmava que 90 cristãos foram feitos reféns dos jihadistas. Mas agora os dados foram atualizados. “Pelo menos 220 assírios foram sequestrados em 11 localidades pelo grupo Estado Islâmico nos últimos três dias na província de Hasake, nordeste da Síria, perto da fronteira com Iraque e Turquia”, anunciou a OSDH.

Na quarta-feira (25) o diretor da rede assíria dos direitos humanos, Osama Edward, afirmou que quase 1.000 famílias, o que representa 5.000 pessoas, fugiram do nordeste da Síria após os ataques terroristas que começaram na segunda-feira. As cidades de Hasake e Qamichi foram os locais escolhidos por essas famílias para buscar refúgio.

Com sede na Suécia, a OSDH denunciou que os reféns estão sendo negociados. “Há negociações com o auxílio de mediadores de tribos árabes e de uma figura da comunidade assíria para obter a libertação dos reféns”, diz a entidade.

Governo comunista do PT defende imposto sobre grandes fortunas para resolver situação fiscal do Brasil

Governo estuda lançar o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) (Arquivo ABr)

“Haverá novas medidas para o andar de cima”, foi o que declarou o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, trazendo novamente ao debate o assunto do Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), segundo reportagem da Reuters. Aumentar a receita e distribuir a renda poderia ser conseguido através do imposto, que representa uma velha reivindicação da esquerda no Brasil, principalmente do PT.

Benefícios como seguro-desemprego, abono salarial e pensões por morte tiveram seu acesso reduzido pelo governo no fim de 2014, graças a medidas provisórias baixadas. O imposto sobre fortunas seria uma maneira de equilibrar essas medidas. Dilma Rousseff adotou nova política fiscal, e a implementação dessas medidas é uma das primeiras provas a que deve se submeter. O governo alega que as alterações nos benefícios resultarão em uma economia de até 18 bilhões de reais por ano aos cofres públicos.

“Há um consenso (entre os aliados) de que houve má construção política do discurso para as medidas, que as mudanças foram mal comunicadas e que será necessário flexibilizar a proposta original”, disse em entrevista à Reuters um senador do PT nesta quarta (25), com a condição de permanecer anônimo.

As tributações adicionais sobre os mais ricos deverão no mínimo ser discutidas pelo governo, é o que crê a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). “Mas não sei se teremos governabilidade para aprovar isso aqui (no Congresso)”, disse a senadora, que até o ano passado foi ministra da Casa Civil.

De acordo com levantamento feito pelo portal G1, dos 513 deputados que assumirão a Câmara neste domingo (1º), existe a concordância de ao menos 307 (59,8%) quanto à normatização do imposto sobre grandes fortunas. Foram contrários ao projeto 101 (19,6%). E os que se abstiveram de responder ou não aceitaram fazer a entrevista somam 105 (20,4%).

Assassinado líder da oposição a Vladimir Putin em Moscou

Boris Nemtsov, líder de oposição na Rússia é assassinado (Olga Maltseva / AFP / Getty Images)

Boris Nemtsov, político de oposição na Rússia e ex-vice-primeiro ministro, foi morto a tiros no centro de Moscou, de acordo com o Ministério do Interior russo.

Nemtsov, 55, era um crítico ferrenho do presidente Vladimir Putin. Recentemente, havia participado de um grande protesto de oposição ao governo na capital russa onde, entre as reinvidicações, exigia-se o fim da guerra na Ucrânia.

O líder da oposição, foi baleado com quatro tiros nas costas na noite de sexta-feira (27), próximo ao Kremlin – sede do governo russo -, no centro de Moscou.

Em uma entrevista recente, Nemtsov disse que temia que Putin mandaria matá-lo por causa de sua oposição à guerra na Ucrânia.

O Presidente dos EUA, Barack Obama, classificou o assassinato como “brutal” e pediu ao governo russo para realizar uma “investigação rápida, imparcial e transparente”.

O presidente ucraniano, Petro Poroshenko disse que Nemtsov era uma “ponte entre Ucrânia e Rússia”.

Nemtsov ganhou boa reputação com suas reformas econômicas quando foi governador de Nizhny Novgorod, uma das maiores cidades da Rússia, segundo a BBC.

Se houver guerra, vamos à luta ! - Gen Bda Paulo Chagas

Caros amigos
Como todo o cidadão de bem, sempre fui obediente à lei e à ordem. Como soldado, além disso, sempre fui subordinado à hierarquia e à disciplina, mas, se no futuro próximo houver guerra, o que restará a fazer além de encarar a luta?
Como ainda acredito que os bons sempre vencem, nada temo.
Uma gangue de arruaceiros, bandidos, fanáticos, adesistas e corruptos, conduzindo uma massa de prisioneiros da fome e da ignorância colocou o PT, o Lula e a Dilma lá e permitiu coniventemente que eles quebrassem e desmoralizassem o Brasil.
São esses mesmos traidores da Pátria que agora querem “ir à guerra” para garantir o poder sobre a massa falida em que transformaram o País!
Não passam de hienas desesperadas tentando manter a posse do que resta da carcaça.
O caos transformou o engodo em realidade, fez os menos ignorantes enxergarem o quanto foram ingênuos e coniventes com o mal, os somou aos que nunca acreditaram em mentiras e mudou o fiel da balança.
Como consequência, lógica, legal e democrática, o caos trouxe–nos a possibilidade de alijar do poder, definitivamente, o PT e seus apaniguados, como já foi feito anteriormente pelo próprio PT por nada mais do que uma Fiat Elba!
É natural que os desmascarados não queiram entregar de bom grado os postos e privilégios com os quais se têm locupletado e lambuzado, desde o primeiro mandato da era pós moral, sob a liderança do desesperado Sr Lula da Silva e os muitos ladrões que o acompanham.
Se vivêssemos ainda no tempo em que o crime não compensava, em que a lei, a ordem e a honestidade de propósitos estavam acima de tudo, quando os homens de bem estavam no governo e os bandidos e terroristas na clandestinidade, na cadeia, no exílio ou no cemitério, nenhuma hiena com as qualificações do Sr  Lula da Silva teria coragem para fazer qualquer tipo de ameaça à Nação.
Se houver guerra, como quer o agitador mo
r e seus cúmplices, teremos que encará-la e ir à luta, com a convicção de que estaremos do lado certo e que teremos conosco os homens e as mulheres que foram preparados para lutar pelo que é direito com as armas do direito!
Com certeza, desta vez, eles não precisarão usar a iniciativa que lhes outorga a lógica da vontade da nacional, porquanto, como em Berlim, “ainda existem juízes no Brasil”! (*)
Gen Bda Paulo Chagas

BOLSONARO ACIONA MPF PARA INVESTIGAR CONVÊNIO ENTRE GOVERNO DA VENEZUELA E MST.

Deputado Estadual (RJ), Flavio Bolsonaro aciona Ministério Público Federal para investigar possíveis crimes existentes na assinatura de convênio entre governo da Venezuela e MST. Veja o teor da Representação. http://goo.gl/4kdvfb.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

A GUERRA NAS RUAS JÁ COMEÇOU














Meus  amigos lembram-se do alerta que fiz quando do meu depoimento na Comissão da Mentira? Lá eu disse:
ninguém pode ignorar que estamos a beira de uma guerra civil!

Pois bem, aí está.
Liberaram geral. O Brasil virou uma bagunça incrível! Não só no campo econômico! Em todos os campos! Não respeitam mais a lei, a ordem, a as autoridades constituídas! Quase todas as autoridades e instituições já estão desmoralizadas! Esses FDP não respeitam mais ninguém!
Um absurdo!
Como é que uma excrecência como o luladrão, vem a público e a pleno pulmões berra para todos os cantos do Brasil: se querem briga podem vir que também sabemos brigar, sobretudo quando o Stédile colocar o seu exército nas ruas.
O que que é isso? O jumento fala uma coisa desta e ninguém diz nada! Um desafio incrível às autoridades encarregadas de manter a lei e a ordem.
Quer dizer que quem quiser pode ter o seu próprio exército? E o Exército Brasileiro, não diz nada? Não acredito que já chegamos a esse ponto. Então, se é assim, nós homens e mulheres de bem que se interessam pelo Brasil,  vamos criar o nosso exército?
Sim, porque aquelas cenas de violência que vimos da militância do pt, sobre o povo que protestava no Rio de Janeiro vão se repetir com mais frequência e com mais violência. Elas são estimuladas abertamente, como foi o caso daquele dirigente petista que defendeu que a militância do pt deve baixar a porrada mesmo e nós não temos quem nos defenda, porque parece que todo mundo joga no time deles.

Que tal criarmos o

ELB – Exército de Libertação do Brasil?

Ué! Por que o espanto?

Se o pt tem um composto pela sua militância, desocupados pagos, bolsistas, etc, ninguém diz nada; O Stédile tem o seu composto pelo MST, cubanos, haitianos, venezuelanos, etc, ninguém diz nada, por que não podemos ter o nosso?  Pelo menos a finalidade do nosso é nobre, lutamos pela nossa Pátria.
Temos que mostrar a esses canalhas petistas  que esta terra tem dono, ela é nossa, e que vamos lutar por ela até a morte.
A situação vai se agravar muito.
Preparem-se para o pior!
Vocês têm já uma arma de fogo?

Forte abraço,

Coronel Moézia.

Fontehttp://coronelmoezia.blogspot.com.br/2015/02/a-guerra-nas-ruas-ja-comecou.html

Militar denunciou prefeito de Caracas ‘sob tortura’, diz advogado

O tenente-coronel aposentado José Gustavo Pérez Arocha converteu-se na mais importante evidência usada pela promotoria contra Ledezma

Partidários do prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, fazem manifestação em frente ao prédio do Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin) em Caracas, em 19 de fevereiro de 2015. Agentes do Sebin prenderam o prefeito de Caracas na quinta-feira (19) (FEDERICO PARRA/AFP/Getty Images)

O prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, líder do partido de oposição Alianza Bravo Pueblo (ABP), foi preso após ter sido envolvido em uma suposta conspiração contra o presidente Nicolás Maduro, através da confissão de um militar detido que o incriminou “sob tortura”, segundo declarou no domingo (22) seu advogado, Omar Estacio, ao jornal venezuelano La Verdad.

Preso desde maio de 2014 por agentes do Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin), o tenente-coronel aposentado José Gustavo Pérez Arocha teria feito a confissão sob tortura, contou o advogado de Ledezma ao La Verdad, em uma declaração divulgada em sua edição de domingo. Arocha converteu-se na mais importante evidência usada pela promotoria contra Ledezma, após ter consentido, depois de mais de seis meses de prisão, em depor contra diversos dirigentes políticos.

O documento de acusação foi assinado quando ele estava detido na sede da Sebin, em “La Tumba”, o que é o mesmo que dizer que estava sob tortura. Arocha relaciona Ledezma a um suposto plano de conspiração. Ele foi preso em maio de 2014, e as atas da acusação foram assinadas depois de seis meses de prisão. “Vamos defender que a confissão foi obtida por meio de tortura e que ‘o ato de acusação’ respectivo foi assinado por Arocha em novembro passado”, disse o advogado de Ledezma.

Estacio tem plena certeza de que o prefeito está longe de ter cometido os delitos que lhe são imputados, e cujas provas o presidente Maduro declarou serão mostradas nos próximos dias. Oficialmente acusado de conspiração e associação criminosa, Ledezma foi preso na quinta-feira (19).

Conspiração é um delito que está, de forma direta, relacionado com o ataque à forma republicana do país. Ledezma promoveu uma ação judicial contra o falecido Hugo Chávez, acusando-o justamente de conspiração. Estacio argumenta que essa ação já se tornou uma jurisprudência anterior do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ).

“A Suprema Corte disse que para que se configure o crime de conspiração o crime deve ter o objetivo de atentar contra a forma republicana da nação, por exemplo, para que ao invés de termos uma república democrática tenhamos uma monarquia. Antonio não foi acusado de pretender alterar a forma republicana, o que se lhe está imputando é outro crime”, analisa Estacio. “O prefeito poderia sair da prisão dentro de 45 dias ou, na pior das hipóteses, ser condenado a 28 anos de prisão, tempo máximo para os crimes de que está sendo acusado”, explicou seu advogado ao La Verdad.

Por ser uma autoridade democraticamente eleita, Ledezma teria a possibilidade de usufruir de imunidade ou outra espécie de vantagem. Consultado pelo La Verdad sobre esta possibilidade, seu advogado disse que vai falar sobre este assunto “em seu devido tempo”. “Por enquanto, vamos reunir provas de sua inocência e apelar desta medida,” adiantou Estacio.

Mesmo tendo reconhecido que Ledezma “está entre otimista e irritado, porque se sente vítima de arbitrariedade”, seu advogado negou que ele esteja “melancólico ou deprimido” em sua cela na prisão militar de Ramo Verde, perto de Caracas.

Visitado no sábado (21) pelos prefeitos opositores de Maduro das cidades de Sucre e Baruta, respectivamente Carlos Ocariz e Gerardo Blyde, Ledezma enviou um recado: “Eu só tenho apoiado meios constitucionais. Exorto a Unidad (aliança de partidos de oposição a Maduro) para que discutam sobre a renúncia do chefe de Estado ou outros meios constitucionais para antecipar o fim de seu mandato presidencial previsto para 2019”.

Os dois prefeitos concordaram em que viram seu colega “física, moral e espiritualmente forte e em boas condições”.

Fonte:https://www.epochtimes.com.br

BRASIL DEVE R$ 1 BILHÃO A ÓRGÃOS INTERNACIONAIS

Na lista de c redores estão Banco Mundial, Unesco e Unicef; pagamento depende da aprovação do orçamento

O Brasil tem uma dívida de R$ 1,1 bilhão com organismos internacionais como o Banco Mundial, a Unesco e o Unicef, entre outros.

A situação tem causado constrangimento no meio diplomático brasileiro porque fez com que o país perdesse direito a voto em fóruns importantes como o Tribunal Penal Internacional (TPI) e a Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea).

O valor foi calculado a partir de faturas encaminhadas ao Ministério do Planejamento e ainda pode subir, seguindo a flutuação do câmbio. Segundo a pasta, "os repasses nunca foram interrompidos e há previsão de pagamento dos comprom issos internacionais, conforme as demandas e informações prestadas pelos ministérios responsáveis pelo enlace com organismos internacionais".

Mas o órgão informou que o cronograma de pagamento só será definido a partir da aprovação do Orçamento de 2015 pel o Congresso. O governo deve liberar R$ 864 milhões neste ano "para gestão e participação em organismos internacionais".

O Itamaraty, o Planejamento e as agências internacionais não informaram o valor da dívida com cada um dos órgãos. Procurados, organismos internacionais também evitaram comentar a dívida do governo brasileiro.

O professor de Direito Internacional da Universidade de Brasília (UNB) George Galindo explica que, a partir do momento em que se assina um acordo com um órgão internacional com sede no país, a contribuição é obrigatória e estipulada em tratados.

Além dos órgãos maiores com contribuições compulsórias, há outros menores que recebem doações voluntárias, que estariam sofrendo com o esvaziamento de recursos. É o caso do Alto Comissariado da s Nações Unidas para Refugiado (Acnur), que, em 2010, recebeu US$ 3,5 milhões e, em 2013, viu sua doação cair para US$ 1 milhão.

- É uma grande contradição. O Brasil tem um excelente corpo diplomático, reconhecido internacionalmente. Briga por uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, mas não cumpre os tratados.

Falta desejo maior da Presidência em fazer parte dessas instituições multilaterais e de fazer parte das grandes decisões conjuntas - afirmou Galindo.

Cobrado pela Argentina 

Para Guilherme Casarões, professor de relações internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco, dever aos organismos internacionais afeta a credibilidade do país. Ele destacou que, na última reunião da União Sul - Americanas de Nações (Unasul), o Brasil foi cobrado pela Argentina a pagar o que deve à instituição.

- A falta de recursos e pagamentos atrasados, que vão da Unasul à ONU, de Nairóbi a Tóquio, colocam em risco a credibilidade do país, especialmente no nosso entorno - destacou.

O presidente do Grupo de Estudos de Inve stimentos Estrangeiros no Brasil e no Exterior, Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil em Washington, afirma que houve retrocesso na política externa brasileira: - A única vez que aconteceu uma crise como esta foi quando houve controle de câmbio, na crise da dívida externa, mas acho que não chegou a esse volume (de passivo) e tanto tempo em atraso.

Isso prejudica o trabalho das agências, prejudica a imagem do Brasil, que perde direito a voto. O país se retraiu e perdeu o espaço que havia conquistados nos tempos de Fernando Henrique e Lula.

Para Barbosa, o Brasil está na defensiva e não tem iniciativa externa: - O Itamaraty está mais ou menos paralisado por causa dessas dificuldades todas. Há um problema de gestão de recursos. É preciso recuperar a iniciativa externa porque, hoje, o Brasil fica sempre na defensiva em relação aos Estados Unidos, à China e à Argentina.

O "DEDINHO" DE FHC - Jair Messias Bolsonaro

O "DEDINHO" DE FHC

Por ocasião das eleições de 2014 NENHUM CANDIDATO, de qualquer partido, falou sobre:

1- Revogação do Estatuto de Desarmamento;

2- As criminosas demarcações de terras indígenas;
3- Mapa metalogenético e estas áreas; O valor estratégico do NIÓBIO;
4- Porque o acordo com a Ucrânia em detrimento dos EUA, para uso da Base de Alcântara;
5- Importação de bananas do Equador;
6- Comércio exterior com base na ideologia;
7- A descontrolada entrada de milhares de estrangeiros, sem qualquer qualificação, no Brasil;
8- O envio de R$ 1 bi/ano, via "Programa Mais Médicos" para Cuba onde se supõem certo retorno para o partido que patrocinou o negócio secreto;
9- O Foro de São Paulo, certamente também bancado com recursos "estornados" de Cuba;
10- A ideologia de gênero e o marxismo nas escolas do ensino fundamental;
11- A redução da maioridade penal;
12- A verdade sobre uma das maiores taxas de desemprego do mundo, a do Brasil;
13- A Emenda Constitucional 81 - que leva a insegurança ao proprietários rurais e urbanos;
14- As cotas do ódio em detrimento da meritocracia / a divisão do Brasil por classes;

Entendam, em 2018 eu duvido que os candidatos hoje postos do PT, PSDB e REDE, discutam com isenção qualquer um destes temas.
Atacam-me de todas as formas: "racista", "homofóbico", "torturador", "as mulheres têm que ganhar menos porque engravidam", "estuprador", "nazista", etc ..... Imaginem caso eu seja candidato em 2018 o que mais não virá? E ainda tem gente me desqualificando dizendo que fiz montagem com "O DEDINHO DE FHC" na postagem anterior. Sofrer, lutar, ir para as ruas e, em 2019, trocar 6 por 1/2 dúzia é ... PORRE. Um abraço - Jair Bolsonaro

Fontehttps://www.facebook.com/jairmessias.bolsonaro?fref=photo

Janot envia ao STF parecer favorável à extinção de pena do detento petista José Genoino

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou nesta quarta-feira, 25, ao ministro Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal (STF) parecer favorável ao pedido de extinção de pena do detento José Genoino, condenado no julgamento do mensalão.

A extinção da pena tornou-se possível graças a decreto presidencial de 24 de dezembro do ano passado, que concede o perdão da pena para aqueles que tiverem pena privativa de liberdade inferior a oito anos e que tenham cumprido um terço da pena para o caso de presos não reincidentes.

Genoino foi condenado a uma pena de quatro anos e oito meses de prisão no julgamento da Ação Penal 470, o mensalão. Até 25 de dezembro, quando começou a valer o decreto presidencial, o ex-deputado havia cumprido um ano, um mês e dez dias da pena, período que foi estendido pelo fato de o réu ter conseguido reduzir 34 dias da punição, alcançando com isso o período mínimo necessário para pedir o benefício, de um ano, dois meses e 14 dias.

Em seu parecer, Janot ponderou que "o apenado preenche os requisitos estabelecidos no Decreto n ª 8.380/2014, imperioso o reconhecimento do direito à concessão do indulto natalino, declarando-se extinta a punibilidade", escreveu o PGR. "Ante o exposto, o Procurador-Geral da República se manifesta favoravelmente à concessão do indulto natalino ao sentenciado, caso não haja outro óbice legal ao benefício."

A decisão depende contudo, do ministro Luís Roberto Barroso, relator do mensalão no Supremo. O pedido de indulto natalino foi apresentado pela defesa do ex-deputado e ex-presidente do PT no último dia 8. Atualmente, Genoino cumpre em regime aberto ao restante da pena.

Fonte:http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/02/25/janot-envia-ao-stf-parecer-favoravel-a-extincao-de-pena-de-jose-genoino.htm

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Maduro manda e guarda bolivariana mata manifestante na Venezuela

E o caos segue tomando volume em toda a América latina Bolivariana

O estudante Kliver Roa, 14, foi morto pela Guarda Nacional Bolivariana durante um protesto nas imediações da Universidade Católica de Táchira, em San Cristóbal, no oeste da Venezuela.
Segundo o jornal venezuelano "El Nacional", Roa, aluno do colégio Agustín Codazzi, não estava participando da manifestação contra o governo do presidente Nicolás Maduro, que começou por volta das 10h30 desta terça-feira, 24 (12h no horário de Brasília).

Meia hora depois do início dos protestos, o adolescente foi levado ao Hospital Central de San Cristóbal com um tiro na cabeça, mas não resistiu ao ferimento.

No ano passado, 43 pessoas morreram na Venezuela em confrontos entre opositores e as forças do governo de Maduro, que passa por grave crise econômica e turbulência política.

As críticas ao presidente venezuelano se intensificaram desde que, na última quinta (19), ele mandou prender o prefeito metropolitano de Caracas, Antonio Ledezma, a quem acusa de conspirar para derrubar seu governo.

Outro líder oposicionista, Leopoldo López, está preso desde fevereiro do ano passado, acusado de fomentar protestos violentos. (Folha Press)

O SILÊNCIO DE DILMA COM A DITADURA DA CORRUPÇÃO NA VENEZUELA


VÍDEO DA MORTE DO ADOLESCENTE NA VENEZUELA

Caso de polícia: homossexuais passam HIV de propósito

Manchetes de grandes jornais destacaram no final de semana que adeptos das práticas homossexuais estão trocando ideias de como infectar mais pessoas com o HIV. Segundo essas notícias, blogs homossexuais compartilham até dicas de como transmitir o HIV, o vírus que causa a AIDS.

No entanto, embora o conteúdo das notícias seja claramente homossexual, suas manchetes livram os homossexuais de culpa. Por exemplo, a manchete do jornal O Estado de S. Paulo diz: “Os homens que passam HIV de propósito.” Não muito diferente, a manchete do jornal Zero Hora diz: “Homens passam HIV de propósito e preocupam autoridades em saúde.”

Ora, essas manchetes, e outras, deixam claro que há um crime, mas tiram os homossexuais da fogueira. Quem é jogado nela são os homens.

Mas quando os homossexuais são vítimas, sua escolha sexual é destacada. Por exemplo, tempos atrás manchete do Estado de S. Paulo disse: “Homossexuais são agredidos por adolescentes no metrô de SP.” Por que não dizer “Homens são agredidos por adolescentes no metrô de SP”? Apenas para efeito de propaganda. Se os homossexuais forem apresentados apenas como vítimas e seus crimes forem sutilmente acobertados, sua agenda tem muito mais chance de avançar.

Não faz sentido um jornal grande como O Estado de S. Paulo dizer “Os homens que passam HIV de propósito” quando o interior da matéria diz: “Espalhados em sites e blogs pela internet e presentes em saunas e casas de sexo, grupos de homens soropositivos de diversas partes do Brasil têm usado táticas para infectar parceiros sexuais propositalmente. Adeptos da modalidade bareback, na qual gays fazem sexo sem camisinha, eles têm compartilhado dicas de como transmitir o HIV sem que o parceiro perceba.”

Eles são homossexuais! O movimento homossexual não pode reclamar dos grupos evangélicos que dão tratamento espiritual para homossexuais que pedem ajuda. Esse tratamento pode levar meses ou anos para um homossexual voltar à sua condição normal de homem.

Mas com um simples clique do mouse, em segundos um homossexual é transformado em homem numa grande manchete que trata de crimes homossexuais. Nem precisam de terapia. A redação do jornal liberal se encarrega de fazê-los virar homens num piscar de olhos.

A prática de infectar deliberadamente pessoas é crime. Deveria também ser crime a falsidade ideológica geral da manchete que remove os homossexuais de seu papel legítimo de criminosos e joga os homens no lugar deles.

Não é de hoje que sei que os homossexuais cometem tais crimes. Em 1997, conversei com um ex-homossexual, convertido ao Evangelho de Jesus Cristo, que me disse que quando era homossexual aidético ele não tinha receio de infectar os outros.

Em 2008, conversei com um pastor que trabalhava com homossexuais aidéticos que lhe contaram que buscavam passar deliberadamente o vírus para outras pessoas. A ideia eles era: “Se vou morrer desse vírus, vou levar outros comigo.”

O único fator que mudou o pensamento desses homossexuais foi o Evangelho de Jesus Cristo.

Sem Deus, todo mal é possível.

Referindo-se aos homossexuais infectadores deliberados, O Estado de S. Paulo, ou Estadão, disse: “Na web e nas baladas, os barebackers formam o ‘clube do carimbo.’ Em blogs, compartilham diferentes técnicas para fazer sexo sem proteção ou furar a camisinha. Fotos e vídeos ilustram o ‘passo a passo.’”

Em nenhum momento, porém, o Estadão repreendeu o movimento homossexual ou pediu intervenção das autoridades contra esses crimes.

O Estadão também disse: “Nas postagens, um aviso de que as férias escolares e o Carnaval são os melhores momentos para ‘carimbar’ (ato de transmitir o vírus), principalmente os jovens.”

De novo, o Estadão não cobra nenhuma intervenção das autoridades. E se fosse o caso de homens conspirando para infectar o movimento gay? Espalhafatosamente, como sempre, a mídia colocaria os homossexuais como “vítimas” e os homens como “monstros,” “criminosos,” etc.

Não é hora de parar com a desonestidade e adulação? Não é hora de parar de lamber as botas e tudo o mais dos homossexuais?

Imagino que se o “jornalista” do Estadão estivesse tratando do caso de um pastor que foi denunciado por pregar contra o pecado homossexual, o tom da conversa seria outro. Haveria mais dureza, azedume e hostilidade ao “criminoso.”

Nesse caso, o “jornalista,” com o total apoio de seu jornal, faria questão de colocar uma manchete “gritando” contra o pastor e uma matéria “gritando” e condenando todos os evangélicos.

Contudo, pregação contra o homossexualismo não mata ninguém. Mas pode conscientizar as pessoas de um comportamento imoral que tira toda sensibilidade de seus viciados, que não se importam de arrumar meios para ameaçar a vida dos outros com a transmissão deliberada de um vírus que, de forma geral, vem se alastrando muito mais entre homossexuais promíscuos.

A promiscuidade homossexual tem um preço. A mídia, inclusive o Estadão, não deveria tratar com carinho e amizade os crimes e criminosos quando o caso envolve o homossexualismo e suas irresponsabilidades.

O Estadão não deveria dizer “Os homens que passam HIV de propósito” quando o crime descrito na matéria é nitidamente homossexual. Agindo assim, o Estado se contradiz consigo mesmo, ora tratando os homossexuais como “vítimas,” ora livrando-os de suas culpas.

Contudo, se o Estadão quer de fato ajudar os homossexuais a voltar à sua condição de homens, deveria abandonar suas atitudes hostis e parciais contra os grupos evangélicos que ajudam os homens a sair de uma vida de homossexualidade que envolve abusos e crimes contra si e contra outras pessoas.

A transmissão deliberada do HIV é apenas um desses crimes.

Financial Times lista 10 motivos para Dilma deixar cargo

Muita coisa errada está acontecendo no Brasil, diz o FT

São Paulo - O jornal Financial Times (FT), um dos mais influentes no mundo da economia e dos negócios, listou nesta quarta-feira 10 motivos para acreditar que o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff não irá durar muito tempo. 

O texto, publicado no blog Beyond Brics, lembra que durante anos opositores têm acusado o governo de incompetência nas áreas econômica e política. "Muita coisa errada está acontecendo no Brasil", diz o artigo.

Eis os motivos pelos quais o FT acredita que a presidente Dilma pode sofrer um impeachment:

1 - Política

Um presidente brasileiro só sofre um impeachment se fizer algo flagrantemente errado, diz o FT. "Mas o que conta é a perda de apoio no Congresso". A maioria governista foi cortada na eleição, o que deixou a base aliada fragmentada e mais difícil de controlar, afirma o artigo. "Alguns membros a consideram uma intrusa oportunista".

2 - Petrobras

Após o rebaixamento de ratings da Petrobras pela agência Moody's, e diante das investigações de corrupção na estatal, a empresa seria, segundo o FT, o "pecado flagrante" no caso do Congresso se mobilizar por um impeachment: Dilma Rousseff foi presidente do Conselho de Administração da Petrobras quando parte da suposta corrupção ocorreu.

3 - Confiança do consumidor

"Os consumidores estão extremamente saturados", diz o FT, citando levantamento da FGV que mostra queda no índice de confiança do consumidor para o menor nível desde 2005.

4 - Inflação

O FT lembra que a inflação no Brasil já foi de cerca de 3000% ao ano, 20 anos atrás. "Muitos são jovens demais para lembrar, mas outros não", diz o texto, complementando que "alguns temem que o governo abandone a meta de inflação", que está em 4,5% ao ano.

5 - Desemprego

A estimada perda de 26 mil empregos em janeiro, além da recente greve de caminhoneiros pelo país, mostram que "o desemprego é um grande desafio de popularidade para Dilma", segundo o texto do FT. 

6 - Confiança do investidor

De acordo com o artigo, o governo está sendo forçado a vender cada vez mais títulos de contratos de dívida de curta duração, diante da preocupação dos investidores com a capacidade do governo em cumprir suas metas orçamentárias.

7 - Orçamento

O FT cita o primeiro déficit orçamentário primário em mais de uma década em 2014, "efetivamente levando o país de volta aos dias sombrios antes de começar a implementar pelo menos uma aparência de disciplina fiscal".

8 - Economia

Os investidores esperavam que a nomeação de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda iria mudar as coisas, diz o FT. "Mas a tarefa parece cada vez mais difícil". "Levy tem aparecido como uma figura solitária", afirma o texto.

9 - Água

A seca na região Sudeste também é apontada pelo FT como um motivo para o impeachment de Dilma: "a sensação de aproximação do apocalipse no Brasil é sublinhada por uma escassez de água que atinge a cidade de São Paulo", diz o texto.

10 - Eletricidade

O FT cita a derrota do PSDB para o PT em 2002, dizendo que, "na última vez em que um governo foi derrubado (embora nas urnas, e não por impeachment), a principal causa foi o racionamento de energia elétrica". Esse poderia ser mais um motivo para a saída de Dilma Rousseff da presidência.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Preparado para ‘guerra civil’, Lula ataca a semântica

Por Josias de Souza - 25/02/15 
Lula foi ao Rio de Janeiro na noite desta terça-feira para estrelar um “ato em defesa da Petrobras”. Ao discursar, fez o que os presidentes americanos costumam fazer quando precisam unir a nação em seu apoio: declarou guerra ao inimigo. “Eu quero paz e democracia, mas se eles querem guerra, eu sei lutar também.'' Provou que falava sério. Armado do microfone, fez sua primeira vítima. Fulminou a semântica.Ao insinuar que a Petrobras virou escândalo pelas mãos de uma “elite que não se conforma com a ascensão dos mais pobres”, Lula deixou claro que o Brasil vive uma crise de significado. Mostrou que a crise é terminal ao dizer que irá às ruas para “defender a Petrobras e a reforma política”. Considerando-se que o orador avalizou as nomeações dos petrogatunos e governou por oito anos com o apoio de sarneys, renans, collors e malufs, fica claro que o vocábulo “significado” perdeu o significado.

O correto, se as palavras ainda valessem alguma coisa, seria Lula pedir perdão por ter levado a Petrobras ao balcão da baixa política. Mas como qualquer coisa quer dizer qualquer coisa, Lula chama o crime de “caca” e sai de fininho: “Que vergonha eu posso ter se, no meio de uma família de 86 mil pessoas, uma pessoa comete um erro, faz uma caca. […] Não podemos jogar a Petrobras fora por causa de meia dúzia de pessoas ou 50 pessoas.''

O razoável, se a semântica não estivesse na UTI, seria Lula expiar o pecado de ter deflagrado a sangria que levou a Petrobras a perder o grau de investimento que fazia dela um porto seguro para quem quisesse investir. Mas como nada mais quer dizer coisa nenhuma, na hora em que a agência Moody’s dava a má notícia, Lula jactava-se: “Tenho orgulho da maior capitalização do capitalismo mundial, que foi a capitalização da Petrobras, que se tornou uma das empresas mais importantes do mundo.”

Lula sustenta que “eles” —eufemismo para FHC e a mídia golpista— “continuam fazendo hoje o que sempre fizeram antes. A ideia básica é criminalizar antes, tornar bandido antes de ser investigado e julgado.” Pessoas que não sabiam de nada, como ele e Dilma, são tratadas com base na “tal da teoria do domínio do fato. […] É o pressuposto de que a mãe tem que saber que o filho é drogado ou não foi bem na escola e o boletim dele está ruim.”

Para não dizer que Lula é um cínico, deve-se deduzir que ele é apenas mais uma vítima da crise de semântica. Alguém que chama o mensalão de fábula tem imunidade para comparar ladrões a filhos desgarrados e seus padrinhos a mães relapsas. É isso ou Lula adotou para se isentar de responsabilidade o velho adágio segundo o qual não se faz omelete sem quebrar os ovos. A frase aniquila qualquer princípio ético. Mas absolve tudo, do “Paulinho” manejando contratos ao Vaccari operando a caixa registradora.

Lula aconselhou Dilma Rousseff a levantar a cabeça. Apresentou-se como exemplo: “Sou filho de uma mulher analfabeta, de um pai analfabeto. E o mais importante legado que minha mãe deixou foi o direito de eu andar de cabeça erguida. E ninguém vai fazer eu baixar a cabeça neste país. Honestidade não é mérito, é obrigação.”
É reconfortante saber que Lula não perdeu a fronte alta que traz do berço. Com alguma sorte, ainda vai cruzar com um espelho qualquer hora dessas. E talvez perceba que a crise semântica fez dele um personagem sem nexo.



"Certamente o Brasil estaria fora da lama e os delinqüentes não seriam tantos. Uma nação que não julga seus criminosos é uma nação sei lei ou uma nação com leis inúteis. " (Anônimo)

Enquanto o apedeuta Lula discursava os militontos petistas agrediam os manifestantes

Lula ameaça o povo com guerra civil .
Vídeo de 01:55, quando Molusco diz que está esperando o "Stédile" colocar exército dele ao lado do PT. 
Veja o vídeo:

Tarifa zero, liberdade zero, injustiça máxima

Em protesto, brasilienses pedem tarifa zero e passe livre para o transporte coletivo (Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

Você quer agressão estatal ou liberdade individual?

“Amanhece no Brasil. Quais liberdades o governo nos tirará hoje?”

Esta pergunta, adaptada de uma propaganda americana, nem sempre tem uma resposta óbvia. A eliminação diária da nossa liberdade pelo governo é certa como o nascer do sol, mas a maneira de fazê-lo pode ser tão sutil e ardilosa, que a maioria das vítimas não conseguirá nem sequer correlacioná-la a essa perda.

Em outras palavras, alguns atos do governo subtraem nossas liberdades de maneira menos aparente do que outros. O valor dessa estratégia repousa na ignorância econômica da população e permite ao governo expandir seu poder com uma mínima perda de capital político. Ou até mesmo com ganho.

É o modus operandi do populismo: angariar apoio das mesmas pessoas que são diretamente agredidas por uma medida estatal, explorando sua desinformação. O governo se alimenta da mentira.

Um gritante exemplo de medida populista é a PL 1/2015, sancionada pelo governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin. Esta legislação concede isenção de tarifas no metrô, nos trens operados pela CPTM e nos ônibus da EMTU aos estudantes da rede pública e da rede privada que comprovarem baixa renda.

Os responsáveis por esta medida a anunciam como a bem-aventurança dos estudantes, uma vitória para a educação e a salvação da juventude paulista.

Esta falsa soteriologia laica, que insinua ao povo que o governo é capaz de salvá-lo, é uma das principais características do populismo, conforme nos explica o politólogo francês Pierre-André Taguieff em L’Illusion populiste: de l’archaïque au médiatique (A Ilusão Populista: do arcaico ao midiático):

A combinação do populismo-retórico com o populismo-legitimação carismática encarna-se na figura do demagogo ou do tribuno do povo, personagem que é, ao mesmo tempo, expressão, guia e salvador do povo, e que se apresenta como homem providencial e realizador de milagres — ou de um porvir maravilhoso.

O demagogo em questão é Geraldo Alckmin e ele está tirando a liberdade dos paulistas. E, não se preocupem, isso rapidamente vai se espalhar para outros estados.

À luz da sólida ciência econômica, pode-se contemplar com horror alguns dos possíveis e nefandos efeitos sócio-econômicos dessa imposição.

1) Injustiça social

Os custos de operação dos sistemas de transporte não podem ser alterados por uma canetada mágica dos burocratas — logo, terão de ser cobertos pelos usuários que não gozam da isenção.

Os preços das tarifas aumentarão para todas essas pessoas.

Teremos, portanto, a bizarra situação em que um operário, um aposentado, uma empregada doméstica ou um desempregado terão de arcar com os custos da passagem de um rico estudante de medicina da USP, que prefere o ônibus ao carro para poder jogar Candy Crush no trajeto.

Se um militante marxista quisesse escrever um libelo sobre uma distopia elitista “da direita neoliberal” (SIC), talvez lhe faltasse imaginação para conceber tal cenário.

Lembremos também que os preços das tarifas aumentarão muito mais do que qualquer pessoa poderia prever. O motivo é que, com a tarifa zero, a demanda dos estudantes por transporte público crescerá desenfreadamente, aumentando também os custos de operação. Este aumento de despesas será repassado às faxineiras e auxiliares de escritório.

Há também aquele idoso que pega o ônibus para fazer hemodiálise, e aquela costureira grávida de 6 meses, com dois empregos pra sustentar os outros 4 filhos. A bengala e a barriga serão obrigadas a disputar espaço com as hordas de mochilas dos estudantes, na sua nova modalidade de rolezinho motorizado. Talvez eu não precise mencionar as carteiras de estudante falsificadas ou os assaltos para roubar as verdadeiras.

2) Distorção do setor educacional

Adiar o ingresso no mercado de trabalho possui custos de oportunidade para um indivíduo. Mas com o privilégio da isenção nos transportes, eles serão mitigados à custa dos trabalhadores. Os alunos terão incentivos para prorrogar o tempo de formação, aumentando os custos do ensino. Os estudantes cursarão menos disciplinas por semestre e terão maiores índices de reprovação.

Haverá ainda aqueles que se matricularão nas faculdades públicas apenas para gozarem da tarifa zero. Ou pior: aqueles que ingressarão em escolas privadas diversas todo semestre, não pagando uma mensalidade sequer.

É inegável que haverá um aumento artificial da demanda por matrículas. Nas escolas privadas, o resultado será o encarecimento das mensalidades e a redução da oferta de bolsas. O impacto financeiro sobre os pobres será devastador. Nas escolas públicas haverá aumento artificial da concorrência por vagas, prejudicando aqueles que realmente estavam em busca do diploma para poder trabalhar.

3) Diminuição da prosperidade

A legislação imposta por Alckmin impõe ao próprio governo a necessidade de implementar mecanismos de controle. Será necessário verificar quem é estudante, quem está na rede pública e quem possui baixa renda. Este aparato possui custos, que serão arcados por todos os pagadores de tributos.

Como se isso não bastasse, a necessidade de comprovar baixa renda para os alunos da rede privada alimenta o banco de dados da receita. Isto não só diminui a privacidade financeira das famílias em questão, como aumenta a capacidade do fisco de cobrar tributos.

O setor produtivo da sociedade, que é o setor privado, será ainda mais espoliado pelo setor parasitário, que é o setor público. Com uma maior extração de impostos, haverá menos acúmulo de capital e menos incentivos ao trabalho honesto. A perda de produtividade resultante será refletida em menores salários e aumento de preços. O padrão de vida da população cairá (ou deixará de aumentar).

4) Expansão do leviatã estatal

Este é, invariavelmente, o objetivo de todas as políticas públicas. Por conivência dos governados iludidos, os governantes costumam ser muito bem sucedidos em cumpri-lo.

Por mais deslumbrante que sejam os discursos, é a concentração de poder o grande incentivo dos membros do estado. Como nos lembra o dramaturgo Friedrich Dürrenmatt: “as ideologias são desculpas para nos aferrarmos ao poder ou pretextos para nos apoderarmos dele”.

A tarifa zero para estudantes possui um apelo populista inerente. Alheios aos efeitos acima expostos e doutrinados pelo próprio ensino público que lhes confere isenção, os estudantes idolatrarão ainda mais o governo. E não se trata apenas de venerar o PSDB, mas a própria instituição do estado.

Assumindo que H.L. Mencken estava correto ao afirmar que um homem decente envergonha-se do governo sob o qual vive, teremos uma diminuição da decência.

O atual governo estadual gozará não só da formação de um curral eleitoral favorável dentre os estudantes, mas principalmente dentre os oligopólios que controlam a emissão de carteirinhas estudantis, e que terão lucros exorbitantes. A medida de Alckmin não deixa de ser, portanto, um suborno político.

A legislação aumenta também o controle estatal sobre o setor de transportes. Valendo-se da mesma retórica demagógica utilizada para sancionar a medida, o governo irá impedir uma hipotética privatização do transporte coletivo.

Conclusão

Desestatizar completamente o setor e privatizá-lo — refiro-me a torná-lo sujeito à livre concorrência e não ao atual regime fascista de concessões, que apenas entrega um monopólio a empresas privadas e as protege de qualquer concorrência — é a única solução ética, funcional e eficiente para o problema do deslocamento de pessoas.

O transporte urbano é um serviço escasso, sujeito às mesmas leis econômicas que vigoram no resto do Universo. Portanto, deve ser provido pelos empreendedores no livre mercado e não por burocratas e seus asseclas corporativistas.

Paulo KogosColunista do IMB
Paulo Kogos estuda administração no Insper e escreve para o blog Livre & Liberdade e no seu blog pessoal