domingo, 31 de janeiro de 2016

Palestinos: viés e ignorância da mídia ocidental

Recentemente dois jornalistas pediram para que fossem escoltados até a Faixa de Gaza para entrevistarem colonos judeus que lá residem.
Não, não é o começo de uma piada. Esses jornalistas se encontravam em Israel no final de 2015 e estavam falando sério.
Imagine o constrangimento deles ao serem informados que Israel tinha se retirado totalmente da Faixa de Gaza há dez anos.
Convenhamos que se faz necessário ter certa compaixão para com eles. Esses colegas estrangeiros eram novatos que desejavam causar sensação por estarem se dirigindo para um lugar "perigoso" como a Faixa de Gaza, para fazer uma reportagem sobre os "colonos" que lá residem. O pedido deles não causou nenhuma surpresa a ninguém, nem mesmo aos meus colegas locais.
Esses "jornalistas paraquedistas", como são às vezes chamados, são soltos na região sem terem recebido o mínimo de informações sobre os fatos básicos do conflito israelense-palestino. Lamentavelmente, correspondentes dessa estirpe são a regra e não a exceção. Um repórter britânico, particularmente sem noção, vem à mente:
Quando Israel assassinou o líder espiritual e fundador do Hamas, Ahmed Yasmin, em 2004, um jornal britânico despachou seu repórter investigativo para cobrir o caso. Para esse repórter, a região, bem como o Hamas, eram terra virgem. Seus editores enviaram-no ao Oriente Médio, segundo ele, porque ninguém estava disposto a ir.
Muito bem, nosso herói fez a reportagem sobre o assassinato de Ahmed Yassin no bar do Hotel American Colony. O subtítulo da sua reportagem assinalava que ele se encontrava na Faixa de Gaza e que tinha entrevistado parentes do líder morto do Hamas.
Não é raro se sentir como um para-raios desse tipo de histórias. Outro colega radicado em Ramala verbalizou que há alguns anos foi contatado por um correspondente novato para que intermediasse uma entrevista com Yasser Arafat. Só que naquela época Arafat já estava morto há vários anos. Recém formado na escola de jornalismo e desinformado sobre o Oriente Médio, o jornalista, ao que tudo indica, foi considerado pelos editores um ótimo candidato para cobrir o conflito israelense-palestino.
Em três décadas cobrindo a mesma ladainha, fiquei bem familiarizado com esse tipo de jornalista. Eles pegam um avião, leem um ou dois artigos no Times e acham que estão aptos a se tornarem especialistas no que tange o conflito israelense-palestino.
Alguns até me garantiram que antes de 1948 havia aqui um estado palestino cuja capital era Jerusalém Oriental. A exemplo dos mal informados jovens colegas que desejavam entrevistar os não-existentes colonos judeus na Faixa de Gaza de 2015, eles ficaram um tanto surpresos ao saberem que antes de 1967 a Cisjordânia estava sob o controle da Jordânia e que a Faixa de Gaza era governada pelo Egito.
Há alguma diferença entre um cidadão árabe de Israel e um palestino da Cisjordânia ou da Faixa de Gaza? Meus colegas estrangeiros podem muito bem não serem capazes de saber se há ou não há. A carta magna do Hamas realmente preconiza que o movimento islâmico objetiva substituir Israel por um império islâmico? Se for este o caso, meus colegas de trabalho de diversos países, não terão condições de elucidar a sua dúvida.
Há alguns anos, uma memorável jornalista pediu para visitar a "destruída" cidade de Jenin, onde "milhares de palestinos foram massacrados por Israel em 2002". Ela estava se referindo à operação das Forças de Defesa de Israel (IDF) no campo de refugiados em Jenin onde cerca de 60 palestinos, muitos deles milicianos e 23 soldados da IDF foram mortos em um combate.
Deixando a compaixão de lado, é difícil imaginar que na era da Internet ainda haja esse grau de desinformação e preguiça profissional.
Mas quando se trata de cobrir o conflito israelense-palestino, aparentemente a ignorância é a glória. Ideias equivocadas sobre o que acontece aqui assolam a mídia internacional. A dualidade da designação mocinho/bandido é o norte por aqui. Alguém tem que ser o mocinho (os palestinos foram incumbidos para esta tarefa) e alguém tem que ser o bandido (esta ficou para os israelenses). E tudo é refletido através deste prisma.
No entanto o buraco é mais embaixo. Muitos jornalistas ocidentais que cobrem o Oriente Médio não sentem a necessidade de disfarçar seu ódio contra Israel e contra os judeus. Mas em se tratando dos palestinos, esses jornalistas não veem mal nenhum. Jornalistas estrangeiros que fazem suas coberturas a partir de Jerusalém e Tel Aviv têm se recusado, por anos a fio, a expor a corrupção financeira e as violações dos direitos humanos tão comuns nos regimes da Autoridade Palestina (AP) e do Hamas. Eles provavelmente temem ser considerados "agentes sionistas" ou "propagandistas" de Israel.
Para completar há os jornalistas locais contratados pelos relatores ocidentais e veículos de mídia para auxiliarem na cobertura do conflito. Esses jornalistas podem se recusar a cooperar em qualquer história que possa ser considerada "antipalestina". O "sofrimento" palestino e o "mal" da "ocupação" israelense são os únicos tópicos admissíveis. Os jornalistas ocidentais, por sua vez, estão propensos a não irritarem seus colegas palestinos: eles não querem ver seu acesso às fontes palestinas ser negado.

Portanto, não deveria causar nenhuma surpresa a indiferença da mídia internacional em face da atual onda de esfaqueamentos e atropelamentos intencionais contra os israelenses. Qualquer um teria imensa dificuldade em encontrar um jornalista ocidental ou órgão da mídia que se refira aos homicidas palestinos como "terroristas". Na realidade, as manchetes internacionais, amiúde, demonstram muito mais comiseração com os algozes palestinos que são mortos no ato da agressão do que com os israelenses que são, antes da mais nada, primeiramente atacados.

Obviamente, o exposto acima não se aplica a todos os jornalistas. Alguns jornalistas dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Europa são bem informados e imparciais. Lamentavelmente, contudo, estes representam um grupo extremamente pequeno da grande mídia do Ocidente.
Repórteres ocidentais, especialmente aqueles que são "soltos de paraquedas" no Oriente Médio, fariam um bem a si próprios se não esquecessem que o jornalismo nessa região não gira em torno de ser pró-Israel ou pró-palestino. Melhor dizendo, ele gira em torno de ser "pró" verdade, mesmo que a verdade contradiga o que eles prefeririam acreditar.


Khaled Abu Toameh é um jornalista premiado radicado em Jerusalém.

Publicado no site do The Gatestone Institute.

Tradução: Joseph Skilnik

Impeachment, democracia e Estado de Direito

Golpe é usar o que pertence ao Estado para subornar votos no Congresso, como vem fazendo o governo de modo a evitar que o impeachment prospere.

Quem atenta contra a democracia é o governo quando insiste em ancorar-se no poder, enterrando o futuro do país contra a vontade nacional.


Se o que se quer, na política, é promover o bem comum, as divergências terão como foco principal o conceito de bem comum, seu conteúdo e o modo de produzi-lo em cada momento histórico. No entanto, se o objetivo é apenas alcançar o poder, ou mantê-lo, então a honestidade intelectual se torna um transtorno e o senso moral deve ser apartado, assim como se retira o incômodo ferrão em picada de marimbondo. Sob tais padrões, a estratégia, a propaganda e a arte do convencimento são concebidas e mobilizadas apenas pelo desejo de convencer e vencer, aferindo-se a qualidade dos meios pela eficácia em relação aos fins desejados e não por sua relação com a verdade e o bem.

Digo isso porque a defesa do governo na questão do impeachment tem-se valido de todos os meios possíveis de enganação. Não estou recusando aos governistas o direito de escudar o governo. O que estou afirmando é que quase todos os seus argumentos, a partir do mais constantemente repetido, são concebidos para iludir. Repetem, insistentemente, que: 1) o impeachment fere a democracia; 2) impeachment é golpe. Ora, não é possível que experientes jornalistas e doutos congressistas dardejem fogo dos olhos em frêmitos de indignação afirmando que impeachment fere a democracia. A democracia, a soberania popular, senhores, é ferida quando quem governa só tem apoio de 10% da população!
Talvez se inquiete o leitor: "Nesse caso, todo governo que perde o apoio da maioria da população deveria cair?". A resposta a essa pergunta é afirmativa em praticamente todos os países parlamentaristas (cerca de 95% das democracias estáveis). No presidencialismo, eu afirmo, sem pestanejar: nas atuais condições, um governo de democratas deveria renunciar. E mais, há algo muito errado num sistema político em que governos rejeitados são mantidos por força da Constituição.
O que sustenta esse governo no poder, então, não é a "democracia", obviamente, mas a regra do jogo político, o Estado de Direito como o temos. Há em nossa Constituição uma norma que determina em quais situações e mediante quais procedimentos, quem preside a república pode ser afastado do cargo. E a perda da aceitação social não está entre elas.
Entendido isso, fica mais fácil compreender o quanto é falso chamar de golpe o pedido de impeachment da presidente Dilma. Essa demanda nacional, nascida nas ruas, sem partido nem patrocínio, sem tanques nem canhões, deu causa a três dezenas de requerimentos, Brasil afora. Como o processo de impeachment é jurídico e político, as motivações políticas dispensam apresentação. Estão nas vozes das ruas. As motivações jurídicas, por seu turno, foram avalizadas unanimemente pelo TCU e são de perfeito conhecimento público.
Golpe, portanto, de um lado, é usar o que pertence ao Estado para subornar votos no Congresso, como vem fazendo o governo de modo a evitar que o impeachment prospere. E, de outro, é golpe fazer do STF, com o mesmo fim, um puxadinho do partido governista.
Em resumo: quem atenta contra a democracia é o governo quando insiste em ancorar-se no poder, enterrando o futuro do país contra a vontade nacional; e é ele quem novamente golpeia as instituições quando se defende com os meios que para tanto vem empregando.

Transgênero animal: Jovem diz que é uma gata presa em corpo humano

Com aceitação da família, em casa ela anda de quatro e fica ronronando e miando.

Na Europa, após a conquista de direitos iguais para homossexuais e, em alguns países, para transgêneros, outro movimento parece ganhar força. A teriantropia seria um “passo adiante” na questão transgêneros. Pessoas poderiam em nome da “construção” da sua identidade, descobrir-se um animal. Já existe até uma nomenclatura para isso: “transespécie”.

O caso mais recente a receber atenção é o de uma mulher na Noruega chamada Nano. Aos 20 anos ela acredita que “nasceu na espécie errada” e afirma que, na verdade, é uma gata presa em um corpo humano.

O canal NRK P3 mostrou em reportagem especial o caso da mulher, que se veste com orelhas de gato e um rabo falsos. “Fui um gato toda a minha vida, mas só assumi aos 16 anos quando médicos e psicólogos descobriram o que havia “dentro” de mim”, disse ela.

Para a jovem, é um “defeito genético”. Com aceitação da família, em casa ela anda de quatro e fica ronronando e miando. Afirma que tem medo de cachorros e que já tentou caçar ratos. Acredita ainda que tem a audição e a visão aguçada dos felinos.

Questionada sobre seu estilo de vida, ela quer aceitação da sua condição. Asseverou que “É cansativo, mas você se acostuma a viver com os instintos de gatos”. Explica que já recebeu ajuda de psicólogos, mas decretou: “vou ser gato toda a minha vida.””


Caso semelhante na França

Meses atrás, foi amplamente divulgado o caso da francesa Karen, que nasceu homem, fez operações para mudar de sexo e agora quer viver como um animal, mais especificamente um cavalo. Ele(a) conta que essa ideia o persegue desde que tinha sete anos de idade.

“Estrela” de um documentário sobre o tema, ela afirma veementemente: “Eu tenho um cavalo dentro de mim”. O que pode parecer loucura na verdade é algo cada vez mais comum. Já existe inclusive um encontro chamado pony-play. As pessoas fingem ser, de fato, um animal, andam de quatro com uma sela nas costas, trotam, e puxam uma espécie de charrete!


Com informações de Christian News

sábado, 30 de janeiro de 2016

AMEAÇA! Prisão de LULA jogaria os “Tanques na RUA” e vai “tocar fogo neste país”

Vivendo momentos de terror diante do possível indiciamento de LULA, a esquerda já começa a incitar movimentos sociais para uma grande revolta popular se LULA for preso.

Ao mesmo tempo em que o Partido dos Trabalhadores se empenha em suas tentativas de levantar o moral do ex-presidente, dizendo que é o “seu plano A” para 2018, o exército esquerdista de Blogs e Mini sites dispara contra a direita. O objetivo é fazer a sociedade acreditar que as investigações que se aproximam de LULA e seu séquito são movidas pela “direita” e não pela justiça brasileira.

Como disse o General MOURÃO há bem pouco tempo. As Forças Armadas, por meio de análise prospectiva, realizaram estudos e construção de cenários possíveis em caso de CONVULSÃO SOCIAL.

Que os articulistas, blogueiros e redatores de sites chapa branca fiquem bem atentos, não se brinca com a sociedade, manipular multidões é algo extremamente perigoso. Se Lula for preso e o país for lançado numa guerra intestina por conta de manipulação midiática da sociedade, cada um deles será encontrado e devidamente responsabilizado pelo que têm dito nas redes, revistas e jornais.

Alguns sites disseram na tarde dessa sexta-feira: “Há uma contra-ofensiva em preparação. Este país vai parar. Protestos em defesa de uma das maiores lideranças políticas do mundo serão muito maiores do que contra a ameaça ao mandato da presidente. Mesmo grupos da esquerda que se opõem ao govrno Dilma sabem que Lula não é o alvo, mas a esquerda…

Dizem ainda: “… Essa gente não faz ideia do que estão fazendo… Não tem ideia da reação que será desencadeada… Se acha que o movimento sindical, os movimentos sociais, os partidos e própria militância ficarão passivos vendo a direita prender uma liderança política como Lula sem o amparo de provas incontestáveis, enlouqueceu. E tais provas não existem… A pretendida prisão política de Lula vai tocar fogo neste país. Se eles quiserem pagar para ver, vão ver. E vão se arrepender. Precisarão pôr tanques na rua (de novo) para concretizar esse golpe. “
Não esquerda. Não é bem assim. Protestos em favor de Lula nunca viriam da sociedade de forma voluntária. Os protestos da esquerda tem sido cada vez menores, ainda que comprados a preço de pão e mortadela. Se movimentos sociais como MST e CUT forem para a rua e agirem contra a lei será muito fácil identificar quem os manipulou.

Se LULA for preso e a esquerda reagir de forma criminosa e violenta isso será apenas a “cereja do bolo” e assim estará mais do que provado que a esquerda mentiu durante décadas no Brasil. Estará provado que a distribuição de renda visava tão somente enriquecer os membros da intelligentsia esquerdista que por esses dias não têm dormido muito bem ante a perspectiva de que percam tudo o que já foi “expropriado” da sociedade.

Quando os “heróis” José Dirceu e Genoíno estavam na porta da cadeia bloguinhos também teriam cogitado uma reação contra o que chamavam de “golpe”. Mas, como vimos, ficou só no gogó. A reação foi tão somente arrecadar dinheiro entre petistas para que os “heróis” não sacassem de seus gordos cofres a quantia que precisavam estornar para o estado.

Pode ser que lideranças fieis a Lula obtenham êxito em atirar o Brasil numa convulsão social que dure algum tempo. Mas, esta não será em hipótese alguma criada pelos militares e pela chamada direita.

Todo o planeta é testemunha que a esquerda jogou o Brasil no caos. O catastrófico governo do PT foi responsável direto pelas dificuldades atravessadas hoje pelo Brasil e segundo tabela divulgada pelo FMI, até pelo baixo desempenho da economia mundial. A ZIKA, que em outros países foi doença rapidamente controlada, por aqui se alastrou e agora ameaça as Américas.

As forças de segurança desse país, ainda que assediadas, não se deixaram seduzir pelo discurso fantasioso e sem qualquer coerência da esquerda, ainda que esta seja a dona da situação ha mais de uma década. 

Forças Armadas e policias de todo o país saberão muito bem quando e como agir. Se o “pior” acontecer e isso for necessário, pode ser que a “arrumação da casa” dure um tempo razoável. Após isso cada um será colocado em seu devido lugar.

A PEDOFILIA VAI À ESCOLA

Você já parou para pensar sobre o motivo dessa farta produção de literatura voltada à educação sexual nas escolas? Não vou nominar obras para não fazer publicidade de lixo pedagógico, mas há de tudo. O famoso kit gay não foi o primeiro nem o último material pernicioso. O Ministério Público chegou a intervir, em alguns casos, para impedir a distribuição. Há publicações que, explicitamente, estimulam experiências auto-eróticas, heterossexuais e homossexuais. Um desses livrinhos vem com a recomendação, aos pequenos leitores, de que devem conservar o referido "material escolar" fora do alcance dos pais...

A questão que me interessa aqui é a existência de uma pedagogia da educação sexual que anda a braços com a pedofilia. É estarrecedor. Todo esse material que de um modo ou de outro chegou a alunos ou a bibliotecas de escolas tem rótulo de coisa pedagógica. Quando suscita escândalo, é defendido com a afirmação de estar destinado a professores ou a adolescentes. Falem sério! Professores e adolescentes precisam de livro sobre sexualidade, com figurinhas para público infantil?

Estamos, portanto, diante de algo sistemático, reincidente e renitente, que passa por cima, atropelando ("problematizando", para usar palavra da pedagogia marxista) a orientação dos pais. Essa educação sexual, se não está empenhada em antecipar o processo de erotização no desenvolvimento infantil, está dedicada a algo tão parecido com isso que se torna impossível perceber a diferença. Se não está dedicada a disseminar a ideia de que o corpo humano, já na mais tenra idade, é um parque de diversões eróticas, o produto de seu trabalho será inequivocamente esse. Se não pretende oferecer a crianças e adolescentes um cardápio de opções sexuais para escolherem como sanduíche no balcão do McDonalds, é a isso que levam suas propostas.

A simples ideia de que tais orientações encontrem guarida em receitas pedagógicas no ambiente acadêmico e educacional do país é repugnante. No entanto, já em 1998, no capítulo sobre Educação Sexual do documento intitulado "Parâmetros Curriculares Nacionais" elaborado pelo MEC, lê-se que (pag. 292):

"Com a ativação hormonal trazida pela puberdade, a sexualidade assume o primeiro plano na vida e no comportamento dos adolescentes. Toma o caráter de urgência, é o centro de todas as atenções, está em todos os lugares, na escola ou fora dela, nas malícias, nas piadinhas, nos bilhetinhos, nas atitudes e apelidos maldosos, no “ficar”, nas carícias públicas, no namoro, e em tudo o que qualquer matéria estudada possa sugerir."

Ora, isso não parece exagerado? Talvez quem redigiu o texto acima padeça de tão solitário e totalizante apelo. Na faixa etária mencionada, os interesses são bem diversificados. Entre eles se incluem também os esportes, a escola, a turma de amigos, os jogos de computador e a própria família. Mais adiante, o texto afirma (pag. 296):

"Nessa exploração do próprio corpo, na observação do corpo de outros, e a partir das relações familiares é que a criança se descobre num corpo sexuado de menino ou menina. Preocupa-se então mais intensamente com as diferenças entre os sexos, não só as anatômicas, mas todas as expressões que caracterizam o homem e a mulher. A construção do que é pertencer a um ou outro sexo se dá pelo tratamento diferenciado para meninos e meninas, inclusive nas expressões diretamente ligadas à sexualidade, e pelos padrões socialmente estabelecidos de feminino e masculino. Esses padrões são oriundos das representações sociais e culturais construídas a partir das diferenças biológicas dos sexos, e transmitidas através da educação, o que atualmente recebe a denominação de “relações de gênero”. Essas representações internalizadas são referências fundamentais para a constituição da identidade da criança."

Está aí a ideologia de gênero e a subsequente revogação que pretende promover da anatomia, da genética e dos hormônios, cujos efeitos estariam subordinados a padrões sociais. Tá bom! E o texto segue afirmando o direito das crianças ao prazer sexual, a naturalidade das manifestações e "brincadeiras" explícitas, de quaisquer natureza, às quais, na escola, se aplicaria apenas a jeitosa informação de que o ambiente não seria lá muito apropriado para isso. E adiciona: tais incontinências só deveriam ser levadas ao conhecimento dos pais quando "tão recorrentes que interfiram nas possibilidades de aprendizagem do aluno". É o legítimo caso em que o pedagogo, com objetivos desviados, erra pelo que ensina e erra pelo que deixa de ensinar.

Defesa de Lula cai por terra: documentos provam que o petista comprou tríplex

Documentos obtidos pelo jornal O Globo revelam que a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso da compra do tríplex no Guarujá caiu por terra.

Apesar de sua defesa afirmar que ele e sua família compraram apenas uma cota da Bancoop, e não o tríplex, termos de adesão ao condomínio Solaris assinados por outros compradores mostram que o número de cada apartamento constava nos registros iniciais de venda. Ou seja, quando assinou o documento, a esposa de Lula, Marisa Letícia, sabia que unidade estava comprando.

As informações são de reportagem do O Globo publicada neste sábado (30/01). Nos últimos dias, a defesa do ex-presidente tem sustentado que a família não teria adquirido um apartamento, e sim uma cota que equivaleria a uma unidade apenas após o fim das obras. Mas, de acordo com os documentos, quem aderia ao empreendimento já sabia a qual apartamento teria direito.

O Ministério Público de São Paulo colheu depoimentos de diversas pessoas que testemunharam as visitas do ex-presidente Lula e de sua família ao tríplex 164-A, para fiscalizar o andamento das obras conduzidas pela construtora OAS. O grupo é suspeito de pagar pelas despesas da reforma, que foi realizada apenas no imóvel de Lula.

Outro argumento usado pela defesa do petista é que, no segundo semestre do ano passado, o casal teria optado pela devolução do dinheiro investido no condomínio Solaris. Ainda assim, documentos obtidos pelo Globo mostram que o prazo oficial para optar pela desistência da compra era 8 de novembro de 2009, 30 dias após a formalização da transferência do empreendimento da Bancoop para a OAS.

A reportagem perguntou à OAS e aos advogados de Lula porque foi dada à família do ex-presidente a prerrogativa de desistir da compra do imóvel cinco anos após o prazo definido para todos os outros associados. Não houve resposta.

Atenção: Zika será endêmica no Brasil; saiba mais

O Brasil deve se preparar para que o zika vírus se torne uma doença endêmica tanto em território nacional como em outros países de América Latina, em um cenário semelhante ao que ocorre com a dengue – que desde os anos 1990 teve o número de casos multiplicados na região.

O aviso vem de cientistas ouvidos pela ‘BBC Brasil’ para analisar os possíveis desdobramentos no surto que já atingiu mais de 20 Estados brasileiros e pelo menos duas dezenas de países no continente. Entre eles o entomologista e médico Andrew Haddow, neto de Alexander Haddow, um dos três cientistas que em 1947 isolaram pela primeira vez o zika.

A projeção é de um cenário preocupante diante da possível relação do zika com os 4 quatro mil casos sendo investigados de possível microcefalia no Brasil.

Para os especialistas, o país apresenta condições ideais para uma proliferação ainda maior do vírus do que a registrada até agora.

O principal fator é a resistência do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da doença, e que voltou a infestar centros urbanos no Brasil depois de duas vezes erradicado nas últimas décadas.

Dados do Ministério da Saúde mostram o avanço dengue no país. Foram 40 mil casos registrados em 1990. No ano 2000, o total saltou a mais de 135 mil casos, e superou 1 milhão em 2010. Em 2015, foram mais de 1,5 milhão de casos.

A segunda questão é o fato de que a população brasileira não tem o organismo “preparado” para um vírus que, até o atual surto, não tinha sido registrado fora de países de África, Ásia e Oceania.

‘População inocente’

“A velocidade transmissão do zika no Brasil não é surpresa porque o vírus tem o Aedes aegypti como o principal vetor de transmissão, e o país tem o que se pode chamar de ‘população inocente’, que não não foi anteriormente exposta. Parece-me bastante improvável que o Brasil e outros país da América Latina afetados livrem-se do zika, que tende a se tornar endêmico na região”, afirmou Haddow, em entrevista por telefone, à BBC Brasil.


Uma endemia se refere a uma doença típica e frequente em uma determinada região, por vezes em algumas épocas do ano.

Haddow, que trabalha como pesquisador da Divisão de Virologia do Departamento de Defesa dos EUA, classificou o surtro brasileiro como um “grande alerta” para necessidade de mais estudos sobre o zika, em especial por causa da possível correlação do vírus com a má-formação em bebês.

Em 2012, o cientista fez uma apresentação em uma conferência virologistas nos EUA em que argumentou que o vírus estaria prestes a se espalhar.

“Estava claro que havia a possibilidade de uma distribuição geográfica ainda maior do que apenas a África e a Ásia, mas acredito que muitos casos de zika, inclusive no Brasil, tenham sido diagnosticados erroneamente como dengue por causa dos sintomas semelhantes entre as duas doenças. Os casos de microcefalia no Brasil, ainda que não tenham sido definitivamente provados como consequência do zika, mudarão esse cenário”, completou o americano.

‘Endêmica e epidêmica’

A epidemologista Jane Messina, da Universidade de Oxford, coautora de um estudo de 2013 sobre o risco de contração de dengue no Brasil durante os meses da Copa do Mundo, também projeta um quadro de expansão do zika em território brasileiro. “Não vejo razão que para que o surto seja diferente do que aconteceu com a dengue no Brasil, ainda que conheçamos pouco sobre o vírus e seja um pouco cedo para se especular”.

Messina também adota essa cautela para discutir as possíveis implicações para mulheres brasileiras e latino-americanas grávidas ou que pensem em engravidar. “Não há solução simples. Além da diminuição da população de mosquitos, tudo o que se pode fazer é seguir as orientações das autoridades nacionais e internacionais de saúde. E avaliar os riscos”, completou a epidemiologista.

O diretor da Divisão de Ensaios Clínicos e Farmacovigilância do Instituto Butantan, Alexander Precioso, também prevê um cenário de zika endêmico.

“O vírus é muito recente. A maior parte da população não está imune, ou seja, é suscetível ao zika. Vivemos hoje com o mosquito disseminado por todo o país e, mais, pelas Américas. O número de casos vai aumentar progressivamente. Há uma situação ideal para a doença ser endêmica e epidêmica”, alerta.

Desconhecimento

O que piora a situação é o desconhecimento dos cientistas a respeito do vírus. Não se sabe, por exemplo, se uma pessoa que contraia o zika ficará imune. Também não se pode prever se o virus sofrerá mutações.

“Evolução vale para todos os organismos”, alerta Precioso. “Basta ver o influenza (vírus da gripe), que demanda uma vacina diferente todo ano”.

O pesquisador do Butantan lembra que nem sequer é possível estabelecer com certeza uma relação direta entre o zika e os casos de microcefalia.

“A hipótese é forte, mas ainda não há uma comprovação (científica). Assim como ainda não se sabe se há tranmissão por contato sexual”, diz.

O americano Haddow elogiou os esforços do Brasil em intensificar as campanhas de combate ao Aedes aegypti, incluindo a mobilização de milhares de homens das Forças Armadas.

Olimpíada

“Na minha opinião, as autoridades brasileiras até reagiram rápido, pois o zika nas últimas décadas tinha sido ignorado pelas principais autoridades. O que se pode fazer agora é tentar reduzir as chances de contágio”.

O americano, no entanto, não acredita que a Olimpíada deva ser simplesmente classificada como “de risco”.

“As pessoas viajam para outros lugares do mundo onde há doenças graves transmitidas por mosquitos, como a malária. Há vírus em outros lugares do mundo que não o Brasil. O surto de zika serve para mostrar como a globalização e as mudanças climáticas estão criando condições para a propagação de doenças ao redor do mundo”, finalizou Haddow.

Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Vietnã restaura controle comunista para perseguir cristãos

No Vietnã, policiais instalaram uma câmera bem na frente da casa de Thuy*, que é esposa de um líder cristão. “A polícia quer saber quem entra e quem sai do nosso prédio. Como nossa igreja ainda não é registrada, usamos nossas casas para realizar as reuniões e cultuar a Deus”, comenta a cristã.

De acordo com um colaborador da Portas Abertas: “O governo local de Saigon, que é a maior cidade do Vietnã, está reintroduzindo o antigo sistema de controle comunista e também o ‘Programa Vizinho Amigável’, que funciona da seguinte forma: três vizinhos são agrupados para vigiarem um ao outro. Isso já está sendo imposto no Distrito 8. As famílias são aconselhadas a vigiarem seus vizinhos. Por exemplo, se criam galinhas em sua casa, o que é proibido por motivos sanitários, o vizinho que não relatar isso será responsabilizado”, conta ele.

Os analistas de perseguição acreditam que o sistema será usado para monitorar a circulação de pessoas nas ruas e nas casas, principalmente porque existe um crescimento contínuo de igrejas domésticas na cidade. “Por favor, orem para que os cristãos vietnamitas encontrem estratégias na hora de suas reuniões”, pede um dos analistas.

Pedidos de oração

Ore para que Thuy* seja cada vez mais cuidadosa ao se reunir com os irmãos em sua casa. Peça ao Senhor para abençoar o crescimento de igrejas no Vietnã e que muitos se convertam aos caminhos de Jesus. Ore também para que os perseguidores sejam tocados pelo amor de Cristo.

Fonte: Portas Abertas

Japão mobiliza tropas para possível derrubada de míssil norte-coreano


 O governo do Japão ordenou nesta sexta-feira (29) que o Exército do país se prepare para a possibilidade de derrubar um míssil que a Coreia do Norte poderia lançar em breve, e evitar, que o artefato caía sobre território japonês. “Tomamos as medidas necessárias para poder responder a qualquer tipo de situação”, afirmou o porta-voz do primeiro-ministro Shinzo Abe, Yoshihide Suga.

O porta-voz evitou dar mais detalhes sobre a iniciativa do Ministério da Defesa, afirmando que não iria revelar “informação sensível” sobre a capacidade do Japão para interceptar mísseis. As últimas imagens por satélite da base norte-coreana de Sohae mostraram que há movimento nas instalações e que Pyongyang poderia estar preparando o lançamento de um projétil de longo alcance nos próximos dias, como advertiram nesta quinta Seul, Tóquio e Washington.

O ministro das Relações Exteriores japonês, Fumio Kishida, disse que conversou o secretário de Estado americano, John Kerry, para que os dois países cooperem estreitamente diante das ameaças norte-coreanas. “Tomaremos todas as medidas possíveis para garantir a segurança da população”, disse Kishida em entrevista coletiva.

O último lançamento norte-coreano de um míssil de longo alcance aconteceu em 2012, quando o país conseguiu pôr em órbita um satélite com seu foguete Unha-3, uma ação que a comunidade internacional considerou como parte de seu programa de desenvolvimento de mísseis balísticos intercontinentais e que deu origem a novas sanções da ONU.

Fonte: Veja

Zelotes: juiz marca depoimentos de ex-ministros de Lula e Dilma

A Justiça Federal confirmou a próxima terça-feira, dia 2 de fevereiro, o depoimento do ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Miguel Jorge, que ocupou o cargo no governo Lula e admitiu ter levado ao ex-presidente um pedido do lobista Mauro Marcondes. Preso, Marcondes é acusado de liderar um esquema de compra de medidas provisórias (MPs), no governo e no Congresso, e de decisões favoráveis a empresas no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

No mesmo dia, também está marcado o depoimento da primeira ré, Cristina Mautoni, mulher de Mauro Marcondes, presa em 18 de janeiro. A oitiva do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que estava agendada para terça-feira, agora só deve ocorrer na quinta-feira, dia 4. O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, enviou ofício à Justiça Federal em São Paulo com pedido para que Mantega seja ouvido por meio de videoconferência nessa data. O magistrado responsável pela Zelotes ainda aguarda resposta.

Mantega também depôs nesta quinta-feira na sede da Polícia Federal, em São Paulo, no âmbito de um inquérito paralelo, mantido em sigilo, mas que também foi originado pelos fatos apurados na Zelotes.

Miguel Jorge disse em depoimento à Polícia Federal (PF) que informou o ex-presidente Lula sobre a “preocupação” do setor automotivo com a possível implantação no país de um controle mais rigoroso de emissão de poluentes por veículos, o padrão Euro IV. A PF já tinha encontrado menções a Miguel Jorge em documentos apreendidos e trocas de e-mail do ex-ministro com lobistas. Ele confirmou ter mantido contato com Marcondes, que foi dirigente da associação nacional de montadoras, a Anfavea. Miguel Jorge fez carreira em cargos de chefia do setor automotivo e chegou a vice-presidente de assuntos institucionais da Volkswagen.

O juiz também agendou para o dia 17 de fevereiro o depoimento do deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), arrolado como testemunha do réus Alexandre Paes dos Santos, Cristina Mautoni e Eduardo Valadão. O depoimento ocorrerá no gabinete do democrata, na Câmara, a pedido do parlamentar. Ele foi relator da MP 471/2009, que garantiu benefícios fiscais a montadoras instaladas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Para os investigadores, houve pagamento de propina na aprovação do incentivo.

Pela manhã, foram ouvidas quatro testemunhas de defesa do jornalista Fernando César de Mesquita, que foi diretor de Comunicação do Senado. Ele é um dos acusado de ter recebido propina. Os depoimentos serão retomados ainda nesta quinta-feira.

Fonte: Veja

Promotor contesta versão de Lula de ‘não ter’ triplex em Guarujá

O promotor de Justiça José Carlos Blat, do Ministério Público Estadual de São Paulo, afirmou em entrevista na edição desta quinta-feira (28) do Jornal Nacional que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era proprietário de um apartamento triplex no edifício Solaris, em Guarujá.

Segundo José Carlos Blat, do MP-SP, Bancoop vendeu ‘coisas concretas’. Defesa de Lula diz que ele comprou cotas de cooperativa e não o imóvel

Tanto o Ministério Público paulista quanto o Ministério Público Federal apuram se Lula ocultou esse imóvel de seu patrimônio. A defesa do ex-presidente argumenta que ele nunca foi dono do apartamento, mas somente proprietário de cotas de um projeto da Bancoop, cooperativa do Sindicato dos Bancários de São Paulo. A cooperativa se tornou insolvente e transferiu imóveis inacabados para a construtora OAS, investigada na Operação Lava Jato.

“O ex-presidente Lula tinha uma cota de um projeto da Bancop e depois, quando este projeto foi transferido para uma outra empresa, ele tinha duas opções: pedir o resgate da cota ou usar a cota para a compra de um imóvel no edifício Solaris. E ele fez a opção – a família fez a opção – pelo resgate da cota”, afirmou Cristiano Zanin Martins, advogado do ex-presidente.

O promotor José Carlos Blat contesta essa versão. Segundo ele, na Bancoop, não existem cotas.

“A Bancoop não é um consórcio. A Bancoop, ela oferecia unidades habitacionais. Todos, sem exceção, compraram apartamentos ou casas e, ao longo do tempo, pagaram as prestações devidas à Bancoop, que colocou um sobrepreço indevido, ilegal. Então, todas as pessoas que compraram da Bancoop compraram coisas concretas, ou seja, unidades habitacionais, apartamentos e casas. Não existem cotas da Bancoop”, declarou.

O advogado Cristiano Zanin Martins afirmou que toda cooperativa funciona por meio de cotas, que, no caso de cooperativas habitacionais como a Bancoop, os associados se reúnem pra realizar projetos residenciais a um custo mais baixo e que, ao final da obra, cada cota passa a equivaler a uma unidade, que pode ou não estar pré-definida.

A 22ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta quarta-feira (27) e intitulada Triplo X, teve como alvo o edifício Solaris. Segundo os procuradores da República que integram a força-tarefa da Lava Jato no Paraná, todos os imóveis desse edifício estão sob investigação. Em paralelo, está em andamento outra investigação, do Ministério Público Estadual de São Paulo.

O MP-SP ouviu pessoas classificadas como “vítimas” do “golpe da Bancoop”. “Os meus filhos não têm onde ficar, o senhor está entendendo?”, disse Cirlei Gomes Filho a um promotor.

A cooperativa do Sindicato dos Bancários de São Paulo foi criada em 1996 para construir casas e apartamentos a preço de custo.

De acordo com a investigação, a Bancoop não conseguiu levar adiante 15 empreendimentos e teve uma série de problemas com outros 25. Nas contas dos promotores, 6 mil cooperados foram prejudicados.

Segundo o Ministerio Público, o dinheiro que deveria ter sido aplicado na construção dos imóveis foi desviado pra financiar campanhas eleitorais do PT. O ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto era o presidente da cooperativa. Ele está preso no Paraná depois de ter sido condenado no processo da Operação Lava Jato.

“Confirmamos, isso inclusive é objeto de outro processo criminal em curso. Que a Bancoop era efetivamente uma organização criminosa, se transformou num balcão de negócios e que foram desviados quase R$ 100 milhões naquela época para abastecer campanhas político-partidárias, caixa 2, bem como também para dar estrutura de empresas fantasmas e obviamente beneficiar pessoas que estavam de alguma forma atreladas ao Partido dos Trabalhadores”, afirmou o promotor José Carlos Blat.

De acordo com a investigação do Ministério Público, no fim de 2009, nove empreendimentos inacabados da Bancoop foram assumidos pela construtora OAS. Um deles é justamente o prédio onde o ex-presidente Lula teria um imóvel e onde Vaccari, em depoimento, disse ser proprietário de um apartamento.

A Bancoop informou que a transferência de empreeendimentos para outras construtoras foi resultado de um acordo com o Ministério Público e que não tem mais qualquer relação com esses empreendimentos. O PT afirmou que todas as doações que o partido recebeu foram legais e declaradas à Justiça Eleitoral. A OAS não quis se manifestar.

Fonte: G1

Satélite: imagens sugerem que Coreia do Norte pode lançar míssil

A Coreia do Norte pode estar se preparando para lançar um míssil de longo alcance em até uma semana, disse a agência de notícias japonesa ‘Kyodo’ na quinta-feira (horário local), citando um funcionário do governo japonês não identificado. 

Agência de notícias japonesa diz que lançamento pode ocorrer em até uma semana

A autoridade mencionou sinais de possíveis preparativos para o lançamento de um míssil de acordo com uma análise de imagens de satélite.

No dia 6 de janeiro, a Coreia do Norte anunciou ter realizado com sucesso o primeiro teste com uma bomba nuclear de hidrogênio, muito mais potente que a atômica, em uma demonstração de que o regime prossegue com o programa nuclear, apesar da proibição da comunidade internacional. O anúncio foi recebido com grande ceticismo por especialistas e por condenações imediatas em todo o planeta. O teste deverá resultar em novas sanções contra o país na Organização das Nações Unidas.

Fonte: Veja

Islamização da Europa se acelera e cristãos são hostilizados e seu próprio país

Um vídeo gravado pelo movimento Britain First [Grã-Bretanha Primeiro] tem gerado controvérsia na Europa. Feito de forma amadora e sem edição, mostra um grupo de ativistas numa caminhada pelas ruas da pequena cidade de Luton, na região metropolitana de Londres.
Com o nome de “patrulha cristã”, eles carregam cruzes de madeira e distribuem jornais. Acabam sendo atacados pelos muçulmanos que vivem no local. Surpreendentemente a polícia acaba intervindo e fica contra eles.
O material foi visto mais de 24 milhões de vezes na sua página do Facebook e mais de 1.400.000 visualizações no YouTube. Como a polêmica foi muito grande, líderes de igrejas locais acabaram criticando o grupo.
Liderados por Paul Golding e Jayda Fransen, a patrulha do British First queria mostrar como um cristão enfrenta dificuldades em expressar sua fé nos dias de hoje em muitos lugares da Europa. A descrição do vídeo diz que se trata de um “retrato chocante da islamização do nosso amado país”. Os ativistas, além de ouvirem palavrões e ameaças, foram agredidos e foram alvo de ovos.
No clipe de nove minutos mostra diferentes reações de homens e mulheres muçulmanos. A certa altura um deles diz a Grã-Bretanha está sendo tomada pelo Islã e por isso os cristãos estariam com ciúmes.
Chega a afirmar que ali era território deles. Jayda ergue sua cruz e responde “não por muito tempo, a cruz irá prevalecer”. Ela também acaba debatendo com uma mulher muçulmana, que coberta pelo hijab critica a cristã pela maneira como se veste. Contudo, não aceita ser confrontada pela imposição religiosa de cobrir todo o corpo por que os homens muçulmanos “não conseguem segurar seus instintos”.
A chegada da polícia separa os grupos e acaba forçando a saída da patrulha do local.  A justificativa é que isso iria “tranquilizar a comunidade”.
O Britain First diz ser um movimento político que se opõe ao domínio do Islã. A maior parte da imprensa os rotula de “islamofóbicos”. Embora esse não seja o primeiro vídeo do grupo a ter repercussão, é o que mostra mais claramente que a intolerância parte dos muçulmanos, que apelam para a agressão verbal e física. Os cristãos são coagidos e não podem andar livremente pelo país, usar um símbolo de sua fé ou questionar um seguidor de Maomé.
Em nome do “politicamente correto”, alguns pastores anglicanos de Luton fizeram uma espécie de protesto contra o Britain First e distribuíram rosas, alegando que a patrulha “não representa o cristianismo”. Eles defendem o multiculturalismo, e mostram como a igreja se tornou inócua e subserviente na cidade. Com informações de IB Times
Assista (contém palavrões)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Do ‘Conselhão’ para a carceragem da PF em Curitiba; entenda

Curiosamente alguns integrantes do Conselho estão presos por envolvimento no escândalo de corrupção da Petrobras, entre eles: José Carlos Bumlai (à esq.), João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT; e Marcelo Odebrecht


O resultado das reuniões do Conselhão, depois de treze anos de idas e vindas, ainda deixa dúvidas: muitas das propostas feitas por integrantes do grupo jamais saíram do papel, entre elas as reformas política e da Previdência. Chama atenção, no entanto, o destino de importantes figuras que assessoraram o Palácio do Planalto entre 2003 e 2015.

Atualmente, quatro deles estão presos por envolvimento no escândalo de corrupção da Petrobras: João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, José Carlos Bumlai, pecuarista amigo do ex-presidente Lula, José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil, e Marcelo Odebrecht, dono na megaempreiteira Odebrecht. Outros cinco são alvos de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) também por estarem ligados ao esquema do petrolão. São eles os ex-ministros Paulo Bernardo (Comunicações) e Antônio Palocci (Fazenda), os atuais ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Edinho Silva (Secretaria de Comunicação Social) e a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Depois de um ano e meio paralisado, o grupo retoma os trabalhos nesta quinta-feira repaginado e tem entre os convidados o ator Wagner Moura e o neurocientista Miguel Nicolelis. Não à toa: se quisesse reunir a “velha guarda” do Conselhão, a presidente Dilma teria de transferir o encontro do Palácio do Planalto para a carceragem de Curitiba.

Fonte: Veja

Petista preso na Argentina está nomeado no gabinete de filho de Dirceu na Câmara

Carlos Ohara, UOL
Um secretário parlamentar na Câmara Federal está preso na Argentina acusado de dois roubos qualificados, com o uso de uma pistola 9mm falsa, praticados contra duas mulheres, sendo uma delas menor de idade. Os crimes ocorreram na cidade de Puerto Iguazu, na fronteira com a cidade brasileira de Foz do Iguaçu, na semana passada.
A polícia argentina i
nvestiga a suposta participação do homem em outros roubos com características semelhantes, ocorridos na cidade nos últimos dias.
O acusado, André Roberto Alliana, morador de Foz do Iguaçu, ocupou o cargo de secretário de Comunicação do Partido dos Trabalhadores no Paraná e foi assessor do ex-deputado petista André Vargas, condenado a 14 anos de prisão na operação Lava Jato por lavagem de dinheiro e corrupção passiva.
Alliana também foi nomeado no início deste mês para ocupar o cargo de secretário parlamentar, com salário de R$ 2.595, no gabinete do deputado federal Zeca Dirceu (PT), filho do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, este também preso na Lava Jato. Sua nomeação foi publicada no boletim administrativo da Câmara Federal no último dia 14.
Em 2014, Alliana havia atuado como um dos coordenadores da campanha da senadora Gleisi Hoffmann (PT), também investigada na Lava Jato, e de Zeca Dirceu na região da fronteira. Anteriormente, o secretário parlamentar fora membro titular do Conselho Nacional do Meio Ambiente e secretário de Meio Ambiente de Foz do Iguaçu entre 2004 e 2006.
De acordo com informações da oficial Viviana Merlo, relações públicas da polícia de Puerto Iguazu, Alliana teria abordado uma jovem na madrugada de quinta-feira (21) na rua e exibindo a pistola e a obrigou a entregar a carteira. Após o roubo, a mulher encontrou um carro da polícia e comunicou o crime, repassando as características físicas do ladrão.
Ao realizarem rondas na cidade, os policiais encontraram o suspeito, que tentou fugir e na perseguição acabou fraturando o fêmur. Com Alliana, os policiais encontraram vários documentos e objetos pertencentes a outras pessoas e a arma falsa.
Após ser atendido em um hospital da cidade, Alliana foi levado para a Unidade Regional 5 da Polícia de Missiones. Uma menor, que havia sido vítima de roubo na madrugada anterior, quarta-feira (20), também reconheceu Alliana em fotografias. A justiça argentina determinou a manutenção da prisão de Alliana durante as investigações de outros dez crimes semelhantes ocorridos na cidade.
O UOL não conseguiu contato com a defesa de Alliana nem com o deputado Zeca Dirceu.
Mal assessorados
Não é a primeira vez que assessores do deputado Zeca Dirceu e da senadora Gleisi Hoffmann se envolvem em situações criminais. Em maio de 2014, policiais do Paraná prenderam em flagrante Lucy Mary Silvestre Esteves, ex-assessora de Dirceu, que havia sacado R$ 30 mil de uma agência da Caixa Econômica Federal, na cidade de Umuarama, no oeste paranaense.
A mulher apresentou um documento com assinatura falsa para resgatar o valor de uma suposta ação judicial.
Em agosto de 2013, o ex-assessor da Casa Civil da Presidência da República Eduardo Gaievski –nomeado na época que Gleisi ocupava a pasta, foi preso em Foz do Iguaçu, sob a acusação de estupro de vulnerável, quando tentava fugir para o Paraguai.
Atualmente, Gaieviski cumpre pena Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), em Barracão, no sudoeste do Paraná. Já na sexta condenação por crimes sexuais, de um total de 14 processos onde figura como réu, o ex-assessor soma 101 anos e 5 meses de prisão.

Lula diz que apartamento no Guarujá não é dele. Ele só ia lá para passear e ver as obras

Dois funcionários do edifício Solaris, afirmaram em depoimento ao MP de São Paulo, que viram o ex-presidente Lula e sua esposa visitando a reforma do famoso apartamento 164-A no Guarujá

Localizado na praia de Astúrias, o triplex estaria sendo reformado para a família de Lula pela construtora OAS, acusada de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras, informou o jornal O Globo.
Em entrevista coletiva, o MP paulista informou também que investiga se o ex-presidente da República e Dona Marisa Letícia ocultaram de seu patrimônio declarado o apartamento o triplex na praia de Astúrias.

Os promotores de Justiça apuram a transferência de prédios inacabados da Bancoop – a cooperativa do sindicato dos bancários que se tornou insolvente – para a OAS.

Em entrevista ao Jornal Nacional, o advogado de Lula, Cristiano Zanin, negou que o ex-presidente ou parentes dele sejam donos do triplex no condomínio de Guarujá.

“Esse imóvel não é do presidente Lula e de nenhum parente do ex-presidente Lula. A familia do ex-presidente Lula comprou uma cota de um projeto da Bancoop”
Você, eleitor brasileiro, por acaso imagina quem presidia a Bancoop ?

O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. Isso mesmo, o ex-tesoureiro do PT !

O esquema Bancoop serviu de embrião para outras esquemas criminosos. Foram desviados mais de R$ 100 milhões da Bancoop, prejudicando mais de 3 mil famílias, para abastecer um esquema político.

Atualmente Vaccari Neto está preso em Curitiba em decorrência das investigações da Operação Lava-Jato. O petista já foi condenado há 15 anos de prisão em uma das ações que envolve desvios em contratos da Petrobras.

Os procuradores da República investigam também a abertura de empresas no exterior e a compra de apartamentos no Guarujá para lavar dinheiro do esquema de corrupção na Petrobras.

Investigadores da Lava Jato já afirmaram que todos os imóveis do condomínio Solaris estão sendo apurados na nova operação denominada Triplo-X.

Em 2015, Quando surgiu a informação de Lula seria o provável proprietário do triplex no Guarujá, o ex-presidente negou (aliás, essa é a marca registrada de Lula; negar tudo) , mas admitiu que tinha uma cota no empreendimento adquirido em nome de Marisa Letícia em 2005 e quitada em 2010.
LULA NEGOU POSSE DO TRIPLEX, MAS ZELADOR VIU O EX-PRESIDENTE NO PRÉDIO

Em 23 de outubro DO ANO PASSADO, o zelador do edifício Solaris, e a porteira do condomínio prestaram depoimento aos integrantes do Ministério Público.

O zelador relatou aos promotores de Justiça ter visto Lula no condomínio duas vezes. Época essa em que o triplex estava sendo reformado pela Tallento Construtora Ltda, empresa contratada pela OAS.

O funcionário ainda destacou que Lula estava acompanhado da ex-primeira-dama.

A segunda vez que Lula foi visto pelo zelador do prédio, conforme depoimento dele, foi durante instalação de um elevador privativo no apartamento 164A. Ele não detalhou aos promotores a data das supostas visitas.

A porteira Letícia Eduarda também relatou ter visto Lula no prédio durante a reforma do triplex, no final de 2013. Segundo a funcionária, o ex-presidente “entrou, subiu até o apartamento 164A e foi embora”.

Letícia ressaltou aos promotores que apenas familiares de Lula frequentavam o apartamento.
DEFESA

O Instituto Lula informou que o ex-presidente e Marisa Letícia “jamais ocultaram” que a ex-primeira-dama possui cota de um empreendimento no Guarujá e que essa cota foi adquirida da extinta Bancoop.

De acordo com informação do instituto, o dinheiro investido nesta cota pode ser restituído ao comprador ou usado como parte na aquisição de um imóvel no prédio.

“Nem Lula nem dona Marisa têm relação direta ou indireta com a transferência dos projetos da extinta Bancoop para empresas incorporadoras […]. Não há, portanto, crime de ocultação de patrimônio, muito menos de lavagem de dinheiro. Há apenas mais uma acusação leviana contra Lula e sua família”, informou a assessoria.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Brasil perde sete posições em ranking mundial de corrupção

O Brasil perdeu sete posições no ranking de corrupção medido pela organização Transparência Internacional e divulgado nesta quarta-feira (27), na Alemanha. Em 2015, o país ficou em 76º em uma lista de 168 posições. A nota obtida foi 38, em uma escala de 0 a 100 sobre a corrupção percebida no sistema público, em que a nota máxima significa país livre de corrupção. Em 2014, o Brasil figurava na 69ª colocação com 43 pontos. 

O relatório credita às descobertas da Operação Lava-Jato o aprofundamento da crise econômica brasileira. De acordo com a organização, o país “foi atingido pelo escândalo da Petrobras, no qual políticos são acusados de receber propina em troca de contratos públicos. A economia foi triturada e dezenas de milhares de brasileiros já perderam seu emprego. Esses trabalhadores desempregados não são os responsáveis pelas decisões corruptas, mas são aqueles obrigados a viver com suas consequências”. “Apenas o pequeno país africano Lesoto teve um desempenho tão ruim quanto o do Brasil. No caso brasileiro, não ficamos surpresos. 
Desde o escândalo do mensalão, a questão da corrupção entrou na agenda pública do país. Houve protestos sobre desvios em obras da Copa e agora o rumoroso caso da Petrobras. 
O que preocupa é que no Brasil não se trata de um político fazendo algo sujo individualmente, a corrupção é crime organizado”, afirma Alejandro Salas, diretor regional de Américas da Transparência. Na América Latina, o Brasil não é exceção à tendência recente apontada pela Transparência de grandes escândalos de corrupção que fustigam políticos e provocam revolta popular. Em meio à percepção negativa da opinião pública nacional e internacional quanto à corrupção no Brasil, os analistas da Transparência Internacional ressaltam pontos positivos no momento vivido pelo país. Salas salienta que pessoas até então consideradas “intocáveis” por seu poder político ou econômico estão sob investigação e mesmo presas. “As instituições como a Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça estão funcionando. 

Não acredito que os malfeitos tenham aumentado no Brasil nos últimos 20 anos. A diferença é que agora ficamos sabendo do que aconteceu e a população já não mostra mais tolerância a esse tipo de desvio”, afirma Salas. Apenas investigação e revolta, no entanto, não bastam para solucionar definitivamente o problema da corrupção. “Em 2015, nada mudou na agenda política porque o Congresso é um circo de políticos brigando por interesses pessoais e bloqueando a aprovação das necessárias reformas institucionais. Algo tem que mudar”, diz Salas. 

A turma do Brasil A 76ª colocação do Brasil é compartilhada com outros seis países. “A turma do Brasil” é composta por Bósnia, Burquina Faso, Índia, Tailândia, Tunísia e Zambia. Melhores e piores posições O primeiro colocado desta edição, pela quarta vez consecutiva, foi a Dinamarca, que conquistou 91 pontos. Apenas com um ponto abaixo, a Finlândia assumiu o segundo lugar, caindo uma posição. O fardo da última colocação está sendo dividido entre a Coréia do Norte e a Somália, que conseguiram apenas oito pontos. Em penúltimo, o Afeganistão, que ficou estagnado de 2014 para 2015, com nota 11. Relatório No geral, dois terços dos 168 países no índice de 2015 marcou abaixo de 50, em uma escala de 0 (percebidos como altamente corrupto) a 100 (sem percepção de corrupção). De acordo com a Transparência Internacional, embora a corrupção ainda seja frequente no mundo, mais países melhoraram os resultados na edição do Índice. 

A ONG aponta que em lugares como Guatemala, Sri Lanka e Gana, cidadãos ativistas em grupos ou sozinhos na luta contra a corrupção estão enviando uma forte mensagem de que deve incentivar os outros a tomar medidas decisivas em 2016. “A corrupção pode ser derrotada se trabalharmos juntos. Para acabar com o abuso de poder, corrupção e lançar luz sobre acordos secretos, os cidadãos devem juntos dizer aos seus governos que eles já tiveram o suficiente”, disse José Ugaz, presidente da Transparência Internacional.. Para Ugaz, o Índice de 2015 mostra claramente que a corrupção continua a ser um flagelo em todo o mundo. Mas 2015 foi também um ano em que as pessoas novamente tomaram as ruas para protestar contra a corrupção. “Pessoas de todo o mundo enviaram um sinal forte para quem está no poder: é hora de enfrentar a grande corrupção “, aponta Ugaz. 

*Com informações do jornal O Globo.