sexta-feira, 30 de junho de 2017

Israel bombardeia Síria em represália à queda de foguete em zona ocupada

A aviação israelense bombardeou nesta sexta-feira (30) uma posição do Exército sírio poucas horas depois de um foguete lançado a partir da Síria cair nas Colinas de Golã ocupadas por Israel, anunciou o exército. Não há mortos ou feridos. A informação é do ‘O Globo’.

O bombardeio foi no lado sírio das colinas de Golã

“Em resposta ao projétil lançado mais cedo contra Israel a partir da Síria, um avião do Exército israelense atacou uma posição do Exército sírio que disparou o foguete”, declarou o exército de Israel em um comunicado.

O Exército havia anunciado que um foguete, “consequência do conflito interno na Síria”, foi lançado contra uma zona desabitada no norte das Colinas de Golã. Israel bombardeou posições sírias na quarta-feira e no sábado em resposta à projéteis que chegaram na zona ocupada.

O lançamento de foguetes e projéteis a partir da Síria geralmente ocorrem nesta região, devido aos combates entre as forças de Bashar al-Assad e grupos rebeldes. Por causa dos confrontos nas proximidades da cidade síria de Quneitra, perto da fronteira, o Exército de Israel pediu que fazendeiros e civis evitem a região.

Em um discurso na quarta-feira, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, advertiu que Israel não toleraria qualquer tiro contra seu território e que responderia nesse caso.

Israel ocupa desde 1967 cerca de 1.200 km² das Colinas de Golã, uma decisão não reconhecida pela comunidade internacional. Cerca de 510 km² seguem sob o controle sírio.

Fonte: O Globo

Exército realiza homenagem a soldado assassinado por grupo Terrorista LIGADO a ex-presidente DILMA ROUSSEF

Se no governo DILMA o exército se manteve mais discreto no que diz respeito a solenidades em alusão a eventos ocorridos no passado recente, durante o atual governo a força terrestre tem se mostrado mais a vontade para homenagens. Em 2015 o número de reclamações foi grande quando em Santa Maria, no Sul do Brasil, sob o comando do General Mourão, houve homenagem póstuma ao Coronel Brilhante Ustra.

No dia 26 de junho foi realizada no Comando Militar do Sudeste uma solenidade em homenagem ao Terceiro-Sargento Mário Kozel Filho, morto em um atentado no Quartel-General do Ibirapuera, há exatamente 49 anos.

Em 2012 o General Rocha PAIVA questionou a Comissão da Verdade a respeito do atentado e da participação de DILMA ROUSSEFF na organização VAR PALMARES. "Dilma integrava o VAR-Palmares, que lançou o carro bomba que matou o soldado Mario Kozel Filho. A comissão não vai convocá-la. Por quê?’", perguntou o general em entrevista publicada pelo O GLOBO e EXAME.

A cerimônia militar ocorreu no pátio de formaturas que hoje tem o nome do militar homenageado. Kozel na época era soldado de infantaria.

Ditadura comunista da China expressa indignação com plano de venda de U$1,42 bi em armas dos EUA para Taiwan

A Ditadura comunista da China pediu que os Estados Unidos revoguem imediatamente a "decisão equivocada" de vender a Taiwan 1,42 bilhão de dólares em armas, dizendo que a medida contradiz um "consenso" a que o presidente chinês, Xi Jinping, chegou com o líder dos EUA, Donald Trump, durante conversas em abril na Flórida.

As vendas enviariam uma mensagem errada às forças de "independência de Taiwan", disse a embaixada da China em Washington em um comunicado.

Na quinta-feira, uma porta-voz do Departamento de Estado dos EUA disse que o governo comunicou o Congresso a respeito de sete vendas propostas a Taiwan, as primeiras da gestão Trump.

"O governo chinês e o povo chinês têm todo direito de estarem ultrajados", disse a embaixada.

Pequim vê a autogovernada Taiwan como uma província rebelde e jamais renunciou ao uso da força para submetê-la a seu controle. Os nacionalistas chineses fugiram para a ilha depois de perderem a guerra civil para os comunistas em 1949.

Os EUA são os únicos fornecedores de armas de Taiwan.

"O gesto errado do lado dos EUA contraria o consenso obtido pelos dois presidentes e ímpeto de desenvolvimento positivo da relação China-EUA", disse a embaixada.

O Ministério da Defesa chinês disse que Taiwan é "o tema central mais importante e mais delicado dos laços entre China e EUA", alertando Washington a interromper tais vendas para evitar prejudicar ainda mais a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan.

Trump fez críticas à China durante sua bem-sucedida campanha presidencial de 2016, mas sua reunião com Xi em seu resort de Mar-a-Lago, na Flórida, criou a esperança de um relacionamento mais caloroso.

Mais tarde Trump ressaltou sua relação pessoal com Xi, que classificou como um "homem bom", e enfatizou a necessidade da ajuda chinesa para conter o desenvolvimento da armas e mísseis nucleares da desafiadora Coreia do Norte.

O pacote proposto pelos EUA a Taiwan inclui auxílio técnico para radares de alerta precoce, mísseis antirradiação de alta velocidade, torpedos e componentes de mísseis.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Michel Temer é notificado sobre denúncia de corrupção passiva

O primeiro-secretário Fernando Giacobo (foto) entregou a ação no Palácio do Planalto

O primeiro-secretário Fernando Giacobo (PR-PR) protocolou a ação de corrupção passiva contra Michel Temer no Palácio do Planalto, na tarde desta quinta-feira (29/6). Mais cedo, a deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO), segunda-secretária da Mesa Diretora da Casa leu, no plenário, o conteúdo completo da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Fernando entregou a notificação ao subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo do Vale Rocha. A partir de hoje, a defesa de Temer tem o prazo de até 10 sessões do plenário da Câmara para se manifestar.

Pelo rito da Casa, a denúncia deve ser lida pela segunda-secretária e a notificação do presidente da República fica a cargo do primeiro-secretário, Fernando Giacobo (PR-PR). “Como cidadão é uma tristeza (a entrega da denúncia), mas o país deve seguir avançando”, disse Giacobo.

A sessão foi aberta com o quórum de 60 deputados, quando o mínimo necessário era de 51 parlamentares presentes. No entanto, ao final da leitura menos de dez parlamentares estavam presentes no plenário da Câmara. (Com informações da Agência Estado)

O Ocidente se rendeu ao islamismo radical, conclui especialista

“Os políticos de esquerda há muito tempo escolheram olhar para o outro lado e se entregarem à cumplicidade”, assevera o doutor Guy Millière.

"O Ocidente se rendeu ao islamismo radical"

O doutor Guy Millière, professor da Universidade de Paris, e autor de 27 livros sobre política contemporânea escreveu um longo artigo para o Gatestone Institute onde chega a uma conclusão sombria: “O Ocidente se rendeu ao islamismo radical”.


Segundo ele, um dos grandes sinais disso é que toda vez que ocorre um atentado, a imprensa e os políticos tentam negar, mesmo diante de todas as evidências, que os ideais dos assassinos nada tem a ver com o islamismo.

Os europeus fazem vigílias, pedem orações nas redes sociais, levam flores, velas e cartazes para o local das mortes, geralmente com as palavras: “unidade”, “paz” e “amor”.

“As caras são tristes, mas nenhum vestígio de raiva é visível”, ressalta Millière. Mesmo diante de um grande número de mortes em diferentes atentados este ano, durante a recente campanha eleitoral, a principal “ameaça” para os britânicos foi apresentada em vários jornais como sendo a “islamofobia”.

O Fórum Islâmico para a Europa, por exemplo, é um grupo que age em várias áreas da sociedade, e afirma ser “pacífico”, mas um de seus porta-vozes mais conhecidos era Anwar al-Awlaki, que durante anos planejava operações da Al-Qaeda até que foi morto em um ataque de drone americano no Iêmen.

A Comissão Islâmica dos Direitos Humanos, espécie de ONG que usa a linguagem de defesa dos direitos humanos, faz constantemente declarações violentas contra judeus e o Ocidente.

A população parece anestesiada enquanto se multiplicam as zonas de “no go”, partes de grandes cidades “proibidas aos infiéis”, onde os tribunais da sharia realizam uma forma de justiça paralela, que ignora as leis nacionais.

Guy Millière aponta ainda para os aliados contumazes dessa invasão islâmica, travestida de movimento cultural: os partidos de esquerda, que geralmente são os primeiros a empunhar a bandeira do multiculturalismo, como justificativa para tudo.

“As tentativas de tocarmos o alarme são raras e são rapidamente descartadas”, lamenta o estudioso em seu artigo. “Os políticos de esquerda há muito tempo escolheram olhar para o outro lado e se entregarem à cumplicidade”, assevera.

Olhando em retrospectiva, o professor faz a seguinte análise: “No final da Segunda Guerra Mundial, a Europa estava exausta e, em grande parte, destruída. A ideia que prevalecia entre os políticos era pautada pela necessidade de se fazer uma limpeza no passado. O nazismo foi descrito como o fruto podre do nacionalismo e do poder militar, e a única guerra que parecia necessária era a guerra contra a própria ideia de guerra. A descolonização acrescentou a ideia de que os europeus oprimiram outros povos e foram culpados de crimes que agora tinham que compensar. O relativismo cultural ganhou terreno. A revisão anti-ocidental da história gradualmente ganhou terreno na mídia, na cultura, na política e na educação”.

Nos últimos anos, com os imigrantes muçulmanos chegando aos milhões, essas ideias já estavam impregnadas na mente da maioria. Quando os europeus tentaram resistir, “foram constantemente informados que as críticas à imigração e ao islamismo são “racistas”. Eles ficaram intimidados, pressionados e por isso calaram a boca”, disparou Millière.

Citando o comentarista político britânico Douglas Murray, autor do livro “A Estranha Morte da Europa”, o professor Guy acredita que “A Europa está se suicidando. Ou pelo menos seus líderes decidiram que iriam se suicidar”. A aceitação do terrorismo islâmico como “novo normal” é apenas mais um sinal evidente disso.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Socialistas, comunistas e nazistas - por que a diferença de tratamento?

Na Europa, especialmente na Alemanha, ostentar uma suástica é um crime.  Ao longo de décadas após a Segunda Guerra Mundial, pessoas têm caçado e punido os assassinos nazistas, que foram responsáveis pela chacina de cerca de 20 milhões de pessoas.
Eis uma pergunta: por que os horrores do nazismo são tão bem conhecidos e amplamente condenados, mas não os horrores do socialismo e do comunismo? Por que se ignora — ou ainda pior: por que se esconde — que as ideias socialistas e comunistas não apenas geraram uma carnificina muito maior, como ainda representaram o que houve de pior na história da humanidade?
Você pode dizer: "Williams, de que diabos você está falando? Socialistas, comunistas e os seus simpatizantes são uma moçada bacana, que apenas luta para que os mais pobres tenham um tratamento justo. Eles querem promover a justiça social!".
Então vamos dar uma rápida olhada na história do socialismo e do comunismo.
Em primeiro lugar, o nazismo é, por definição, uma versão do socialismo. Na verdade, o termo "Nazista" é uma abreviatura para Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães.
[N. do E.: em sua política econômica, os nazistas praticaram controle de preços, controle de salários e arregimentaram toda a produção nacional, voltando-a para o setor militar. Nesse sociedade totalmente arregimentada, todos viviam em função de obedecer às ordens do Führer.
A propriedade dos meios de produção continuou em mãos privadas, mas era o governo quem decidia o que deveria ser produzido, em qual quantidade, por quais métodos, e a quem tais produtos seriam distribuídos, bem como quais preços seriam cobrados, quais salários seriam pagos, e quais dividendos ou outras rendas seriam permitidos ao proprietário privado nominal receber.

É por isso que há o socialismo de estilo soviético (bolchevista) e o socialismo de estilo alemão (nazista). Fixar preços é uma forma de ataque à propriedade privada, pois retira dos produtores as opções que eles teriam no livre mercado para aplicar seus recursos. Fixação de preços é um decreto estatal que, na prática, proíbe os proprietários de investirem seus recursos onde bem quiserem.]
Mas os atos inomináveis de Adolf Hitler empalidecem em comparação com os horrores cometidos pelos comunistas na antiga URSS, na República Popular da China e no Camboja, apenas para ficar entre os principais.
Entre 1917 e 1987, Vladimir LêninJosef Stalin e seus sucessores assassinaram 62 milhões de pessoas do seu próprio povo.  O ponto de partida foi a Ucrânia.
[N. do E.: normalmente é dito que o número de ucranianos mortos na fome de 1932-33 foi de cinco milhões.  De acordo com o historiador Robert Conquest, se acrescentarmos outras catástrofes ocorridas com camponeses entre 1930 e 1937, incluindo-se aí um enorme número de deportações de supostos "kulaks", o grande total é elevado para entorpecentes 14,5 milhões de mortes.]
Já entre 1949 e 1987, o comunismo da China, liderado por Mao Tsé-Tung e seus sucessores, assassinou ou de alguma maneira foi o responsável pela morte de 76 milhões de chineses. [N. do E.: há historiadores que dizem que o número total pode ser de 100 milhões ou mais. Somente durante o Grande Salto para Frente, de 1959 a 1961, o número de mortos varia entre 20 milhões e 75 milhões. No período anterior foi de 20 milhões. No período posterior, dezenas de milhões a mais.]
No Camboja, o Khmer Vermelho, comandado por Pol Pot, exterminou aproximadamente 3 milhões de cambojanos, em uma população de 8 milhões.
No total, os regimes marxistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987.  Destes, quase 55 milhões de pessoas morreram em vários surtos de inanição e epidemias provocadas por marxistas — dentre estas, mais de 10 milhões foram intencionalmente esfaimadas até a morte, e o resto morreu como consequência não-premeditada da coletivização e das políticas agrícolas marxistas.
Para se ter uma perspectiva deste número de vidas humanas exterminadas, vale observar que todas as guerras domésticas e estrangeiras durante o século XX mataram aproximadamente 85 milhões de civis.   Ou seja, quando marxistas controlam estados, o marxismo é mais letal do que todas as guerras do século XX combinadas, inclusive a Primeira e a Segunda Guerra Mundial e as Guerras da Coréia e do Vietnã.
O regime mais autoritário e mais assassino da história está documentado no website do professor Rudolph J. Rummel, da Universidade do Havaí, no endereço http://www.hawaii.edu/powerkills, e no seu livro Death By Government.
Estudiosos da área de homicídio em massa dizem que a maioria de nós não é capaz de imaginar 100 mortos ou 1000. E acima disso, tudo vira apenas estatística: os números passam a não ter qualquer sentido conceitual para nós, e a coisa se torna um simples jogo numérico que nos desvia do horror em si. 
Quantos desses assassinos comunistas foram caçados e punidos? Ao contrário, tornou-se aceitável em todos os países do mundo (exceto na Polônia, na Geórgia, na Hungria, na Letônia, na Lituânia, na Moldávia e na Ucrânia) marchar sob a bandeira vermelha da ex-URSS, estampada com a foice e o martelo.
Mao Tse-Tung é amplamente admirado por acadêmicos e esquerdistas de vários países, os quais cantam louvores a Mao enquanto leem seu livrinho vermelho, "Citações do Presidente Mao Tse-Tung".
[N. do E.: no Brasil, o PCdoB, partido da base do atual governo, é assumidamente maoísta].
Seja na comunidade acadêmica, na elite midiática, na elite cultural e artística, em militantes de partidos políticos, em agremiações estudantis, em movimentos ambientalistas etc., o fato é que há uma grande tolerância para com as ideias socialistas — um sistema (de governo) que causou mais mortes e miséria humana do que todos os outros sistemas combinados.
Os esquerdistas, progressistas e socialistas de hoje se arrepiam com a simples sugestão de que sua agenda pouco difere da dos maníacos nazistas, soviéticos e maoístas.  Não é necessário defender campos de concentração ou conquistas territoriais para ser um tirano. O único requisito necessário é acreditar na primazia do estado sobre os direitos individuais.
Os inenarráveis horrores do nazismo, do stalinismo e do maoísmo não foram originalmente criados nas décadas de 1930 e 1940 pelos homens associados a tais rótulos.  Aqueles horrores foram simplesmente o resultado final de uma longa evolução de ideias que levaram à consolidação do poder nas mãos de um governo central, e tudo em nome da "justiça social".  Foram alemães decentes, porém mal informados — e os quais teriam tido espasmos de horror à simples ideia de extermínio e genocídio —, que construíram o Cavalo de Tróia que levou Hitler ao poder.
A estrada que estamos trilhando, em nome do bem comum, é muito familiar.  Se você não acredita, pergunte a si mesmo: qual o caminho que estamos trilhando: para uma maior liberdade ou para um maior controle governamental sobre nossas vidas?
Talvez pensemos que somos seres humanos melhores do que os alemães que criaram as condições que levaram Hitler ao poder. Quanto a isso, digo apenas o seguinte: não contem com isso.

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2162

Quanto um muçulmano ganha por mês para importunar e ameaçar judeus em Jerusalém?

Com seus dedos indicadores em riste significando "Allah - só existe o único", sinal que nada tem a ver com os Palestinos e sim com a Al Qaeda e o Estado Islâmico, muçulmanos tentam intimidar judeus aos gritos dentro da Cidade Velha de Jerusalém 


Uma ONG turca denominada Mirasimiz (Nossa Herança) criou um programa para levar um total de meio milhão de árabes israelenses à Esplanada das Mesquitas para “proteger o local contra a invasão e ameaça de destruição” pelos judeus. A ONG obteve 11 ônibus em Israel e todos os fins de semana aluga mais alguns, criando um fluxo muçulmano que não havia antes.

É um projeto de 11,5 milhões de shekels e já vem acontecendo há alguns meses. Apenas para a alimentação nestes passeios há uma verba de 7,5 milhões de shekels.

Fosse esta a única atividade desta ONG estaria dentro da normalidade do Oriente Médio e de Israel. Só que ela possui um segundo programa descoberto pelo Shin Bet (serviço secreto de Israel).

Corão na mão, véu colorido palestino, dedo em riste mil dólares por mês no bolso. Agora dá para entender este movimento antissemita que nada tem de espontâneo.

A Mirasimiz também transporta para Jerusalém grupos agressivos de homens, denominados Mourabitoun e de mulheres, Murabitat. São aqueles muçulmanos que gritam com judeus nas ruas de forma violenta, sem agressão física e por muito tempo se imaginou que fosse uma expressão natural de ódio por parte da população árabe de Israel.

Mulheres muçulmanas intimidam soldados da polícia de fronteira de Israel, dentro de Jerusalém que parecem nem se importar. As ações da murabitats, são todas midiáticas para gerar fotos de propaganda e vídeos como mostra outra moça integrante do grupo filmando por trás delas com um pau de selfie.

Pois bem, o que o Shin Bet descobriu é que cada um destes gritadores ofensivos muçulmanos recebe mil dólares por mês para hostilizar judeus dentro da Cidade Velha de Jerusalém e na Esplanada das Mesquitas.

Com esta descoberta, as atividades da ONG turca passaram a ser investigadas e se descobriu também que seu líder, tem comprado, mantido e recuperado prédios na Cidade Velha e sua plataforma aberta é reincorporar Jerusalém ao Império Turco-Otomano (que não existe mais desde 1923).


O que podem fazer policiais armados contra uma mulher que grita que Allah é Grande e os judeus devem ser mortos dentro de Jerusalém? Nada. Liberdade total de expressão. Mas e agora que se sabe ser um movimento intencional e remunerado a mil dólares por mês por pessoa?

Vamos ver se agora a polícia israelense passa a ter uma base legal para reprimir os hostilizadores de judeus dentro da capital de Israel.

Terroristas não podem ser extraditados por causa dos malditos direitos humanos

Cerca de 40 condenados por terrorismo se beneficiaram de leis para não serem expulsos do Reino Unido

Um estudo, encomendado pela primeira-ministra Theresa May, quando ainda era Secretária do Interior do Reino Unido, revela que mais de 40 terroristas estrangeiros usaram leis de direitos humanos para ficar no país que testemunhou três ataques terroristas nos últimos seis meses.

Terroristas não podem ser extraditados por causa dos direitos humanos

Auxiliando os terroristas condenados estão advogados financiados pelo serviço de assistência judiciária, os quais usaram a Lei de Direitos Humanos para impedir possíveis deportações. O uso dessa previsão legal, chamada Deportação Com Garantias foi revelada pelo jornal The Telegraph. A legislação foi assinada em 2005 e inclui acordos com a Argélia, Jordânia, Etiópia, Líbia, Líbano e Marrocos.

Como a legislação só permite ao governo expulsar os suspeitos de terrorismo com garantias de que eles não seriam maltratados ou mesmo torturados em seu país de origem, os defensores se utilizaram dessas condições para impedir as extradições.

O professor Clive Walker, especialista em direito internacional e coautor do relatório, afirmou: “Minha pesquisa mostrou que há mais de 40 terroristas estrangeiros condenados no Reino Unido que evitaram a deportação usando o ato de defesa dos direitos humanos. Número muito maior do que se pensava anteriormente”.

Os suspeitos que ficaram no país beneficiando-se da legislação de direitos humanos incluem jihadistas envolvidos no atentado à bomba de julho de 2005, que ficaram presos no Reino Unido até serem liberados recentemente, depois de cumprir parte de suas sentenças.

Um dos terroristas é um argelino que foi preso por financiar campos de treinamento da Al Qaeda.

“Os ataques nos últimos meses demonstram a necessidade de proteger o público e isso deveria superar os direitos humanos dos terroristas”, contesta Lord Carlile, um revisor independente da legislação.

Oficiais de inteligência britânicos disseram no mês passado que existem pelo menos 23 mil extremistas islâmicos no Reino Unido, considerados terroristas em potencial.

Anteriormente o governo trabalhava com o número de 3.000 pessoas que reconhecidamente representavam uma ameaça e estavam sob investigação. Contudo, há outras 20.000 que apresentaram indícios de serem suspeitas de representar algum tipo de “risco residual”.

Falando sobre a escalada da ameaça, Anthony Glees, chefe de estudos de inteligência da Universidade de Buckingham, lamentou: “Ter 23 mil assassinos potenciais em nosso meio é algo horrível”.

Curiosamente, após três atentados somente no primeiro semestre deste ano, Theresa May reclamou que existia “muita tolerância” com o extremismo islâmico na Inglaterra. Ao que parece, o governo está refém das políticas de tolerância instauradas pelo então premiê Tony Blair, que seguia a cartilha das Nações Unidas sobre as questões relativas aos direitos humanos. 

Com informações Uol

Comunista sustentado pela esposa teve 7 lhos. Quatro morreram de fome e dois se suicidaram

Dizem os livros que karl Marx foi sociólogo, filósofo e ‘revolucionário

Marx se dedicava à conspirações enquanto sua família passava fome […] se ocupava com coisas teóricas, era avesso ao trabalho e foi incapaz de sustentar os próprios rebentos. 

Dos 7 filhos que teve, quatro morreram devido ao estilo de vida miserável que levavam […] dos 3 que sobraram, dois cometeram suicídio

O canalha tentou penhorar talheres de prata (provavelmente roubados) com o brasão da família de sua esposa. O dono da loja de penhores desconfiou e chamou a polícia. 

Era sempre despejado das casas que alugava […] não pagava os empréstimos que pegava dos amigos. 

A situação financeira do ídolo esquerdista só melhorou depois que sua esposa (Jenny von Westphalen) recebeu uma pequena herança e, mesmo assim, ele a apunhalou pelas costas. 

Traiu a companheira com uma empregada (governanta e amiga íntima de Jenny) e teve um filho bastardo chamado Freddy. Pediu a um amigo que assumisse a criança, mas a esposa descobriu e adoeceu gravemente. 

Apesar de ter sobrevivido à doença, Jenny ficou surda e com cicatrizes.

Se vivesse nos tempos atuais, esse cidadão seria mais um preguiçoso vagabundo encostado em alguma estatal para se aposentar às custas do dinheiro público.

Lula é citado 68 vezes na sentença que condenou Palocci a 12 anos de prisão

Embora não haja qualquer referência ao tríplex de Lula na sentença de 311 páginas de Palocci, que o condenou a doze anos, dois meses e vinte dias de reclusão, o nome do ex-presidente Lula é citado 68 vezes, seja em trechos destacados pelo juiz Sergio Moro ou nas transcrições dos depoimentos que foram usados como provas para estipular as penas de cada réu. 

O juiz cita o envolvimento do ex-presidente em tratativas de irregularidades, na maioria dos casos a partir de depoimentos de testemunhas e acusados. 

O próprio Marcelo Odebrecht, ex-presidente do grupo disse ter tratado do pagamento de caixa 2 para a primeira campanha vitoriosa de Lula.
“Eu tratei de recursos Ñnanceiros com o ministro Palocci por duas vezes: na campanha de 2002, primeiro semestre de 2002, e 2006, primeiro semestre de 2006. Sobretudo na campanha de 2002 onde nós estávamos nos conhecendo e era o primeiro governo do presidente Lula e havia da nossa parte, como empresa, uma preocupação muito grande da ordem da ideologia, como o projeto seria conduzido”,
-disse Marcelo, em um dos interrogatórios. 

O marqueteiro João Santana também admitiu, em depoimento na ação, ter feito a campanha de Mauricio Funes a presidente em El Salvador, no ano de 2010, a pedido de Lula. A Odebrecht, disse, bancou parte dessa campanha via caixa 2 por ordem de petistas. 

Lula também aparece no capítulo da sentença destinado a explicar a atuação da marqueteira Mônica Moura, esposa de João Santana. Mônica con€rmou o recebimento de dezoito milhões de reais em 2008 do Grupo Odebrecht, de cinco milhões e trezentos mil reais em 2008 para campanha em El Salvador, com os valores pagos pelo Grupo Odebrecht por solicitação do ex-Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, e, mais relevante para o presente feito, que receberam em 2011 pagamentos no exterior pelo Grupo para quitar dívida relativa à campanha presidencial de 2010. 

Em nota oficial, PT prega ‘luta aberta na rua’ em caso de condenação de Lula

O PT partiu para a tentativa de intimidação, com blefes, mentiras e terrorismo.

Nas redes sociais, a militância digital ataca a Operação Lava Jato, a República de Curitiba e o juiz Sérgio Moro. Nas declarações dos dirigentes partidários, ameaças de violência e perturbação da ordem pública.

Nesta segunda-feira (26), em meio a um turbilhão de bravatas, o presidente do diretório petista do Rio de Janeiro, em nota oficial, anunciou ‘confronto popular aberto nas ruas’, caso o ex-presidente Lula seja condenado pelo juiz Sérgio Moro.

‘Queremos, a partir do Rio de Janeiro, dizer em alto e bom som: condenar Lula sem provas é acabar de vez com a democracia! Se fizerem isso, se preparem! Não haverá mais respeito a nenhuma instituição e esse será o caminho para o confronto popular aberto nas ruas do Rio e do Brasil!’, afirma a nota assinada pelo meliante de nome Washington Quaquá, presidente do PT do Rio de Janeiro.

Esse elemento merece ser preso imediatamente.

Gleisi Hoffmann, por sua vez, a presidente (ou presidenta) nacional, de acordo com a Folha de S.Paulo, afirmou que o partido 'não aceitará' uma condenação do ex-presidente Lula no caso do tríplex. 'Nossa militância segue atenta e mobilizada para, junto com outros setores da sociedade brasileira, dar a resposta adequada para qualquer sentença que não seja a absolvição completa e irrestrita de Lula', disse.

da Redação

Trump abandona tradição da Casa Branca que marca fim do Ramadã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quebrou uma tradição de quase 20 anos no último fim de semana, ao decidir não comemorar o fim do Ramadã, o mês sagrado em que muçulmanos praticam jejum durante o dia. Desde a administração de Bill Clinton, os líderes americanos organizavam anualmente um jantar “iftar” na Casa Branca, que marca o fim do período de celebração.

Desde 1999, os presidentes realizavam jantares anuais para marcar o fim do mês sagrado de jejum entre muçulmanos

Segundo a emissora CNN, o primeiro jantar iftar na residência presidencial foi organizado por Thomas Jefferson, em 1805, quando recebeu o embaixador tunisiano em sua casa durante o mês sagrado. O evento voltou a acontecer por iniciativa da então primeira-dama Hillary Clinton, em 1996, quando convidou 150 pessoas para comemorar o fim do Ramadã. Desde 1999, a tradição foi mantida anualmente – sob comando de Clinton, George W. Bush e Barack Obama –, com a presença de diplomatas e líderes da comunidade muçulmana.

Ao invés do jantar, um comunicado assinado por Trump e sua esposa Melania foi enviado à imprensa. “Muçulmanos nos Estados Unidos se juntaram durante o mês sagrado do Ramadã para focar em atos de fé e caridade”, diz a nota. “Durante este feriado, somos lembrados da importância da misericórdia, da compaixão e da boa vontade. Com muçulmanos ao redor do mundo, os Estados Unidos renovam seu comprometimento em honrar esses valores. Eid Mubarak”, finaliza, com uma saudação religiosa.

O jantar era esperado por membros da comunidade muçulmana por seu significado de união, assim como aconteceu após o 11 de setembro de 2001, ano em que Bush realizou o evento. Desde a campanha presidencial, porém, Trump mantém uma relação conturbada com a minoria religiosa em seu país. A tensão aumentou quando o presidente tentou passar uma medida anti-terrorismo, barrada na Justiça, que proibia cidadãos de sete países de maioria muçulmana de entrarem nos Estados Unidos.

Fonte: Veja

Lava Jato: Moro condena o petista Palocci a 12 anos de prisão por corrupção

O juiz federal Sérgio Moro condenou nesta segunda-feira (26) Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda no governo Lula e ex-ministro da Casa Civil no governo Dilma, a 12 anos, 6 meses e 20 dias de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Está é a primeira condenação de Palocci na Lava Jato.

O ex-ministro foi preso em setembro de 2016 e está atrás das grades desde então. Atualmente negocia acordo de delação premiada com a força tarefa da Lava Jato.

Na sentença, Moro diz que a prática do crime corrupção envolveu o pagamento de US$ 10,2 milhões, “o que é um valor bastante expressivo”. “Além disso, o crime insere-se em um contexto mais amplo, revelado nestes mesmos autos, de uma conta corrente geral de propinas com acertos de até R$ 200 milhões”.

Moro ainda salienta que o crime “se insere em um contexto mais amplo, de uma relação espúria de anos entre o grupo Odebrecht e o condenado”.

Fonte: R7 e UOL

Allah não é o Deus da Bíblia e Maomé não passava de mais um Falso Profeta

Provavelmente, algo que confunde a muitos é o fato de que em algumas traduções da Bíblia para o idioma Árabe, Deus, no original da Bíblia em Hebraico: Elohiym, ter sido traduzido para Allah (Alá). Esse também é o argumento preferido dos proselitistas do Islã (Islamismo) para procurar fazer acreditar que os muçulmanos, os Judeus e os Cristãos adoram o mesmo Deus. Não adoram. As incompatibilidades e desarmonias entre o Alá do Alcorão e o Deus e Pai do Senhor Jesus Cristo são tantas que tornam a Bíblia e o Alcorão completamente opostos entre si. Vejamos.
“Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel.” Isaías 7:14
“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” Isaías 9:6
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16
O Alcorão afirma o oposto:
“Sabei que Deus é Uno. Glorificado seja!Longe está a hipótese de ter tido um filho. A Ele pertence tudo quanto há nos céus e na terra, e Deus é mais do que suficiente Guardião.” Alcorão, Surata 4, 171
É inegável que os adeptos do Alcorão do Islã não adoram o Deus da Bíblia, o que fica mais do que evidente também pelo fato de os muçulmanos serem um dos mais ativos e cruéis perseguidores de Cristãos em toda a História, e isto sem falar no ódio, expresso em ações, que nutrem pelos Judeus. E Jesus era judeu. Como está escrito:
“Respondeu-lhes Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, vós me amaríeis, porque eu saí e vim de Deus; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou.” João 8:42
“Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus.” João 4:22
O oposto:
“Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos.” Alcorão, Surata 5, 51
A discussão em torno da origem do nome Alá, Allah (em Árabe transliterado: Allāh) parece ser interminável. Porém, ainda que no idioma árabe Allah possa significar Deus, este não é o principal problema. O principal problema se encontra no Alcorão, onde o falso profeta Maomé (em árabe transliterado: Muhammad ou Mohammed, que significa: digno de ser louvado) descreve uma suposta divindade a qual nada, absolutamente nada, tem a ver com as revelações que Deus faz de si próprio nas Escrituras Sagradas, a Bíblia. E isto já pôde ser visto no início deste artigo, quando confrontamos trechos da Bíblia com trechos do Alcorão do Islamismo.
Deus não pode se contradizer, logo, o Alcorão, que descreve uma suposta divindade completamente diferente e antagônica ao Verdadeiro Deus, não pode ser (e não é) um corpo de escritos que esteja se referindo ao Deus e Pai do Senhor Jesus Cristo. O Allah de Maomé não é, portanto, o Deus da Bíblia.
Segundo o Alcorão de Maomé (ou Corão, do árabe: al-qur’ān, que significa: a recitação), Deus nunca teve um Filho. E, como já visto, Maomé pregava que Cristãos e Muçulmanos não poderiam ser postos em harmonia de amizade.
O trecho a seguir, do Alcorão, é outro absolutamente incompatível e desarmônico com a Bíblia:
“São blasfemos aqueles que dizem: Deus é o Messias, filho de Maria. Dize-lhes: Quem possuiria o mínimo poder para impedir que Deus, assim querendo, aniquilasse o Messias, filho de Maria, sua mãe e todos os que estão na terra? Só a Deus pertence o reino dos céus e da terra, e tudo quanto há entre ambos. Ele cria o que Lhe apraz, porque é Onipotente.”Alcorão, 5ª Surata, 17
“Replicou-lhe a mulher: Eu sei que vem o Messias, que se chama o Cristo; quando ele vier há de nos anunciar todas as coisas. Disse-lhe Jesus: Eu o sou, eu que falo contigo.” João 4:25,26
A Bíblia afirma a divindade do Messias Jesus:
“Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo” 2 Pedro 1:1
“Mas acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; e: Cetro de eqüidade é o cetro do seu reino. Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria como a nenhum dos teus companheiros. Ainda: No princípio, Senhor, lançaste os fundamentos da terra, e os céus são obra das tuas mãos; eles perecerão; tu, porém, permaneces; sim, todos eles envelhecerão qual veste; também, qual manto, os enrolarás, e, como vestes, serão igualmente mudados; tu, porém, és o mesmo, e os teus anos jamais terão fim.”  Hebreus 1:8-12
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” João 1:1
“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.” João 1:14
O oposto:
“O Messias, filho de Maria, não é mais do que um mensageiro, do nível dos mensageiro que o precederam; e sua mãe era sinceríssima. Ambos se sustentavam de alimentos terrenos, como todos. Observa como lhes elucidamos os versículos e observa como se desviam.”Alcorão, 5ª Surata,75
O Alcorão afirma que Jesus não foi crucificado e que não morreu. O Alcorão também afirma que a crucificação do Senhor Jesus Cristo foi uma simulação.
“E por dizerem: Matamos o Messias, Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, embora não sendo, na realidade, certo que o mataram, nem o crucificaram, senão que isso lhes foi simulado. E aqueles que discordam, quanto a isso, estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, abstraindo-se tão-somente em conjecturas; porém, o fato é que não o mataram.” Alcorão, 4ª Surata,157
Porém, está escrito:
“Então o crucificaram, e repartiram entre si as vestes dele, lançando sortes sobre elas para ver o que cada um levaria. E era a hora terceira quando o crucificaram.” Marcos 15:24-25
“Irmãos, filhos da estirpe de Abraão, e os que dentre vós temem a Deus, a nós é enviada a palavra desta salvação. Pois, os que habitam em Jerusalém e as suas autoridades, porquanto não conheceram a este Jesus, condenando-o, cumpriram as mesmas palavras dos profetas que se ouvem ler todos os sábados. E, se bem que não achassem nele nenhuma causa de morte, pediram a Pilatos que ele fosse morto. Quando haviam cumprido todas as coisas que dele estavam escritas, tirando-o do madeiro, o puseram na sepultura; mas Deus o ressuscitou dentre os mortos; e ele foi visto durante muitos dias por aqueles que com ele subiram da Galiléia a Jerusalém, os quais agora são suas testemunhas para com o povo.” Atos 13:26-31
“E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas. Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força. Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último, e o que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo pelos séculos dos séculos; e tenho as chaves da morte e do inferno.” Apocalipse 1:12-18
A Bíblia revela a Trindade de Deus. O Alcorão nega a Trindade de Deus
No trecho bíblico a seguir, vemos de modo cristalino a manifestação da Trindade de Deus, o Pai, o Filho, o Espírito Santo
“Batizado que foi Jesus, saiu logo da água; e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito Santo de Deus descendo como uma pomba e vindo sobre ele; e eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” Mateus 3:16-17
O oposto:
“São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade!, portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles.” Alcorão, 5ª Surata,173
Todas as Religiões do Paganismo prometem Sexo após a Morte, inclusive o Islamismo com seu Alcorão. A Bíblia afirma que não haverá Sexo na Eternidade
“Porquanto, ao ressuscitarem dos mortos, nem se casam, nem se dão em casamento; pelo contrário, são como os anjos nos céus.” Marcos 12:25
O oposto:
“Todavia, os tementes estarão em lugar seguro, entre jardins e mananciais, vestir-se-ão de tafetá e brocado, recostados frente a frente,  assim será! E os casaremos com huris (mulheres formosas) de maravilhosos olhos” Alcorão, 44ª Surata, 51,52,53,54
Os Muçulmanos esperam um “messias” a quem chamam de Mahdi.
Há uma concordância entre os estudiosos das Escrituras, a Bíblia, de que o povo árabe é descendente de Ismael, o filho de Abraão com a escrava egípcia Agar. Porém, diferentemente do que afirmam os muçulmanos, o Messias jamais poderia vir da descendência de Ismael, pois o Messias prometido por Deus, Jesus, o qual já veio, morreu, ressuscitou e voltará para julgar as nações, veio da descendência de Isaque. Deus prometeu que o Messias viria da descendência de Isaque, filho da promessa:
“Deus, porém, disse a Abraão: Não pareça isso duro aos teus olhos por causa do moço e por causa da tua serva; em tudo o que Sara te diz, ouve a sua voz; porque em Isaque será chamada a tua descendência.” Gênesis 21:12
“Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. A Abraão nasceu Isaque; a Isaque nasceu Jacó; a Jacó nasceram Judá e seus irmãos; a Judá nasceram, de Tamar, Farés e Zará; a Farés nasceu Esrom; a Esrom nasceu Arão; a Arão nasceu Aminadabe; a Aminadabe nasceu Nasom; a Nasom nasceu Salmom; a Salmom nasceu, de Raabe, Booz; a Booz nasceu, de Rute, Obede; a Obede nasceu Jessé; e a Jessé nasceu o rei Davi. A Davi nasceu Salomão da que fora mulher de Urias; a Salomão nasceu Roboão; a Roboão nasceu Abias; a nasceu Abias nasceu Asafe; a Asafe nasceu Josafá; a Josafá nasceu Jorão; a Jorão Ozias; a Ozias nasceu Joatão; a Joatão nasceu Acaz; a Acaz nasceu Ezequias; a Ezequias nasceu Manassés; a Manassés nasceu Amom; a Amom nasceu Josias; a Josias nasceram Jeconias e seus irmãos, no tempo da deportação para Babilônia. Depois da deportação para Babilônia nasceu a Jeconias, Salatiel; a Salatiel nasceu Zorobabel; a Zorobabel nasceu Abiúde; a Abiúde nasceu Eliaquim; a Eliaquim nasceu Azor; a Azor nasceu Sadoque; a Sadoque nasceu Aquim; a Aquim nasceu Eliúde; a Eliúde nasceu Eleazar; a Eleazar nasceu Matã; a Matã nasceu Jacó; e a Jacó nasceu José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama Cristo.” Mateus 1:1-16
Conclusão
“Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Esse mesmo é o anticristo, esse que nega o Pai e o Filho. Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; aquele que confessa o Filho, tem também o Pai. Portanto, o que desde o princípio ouvistes, permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também vós permanecereis no Filho e no Pai.” 1 João 2:22-24
O Alcorão, SEGUNDO A BÍBLIA, é um livro ANTICRISTO!

Brasil: os ardis do establishment para a extinção da democracia

As várias armadilhas em preparação para que a máfia que domina Brasília acabe de vez com o poder do voto e não tenha mais satisfações a prestar à nação, bem como os últimos acontecimentos políticos no Oriente Médio, são os temas analisados por Heitor De Paola na mais recente edição de seu programa, ‘O Outro Lado da Notícia’, na Rádio Vox.

 

domingo, 25 de junho de 2017

Porta dos Fundos é processado em R$ 5 milhões por sátira aos cristãos

Pedido de reparação é por conta do vídeo “O céu católico”

O canal Porta dos Fundos costumeiramente faz vídeos ridicularizando os cristãos e personagens bíblicos. No passado, foi inclusive processado por líderes evangélicos por esse motivo, mas acabaram ganhando na justiça, sob alegação que fazem valer sua “liberdade de expressão”.

Contudo, também há previsão legal no Brasil contra o vilipêndio da fé alheia. Ciente disso, o Centro Dom Bosco, uma associação católica do Rio de Janeiro, está pedindo indenização de R$ 5 milhões.

O Dom Bosco entrou com uma ação na 46a Vara Cível do TJ do Rio, denunciando a publicação do vídeo “O céu católico”, onde Fábio Porchat e Gregório Duvivier (ambos ateus) ridicularizam do conceito de Paraíso.

No esquete, Adolf Hitler está no céu, por que teria pedido perdão na hora da morte enquanto outras pessoas estariam no inferno por terem comido alimentos proibidos e trabalhado em dias “santos”. A piada distorce os textos do Antigo Testamento e também afirma que protestantes não entram no céu.

O pedido de reparação da associação católica é de R$ 1 para cada visualização no YouTube. Publicado em outubro de 2016, o material já foi visto quase 5 milhões de vezes. 

Com informações O Globo

Assista:

Datafolha: 81% dos brasileiros acham que Joesley deveria ser preso

O empresário fez um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) que não prevê prisão, apenas pagamento de multa

Pesquisa do Instituto Datafolha aponta que 81% dos brasileiros acham que Joesley Batista, sócio da J&F, deveria ter sido preso. O empresário fez um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) que não prevê prisão, apenas pagamento de multa. A pesquisa foi divulgada neste domingo (25/6) pelo jornal Folha de São Paulo.

Ainda de acordo com o levantamento, 64% da população não concordam com as condições do acordo. Outros 27%, entretanto, consideram que o Ministério Público acertou ao firmar a delação. Apenas 6% dos entrevistados acreditam que o presidente Michel Temer (PMDB/SP) não tem participação direta com a corrupção denunciada por Joesley. A maioria (83%) acha que o peemedebista participou do esquema.

Para elaborar a pesquisa, o Datafolha entrevistou 2.771 pessoas. As perguntas foram feitas entre 21 e 23 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Edição

A Polícia Federal concluiu que o áudio da conversa gravada pelo empresário Joesley Batista com o presidente Michel Temer, em 7 de março no Palácio do Jaburu, não foi editado ou adulterado. O laudo sobre a gravação aponta para mais de 100 interrupções, mas assegura que nenhuma delas foi causada por agente externo ou feita posteriormente à gravação.

De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, a perícia realizada no Instituto Nacional de Criminalística (INC) relaciona as interrupções ao gravador utilizado. Um perito explicou ao Estado de São Paulo que o modelo de gravador utilizado efetua os “cortes” em momentos em que há silêncio. A ação espontânea do gravador tem como finalidade economizar bateria e espaço na memória do aparelho, mas não tem condições de alterar o áudio.

A gravação da conversa de Joesley com Temer deu início à negociação de delação premiada dos executivos da JBS. Após a divulgação do material, o presidente disse que o áudio havia sido adulterado. “Essa gravação clandestina foi manipulada e adulterada com objetivos nitidamente subterrâneos e incluída no inquérito sem a devida e adequada averiguação”, disse Temer, em pronunciamento dois dias após a gravação ser tornada pública pelo Supremo Tribunal Federal. A defesa do presidente contratou um perito para analisar o material. Ele apontou que os áudios eram “imprestáveis”.

sábado, 24 de junho de 2017

O que é a Hegemonia Cultural?










O significado de hegemonia cultural parece estar relacionado com a expressão "domínio cultural", mas esse termo pode ser melhor entendido como imperialismo cultural  visto que desta forma o significado se torna mais claro. No sistema de Gramsci, a hegemonia cultural tem o entendimento de lavagem cerebral, e ela obteve uma má publicidade quando eram os Soviéticos e os Chineses a fazê-la. Agora que ela está a ser feita a nós, o termo já não é mais usado. O imperialismo cultural/hegemonia cultural descreve, por exemplo, a forma como a BBC, e os média no geral (bem como a indústria educacional) têm usado a lavagem cerebral para destruir a civilização; definir as palavras que podem ou não ser usadas faz parte disso. A Wikipedia diz:
A hegemonia cultural é um conceito cunhado pelo filósofo [ed: melhor dizendo, subvertor] Marxista Antônio Gramsci. Ele significa que uma cultura diversa pode ser governada ou dominada por um grupo ou ....

Basicamente, isto faz parte da parcela do imperialismo Cultural e do Genocídio Cultural.

A Teoria da Hegemonia Cultural de Gramsci

A análise da hegemonia (ou  do "governo") foi formulada por Antônio Gramsci para explicar o porquê das revoluções previstas pelos Comunistas não se terem verificado onde se esperava que elas ocorressem, isto é, na Europa industrializada. Marx e os seus seguidores haviam avançado com a teoria de que a ascensão do capitalismo industrial haveria de criar uma enorme classe operária e gerar recessões econômicas cíclicas.

Estas recessões bem como outras contradições dentro do capitalismo levariam a que a esmagadora maioria das pessoas e dos operários desenvolvessem organizações de auto-defesa, incluindo sindicatos de trabalho e partidos políticos.

Outras recessões e contradições levariam então a que a classe operária derrubasse o capitalismo através duma revolução, reestruturasse as instituições econômicas, politicas e sociais segundo modelos socialistas, dando assim início à transição rumo a uma eventual sociedade comunista.

Embora Marx e Engels tenham de um modo notório previsto este cenário escatológico em 1848, décadas mais tarde os operários do mundo industrializado não tinham ainda levado a cabo a sua missão. Gramsci alegou que o falhanço por parte dos operários de levar a cabo uma revolução anti-capitalista centrava-se na bem sucedida captura da ideologia, do auto-entendimento e das organizações dos trabalhadores por parte da cultura hegemônica (dominante), isto é, a perspectiva da classe dominante havia sido absorvida pelas massas de operários.

Nas sociedades industriais "avançadas", as inovações culturais hegemônicas tais como a escolaridade obrigatória, os meios de comunicação, bem como a cultura popular, haviam indoutrinado os operários com uma falsa consciência. Em vez de batalharem rumo à revolução que verdadeiramente iria servir os seus interesses colectivos, os operários das sociedades "avançadas" prestavam atenção à retórica dos líderes nacionalistas, buscavam oportunidades de consumo e estatuto de classe média, abraçando uma ethos individualista de sucesso através da competição, e/ou a aceitar a orientação dos líderes religiosos burgueses.

Devido a isto, Gramsci apelou para uma distinção estratégica entre a "guerra de posição" e "guerra de movimento". A guerra de posição é uma guerra cultural onde os elementos anti-capitalistas buscam formas de obter uma voz dominante nos meios de comunicação em massa, nas organizações em massa, e nas instituições educacionais, como forma de aumentar a sua consciência de classe, ensinar a análise e a teoria revolucionária, e inspirar as organizações revolucionárias. Depois do sucesso da guerra de posição, os líderes comunistas ficariam então fortalecidos para dar início à guerra de movimento - a real insurreição contra o capitalismo - com o apoio das massas.

Embora a análise da dominação cultural tenha sido primeiramente avançada em termos de classes econômicas, ela pode ser aplicada de um modo mais geral. A análise de Gramsci sugeria que as normas culturais dominantes não deveriam ser vistas como "naturais" ou "inevitáveis". Em vez disso, as normais culturais, incluindo as instituições, as práticas e as crenças - deveriam ser investigadas [ed: desconstruídas] em busca das suas raízes de dominação e da sua aplicação para a emancipação.

Gramsci não afirmou que a hegemonia era monolítica ou unificada. Em vez disso, a hegemonia foi descrita como uma camada complexa de estruturas sociais. Cada uma destas estruturas têm a sua "missão" e cada uma destas estruturas tem a sua lógica interna que permite que os seus membros atuem de um modo distinto do comportamento levado a cabo pelos membros de outras estruturas. No entanto, e tal como um exército, cada uma destas estruturas assume a existência de outras estruturas e por virtude das suas missões distintas, cada uma é capaz de amalgamar e produzir uma estrutura que tem uma missão mais global.

Esta missão mais alargada normalmente não é exatamente a mesma da missão de cada um dos grupos mais pequenos, mas ela assume-as e subsume-as. A hegemonia opera do mesmo modo. Cada pessoa vive a sua vida de uma forma que é significativa nos seus próprios ambientes, e, para esta pessoa, as partes distintas da sociedade parecem não ter muito em comum com ela. Mas se analisarmos as coisas como um todo, cada vida individual contribui também para a hegemonia mais alargada da sociedade.

A diversidade, a variação e o livre arbítrio parecem existir visto que a maior parte das pessoas observa o que elas acreditam ser uma pletora de circunstâncias distintas, mas elas falham ao não se aperceberem do padrão mais alargado de hegemonia criado a partir da união destas circunstâncias. Através da existência de pequenas e distintas circunstâncias, uma hegemonia em camadas é mantida sem ser reconhecida pelas muitas pessoas que vivem nela. (Ver:  Cadernos do Cárcere, págs. 233-38.)

Em tal hegemonia, o senso comum individual, que está fragmentado, é eficiente para ajudar as pessoas a lidar com as pequenas e mundanas atividades do dia a dia. Mas o senso comum inibe também a sua habilidade de se aperceber da mais alargada natureza sistêmica da exploração e da hegemonia. As pessoa focam-se nas preocupações e nos problemas imediatos em vez de se focarem nas fontes mais fundamentais da opressão social (...).

A influência de Gramsci

Embora os esquerdistas tenham sido os utilizadores primários desta arma conceptual, as atividades dos movimentos conservadores organizados também se baseiam em tal conceito. Isto foi visto, por exemplo, nos esforços levados a cabo pelos Cristãos evangélicos para obter o poder dentro dos conselhos escolares durante os anos 90, e, como tal, para poderem determinar o currículo. Patrick Buchanan, num discurso amplamente, falado dado em 1992 numa Convenção do Partido Republicano, usou o termo "guerra cultural" para descrever a luta social e política a ocorrer nos Estados Unidos.


A teoria em torno da hegemonia cultural afetou profundamente o Eurocomunismo, as ciências sociais e as estratégias dos ativistas. Na ciência social a aplicação do conceito da hegemonia na análise dos tratados mais importantes (tais como os de Michel Foucault) tornou-se aspecto importante da sociologia, da ciência política, da antropologia, bem como de outros estudos culturais. Na educação o conceito da hegemonia levou ao desenvolvimento da "Pedagogia Critica".