terça-feira, 31 de outubro de 2017

Gilmar Mendes suspende transferência de Cabral para presídio federal de MS

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta terça-feira (31) a decisão da Justiça Federal do Rio de Janeiro que havia determinado a transferência do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) para o presídio federal de Campo Grande (MS).

Ministro do STF alegou na decisão que não há justificativa para transferir o ex-governador para a penitenciária sul-mato-grossense. Transferência havia sido autorizada pelo juiz federal Marcelo Bretas

A transferência foi um pedido do Ministério Público Federal depois que Cabral fez comentários sobre a atividade empresarial da família do juiz Marcelo Bretas, da Lava Jato no Rio, durante uma audiência.

O próprio Bretas autorizou a transferência de Cabral para a penitenciária sul-mato-grossense após ter repreendido o ex-governador em audiência judicial na semana passada em razão de o peemedebista ter contestado questionamentos sobre compra de joias para suposta lavagem de dinheiro mencionando que a família do magistrado trabalhava com bijuterias.

Ao ser indagado sobre a suposta compra de joias com dinheiro de propina, o peemedebista usou de ironia, afirmando que o magistrado conhecia o assunto por ter familiares atuando no ramo de bijuterias. Na ocasião, Bretas alegou que se sentiu ameaçado com a declaração do ex-governador.

No despacho em que desautorizou a decisão do juiz de primeira instância, Gilmar Mendes afirmou que não há justificativa para a transferência do ex-governador para o presídio federal.

De acordo com o ministro do Supremo, a informação sobre as bijuterias foi levada à imprensa pela própria família do juiz federal, o que, na visão dele, não demonstraria ameaça.

Outro pedido semelhante foi negado pelo Superior Tribunal de Justiça na semana passada. Os advogados pedem que Cabral seja mantido na cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica, na zona norte do Rio, até o Supremo julgar o mérito do habeas corpus.

A defesa de Cabral alegou no pedido de habeas corpus que o próprio Bretas afirmou a um jornal que sua família atuava no ramo de bijuterias e, por esse motivo, não se tratava de uma “informação privilegiada”.

Presídio federal

Ainda conforme os advogados do ex-governador, há dez presos perigosos do Rio de Janeiro abrigados no presídio de segurança máxima de Mato Grosso do Sul, entre os quais alguns transferidos pelo próprio Cabral quando era governador do Rio.

A penitenciária de Campo Grande é um dos quatro presídios federais de segurança máxima do Brasil. Essas penitenciárias foram construídas e equipadas com sistemas modernos de vigilância para isolar presos perigosos de todo o país.

Na capital sul-mato-grossense estão, principalmente, traficantes e chefes de facções. Sérgio Cabral iria ficar em uma ala separada desses criminosos, em uma das 208 celas da penitenciária. As celas são individuais, têm mais ou menos 7 metros quadrados, uma cama, banheiro e uma escrivaninha.

Em Benfica, no Rio, onde ele está preso atualmente, são 16 metros quadrados. Alem disso, hoje o ex-governador divide o espaço com outros quatro detentos e pode ver TV. Em Campo Grande, não teria esse direito.

Fonte: G1

Moro autoriza que PF use provas da Odebrecht contra Lula

O juiz federal Sérgio Moro autorizou nesta segunda-feira (30), que a Polícia Federal use a delação de executivos da Odebrecht e a documentação ligada aos depoimentos em investigação sobre as palestras do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O petista controla a empresa LILS Palestras, Eventos e Publicações – aberta em 2011, após ele deixar o governo.

Lula é réu em ação penal por supostas propinas da Odebrecht. Polícia Federal, na Lava Jato, havia solicitado autorização para usar documentação ligada à delação dos executivos da empreiteira
A Operação Lava Jato suspeita que os pagamentos de palestras do petista, no Brasil e em países das Américas Latina e Central e África, pode ter ocultado propinas. Os investigadores apuram o recebimento direto de R$ 9 milhões de seis empreiteiras acusadas de cartel e corrupção na Petrobrás, e outros pagamentos indiretos e de outras empresas.

Criada para que o ex-presidente pudesse dar palestras, a LILS movimentou entre 2011 e 2015 um total de R$ 52,3 milhões. Foram R$ 27 milhões recebidos, a maior parte de empreiteiras e grandes empresas, e R$ 25,2 milhões em débitos.

A PF havia solicitado autorização “para utilização de todo o material amealhado nos autos para instrução do inquérito policial instaurado para investigar pagamentos indevidos e lavagem de dinheiro relacionados à LILS Palestras e ao ex-Presidente da República, e eventuais desmembramentos”. O Ministério Público Federal (MPF) foi favorável à solicitação.

Moro liberou: “Ante a manifestação convergente das autoridades responsáveis pelo procedimento investigatório, defiro o requerido e autorizo a utilização das provas e elementos probatórios destes autos para instrução das investigações encetadas no âmbito do inquérito policial e eventuais desmembramentos”.

A investigação pode gerar mais uma denúncia do MPF, no Paraná, contra o ex-presidente. Lula foi alvo de três acusações da força-tarefa da Lava Jato.

A primeira envolve o tríplex do Guarujá. O petista foi condenado a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

Lula é réu em ação penal por supostas propinas da Odebrecht. As vantagens indevidas incluiriam um terreno de R$ 12,5 milhões para Instituto Lula e cobertura vizinha à residência de Lula em São Bernardo de R$ 504 mil.

Em outro processo, Lula responde por corrupção e lavagem de dinheiro relacionado ao sítio de Atibaia.

O petista nega todas as acusações. Seus advogados afirmam que Lula é vítima de “lawfare”.

“Uma das táticas desse fenômeno consiste justamente na abertura de diversos procedimentos jurídicos sem materialidade, frívolos, exatamente como ocorre em relação a essa investigação relativa a palestras efetivamente realizadas pelo ex-presidente a partir de relações privadas e lícitas”, têm reiterado seus defensores.

Os advogados afirmam que “todas as palestras do ex-presidente foram feitas e pagas com as devidas emissões de notas e pagamento de impostos”.

Fonte: Coreio Braziliense

Eleitor evangélico ajudou na ascensão de Bolsonaro

Crescimento no número de deputados evangélicos em 2018 é vista como natural

Eleitor evangélico ajudou na ascensão de Bolsonaro

O deputado Jair Bolsonaro (PSC/RJ) poderá se tornar uma “corredeira que tudo arrasta”, acredita o bispo Robson Rodovalho, ex-deputado federal pelo Distrito Federal e líder da Igreja Sara Nossa Terra.

Rodovalho, que também preside o Conselho de Pastores do Brasil (Concepab), lembra que Bolsonaro diz ser católico, mas é casado com uma evangélica e tem filhos evangélicos. Ele possui grande identificação com os evangélicos por suas pautas conservadoras e o uso do slogan “Deus acima de todos”.

Na análise do líder pentecostal, a campanha de Bolsonaro cresce de baixo para cima, sendo alavancado “pela indignação na sociedade como um todo, que procura o radical de forma reativa”. Rodovalho é categórico em sua análise: “Esta onda pode atropelar. A eleição está pautada pela emoção, não pela razão. Há um sentimento de não se confiar em mais nada, tudo perdeu a razão de ser. Institucionalmente nos perdemos”.

Embora não tenha declarado seu apoio oficial a nenhum candidato à presidência, o bispo faz parte do seleto grupo de líderes que são cortejados por vários aspirantes ao cargo. Nesta segunda-feira, Rodovalho estará com outras lideranças como o pastor José Wellington Bezerra, presidente da Assembleia de Deus Ministério de Belém, na cerimônia alusiva aos 500 anos da reforma de Martinho Lutero na Câmara Municipal em São Paulo.

Já anunciaram a presença do governador paulista Geraldo Alckmin e do prefeito paulistano João Dória Júnior, ambos presidenciáveis do PSDB.

Na Assembleia de Deus, que tem uma estrutura descentralizada, há um grupo se aproximando do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), que pode surgir como presidenciável oficialmente em breve.

Nos últimos meses o ministro participou de convenções da Assembleia em Belém (PA) e Juiz de Fora (MG), além de ter enviado um vídeo pedindo orações aos assembleianos pela melhora da economia.

Mas associação entre Bolsonaro e os evangélicos ficou evidenciada claramente na última pesquisa do Datafolha. Ela mostra que a preferência por Bolsonaro é maior entre este segmento. O “mito” consegue de 21% a 24%, enquanto os pré-candidatos tucanos (Doira e Alckmin) oscilam em torno de 10%. Marina Silva (Rede), que é evangélica, varia entre 17% e 26%. Até o momento, Meireles não tem apoio expressivo.
Troca de partido

Eleito por uma sigla controlada por evangélicos, o PSC, Bolsonaro em breve deve oficializar sua mudança para o Patriota (ex-PEN), partido que provavelmente atrairá outros deputados ligados à bancada evangélica.

Independentemente do partido pelo qual concorram, o crescimento do número de deputados evangélicos no próximo pleito é visto como natural. Conforme lembra Rodovalho, atualmente são 86 deputados protestantes. “O natural é chegar a um total que seja espelho da participação do segmento evangélico na população brasileira”, afirma, indicando que proporcionalmente o número de representantes deveria ser um terço, o que equivaleria a 113 deputados.

Entre os apoiadores de Bolsonaro como presidente está o Pastor Eurico (PHS/PE), que pertence à Assembleia de Deus. Ele diz que há uma ruptura na Frente Parlamentar Evangélica com Jair. “Lamentavelmente algumas lideranças se corromperam, inclusive no segmento evangélico, e a prova é a votação da segunda denúncia contra Temer. A base não queria que ela fosse rejeitada”, dispara o deputado.

Enquanto Bolsonaro votou pelo prosseguimento da investigação contra o presidente da República, a maior parte da bancada evangélica ficou do lado do Planalto. 

Com informações Valor

Vida sob comunismo é 'inferno para cristãos', diz desertor da Coreia do Norte

Missão Portas Abertas classifica o regime como mais opressor do mundo contra os cristãos 

Vida sob comunismo é "inferno para cristãos"

Um desertor da Coreia do Norte está fazendo novas revelações sobre os horrores do regime comunista de onde fugiu anos atrás. Choi Kwanghyuk, de 55 anos, descreve como as torturas e a perseguição praticadas contra os cristãos força-os a viver se escondendo.

Temendo por sua vida, ele fugiu do regime comunista em 2013, e descreve sua nova vida no Ocidente como “viver no céu”. O governo de Kim Jong-um, terceiro da dinastia que comanda o país desde a divisão da antiga Coreia em duas nações, segue o que fazia seu pai e seu avô e mantêm um controle rigoroso sobre as comunicações. Somente os testemunhos dos desertores é que oferecem um vislumbre de como é a vida por lá.

Choi deu uma entrevista para a Fox News, onde revelou que em 2008 as autoridades o prenderam por liderar uma igreja cristã clandestina. Contou ainda que as autoridades tentaram forçá-lo a renunciar a sua fé em Cristo.

As lesões que sofreu com longos períodos de tortura e encarceramento o impediram de trabalhar. “Eles me torturaram”, lembra, “mas eu continuei me negando a fazer isso [negar Jesus]”.

Revela que os cristãos presos nos campos de prisioneiros não aceitam acordos de liberdade se isso significar desistir de suas crenças. “Decidi fugir do país porque pensei que se fosse enviado para um campo de concentração iam me matar”, relatou Choi, que consegui escapar pela fronteira com a China.


Igreja subterrânea



Embora Choi nunca tivesse ouvido falar no termo “igreja subterrânea”, comumente usado para descrever os encontros secretos como aqueles que ele liderava, explica que sua igreja por vezes se encontrava literalmente debaixo da terra. Eles usavam um grande buraco cavado pelos agricultores para armazenamento no inverno.

“Na Coreia do Norte, cavamos buracos no chão para armazenar kimchee [comida típica coreana] e batatas durante o inverno. Como faz muito frio, se não enterramos a comida no subsolo, ela congela. Não temos aquecimento”, destacou.



“Nos reuníamos em um buraco retangular e usávamos uma lanterna para estudar a Bíblia. Como não podíamos cantar em voz alta, para louvar apenas murmurávamos os cânticos”, detalhou. “A vida na Coreia do Norte é um inferno para os cristãos”, lamenta Choi.

A Coreia do Norte, que vive sob regime comunista há mais de 50 anos é o lugar mais opressivo do mundo para os cristãos, segundo o relatório da missão Portas Abertas. Calcula-se que existam 300 mil cristãos na Coreia do Norte, sendo que de 50 mil a 70 mil estão em campos de prisioneiros.

“Em uma nação onde o regime dominante exige controle total sobre o público em geral, tudo o que desafia o poder do governo é visto como uma ameaça, incluindo a religião”, destacou Jeff King, presidente da International Christian Concern. “Como resultado, o regime norte-coreano faz tudo o que está ao seu alcance para esmagar a expansão do cristianismo”.



O relatório da Human Rights Watch publicado no início do ano afirma que “O governo comunista pratica o castigo coletivo por supostos crimes antiestatais, escravizando centenas de milhares de cidadãos, inclusive crianças, em campos de prisioneiros e outros centros de detenção”. Execuções públicas, junto com a tortura, os trabalhos forçados e a prisão arbitrária são as formas usadas para manter um clima de medo e controle.

Cristãos egípcios lamentam fechamento de igrejas: 'É como se orar fosse crime'

Minoria cristã copta vem sofrendo crescente perseguição

Cristãos egípcios lamentam fechamento de igrejas

Várias igrejas foram fechadas nas últimas semanas no sul do Egito. A minoria cristã copta – cerca de 10% da população – pede que o governo ponha fim à discriminação.

Duas igrejas em duas aldeias diferentes na província Minya tiveram as portas fechadas pelas autoridades, denuncia a Diocese de Minya. Eles reclamam que os cristãos foram ameaçados e até atacados com pedras em uma delas.

“Ficamos quietos por duas semanas após o fechamento de uma das igrejas, mas por causa do nosso silêncio a situação só piorou … é como se orar [a Jesus] fosse um crime pelo qual os coptas devem ser punidos”, diz o comunicado oficial.

Uma terceira igreja foi fechada pelo governo após ameaças de um ataque, mas a diocese disse que mesmo ele não ocorrendo a igreja permanece fechada. A justificativa das autoridades sempre são “questões de segurança”.

O gabinete do governador não comenta oficialmente a decisão de fechar os templos cristãos.
De maioria islâmica, o Egito vive uma série de golpes militares e protestos desde a chamada “primavera árabe” em 2011. O presidente atual, Abdel Fattah al-Sisi, prometeu exterminar o extremismo islâmico e proteger os cristãos.

Após os ataques terroristas a igrejas na Páscoa, ele declarou um estado de emergência no país. Mas isso não evitou que novos atentados ocorressem. Simpatizantes do Estado islâmico dominaram parte da península do Sinai, e vem intensificando os ataques a civis cristãos em todo o país.

O caso mais cruel foi um ataque realizado em maio, quando homens armados emboscaram ônibus com cristãos que iam para um culto em um mosteiro de Minya. Eles mataram 29 pessoas – incluindo crianças – e feriram 24. 

Com informações de Christian Today

Após cenas de estupro, novela da Globo vai mostrar pedofilia

O Outro Lado do Paraíso vem mantendo grande audiência

Após cenas de estupro, novela vai mostrar pedofilia

A nova novela das 21 da rede Globo, O Outro Lado do Paraíso, vem mantendo altos índices de audiência desde que estreou, na semana passada. Escrita por Walcyr Carrasco, o folhetim já mostrou cenas de estupro e agora irá abordar a pedofilia.

Inicialmente serão dadas apenas “pistas” sobre o abuso da menina Laura (Luísa Bastos) que tem repulsa do padrasto, o delegado Vinícius (Flavio Tolezani).

No enredo, ele é o segundo marido de Lorena (Sandra Corveloni) após o pai biológico de Laura abandoná-la grávida. Como a mulher o venera, não acreditará inicialmente na filha. Conforme a emissora divulgou, a partir da próxima semana ficará claro que a menina evita ficar sozinha com o padrasto.

O delegado será mostrado ainda como um corrupto, que aceita propina.

Na segunda etapa da novela, haverá uma passagem de dez anos, onde a atriz Bella Piero viverá Laura mais velha. Walcyr Carrasco disse que além dos indícios de abuso, cenas de flashback serão gravadas para explicar os “traumas” da personagem.

Não é a primeira vez que a pedofilia é mostrada nas novelas da Globo. O assunto foi parcialmente retratado em América (2005), de Gloria Perez. Na trama, Bill (Jaime Leibovitch) acabou preso por assediar Rique (Matheus Costa), que aliciava pela internet.

A questão da pedofilia tem sido amplamente debatida no país após as denúncias que esse tipo de comportamento criminoso vinha sendo abordado em exposições de museus, sob o pretexto de “arte”.

Com toda a campanha negativa em cima da Globo, após a emissora ser tratada como #Globolixo por causa de seus programas tendenciosos, é preciso ficar atento a que tipo de abordagem será dada agora a esse tema tão espinhoso. 

Com informações Notícias da TV

domingo, 29 de outubro de 2017

Criadora da ideologia de gênero vem ao Brasil e mais de 120 mil protestam

Marco Feliciano diz que Judith Butler não é bem-vinda ao país

Criadora da ideologia de gênero vem ao Brasil

O Brasil mudou. Fartos da imposição das agendas globalistas dos movimentos de esquerda, desde o movimento pelo impeachment de Dilma Rousseff parece que a população não está mais disposta a engolir tudo que lhe é empurrado pela mídia.

Em 2015, a norte-americana Judith Butler esteve no Brasil, e apenas um pequeno grupo da TFP (Tradição, Família e Propriedade) protestou. Considerada a criadora do conceito da “ideologia de gênero”, a doutora em Filosofia pela Universidade Yale e professora de Retórica e Literatura Comparada da UC Berkeley, vem defendendo que gênero é uma construção social desde 1988, quando lançou o livro Performative Acts and Gender Constitution, inédito no Brasil.



Dois anos mais tarde publicou sua obra mais conhecida, “Problemas de Gênero, Feminismo e Subversão da Identidade”, onde afirma que seria necessário “desconstruir as ligações entre sexo e gênero”, ignorando a biologia, pois os gêneros são “flexíveis e de flutuação livre”.

Corta para 2017 e vemos que existe uma petição na Internet pedindo que o SESC Pompeia cancele a presença de Judith Butler no seminário “Os fins da democracia”, que ocorrerá entre 7 e 9 de novembro.

Até o momento são mais de 120 mil assinaturas de brasileiros insatisfeitos com a presença dela no país. O evento é organizado pelo Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP). Ou seja, tudo patrocinado com dinheiro público, uma vez que a USP é mantida pelo Estado de São Paulo e o SESC com verbas federais.

Butler é lésbica e admite ser uma militante LGBT. Seus livros abordam elementos de psicologia, sociologia e política. Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, na sua primeira vinda ao Brasil, ela disse que “[os conservadores] não entendem que o que se defende é que a justiça social não vai ser construída sem o fim da discriminação de gênero”.

Ao abordar a contrariedade das pessoas religiosas, sobretudo os cristãos, com o que ela ensina, disparou: “Muitas pessoas cresceram em ambientes religiosos em que você é ensinado qual é o papel adequado sobre sexualidade, que está ligada a reprodução, que deve acontecer dentro da família, que é heterossexual. Esse é o seu senso de realidade dessas pessoas, de seus pais e seus avôs… essas pessoas que estão raivosas não querem que o mundo mude, mas elas precisam aceitar que o mundo já mudou, independente do que elas acham.”

Além das várias manifestações contrárias a vinda da filósofa nas redes sociais, com uma campanha organizada por diferentes grupos conservadores, a questão também se tornou política.

Como se sabe, a vinda de Judith ao país é apenas mais um capítulo na tentativa das Nações Unidas em gerar uma aceitação total da “ideologia de gênero” e ensiná-la nas escolas para as crianças de todo o mundo.
Reação política

O senador Magno Malta (PR/ES) e o deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP) fizeram declarações públicas, mostrando sua contrariedade com a presença de Butler por aqui. Feliciano chegou a dizer que o evento do SESC “vai fazer parecer inocentes a exposição do Santander, o peladão do MAM ou mesmo os trans da novela”. Pediu que seus seguidores protestassem na internet, que Butler não é bem-vinda no país e disse que “nossas famílias merecem respeito”.


Primeiro-ministro da Hungria defende cristãos e critica ações de Soros na Europa


Em uma entrevista a uma rádio húngara, o primeiro-ministro do país, Viktor Orbán, criticou as ações da Open Society, grupo liderado pelo bilionário George Soros.


"A rede Soros tem uma vasta influência na esfera no Parlamento Europeu e outros órgãos da UE", disse Orbán, "E seu objetivo é construir uma Europa com uma população mista e condenar o governo húngaro por se opor à sua visão sobre a migração".



No início deste mês, o primeiro-ministro organizou uma conferência internacional, em Budapeste, sobre perseguição cristã, na qual ele criticou os esforços para tirar a Europa da herança e da identidade cristãs.



"Um grupo de líderes políticos e intelectuais europeus querem criar uma sociedade mista que altere completamente a identidade cultural e étnica do continente e a natureza cristã, em poucas gerações", disse ele.



"A Hungria está fazendo o oposto do que a Europa está fazendo atualmente. Estamos fazendo o que devemos fazer de acordo com os líderes cristãos locais e, atualmente, é o mais importante para as comunidades que lideram: estamos prestando assistência para permitir que as pessoas voltem para suas casas".



A informação é do Breitbart Lodon

[A Dama de Ferro] Assista ao filme sobre Margaret Thatcher

Antes de se posicionar e adquirir o status de verdadeira dama de ferro na mais alta esfera do poder britânico, Margaret Thatcher (Meryl Streep) teve que enfrentar vários preconceitos na função de primeiro-ministra do Reino Unido em um mundo até então dominado por homens. 

Durante a recessão econômica causada pela crise do petróleo no fim da década de 70, a líder política tomou medidas impopulares, visando a recuperação do país. 
Seu grande teste, entretanto, foi quando o Reino Unido entrou em conflito com a Argentina na conhecida e polêmica Guerra das Malvinas. Após assistir ao filme, deixe seu comentário abaixo nos dizendo o que achou. Boa diversão!

Apesar de proibição jurídica, peça com Jesus travesti é encenada

Produtores de Salvador usaram brecha e mudaram local da apresentação

Apesar de proibição jurídica, peça com Jesus travesti é encenada

Havia uma liminar proibindo a apresentação do espetáculo teatral O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu, no Espaço Cultural da Barroquinha, em Salvador. Para driblar a lei, a organização do Festival Internacional de Artes Cênicas (Fiac), que levou a peça a Salvador, decidiu apresentar a montagem em outro endereço na noite desta sexta-feira (28).

Como a decisão judicial mencionava especificamente o Espaço Cultural da Barroquinha, os produtores mantiveram a sessão, levando-a para o Teatro do Goethe-Institut (ICBA). Quem havia comprado ingresso foi informado na porta do Espaço Cultural, sobre a mudança de endereço. O início do espetáculo foi atrasado em uma hora para que todos pudessem se deslocar até o novo local.

“Nada impediu que o público que comprou ingressos para a sessão do dia 27/10 de O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu pudessem (vi)ver a o espetáculo bem distantes das proibições delegadas pela 12ª Vara Cível de Salvador, a partir de uma decisão do juiz de primeira instância que, mesmo sem conhecer o espetáculo e baseado exclusivamente nas alegações dos proponentes da ação, censurou a sessão no Espaço Cultural da Barroquinha”, afirma a nota oficial divulgada pelo festival.

A montagem de O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu, é protagonizado pelo ator, professor e ativista Renata Carvalho, que é travesti. Com uma mistura de monólogo e contação de histórias, tenta recontar a história de Cristo ao tempo presente, na pele de um travesti.

A decisão judicial expedida na Bahia argumentava que a peça viola o princípio constitucional do art 5o, VI, que trata de consciência e de crença, pois não se pode “tentar, assim, eliminar os símbolos/crenças religiosas mais tradicionais do povo, com narrativas debochadas e fantasiosas, como que lhe arrancando as raízes”.

O espetáculo vem acumulando polêmicas por onde passa. Ela foi proibida em mais de uma cidade. Em alguns lugares atraiu protestos de católicos e evangélicos, que veem nela uma blasfêmia e vilipêndio à fé cristã. 

Com informações de Correio 24 Horas

Mostra de 'artes' queima Bíblias e faz apologia ao aborto em escola

Senador Magno Malta afirma que convocará diretor da escola para esclarecimentos

Mostra de "artes" queima Bíblias em escola

Os alunos da Escola Estadual Dom Geraldo Fernandes, em Cambé, norte do Paraná, estão no meio de uma grande polêmica na cidade.

Com o objetivo de fazer críticas a crimes sexuais cometidos por padres, a exposição produzida por uma professora da escola quis fazer um protesto contra os crimes sexuais de padres. Para isso, páginas da Bíblias foram queimadas e sobre um púlpito foram coladas manchetes de jornais. Além disso, a tal mostra de “artes” também falaria sobre aborto e suicídio.

Uma das obras mostra uma boneca pendurada por uma corda, questionando se o ato (se suicidar) seria a “solução para seus defeitos”. Também há objetos usados para realizar abortos em exibição. Para muitos as cenas foram interpretadas como apologia pelos pais dos alunos.Mostra de “artes” com apologia ao suicídio.

O vereador Paulo Soares (PTB) divulgou as imagens da exposição nas redes sociais. O pai de um dos alunos gravou um vídeo denunciando o ocorrido, onde ele revela que os pais de alunos ficaram indignados com o que viram.

“Objetos para aborto”

O delegado Roberto Fernandes de Lima revelou que uma mãe registrou queixa por se sentir incomodada com a exposição. Ele considera o evento “um absurdo” e disse que na segunda-feira a direção da escola será intimada para prestar depoimento. Professores, pais e alunos também devem ser ouvidos.

O assunto ganhou repercussão nacional quando o senador Magno Malta (PR/ES) tomando ciência do ocorrido enviou um e-mail à promotora Patrícia Macedo, para que as “provas do crime” não desaparecessem durante o final de semana.
Como presidente da CPI dos maus-tratos infantis, o senador disse que na próxima semana irá convocar o diretor da escola pra depor em Brasília e pediu que os pais “reajam” a esse “crime descarado”.


Com informações de Diário 24h e Portal Cambé  

ALIANÇA ESQUERDISTA - Doria considera ser vice de Alckmin e diz a aliados que aliança seria ‘estratégica’ para o PSDB

O prefeito de São Paulo, João Doria, encara hoje com seriedade a possibilidade de ser o vice de Geraldo Alckmin na eleição presidencial de 2018. Os dois formariam uma chapa puríssima: tucana e paulista.

Ao tratar do assunto com pessoas próximas, Doria analisou que a aliança seria “estratégica” e que poderia catapultar o PSDB na eleição presidencial. Aliados de Alckmin têm dúvidas. Acham que o vice deveria ser de fora de São Paulo –e principalmente ter menos expressão nacional.

Os dois tucanos voltarão a falar sobre o assunto nos próximos dias. A primeira menção a essa possibilidade aconteceu nesta semana e foi registrada na coluna de Mônica Bergamo, da Folha.

O grupo do governador acredita que o partido terá uma definição sobre quem será o candidato ao Planalto até a convenção nacional do PSDB, em dezembro. Alckmin e Doria vão manter a agenda de viagens.


Folhapress

Cabral em presídio em que está líder do Comando Vermelho

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) será transferido para o presídio federal de Campo Grande (MS), unidade em que está preso Ricardo Chaves de Castro Lima, o Fú da Mineira, um dos líderes do Comando Vermelho no Estado.

Além dele, o presídio federal abriga outros nove criminosos fluminenses. A informação é da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio.

Fú está no presídio federal de Campo Grande (MS) desde 2015, quando foi preso pelo Bope (Batalhão de Operações Especiais). Ele é apontado como chefe do tráfico das favelas no Complexo do Lins, zona norte da cidade.

Lima é acusado de ter ordenado, da cadeia, ataques a delegacias e ônibus em 2009, durante a gestão Cabral. Ele soma 89 anos e dez meses de prisão de pena por duas condenações.

O Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, afirmou em nota nesta quinta (26) que vai transferir Cabral para a penitenciária federal de Campo Grande.

A data da mudança não foi confirmada “por questões de segurança”.

Outro membro do CV em Campo Grande é Luís Cláudio Serrat Correa, conhecido como Claudinho CL. É apontado como chefe do tráfico de favelas da zona norte da cidade e suspeito de ter sido um dos executores do assassinato do tenente-coronel Roberto do Amaral Lourenço, então diretor de Bangu 3, em 2008 —também durante a gestão do peemedebista no Rio.

As normas dos presídios federais costumam ser mais rigorosas. Os detentos ficam 22 horas recolhidos em suas celas individuais, há proibição para a entrada de alimentos e objetos pessoais trazidos por familiares.

Na cadeia pública José Frederico Marques, o ex-governador divide cela com outros quatro detentos —a cela tem oito camas—, entre eles o ex-PM Flávio Mello dos Santos, acusado de auxiliar na fuga de traficantes da Rocinha. Pode também receber três sacolas com comida da família.

Cabral sairá do sistema penitenciário do Rio por ordem do juiz Marcelo Bretas, após citar familiares do magistrado durante interrogatório.

O ex-governador prestava depoimento na ação penal em que é acusado de comprar R$ 4,5 milhões em jóias na H. Stern para lavar dinheiro de propina. O peemedebista afirmou que seria “burrice” branquear recursos desta forma. Neste momento, Cabral mencionou a família de Bretas.

“Vossa Excelência tem um relativo conhecimento sobre o assunto porque sua família mexe com bijuterias”, disse.

A defesa do ex-governador ainda aguarda o julgamento do habeas corpus pela 1ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal a fim de evitar a transferência. Na terça (24), o juiz federal Abel Gomes negou liminar para alterar a decisão de Bretas.

Gomes entendeu o tom do comentário como uma forma de constranger Bretas.

Folha de São Paulo

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Disney terá primeiro personagem gay em série para crianças

Emissora quer enviar mensagem sobre inclusão e respeito pela humanidade.

Disney terá personagem gay em série infantil

Após introduzir personagens secundários homoafetivos em filmes e desenhos, a Disney terá seu primeiro personagem gay fixo em uma série para crianças e adolescentes.

O seriado Andi Mack, cuja segunda temporada estreia nesta sexta (27) nos Estados Unidos, mostrará Cyrus (Joshua Rush) despertando “sentimentos românticos” em relação a Jonah (Asher Angel).

Cria-se então um triângulo amoroso, uma vez que Jonah é namorado de Andi, a personagem principal (Peyton Elizabeth Lee). No Brasil, deve ser exibido a partir de 23 de dezembro.

A criadora da série, Terri Minsky, diz que fez consultas a especialistas em desenvolvimento infantil. “Andi Mack conta a história de adolescentes descobrindo quem eles são. Terri, o elenco e todos os envolvidos na série tomam muito cuidado para se certificar de que o conteúdo é apropriado para todos os públicos e que mandará uma mensagem poderosa sobre inclusão e respeito para a humanidade”, afirma a nota oficial do canal divulgada à imprensa.

Exibido pelo Disney Chanel, cuja programação é focada no público infanto-juvenil, entre 9 e 16 anos, a série Andi Mack se junta a outras que como “Boa Sorte, Charlie”, e a trilogia de filmes High School Musical (2006-2008), que mostraram personagens homossexuais.

A ideia de “diversidade” também está presente nos desenhos do canal, como a animação Star Contra as Forças do Mal mostrando dois homens e duas mulheres se beijando rapidamente. Com informações Notícias da TV

Caetano Veloso ataca conservadores

Cantor baiano se contradiz, dizendo não ter preconceito, pois seus filhos são da Universal

Caetano Veloso ataca conservadores

Caetano Veloso está no centro de um debate nacional sobre os limites do que se chama de arte no país. Ele e outros artistas reclamam de censura por que a população se mostra indignada com a apresentação de cenas de nudez, pedofilia e zoofilia para menores de idade, como ocorreu nas mostras do QueerMuseu e do MAM.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o cantor baiano voltou atacar os movimentos conservadores do país, criticando em especial os deputados da bancada evangélica: “Toda essa gente que mente cinicamente sobre exposições de arte usando a palavra ‘pedofilia’ para angariar adeptos entre os mais ingênuos, se esforça para encobrir o desejo de manter a opressão da maioria do povo brasileiro, que vive sob a mais pesada desigualdade econômica do mundo”.

Caetano tem três filhos. Zeca e Tom são evangélicos, fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus, enquanto Moreno frequenta o candomblé. Ao falar sobre essa mistura na família, o cantor explicou: “não tenho medo da religiosidade dos meus filhos. Temos sempre conversas muito claras”.

A postura pública do cantor é contraditória, ao mesmo tempo que diz “não vejo o crescimento das igrejas evangélicas no Brasil como algo negativo” e reconhece que “Há um preconceito pseudo-chique contra os evangélicos”, ele não simpatiza com as lideranças evangélicas. “Isso não quer dizer que eu respeite qualquer mau-caráter que pregue alguma forma de fundamentalismo ou que use a religiosidade para dominar mesquinhamente as pessoas e para agredir outros grupos”, enfatiza.

Mesmo que não tenha citado nomes, é notório que Caetano não gosta de Marco Feliciano, a quem já chamou de “mentiroso”. Por sua vez, Feliciano recentemente denunciou a hipocrisia do movimento liderado por Caetano e sua esposa, o Artes 342, classificando-os de “hipócritas e desonestos”.

Governo Trump se compromete a ajudar cristãos perseguidos no Oriente Médio

EUA não vai mais enviar dinheiro para projetos ineficazes das Nações Unidas

EUA se compromete a ajudar cristãos perseguidos

O vice-presidente dos Estados Unidos Mike Pence fez um discurso considerado surpreendente na quarta-feira (25) no encontro anual da organização Em Defesa dos Cristãos (IDC) e deu uma mensagem de solidariedade e esperança para os cristãos perseguidos do Oriente Médio.

“A Bíblia nos diz que todos os que desejam viver uma vida piedosa através de Cristo Jesus serão perseguidos”, lembrou Pence. “Infelizmente, hoje, o cristianismo está sofrendo uma perseguição sem precedentes na terra onde esta fé surgiu”, lamentou.

Em seguida, deu um aviso: “Vim lhes dizer que a ajuda está a caminho. O presidente Trump e eu, a nossa administração inteira está trabalhando incansavelmente para proteger essas comunidades”.

O fato de cristãos e outras minorias religiosas experimentarem níveis de perseguição sem precedentes na história moderna fez com que a administração Trump decidisse usar o termo que as Nações Unidas evitam: genocídio.

“São genocídios. São crimes contra a humanidade e nós o chamaremos do que realmente são”, enfatizou o vice-presidente. “O presidente Trump e eu vemos esses crimes como são: atos vis de perseguição impulsionados pelo ódio pelos cristãos e pelo evangelho de Cristo. O presidente também conhece quem cometeu esses crimes e já os identifica pelo nome: Terrorismo islâmico radical”, disparou Pence.

Rompimento com política de Obama

Enquanto muitos aplaudem o fim iminente do Estado islâmico, Pence diz que é hora de ajudar as vítimas do genocídio. “À medida que começamos a ver as correntes do terror caírem, posso garantir que o presidente Trump está empenhado em ajudar os povos perseguidos a recuperar suas terras, retornar às suas casas, reconstruir as vidas e restabelecer as raízes em seus lares”, prometeu.

O vice-presidente disse que o atual governo não fará o mesmo que fez Obama. “A última administração investiu bem mais de um bilhão de dólares em ajuda humanitária ao Oriente Médio, mas deixou a maior parte na mão de programas administrados pelas Nações Unidas.

No entanto, a ONU muitas vezes não ajuda as comunidades mais vulneráveis, “especialmente as minorias religiosas”, reclamou Pence. “Grupos religiosos muito antigos, com raízes profundas na região pedem ajuda, mas as Nações Unidas continuam a negar seus pedidos de financiamento”.

O anúncio do vice-presidente Pence caiu como uma bomba, na já combalida relação com a ONU. “Esta noite, tenho o privilégio de anunciar que o presidente Trump ordenou ao Departamento de Estado que parasse de financiar os ineficazes esforços de socorro das Nações Unidas e, a partir de hoje, os Estados Unidos fornecerão apoio diretamente às comunidades perseguidas através da USAID”, finalizou.
Fé em Deus

Mostrando que sua fé evangélica possui grande impacto em suas decisões, Pence declarou crer que Deus fará um grande milagre no Oriente Médio. “Eu tenho fé porque sou crente”, disse ele ao público. “Eu acredito naquele que disse, quando você passar pelas águas ou pelo fogo eu estarei com você, eu nunca vou deixá-los nem abandoná-los”, afirmou, citando a profecia de Isaías 43. 

Com informações Charisma News

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Deputado evangélico chama Globo de 'lixo' e tem áudio cortado

Deputado chama Globo de "lixo" e tem áudio cortado

O fato de a rede Globo promover a ideologia de gênero e atacar os princípios cristãos vem rendendo uma série de críticas nas redes sociais. A hashtag #Globolixo chegou ao topo no Twitter duas semanas atrás e vem sendo usada de maneira recorrente.

Na hora em que votavam sobre a possibilidade de o presidente Michel Temer ser ou não investigado, a maioria dos deputados federais fizeram discursos entusiasmados para defender suas opções.

No momento em que o deputado federal Professor Victório Galli (PSC/MT) justificava seu voto, ele chamou a Globo de “lixo”, e teve o áudio cortado. A votação estava sendo transmitida ao vivo por vários canais, incluindo a própria Rede Globo.

“Senhor presidente, sou a favor de que todo acusado seja investigado. Pela recuperação da nossa economia, de mais emprego para o País, e contra a Globo [áudio cortado]”, discursou.

Quando o áudio foi retomado, prosseguiu: “Globo lixo que está destruindo a nossa família, as nossas crianças. E se o PT vai pra esquerda, eu tô pra direita. O meu voto é sim!”, disparou.

Apesar da reclamação do parlamentar, o corte no áudio foi bastante comum nesta quarta-feira (25), por que muitos deputados fugiram do tema do voto, fazendo com que o presidente Rodrigo Maia cobrasse que eles dissessem “sim” ou “não”.

Assista:

Plenário da Câmara rejeita denúncia contra Temer por 251 a 233 votos

Votação favorável ao presidente Temer alcançou os 172 votos necessários para rejeitar a denúncia

Pouco mais de um mês após chegar à Câmara, os deputados rejeitaram na noite desta quinta-feira (25) o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar o presidente da República, Michel Temer, e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral). Foram 251 votos contrários à autorização para investigação, 233 votos favoráveis e duas abstenções. Com isso, caberá ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, comunicar agora à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmén Lúcia, a decisão da Casa. Foram 486 votantes e 25 ausentes.

O parecer votado hoje foi apresentado pelo deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que recomendou a inadmissibilidade da autorização da Câmara para que STF iniciasse as investigações contra o presidente e os ministros. O parecer já tinha sido aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) por 39 votos a 26, além de uma abstenção.

Disputa pelo quórum

Durante os últimos dias, a oposição, ciente que não teria os 342 votos necessários para autorizar as investigações, trabalhou intensamente para impedir que os deputados comparecessem à sessão. Isso porque o regimento interno da Casa estabelece que a votação só poderia ser iniciada com a presença mínima de dois terços dos deputados em plenário. Com isso, os oposicionistas pretendiam adiar a votação e, assim, prolongar o desgaste do governo. Os partidos de oposição chegaram a fechar acordo para que poucos deputados usassem a palavra e com isso não se alcançasse o quórum necessário para iniciar a sessão.

Reagindo à tática da oposição, a base aliada e o próprio presidente da República passaram a acionar deputados da base, mesmo os que votariam contra o governo, para marcarem presença na sessão. Os governistas estavam confiantes de que alcançariam o número mínimo de presentes e também os 172 votos necessários para impedir o início da investigação.

Início da sessão

A sessão destinada à apreciação do parecer de Andrada teve início por volta das 9h, quando falaram o relator e os advogados de defesa dos três acusados. Em seguida, menos de 20 oposicionistas fizeram o uso da palavra defendendo a rejeição do relatório e, com isso, o debate foi dominado pelos aliados do governo.

Na primeira sessão do dia da Câmara, apenas 332 deputados marcaram presença, número insuficiente para iniciar a votação. A oposição comemorou o feito no Salão Verde, estampando faixas e cartazes pedindo a saída de Temer. O líder da minoria, deputado Jose Guimarães (PT-CE), parabenizou os colegas da oposição que não registraram presença no plenário.

“Nós tivemos uma vitória espetacular. O PT, PDT, Psol, PCdoB, Rede, Avante, PHS, PPS, Rede, vários partidos que mesmo com uma ou outra divergência nós conquistamos uma vitória extraordinária contra o governo. Nós seguramos, tiramos leite de pedra. Foram 191 deputados que não marcaram presença”, disse.

Enquanto a oposição comemorava, chegou ao plenário a notícia da internação do presidente Michel Temer. Com isso, os opositores ao governo insistiram, sem sucesso, no cancelamento da sessão. Apesar dos apelos, a sessão prosseguiu após as 14h, com o quórum aumentando lentamente.

Mesmo sob tensão, as lideranças do governo tentavam amenizar o clima e acalmar os aliados mostrando que o presidente passava bem e que era apenas uma pequena complicação urológica. O deputado Beto Mansur (PRB-SP), um dos principais articuladores do governo, reiterou que a situação estava sob controle e que a votação seria tranquila com vitória folgada do Planalto.

No meio da segunda sessão, Rodrigo Maia (DEM-RJ) ameaçou encerrar os trabalhos com o argumento de que não haveria deputados suficientes na Casa para iniciar a votação hoje. “Esse debate só desgasta a Casa. Eu vou esperar mais um tempo e vou encerrar. Estou aqui desde 9h colaborando para que essa votação ocorra hoje”, afirmou. Poucos minutos depois, deputados de partidos da base aliada do governo que ainda não haviam registrado presença compareceram ao plenário e o quórum de 342 deputados foi alcançado.

“Atrasar essa votação é atrasar o Brasil”, disse o líder do governo, Agnaldo Ribeiro (PP-PB), ao apelar para que o quórum fosse atingido. Logo que chegou-se ao mínimo de 342 deputados, os oposicionistas marcaram presença e fizeram uso da palavra para pedir o afastamento do presidente Michel Temer. Compareceram à Câmara nesta quarta-feira 487 dos 513 deputados.

A denúncia

No dia 14 de setembro, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot apresentou ao STF a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer. Em junho, Janot já havia denunciado o presidente pelo crime de corrupção passiva. Desta vez, Temer foi acusado de liderar uma organização criminosa desde maio de 2016 até 2017. De acordo com a denúncia, o presidente e outros membros do PMDB teriam praticado ações ilícitas em troca de propina, por meio da utilização de diversos órgãos públicos. Além de Temer, foram acusados de participar da organização os integrantes do chamado “PMDB da Câmara”: Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Rodrigo Rocha Loures, Eliseu Padilha e Moreira Franco. Todos os denunciados negam as acusações.

Com o resultado de hoje, o processo fica parado enquanto Michel Temer estiver no exercício do mandato de presidente da República, ou seja, até 31 de dezembro de 2018.

Fonte: Agência brasil

Coreia do Norte diz que teste atômico no Oceano Pacífico é ameaça real

O alerta do ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte sobre um possível teste nuclear atmosférico sobre o Oceano Pacífico deve ser entendido literalmente, afirmou uma autoridade norte-coreana de alto escalão em entrevista à rede de televisão CNN nesta quarta-feira (25).

Diplomata norte-coreano diz à CNN que ministro que fez ameaça na ONU ‘está muito ciente das intenções do líder supremo’ Kim Jong-un. Testes nucleares anteriores foram subterrâneos

“O ministro das Relações Exteriores está muito ciente das intenções de nosso líder supremo, por isso acho que vocês deveriam interpretar suas palavras literalmente”, afirmou Ri Yong Pil, diplomata veterano da chancelaria da Coreia do Norte, à CNN.

Em setembro, o chanceler norte-coreano, Ri Yong Ho, disse que Pyongyang cogita realizar “a detonação mais poderosa” de uma bomba de hidrogênio sobre o Pacífico. A declaração ocorreu em meio às crescentes tensões com os Estados Unidos.

Especialistas dizem que um teste atmosférico seria uma maneira de demonstrar esse poderio. A Coreia do Norte realizou seis testes nucleares até o momento, o último deles em 3 de setembro, mas todas foram detonações subterrâneas.

A fala ocorreu após o presidente americano, Donald Trump, alertar que o país iria “destruir totalmente” a Coreia do Norte, que está trabalhando para fabricar mísseis com ogivas nucleares capazes de atingir o território continental norte-americano, em caso de ameaça aos EUA.

Na semana passada, Mike Pompeo, diretor da CIA (a agência de inteligência norte-americana), disse que a Coreia do Norte pode estar a poucos meses de adquirir a capacidade de aos EUA com armas nucleares.

A nova declaração de Pyongyang ocorre uma semana antes de Trump iniciar uma visita à Ásia. O presidente americano deve ressaltar durante a viagem sua campanha para pressionar a Coreia do Norte a abdicar de seus programas nuclear e de mísseis.

Até agora a estratégia não foi capaz de impedir o regime de conduzir testes com bombas atômicas em uma instalação subterrânea e de disparar mísseis balísticos no Oceano Pacífico, sobre o Mar do Japão.

Apesar da retórica beligerante e dos alertas reiterados de Washington de que todas as opções, inclusive as militares, estão sendo estudadas, autoridades da Casa Branca dizem que Trump está buscando uma resolução pacífica para o impasse.

Fonte: G1

Mais de 5 mil combatentes estrangeiros do EI voltam para países de origem

Estudo revela que jihadistas retornaram a 33 países. Volta de ex-combatentes, após ofensiva contra o "Estado Islâmico", pode representar ameaça e é desafio para agências de segurança, afirma organização.

Com a perda de território na Síria e no Iraque, ao menos 5,6 mil combatentes estrangeiros do grupo extremista "Estado Islâmico" (EI) voltaram para seus países de origem, afirmou um estudo divulgado nesta terça-feira (24/10) pelo think-tank Soufan Center, baseado em Nova York.

De acordo com a ONG, que analisa questões de segurança, esses integrantes do EI retornaram para 33 países e a volta pode representar uma ameaça nesses Estados. O estudo destacou ainda que o retorno é um desafio para agências de segurança locais.

stima-se que mais de 40 mil estrangeiros de mais de 110 países se juntaram ao EI antes e depois dos jihadistas declararem o califado, em junho de 2014. Destes 5.718 são de países do oeste europeu, mais de 8,7 mil vêm de regiões que pertenceram à ex-União Soviética, e 439, da América do Norte.

A ONG estima que 30% dos mais de 5 mil residentes da União Europeia (UE) que lutaram com os extremistas voltaram para suas casas. De acordo com o estudo, muitos dos combatentes que retornaram podem estar desiludidos com o extremismo, mas ainda há aqueles que desejam continuar lutando ao lado dos jihadistas ou por seus ideais.

O estudo apontou também que há antigos integrantes do EI que já se juntaram a outros grupos extremistas que operam nas Filipinas, no Egito, no Afeganistão e na Líbia. Outros milhares de combatentes foram mortos em batalhas na Síria e no Iraque com o avanço das tropas de segurança, que já retomaram praticamente quase todo o território que foi ocupado pelo EI.

O estudo destacou ainda que a reintegração de mulheres e crianças que faziam parte do EI também é um problema à parte e ressaltou que a prisão de jihadistas não resolve a questão. A consultoria recomenda que governos invistam em programas de reintegração. "As questões de identidade e desconfiança generalizada de instituições governamentais e políticas que o EI conseguiu explorar não vão simplesmente desaparecer", ressaltou o estudo.

O "Estado Islâmico" proclamou em 2014 um califado numa região do tamanho da Itália, que conquistou entre o Iraque e a Síria. Desde então, o grupo perdeu 85% deste território depois de ofensivas lideradas pelos Estados Unidos e a Rússia. O grupo promoveu diversos atentados na Europa.
"Estado Islâmico" perde controle sobre "capital" Raqqa

Após meses de confrontos, as Forças Democráticas da Síria (FDS), uma aliança encabeçada por milícias curdas e apoiada pelos Estados Unidos, libertaram nesta terça-feira (17/10) a cidade de Raqqa, antigo bastião do grupo jihadista "Estado Islâmico" (EI), no noroeste da Síria. A cidade era a capital autoproclamada do grupo extremista.

A informação sobre a libertação foi divulgada pelo porta-voz das FDS, Talal Silo, que disse que a aliança assumiu o controle total sobre a província de Raqqa. Segundo Silo, as operações militares terminaram dentro da cidade, e as FDS agora vasculham a cidade em busca dos últimos jihadistas e artefatos explosivos, como minas terrestres.

Em junho, as FDS haviam iniciado uma ofensiva para expulsar o EI de Raqqa. Com a queda da cidade síria, que os islamistas haviam conquistado em 2014, a milícia terrorista perdeu seu segundo mais importante bastião na área, depois de ter sido expulso também da cidade de Mossul, no norte do Iraque.

Segundo serviços secretos no Ocidente, nos últimos anos, o EI planejou em Raqqa atentados e ataques de grande porte. No passado, a cidade tinha 200 mil habitantes.

Nos últimos dias, centenas de combatentes sírios do "Estado Islâmico" já haviam se rendido na cidade à beira do Rio Eufrates. No final, apenas algumas dezenas de jihadistas estrangeiros ofereceram resistência no centro da cidade. Milhares de civis conseguiram fugir da aglomeração sitiada.

Resistência de militantes do EI

Após a libertação do hospital nacional em Raqqa – que também servia como um centro de comando do grupo – e da praça Naim – onde, nos últimos anos, membros do EI encenaram execuções públicas e decapitações –, os extremistas controlavam apenas um estádio no centro da cidade. O local ficou conhecido como prisão do grupo.

Segundo relatos de habitantes de Raqqa, a praça Naim costumava ostentar os corpos e as cabeças dos executados – colocadas em postes – por vários dias. Os corpos eram identificados com etiquetas que descreviam os crimes alegadamente cometidos pelos mortos para que o público os visse.

Nos últimos meses, o EI perdeu as regiões mais importantes de seu autoproclamado "califado" na Síria e no Iraque. Depois de serem obrigados a retroceder em quase todas as frentes, os extremistas só dominavam Raqqa e algumas zonas do deserto.

Apoio internacional

Durante a batalha por Raqqa, as FDS receberam apoio da força aérea da coalizão internacional encabeçada pelos Estados Unidos e de unidades especiais em terra.

Os bombardeios da aliança internacional também causaram a morte de centenas de civis. A situação humanitária em Raqqa se tornou desastrosa nos últimos meses, e os combates levaram centenas de milhares de civis a fugir da região.

As FDS são lideradas pelas chamadas Unidades de Proteção Popular (YPG, uma milícia curda) e incluem também combatentes árabes. A ofensiva das FDS sobre Raqqa foi iniciada em novembro do ano passado. Uma vez cercada a cidade, no início de junho deste ano, começou o ataque ao bastião dos extremistas do EI, deixando um rastro de devastação e edifícios em ruínas.