quinta-feira, 30 de novembro de 2017

DITADURA COMUNISTA: tribunal boliviano permite a Evo Morales se candidatar a um 4º mandato

Morales fala durante evento em Santa Cruz 20/11/2017 - REUTERS/David Mercado

O estadista boliviano, Evo Morales, pode tentar um quarto mandato consecutivo em 2019, após o Tribunal Constitucional Plurinacional (TCP) eliminar nesta terça-feira limites à reeleição.

Morales poderá agora aspirar completar quase duas décadas de mandato em 2025, apesar de mais da metade dos bolivianos ter rejeitado em fevereiro do ano passado uma modificação constitucional que eliminava os limites que uma pessoa pode se candidatar a um cargo.

“Esta disposição... está justamente permitindo que essas pessoas se candidatem, porque definitivamente quem escolhe é o povo boliviano”, disse o presidente do tribunal, Macario Lahor Cortez.

O governo boliviano apresentou um recurso ao tribunal para declarar a inaplicabilidade de vários artigos da Constituição e da lei do regime eleitoral, que impediam que Morales fosse candidato em 2019.

“A decisão foi unânime em sessão plenária, o Tribunal Constitucional Plurinacional atuou de acordo com o estabelecido pela Constituição Política do Estado e as convenções internacionais”, disse Cortez
Por que ditaduras gostam de ter “Democrática” no nome oficial?¹


Nove países trazem a palavra “Democrática” no nome oficial. A maioria deles é de ditaduras. A mistura de conceitos começou a ser gestada há muito tempo. Entre os trabalhadores de meados do século XIX, a palavra “democracia” já tinha muito prestígio. Muitos socialistas dessa época também eram democráticos.

No início do século XX, o russo Lenin passou a falar em ditadura democrática operário-camponesa. Ele pretendia subverter ordem das elites sociais e das classes médias, que não demonstravam nenhum apetite revolucionário.

“O conceito de uma ditadura do proletariado desse momento se referia a uma democracia mais aprofundada que a do século XIX. Mesmo em países do Ocidente, os direitos políticos não eram para todos”, diz o historiador Daniel Aarão Reis. Na Revolução Russa de 1917, os bolcheviques saíram-se vitoriosos em relação a todos os demais grupos que contribuíram para a derrubada do czar Nicolau II.

Foi a partir desse momento que ficou mais claro que o comunismo nada tinha de democracia. Ainda assim, muitos governantes autoritários continuaram pregando que o socialismo e o comunismo eram, sim, muito mais democráticos que os regimes do Ocidente.

O argumento era o de que eles foram capazes de alcançar a soberania nacional e de realizar reformas sociais, como a distribuição de terras e a oferta de serviços públicos sem custo.

Segundo eles, características democráticas como o voto direto universal e a separação de poderes seriam menos relevantes. No Brasil, durante a ditadura do Estado Novo (1937-1945), Getúlio Vargas falava que seu governo era uma verdadeira democracia. “Getúlio também dizia que voto não enche barriga”, diz Aarão. Em 1945, Ho Chi Minh proclamou a República Democrática do Vietnã, em 1945.

Na declaração de independência do Vietnã, “Tio Ho” citou o início da Declaração de Independência Americana, aquela que fundamenta a mais antiga e estável democracia do mundo: “Todos os homens foram criados iguais, dotados pelo criador de certos direitos inalienáveis, que, entre estes, estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade”. Na reforma agrária ordenada por Ho Chi Minh anos depois, seus comandados foram ao campo e executaram 172000 pessoas, considerados, sem qualquer julgamento, como ricos fazendeiros.

As estimativas de mortos pelo seu Partido Comunista Vietnamita beiram 1 milhão. Em 1948, nasceu a República Popular Democrática da Coreia, a Coreia do Norte. “O Partido dos Trabalhadores (da Coreia do Norte) achava que o regime comunista servia ao povo, embora o conceito de democracia deles não permitisse disputas entre partidos“, diz o historiador americano Charles Armstrong, da Universidade Columbia e especialista nas Coreias.

Em 1949 nasceu a República Democrática Alemã, ou Alemanha Oriental. A República Democrática do Vietnã trocou o adjetivo “democrática” por “socialista” em 1976. A República Democrática Alemã deixou de existir em 1990, com a reunificação do país.

Além da Coreia do Norte, hoje ainda trazem o adjetivo “Democrática” aos seus nomes oficiais os países: Argélia, Congo, Etiópia, Laos, Nepal, São Tomé e Príncipe, Sri Lanka e Timor-Leste. Todos enfrentaram problemas parecidos.

Os comunistas perseguiram os que se opunham a eles, fecharam jornais, eliminaram partidos políticos e confiscaram propriedades. Eles concentraram o poder econômico e político enquanto fantasiavam que faziam isso em nome do povo e para o bem geral.

A China, ou República Popular da China, não tem a palavra “democrática” no seu nome oficial, mas traz o conceito de uma “ditadura democrática” no Artigo 1 da Constituição : “A República Popular da China é um Estado socialista sob a ditadura democrática do povo, liderada pela classe trabalhadora e baseada na aliança entre operários e camponeses”.

A hipocrisia também é de praxe no Irã. Ao comentar as eleições parlamentares em março de 2016, o aiatolá Ali Khamenei agradeceu o apoio à “democracia religiosa”. Detalhe: 60% dos candidatos foram reprovados por não serem fieis à ideologia do regime.

PF acusa Geddel, irmão e mãe de crimes por fortuna achada em bunker

A Polícia Federal atribuiu ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e ao deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB), os crimes de associação criminosa e lavagem de dinheiro, em relatório conclusivo sobre o bunker dos R$ 51 milhões, descoberto no âmbito da Operação Tesouro Perdido.

Relatório final de investigação sobre R$ 51 milhões encontrados em apartamento aponta lavagem de dinheiro e associação criminosa

A PF ainda atribuiu os crimes a Marluce Quadros Vieira Lima, mãe dos irmãos peemedebistas, Job Ribeiro Brandão, homem de confiança da família e Gustavo Pedreira do Couto Ferraz, ex-diretor da Defesa Civil de Salvador apontado como operador de Geddel.

Segundo o delegado Marlon Oliveira Cajado dos Santos, que assina o documento, eles “estiveram unidos em unidade de desígnios para a prática de crimes de lavagem de dinheiro, seja pelo ocultamento no apartamento de Marluce Quadros Vieira Lima, seja pelo ocultamento no apartamento da Rua Barão de Loreto, Graça, Salvador/BA, de recursos financeiros em espécie oriundos atividades ilícitas praticadas contra a Caixa Econômica Federal (corrupção de GEDDEL), apropriação indevida de recursos da Câmara dos Deputados por desvios de salários de Secretários Parlamentares (Peculato), Caixa 02 em Campanhas Eleitorais (Art. 350 do Código Eleitoral), possível participação de Lúcio Vieira Lima em ilicitudes relacionadas a medidas legislativas e da participação de GEDDEL VIEIRA LIMA em Organização Criminosa” descrita no inquérito do Quadrilhão do PMDB na Câmara.

Bunker

A Operação Tesouro Perdido partiu de uma denúncia anônima por telefone no dia 14 de julho de 2017. O apartamento em Salvador aonde foram encontrados os R$ 51 milhões pertence ao empresário Silvio Antonio Cabral Silveira, que admitiu às autoridades que emprestou o imóvel ao irmão de Geddel, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB), a pretexto de guardar bens do pai do peemedebista, já falecido.

Na montanha de notas de R$ 100 e R$ 50 encontrada no apartamento, há marcas dos dedos do ex-ministro, de seu aliado Gustavo Pedreira Couto Ferraz, ex-diretor da Defesa Civil de Salvador, do assessor de Lúcio, Job Ribeiro Brandão, além de uma fatura com o pagamento da empregada do parlamentar.

No âmbito das investigações, Job resolveu colaborar com as investigações e tem feito tratativas para firmar delação premiada e seus depoimentos agravaram a situação dos peemedebistas perante a Justiça.

Ele disse que devolvia 80% de seu salário aos irmãos, além de contar e guardar dinheiro vivo em grandes quantidades para o ex-ministro e o deputado federal.

O homem de confiança dos peemedebistas foi preso no dia 16 de outubro, mesma data em que o gabinete de Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) foi alvo de busca e apreensão.

Defesas

A reportagem entrou em contato com a defesa de Geddel e com a assessoria do deputado Lúcio Vieira Lima, mas ainda não obteve retorno.

Fonte: Isto É

VERGONHA - Na ONU, Brasil vota pela erotização infantil, mas medida não é aprovada

Bloco de países conservadores, com apoio dos EUA, barrou 3 resoluções

Na ONU, Brasil vota pela erotização infantil, mas medida não é aprovada

O controle dos pais sobre o modo como as crianças serão expostas à educação sexual na sala de aula foi debatido na semana passada numa comissão das Nações Unidas dedicada ao tema da infância.

A proposta era que, após a leitura do Terceiro Comitê da 72ª Sessão, fosse aprovada uma resolução recomendando que crianças pequenas pudessem ser expostas a aulas sobre sexo sem a necessidade de os pais serem informados. Entre os favoráveis estava o Brasil.

A maneira como votou cada país pode ser visto aqui. Y (sim) é para barrar as resoluções e N (não) é para sua aprovação.

Contudo, após a manifestação contrária dos Estados Unidos, que sob o governo Trump tem impedido o avanço das agendas liberais, os países do continente africano votaram em massa uma emenda contrária. A exceção foi a África do Sul, que ficou ao lado dos países europeus, que sugeriram a mudança.

Sendo assim, a autoridade dos pais sobre a educação sexual dos filhos está, temporariamente, garantida.

O Center for Family and Human Rights, uma ONG pró-vida, explica que o bloco africano e a pequena nação caribenha de Santa Lúcia orquestraram a votação que barrou – com 90 votos a favor da mudança e 78 contrários – as três resoluções abusivas.

Os africanos, liderados pelo Egito, foram inflexíveis, deixando claro que se oporiam a qualquer resolução das Nações Unidas que não levassem em conta a necessidade de “orientação dos pais e dos responsáveis legais”.

Santa Lúcia foi a primeira a propor uma alteração em parágrafos que falavam sobre crianças e adolescentes, que para a ONU são pessoas a partir dos 10 anos de idade.

“Os pais e a família desempenham um papel importante na orientação das crianças”, disse a delegada de Santa Lúcia na Assembleia Geral, insistindo que a linguagem original da resolução não era “adequada”, pois colocava a opinião dos pais em pé de igualdade a das crianças e dos professores.

Ela lembrou  todos do tratado da própria ONU sobre os direitos da criança, que reconhece o papel dos pais no direcionamento da educação de seus filhos.

Visivelmente frustrados, os delegados europeus e latino-americanos pediram uma votação sobre essas emendas. Acabaram vendo prevalecer a vontade dos países mais conservadores.

A União Europeia disse que não “virou a página” sobre educação sexual, indicando que o tema voltará a ser votado. Na mesma linha, os delegados da América Latina chamaram o texto final de “altamente problemático”.

O representante do Canadá disse: “não podemos aceitar isso”. Um delegado australiano afirmou que eles estavam “extremamente decepcionados”.

O delegado da Noruega foi o mais transparente, deixando claro que não podiam aceitar a premissa da emenda porque “as crianças devem decidir de forma livre e autônoma” sobre assuntos que envolvam saúde sexual e reprodutiva.

O representando egípcio, falando em nome dos países africanos, respondeu com igual transparência: “Nossa cultura africana respeita os direitos dos pais” e “rejeita as tentativas de alguns países de impor seu sistema educacional sobre nós”.

Os Estados Unidos e o Vaticano se pronunciaram, enfatizando o papel dos pais na educação sexual e rejeitaram o aborto como um componente da saúde sexual e reprodutiva.

As agências das Nações Unidas continuarão promovendo “educação abrangente sobre sexualidade” através de seus escritórios em todo o mundo. A falta de consenso sobre a questão na comissão frustrou as tentativas de legitimar a erotização precoce como um programa oficial da ONU. Com informações ONU e Center for Family and Human Rights

Trump mostra vídeos de intolerância islâmica

Porta-voz da Casa Branca diz que “Se é um vídeo real, a ameaça é real. É disso que o presidente está falando"

Trump divulga vídeos mostrando intolerância islâmica

O presidente dos EUA Donald Trump usou sua conta do Twitter nesta quarta-feira (29) para compartilhar alguns vídeos que mostram a intolerância islâmica. O material foi publicado originalmente por Jayda Fransen, vice-líder do Britain First (“Reino Unido primeiro”), uma organização nacionalista.

Os vídeos mostram muçulmanos jogando um adolescente de um telhado, agredindo um menino de muletas e destruindo uma estátua da Virgem Maria.

Rapidamente Trump foi condenado pela imprensa, que afirma não ser possível “provar” a veracidade do material. Alguns deles são bem conhecidos nas redes sociais, tendo milhares de visualizações.

Grupos de defesa dos direitos civis norte-americanos pediram explicações ao presidente. Entre os argumentos mais usados estavam acusações de “islamofobia” e “promoção de discurso de ódio”.

A maior repercussão acabou vindo da Inglaterra, após James Slack, porta-voz da primeira-ministra Theresa May condenar a atitude de Trump.

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, falou em nome do presidente, reforçando que seu governo pretende “promover fronteiras mais fortes” e “melhorar a segurança nacional”.

Perguntada se o presidente podia provar a veracidade dos vídeos, Sanders foi clara: “Se é um vídeo real, a ameaça é real. É disso que o presidente está falando”. Em seguida, enfatizou que os outros líderes mundiais “sabem que são ameaças reais”.

Ainda que as motivações de Trump possam ser questionadas, nenhum dos críticos, seja na mídia ou na política, falou sobre o conteúdo do material retuitado por Trump. O foco de todos recaiu sobre o fato de o presidente demonstrar “intolerância”, enquanto os vídeos ironicamente mostram demonstrações de intolerância de islâmicos.

Quando ainda era candidato, o bilionário defendia a proibição para a entrada de muçulmanos nos Estados Unidos, algo que, como presidente tem encontrado dificuldades para cumprir, pois suas medidas acabaram sendo revertidas na Justiça.
Os vídeos

Um dos vídeos, gravado em 2013, mostrou um islâmico radical no Egito jogando um menino de 9 anos de cima de um telhado. A filmagem foi feita no Egito, poucos dias após a queda do presidente islâmico Mohammed Morsi. Os autores do ato violento no telhado foram posteriormente condenados à morte por matarem o menino e um outro homem.
O mais conhecido dos vídeos mostra um homem, que diz ser um membro do braço da Al-Qaeda da Síria, conhecido como a Frente Nusra, destruindo uma estátua azul e branca da Virgem Maria. Ele circula na internet desde outubro de 2013, quando a guerra civil na Síria estava no auge. O material foi originalmente publicado pelo Instituto de Pesquisas sobre o Oriente Médio (MEMRI).
O terceiro mostra dois jovens brigando perto das margens de um rio. Foi um dos virais na Holanda em maio de 2017, mas acabou sendo retirado do ar no dia seguinte. Dois jovens de 16 anos foram presos, de acordo com De Telegraaf. A polícia proibiu a divulgação do vídeo. Com informações de PBS

domingo, 26 de novembro de 2017

O Globo continua tentando desconstruir os cristãos conservadores

Jornal escolhe cristãos liberais para tentar legitimar movimento abortista

O Globo continua tentando desconstruir os cristãos conservadores

A grande imprensa brasileira vem caindo em descrédito gradativamente ao demonstrar que não entende as mudanças que o país está passando e tampouco aceita o conservadorismo ganhando força. Se as redes sociais são um espelho da sociedade, é inequívoco que a esquerda já perdeu muito do seu poder de doutrinamento.

O que faz então a rede Globo? Procura maneiras de “descontruir” os cristãos conservadores. Sutilmente, encontra pautas que vão na contramão daquilo que a maioria deles pensa e tenta elevar uma minoria, que é insignificante na questão popularidade, à condição de protagonistas.

No início do mês, o jornal traduziu uma matéria do The Guardian, publicação inglesa conhecida pelo seu liberalismo. Utilizando uma técnica conhecida do jornalismo para a imposição de pautas, “filtrou” todo o material, deixando de fora o contraditório presente na matéria original e escondeu o perfil dos entrevistados.

Quem lia a reportagem “Ex-vangélicos: Cresce nos EUA o número dos fiéis que abandonam o rótulo de evangélicos” poderia pensar que esse era um movimento significativo, que estava fazendo ruir por dentro um dos países mais religiosos do mundo.

Não é o caso. A matéria só dava voz a quem se opõe politicamente ao presidente Donald Trump que foi eleito, em grande parte, graças ao apoio maciço dos cristãos conservadores.

Agora, na tentativa de legitimar o movimento abortista brasileiro, O Globo estampa a manchete “Cristãs contrariam suas religiões para defender a legalização do aborto” e no subtítulo alertam: “Católicas e evangélicas se mobilizam em grupos contra PEC 181”.

Em tempos onde muita gente se informa pelas redes sociais, essa chamada pode dar a impressão errada de que o liberalismo moral está instalado de vez nas igrejas brasileiras, tanto católicas quanto evangélicas. Mas, de novo, este não é o caso.

O grande destaque da matéria é Camila Mantovani, uma jovem de 22 anos, frequentadora da Igreja Batista do Caminho, em Niterói. Um detalhe interessante é que ela é militante do PSOL, partido que luta no Supremo Tribunal Federal pela liberação do aborto até a 12ª semana de gestação.

O pastor da igreja de Camila é Henrique Vieira, que na última quinta-feira (23), esteve no programa “Encontro com Fátima Bernardes” para igualmente defender que os evangélicos chamem os seguidores de religiões afro de “irmãos” e defendam os LGBTs.


A declaração da jovem militante mostra que seu discurso é essencialmente político. “Essa mudança [PEC 181] é um escárnio com a vida, e com o próprio cristianismo. O argumento é muito simples: enquanto cristãos, a defesa da vida tem que estar em primeiro lugar. Se prezamos pela vida, temos de garantir que as mulheres não sejam mortas”, defendeu. A PEC mencionada por ela é conhecida com “PEC da Vida”, mas a mídia vem tratando de denomina-la “PEC do aborto”

Ato contínuo, ela acrescenta: “A criminalização não impede que os abortos aconteçam e assassina as mulheres que o praticam. Ser a favor da legislação atual é uma contradição com a sacralização da vida. Precisamos de uma redução de danos, de um sistema que mate menos pessoas. Por isso argumentamos pela legalização”.

Curiosamente, destaca o jornal, a base do pensamento de Camila e das outras 30 pessoas que formam a Frente Evangélica pela Legalização do Aborto é o texto de Êxodo 21: 22 e 23, que mostraria como a vida da mulher é “superior” à do feto.

Para O Globo, essa Frente Evangélica “segue o caminho das Católicas pelo Direito de Decidir. São mulheres que tentam convencer membros de suas denominações de que defender a vida pode significar garantir o acesso das mulheres a procedimentos legais e seguros para a interrupção da gravidez”.

A validação do discurso de Camila e as demais evangélicas pró-aborto não nominadas pela publicação é “uma enquete organizada na internet pelo grupo dela sobre a possibilidade de articular um movimento nacional de religiosas em prol da legalização teve o interesse de 17 mil mulheres em vários estados do país”. A conclusão do jornal é que ser favorável ao aborto é “a opinião de grande parte dos fiéis”.

Vergonhosamente, o argumento da publicação é que 17 mil é “grande parte dos fiéis” num universo de mais de 45 milhões de evangélicos no Brasil – 22,2% da população brasileira segundo os dados mais recentes.

A intenção não é apenas generalizar o comportamento dos evangélicos a partir de uma minoria insignificante estatisticamente. O Globo exalta também o grupo Católicas pelo Direito de Decidir, uma organização criada em 1993 e cuja pauta central é a legalização do aborto.

Uma das coordenadoras do grupo é Rosângela Talib, que disse ao jornal: “A Igreja considera o aborto um pecado mortal, que prevê a expulsão da fiel. Mas nós trabalhamos com a ideia de que direitos sexuais e reprodutivos são direitos humanos, não devem ser contestados”.

Ou seja, Talib mostra que o “católicas” aqui é só um termo escolhido para causar impacto. Afinal, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) deixa claro que condena “todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil.”

Em nota a entidade afirma que: “desde quando o óvulo é fecundado, encontra-se inaugurada uma nova vida, que não é nem a do pai, nem a da mãe, mas a de um novo ser humano”.

A conclusão lógica é que as Católicas pelo Direito de Decidir (CDD), seguem outra agenda, que não é a do Vaticano, logo não poderiam sequer usar o título de católicas. Uma rápida pesquisa na internet sobre quem elas são, mostra que é uma versão brasileira do movimento fundado por Frances Kissling, uma mulher que viveu algum tempo em um convento das Irmãs de São José (EUA). Ao abandoná-lo, passou a dirigir uma clínica de abortos em Nova York. As CDD financiam suas atividades com milhões de dólares recebidos de grupos norte-americanos abertamente antivida como a Fundação Ford.

Estranhamente, nesse panfleto abortista travestido de jornalismo produzido por O Globo, vemos evangélicas que são militantes de um partido socialista – ideal político que se opõe ao cristianismo – e católicas que não seguem o Vaticano em questões morais. Dois grupos que são um bom exemplo do paradoxo religioso que a grande imprensa tenta inculcar como “o novo”. Contudo, acabam apenas servindo como ser aquilo que o fundador do cristianismo que elas supostamente seguem: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis” (Mateus 7:15-20).

Fonte https://noticias.gospelprime.com.br/o-globo-continua-tentando-desconstruir-os-cristaos-conservadores/

Europeus criam versão islâmica do Natal, que exclui cristãos

Islamização da Europa torna-se cada vez mais palpável na mídia

Islamizaram o Natal na Europa

A celebração do Natal na Europa este ano já reflete o que parece ser uma tendência irreversível de “inclusão”. Alguns casos exemplificam bem que, em algum ponto, já se perdeu a noção do limite.

A Igreja da Noruega – luterana – até o início do ano era a religião oficial do país. Apesar da formalização de um Estado laico, ela continua a ser totalmente financiada pelo governo e tem fortes vínculos com ele. Obviamente, os eventos de Natal em escolas públicas ainda são bastante religiosos.

Por isso, os cristãos ficaram chocados quando foi divulgado que algumas escolas, como a Stigeråsen, na cidade de Skien, este ano, além da leitura de versos da Bíblia por parte dos alunos, incluirão um trecho do Alcorão. A justificativa é que a festa cristã é focada em Jesus, a quem o Islã também considera um profeta, embora não o aceite como Filho de Deus.

Não ficou claro como os professores “conseguem achar que Allah e o Alcorão tem algo a ver com o Natal”, ressaltou o Gatestone Institute, que vem denunciando a rápida islamização cultural europeia.

Para o Gatestone, esses “esforços multiculturalistas irão arruinar o Natal”. O VG, maior jornal da Noruega, fez uma “checagem de fatos” e confirmou que o relato era verdadeiro. A exposição dessa notícia gerou revolta em muitos cristãos noruegueses. Procurada pela imprensa, a secretária de educação da Skien, Grete Gjelten, argumentou que a decisão de incluir os versos do Alcorão, era para “criar respeito e compreensão entre diferentes religiões”, uma vez que há alunos da escola que não são cristãos.

Mas esse não é um caso isolado. A Tesco, uma rede multinacional de supermercados com mais de 6800 lojas, incluiu no comercial natalino desse ano duas mulheres islâmicas comprando um peru para comemorarem o Natal. A propaganda aliás, mostra vários tipos de famílias, incluindo um casal homossexual. Só não mostra cristãos comemorando a festa que deveria ser cristã.

Pelas redes sociais, cristãos protestaram contra a sutil, mas clara, tentativa de islamizar algo que sequer é mencionado pelo Alcorão. Alguns propuseram um boicote à empresa pois identificaram que ela está promovendo uma islamização da cultura do país.

A Tesco rebateu, afirmando que sua visão de Natal é “inclusiva”, por isso o lema deste ano é “todos são bem-vindos”.

O que a rede de supermercados ignora é que muçulmanos comemorem o Natal é algo proibido pela sua religião. Para alguns líderes islâmicos, o ato de simplesmente desejar “Feliz Natal” é algo pior do que fornicação ou assassinato.

O imã Abu Mussab Wajdi Akkari, nascido no Líbano, ensina que um muçulmano celebrar o Natal é o “pior crime”. Isso seria participar de uma “religião falsa” e a pior forma de paganismo.

O imã se refere a shirk que significa idolatria e kufr que significa descrença. Portanto, envolver-se de alguma forma com o Natal é tanto idolatria quando um ato de descrença. Isso é consistente com o tafsir (interpretação ou exegese) do Alcorão que diz que lutar contra cristãos e judeus é legal pois eles são idólatras e descrentes.

CUBA ESTÁ SEM EMBAIXADOR NO BRASIL E RECUSA VISTO A DIPLOMATAS BRASILEIROS

Ditadura comunista caribenha praticamente força ruptura diplomática desde que Temer assumiu o governo. Motivo? Bilhões de reais pararam de ser dados de presente.

Após “mamar” bilhões do Brasil, a ditadura de Cuba agora hostiliza o governo brasileiro. Retirou sua embaixadora e faz a grosseria de nem sequer responder aos pedidos de agrément para embaixador brasileiro em Havana. Somente em duas jogadas, nos governos do PT, em dois anos, Cuba embolsou R$7,2 bilhões do Brasil: R$2,7 bi para o porto de Mariel, construído pela Odebrecht, e R$4,5 bilhões do “Mais Médicos”. As informações são do jornalista Cláudio Humberto, da coluna Diário do Poder.

A derrocada petista e a punição aos corruptos fez secar a fonte de dinheiro fácil, daí a hostilidade de Cuba contra o governo brasileiro. José Sarney (PMDB) refez as relações com Cuba, que sempre teve do Brasil apenas gentilezas. Só nos governos do PT, quase R$10 bilhões. 

Último embaixador brasileiro, Cesário Melantonio deixou Havana em 13 de abril. A embaixadora cubana foi retirada de Brasília há um ano. Cuba já recusou três indicações de embaixadores em Havana. A indicação mais recentemente ignorada foi a do diplomata Fred Meyer.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

STF julgará em breve se Polícia Federal pode conduzir delação premiada

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir em breve se a Polícia Federal pode firmar acordos de delação premiada. Em abril de 2016, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou uma ação à corte pedindo que as delações fossem conduzidas apenas pelo Ministério Público. Ele argumenta que a PF não teria poderes para fixar penas. O resultado do julgamento deve destravar uma parte importante da Lava-Jato.

Existem hoje ao menos duas delações conduzidas pela Polícia Federal aguardando a homologação do ministro Edson Fachin. Antes de tomar a posição, ele quer que o plenário firme um entendimento sobre a polêmica. São os depoimentos do empresário Marcos Valério e do publicitário Duda Mendonça, ambos réus no mensalão que também são suspeitas de envolvimento com o esquema desvendado pela Lava-Jato.

O relator da ação da PGR, ministro Marco Aurélio Mello, concorda que o ideal é o tribunal primeiro julgar em plenário, para depois os ministros do tribunal começarem a decidir se homologam ou não esse tipo de delação. Em agosto, embora não tenha dito como votará, ele deu declaração estranhando que se queira impedir as pessoas de prestar depoimento.

“Para mim, delação nada mais é que um depoimento. Agora, é interessantíssimo. Começa um depoimento frente à polícia e aí, se o investigado quiser adiantar fatos, o delegado vai dizer: “Para, para, para, aqui não”?”, questionou Marco Aurélio em agosto, em declaração à imprensa.

A ação de Janot foi mais um capítulo da disputa entre PF e Ministério Público em torno das investigações da Lava-Jato. As duas instituições têm condutas distintas nas apurações – o que muitas vezes resulta em desentendimentos públicos entre os investigadores.

Para Janot, os trechos da Lei das Organizações Criminosas que permitem à PF celebrar acordos de delação com investigados são inconstitucionais, porque violam o devido processo legal e o sistema acusatório. O ex-procurador-geral argumenta que a Constituição Federal dá ao Ministério Público a tarefa de conduzir as apurações. Portanto, somente o MP poderia negociar benefícios para os delatores, como o perdão judicial ou a redução da pena em caso de condenação.

Janot pede que os acordos de delação firmados até agora por delegados de polícia tenham a validade mantida, para evitar prejuízo para investigações e colaboradores. E que a proibição de atuação da PF nesse setor seja aplicada a partir do julgamento do STF.

Em agosto, Marco Aurélio recebeu o então diretor geral da PF, Leandro Daiello. Na ocasião, o ministro criticou as desavenças entre o MP e os policiais.

“O encontro teve como móvel, infelizmente, uma queda de braço indesejável do Ministério Público com a Polícia Federal. Eu não vejo com bons olhos (as disputas). Acho que cada qual deve atuar na sua área e respeitando a atuação alheia”, declarou à época.

A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou parecer ao STF defendendo a legalidade de acordos de delação premiada firmados com a PF. “A possibilidade conferida pela lei à autoridade policial de firmar acordo de colaboração premiada no curso do inquérito objetiva dotar o Estado de mais um instrumento de combate à criminalidade e assegurar a efetividade da investigação penal. O Estado não pode abrir mão de mecanismos que o permita desarticular o crime organizado”, diz o parecer.

No documento, a AGU lembra que a lei é clara ao afirmar que o delegado de polícia só pode conduzir a colaboração premiada com o investigado durante a fase de inquérito. Se for instaurada a ação penal, a PF já não poderia mais atuar no caso.

Fonte: Extra

Foicebook é acusado de manipular o fluxo de informações contra conservadores

Página “Conservadorismo do Brasil” foi banida arbitrariamente acusada de “discurso de ódio”

Facebook é acusado de manipular conteúdo contra conservadores

O Facebook, maior rede social do mundo, voltou a ser acusada de manipular dados para diminuir o alcance de páginas conservadoras. O jornal The New Tork Times, em editorial assinado pelo jornalista Stevan Dojcinovic, afirma que Mark Zuckerberg está tratando seus usuários como “cobaias”.

Dojcinovic diz que o Facebook usou sua nação, a Sérvia, como um “laboratório” ao restringir a livre circulação de informações em um país que já teve problemas muito sérios com a censura.

“A organização independente e sem fins lucrativos de jornalismo investigativo onde sou o editor-chefe é um desses infelizes ratos de laboratório”, acusou Dojcinovic. “No mês passado, notamos que nossas histórias deixaram de aparecer no Facebook, como de costume. Fiquei sem chão. Nossa maior fonte de tráfego, que representa mais da metade de nossas visualizações mensais de páginas, foi prejudicada. Eu pensei que era alguma falha, mas não era”.

Segundo o jornalista investigativo, o Facebook escolheu a Sérvia e outros países pequenos, para testar uma estratégia de exclusão de páginas alternativas de notícias, ou seja, que não são parte da grande mídia.

“O Facebook permitia que os sérvios não estivessem presos aos canais convencionais e podíamos levar nossas histórias a centenas de milhares de leitores. Contudo, enquanto a rede social afirma que está combatendo as “fake news”, está à beira de nos arruinar”, lamenta Dojcinovic.

“Essas experiências arbitrárias de Mark Zuckerberg são muito perigosas. Os principais canais de TV, os principais jornais e pessoas ligadas a interesses políticos não terão problemas para comprar anúncios no Facebook ou encontrar outras formas de alcançar seus públicos. São organizações pequenas e alternativas como a minha que sofrerão”, disparou.

Ele fez uma mea culpa, “Nós, jornalistas, somos responsáveis por isso também. Usávamos o Facebook para alcançar nossos leitores pois era conveniente, então investimos tempo e esforço para marcar nossa presença lá, ajudando a rede a se tornar o monstro que é hoje. Mas o que está feito, está feito. Ela é uma empresa privada, que não prestas contas a ninguém, que parece ter assumido o ecossistema de mídia do mundo.”.
Usuários são cobaias

O Facebook sabidamente faz experiências com seus usuários sem o seu conhecimento. A empresa já conseguiu manipular as emoções dos usuários em testes que tentaram tornar as pessoas mais negativas através das postagens do Facebook.

Nos Estados Unidos, o senador democrata Al Franken pediu a regulamentação de empresas de tecnologia, incluindo redes sociais. Ele afirmou que o Facebook tem muito poder ao “escolher qual conteúdo chega aos consumidores e qual não chega”.


Um dos casos que mais chamou atenção nos Estados Unidos foi do usuário Allen Muench, um aposentado de 62 anos que reside em St. Louis, Missouri. Ele passa boa parte de seu tempo divulgando uma página conservadora no Facebook que frequentemente apoia o presidente Donald Trump e critica os liberais.

Recentemente, ele foi banido do Facebook e tentou fazer algo do ponto de vista legal, mas sem sucesso. Como empresa privada, a rede pode banir quem quiser. Muench disse à imprensa que “Nossa maior dificuldade é o viés político do Facebook e o modo como ele implementa suas diretrizes de Padrões Comunitários. Parece que o Facebook obriga conservadores, mais que liberais, a seguir essas diretrizes.”

Esse mesmo tipo de situação ocorre no Brasil com relativa frequência. A página Conservadorismo do Brasil foi apagada pelo Facebook este mês.

Em contato com o Gospel Prime, Everthon Garcia, um dos responsáveis pela página afirmou: “O Facebook é o símbolo do capitalismo com mentalidade de esquerda, não é a primeira vez que a rede social baniu arbitrariamente páginas anti-esquerda. Em julho do ano passado, nossa página Conservadorismo do Brasil com mais de 160 mil curtidas foi banida sem apresentar justificativas, neste mesmo dia mais de 19 páginas anti-esquerda também foram censuradas. Causa estranheza que eles apliquem seus termos de serviço praticamente apenas a páginas conservadoras, nos acusando de ‘discurso de ódio’. Há dezenas de páginas que violam os termos de serviço da rede social de forma constante”.
Lobby das redes sociais

No mês passado, o presidente executivo do site conservador Breitbart News, Steve Bannon, apoiador da regulamentação das grandes empresas de tecnologia, tomou forte posição “contra os Lordes do Vale do Silício”. Ao mesmo tempo, Google, Facebook e Twitter gastaram milhões de dólares pressionando o Congresso quando cresceu a ameaça de uma regulamentação.

Conforme a CNBC, “o Google gastou U$ 4,17 milhões no lobby do Congresso no último trimestre”, enquanto “o Facebook gastou U$ 2,85 milhões” e “o Twitter gastou U$ 120 mil”.

Em outubro, o CEO de uma grande empresa de publicidade americana chamou o Google de “ditador” do mercado publicitário, enquanto um relatório da revista Vice mostrou os planos do CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, de “influenciar a política americana para as gerações vindouras”. O fundador da rede social já deu a entender que, no futuro, pretende se candidatar à presidência dos EUA.

Disney apresenta sua primeira 'Princesa travesti' em série infantil com beijo gay

Ideologia de gênero em produções dos canais da Disney desagrada conservadores

Disney apresenta sua primeira "Princesa travesti"

O canal Disney XD apresentou a primeira “princesa travesti” na mesma série de animação que já gerou controvérsia por apresentar pessoas do mesmo sexo se beijando. Segundo o site especializado EW, o mais novo episódio de “Star vs. as Forças do Mal” mostra o personagem Marco Diaz assumindo a identidade de uma princesa chamada Turdina. Rapidamente, ativistas LGBT comemoraram a decisão da gigante do entretenimento.

“Marco está prestes a revelar a verdade aos outros alunos quando a diretora do Reformatório, Srta. Heinous, o desmascara, puxando a camisa dele para revelar os pelos em seu peito. Mas as outras princesas ficam ao lado de Marco”, detalhou o EW.

“Isso não prova nada. As princesas podem ser peludas”, grita uma das princesas. “O que importa se ela é um menino? Nada que ela disse estava errado”, exclama outra.


Ouve-se o argumento e outra das princesas: “Turdina é um estado de espírito. Ele pode ser uma princesa se ele quiser!”

A editoria LGBT do influente site Huffington Post classificou a cena de “um momento bonito, que poderia ser extremamente influente para as crianças que estão absorvendo as ideias sobre o que significa ser um menino ou uma menina – ou qualquer outro gênero – e o que alguém pode ou não fazer dependendo de como ele se identifica”.

No início do ano, essa mesma série da Disney XD apresentou uma cena com vários casais gays se beijando.

Grupos conservadores, como a Associação de Famílias da América (AFA), advertiram que a Disney apresentar personagens homossexuais para crianças é algo perigoso e pode ter “consequências graves e eternas”.

“Não é certo a Disney querer assumir o papel dos pais e decidir quando exibir a nossas crianças esses ‘estilos de vida alternativos’. Não estou dizendo que é errado que as crianças saibam que gays e lésbicas existem, mas são os pais que deveriam explicar isso a elas. A Disney não deveria impor esse assunto”, disse Ed Vitagliano, vice-presidente executivo da AFA.

Outro canal do grupo, o Disney Channel recentemente apresentou o primeiro personagem gay adolescente na série infantil “Andi Mack”. A nova temporada do programa vai mostrar a “trajetória de autodescoberta” do personagem Cyrus (Joshua Rush), um menino de 13 anos que possui “sentimentos românticos” por Jonah (Asher Angel).

A criadora do show, Terri Minsky, explicou que seu objetivo era fazer de Andi Mack um programa “apropriado para todos os públicos” e, ao mesmo tempo, enviar uma “mensagem poderosa sobre inclusão e respeito pela humanidade”.

Após essa série de programas com ideologia de gênero, o evangelista Franklin Graham vem alertando os pais sobre os rumos da Disney e desaconselhando que deixem as crianças assistirem a estes programas. 

Com informações Christian Post

Assista:

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Arte? Vaca crucificada em igreja gera revolta

Exposição em templo na Bélgica pretendia ser “protesto contra fome no mundo”

Arte? Vaca crucificada em igreja gera revolta

Uma vaca feita de poliéster branco crucificada em uma cruz branca, diante de uma “piscina” de leite, dentro de uma igreja. Essa é a instalação “Holy Cow” [Vaca Sagrada], do artista plástico Tom Herck, que está atraindo a ira dos cristãos da Bélgica.

O site Observatório da Cristofobia divulgou que, ao contrário do que afirma Herck, a imagem é considerada ofensiva sim. Alguns cristãos belgas foram protestar na porta da pequena capela católica da cidade de Borgloon no domingo (19).

Nos últimos anos ela estava fechada, mas continua sendo um templo cristão, uma vez que ainda pertence à diocese de Hasselt. O local foi alugado para funcionar como uma galeria temporária, mas aparentemente não se sabia o que seria exposto nele. Os católicos da cidade estão invocando o que consideram uma “profecia” de João Batista Vianney, um padre famoso na região no século 19: “Deixem uma paróquia vinte anos sem um sacerdote e acabaremos adorando os animais”.

Segundo o site do artista, o objetivo da instalação seria protestar sobre a fome no mundo e gerar um debate sobre o desperdício de comida. “A sociedade ocidental moderna e sua economia não estão conscientes da destruição da terra e do capital humano (a vaca crucificada é símbolo da indústria alimentar industrial, o leite simboliza o desperdício e a igreja representa o rompimento com a tradição)”, diz o release.

Vaca com uma coroa de espinhos.

Contudo, é possível ver nas outras esculturas da exibição que se trata de uma clara provocação ao cristianismo. Uma das peças é uma cabeça de vaca com uma coroa de espinhos na cabeça e uma cruz no focinho. No site de Herck ele afirma que gosta de “questionar o papel da religião”.

A exibição continuará no local até 3 de dezembro e está sendo celebrada pelos críticos de arte belgas como ‘provocante’ e ‘desafiadora’, mas para os cristãos que protestavam no domingo, era simplesmente “blasfêmia”.

Esta não é a única obra de Herck que ridiculariza a figura de Jesus. Na escultura que colocou numa praça de Bruxelas no ano passado, a imagem de Cristo foi pintada em uma das “cartas” que fazia parte de um castelo de cartas de concreto, onde estavam representados tiranos como Hitler e Napoleão.

Imagem de Cristo pintada em uma das “cartas”.


Assista:

Câmara: CCJ dá aval para proposta que prevê fim do foro privilegiado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou em sessão nesta quarta-feira (22) uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que que prevê o fim do chamado foro privilegiado em casos de crimes comuns.

Texto ainda precisa passar por comissão especial e pelo plenário da Casa. Se virar lei, deputados, ministros e senadores, por exemplo, perderiam prerrogativa de só serem julgados no STF

Na prática, a PEC acaba com o direito de autoridades, como ministros e deputados, responderem a ações penais em instâncias superiores. A proposta mantém o foro privilegiado apenas para os cargos de presidentes da República, da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF).

A emenda constitucional já foi aprovada em dois turnos pelo Senado. Se aprovado pela CCJ da Câmara, o texto ainda terá que ser analisado por uma comissão especial, a ser criada exclusivamente para apreciar a PEC, e submetido a mais dois turnos de votação no plenário da Casa com os votos de pelo menos 308 dos 513 deputados.

Com a leitura do parecer na manhã desta quarta, os integrantes da comissão não tiveram direito ao prazo regimental de duas semanas para analisar a proposta. Isso porque, segundo o presidente da CCJ, deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), o prazo de análise já havia sido concedido.

Fonte: G1

Câmara adia votação de PEC que pode proibir aborto no país

A reunião da comissão especial da Câmara que analisa a PEC 181 foi suspensa nesta terça-feira (21), devido ao início da Ordem do Dia no Plenário. Porém, uma nova reunião já está marcada para esta quarta-feira (22). O texto-base foi aprovado no último dia 8.

Antes de iniciar a reunião, os integrantes da comissão especial tentaram um acordo em relação ao parecer do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP). O texto já aprovado aumenta o período de afastamento da mãe de 120 dias para até 240 dias – item com apoio irrestrito – mas, segundo deputadas, poderá também inserir na Constituição a proibição de todas as formas de aborto no país.

Atualmente, o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) não considera crime o aborto praticado nos casos em que a gestação decorre de estupro ou põe em risco a vida da mulher. Em abril de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que não é crime a interrupção da gravidez quando o feto apresentar má formação do cérebro (anencefalia).

Os defensores do texto aprovado se comprometeram a deixar claro que não haveria nenhuma alteração em relação ao que está previsto no Código Penal. A bancada feminina recusou a hipótese, defendendo a manutenção apenas do trecho que trata da licença do trabalho para as mães de prematuros, como era a intenção inicial das duas propostas de emenda à Constituição (PECs 181/15 e 58/11) em análise no colegiado.

Fonte: Jornal do Brasil