quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Deputada petista Maria do Rosário a defensora dos criminosos tem o carro roubado em Porto Alegre

Parlamentar carregava com bagagem seu Citroen Aircross no bairro Chácara das Pedras, para viagem, quando assaltantes chegaram

Parlamentar teve de entregar o carro 

A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), defensora contumaz de marginais teve o carro roubado no bairro Chácara das Pedras, na zona norte de Porto Alegre, no início da noite desta quarta-feira (27). 

De acordo com o comunicado feito pela parlamentar à Brigada Militar (BM), ela e o marido, Eliezer Pacheco, estavam em frente à casa deles, carregando com bagagem o seu Citroen Aicross para uma viagem. Por volta das 19h, três ladrões chegaram em um veículo vermelho, cujo modelo não foi identificado, e anunciaram o assalto. Pelo menos um dos assaltantes estava armado. 

O veículo da deputada foi levado com pertences pessoais. Segundo informações preliminares, os ladrões fugiram em direção à Avenida Saturnino de Brito, na Vila Jardim. A BM realizou, na noite de quarta-feira, buscas na região para tentar localizá-lo, mas não obteve sucesso até as 23h15min. Maria do Rosário e o marido não sofreram ferimentos.

Em nota divulgada no fim da noite, a assessoria da parlamentar confirmou que o casal passa bem (confira a íntegra abaixo). 

Outro caso

Esta não foi a primeira vez que a deputada virou alvo de ladrões de veículos em Porto Alegre. Em março de 2006, ela buscava a filha, então com cinco anos, na casa da mãe, no bairro Jardim do Salso, quando três homens armados abordaram a parlamentar e o motorista. Maria do Rosário recém havia descido do carro, um Siena, quando os bandidos anunciaram o assalto. Na ocasião, além do automóvel, os assaltantes levaram documentos e pertences pessoais. Na mesma noite, a Polícia Civil prendeu dois suspeitos por receptação e localizou o veículo.

Nota oficial

Leia, na íntegra, o que disse a assessoria de imprensa de Maria do Rosário sobre o crime desta quarta-feira: 

Informamos que a deputada federal Maria do Rosário e seu esposo, Eliezer Pacheco, foram vítimas de assalto na tarde desta quarta-feira (27), em Porto Alegre. 

Além do carro, foram levados pertences pessoais. O boletim de ocorrência já foi realizado. Brigada Militar e Polícia Civil foram acionados e prestaram pronto atendimento. 

Rosário e Eliezer passam bem.

Israel não tolerará escalada militar do Hamas, diz Netanyahu

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, advertiu nesta quarta-feira (27) ao movimento islamita palestino Hamas que não tolerará uma “escalada” militar, e ameaçou recorrer a “todos os meios” para defender seu país, de acordo com a agência ‘France Presse’.

Tensão entre palestinos e israelenses aumentou após Donald Trump reconhecer Jerusalém como capital de Israel

O primeiro-ministro fez o alerta após o aumento das tensões e da violência provocadas com a decisão do presidente americano, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.

Desde o anúncio, no dia 6 de dezembro, 12 palestinos morreram durante confrontos na Faixa de Gaza e na Cisjordânia ocupada, enquanto lançam foguetes do enclave palestino, controlado pelo Hamas, em direção ao sul de Israel sem deixar vítimas.

“Não permitiremos e não toleraremos nenhuma escalada por parte do Hamas e de outros componentes terroristas contra o Estado de Israel”, afirmou o primeiro-ministro durante uma cerimônia em uma base aérea.

Tensão crescente 

Desde o anúncio do presidente Trump, manifestantes palestinos se reúnem às sextas-feiras em frente ao muro na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza, o que dá lugar a lançamentos de pedras, aos quais soldados responderam com disparos.

Também há uma tensão crescente na Cisjordânia, onde nesta quarta-feira (27) dezenas de palestinos entraram em confronto com soldados israelenses, que lançaram gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes.

O primeiro-ministro reafirmou que Israel “não permitirá às forças militares iranianas estabelecer bases na Síria para nos atacar”.

Teerã, poderoso aliado do regime sírio de Bashar al Assad, envia à Síria “assessores militares” e “voluntários” para combater grupos rebeldes e extremistas.

Fonte: G1

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Com apenas 3 partidas, Tiffany bate recorde e deixa evidente injustiça de transexuais competirem em times femininos.

“Primeira transexual a jogar a Superliga na história, Tiffany trouxe retorno rápido ao Bauru, time que decidiu apostar em sua contratação. Na derrota para o Fluminense por 3 a 2 nesta sexta-feira, ela bateu seu recorde e marcou 30 pontos. Em apenas três partidas, ela já soma 70. Foram 15 em sua estreia na derrota de 3 a 2 para São Caetano e 25 na vitória de 3 a 1 contra o Pinheiros. Os números a transformam já na maior pontuadora em média da competição. Ela tem 5 pontos por set na Superliga, superando os 4,88 de Tandara, de Osasco, que até então era a líder no fundamento.”

A discussão que gira em torno da contratação de Tiffany é exatamente sobre a desigualdade de força, o que torna a competição injusta.

Ainda na matéria do site esportivo, é noticiado:

“Com Tiffany, Bauru passa a sonhar não só em se classificar, mas também em conseguir uma posição melhor para entrar nos playoffs. Atualmente com 17 pontos na tabela, a equipe do interior tem apenas um ponto a menos que Barueri e Pinheiros, que atualmente ocupam, respectivamente, a sexta e a sétima colocação.”

É uma notícia que evidencia que aqueles que estão sendo acusados de homofobia por se posicionarem contra transexuais em times femininos estão certos: não é justo. Em nome do politicamente correto, as mulheres irão perder espaço no esporte cada vez mais.

Na Colômbia, cristãos são perseguidos por guerrilheiros comunistas da (ELN)

Exército de Libertação Nacional domina o interior da Colômbia

Cristãos são perseguidos por guerrilheiros comunistas

A guerrilha comunista das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) tinham assinado um acordo de paz, em setembro de 2016, com o governo do país. Isso rendeu um prêmio Nobel da paz ao presidente Juan Manuel Santos. Mesmo assim, eles ainda praticam o terrorismo em regiões remotas da selva amazônica, que cobre 40% do território.

Segundo o recente relatório da missão Portas Abertas, os guerrilheiros continuam ameaçando líderes evangélicos, que muitas vezes são forçados a fugir para não morrerem. Eles testemunham que o acordo de paz não representou o fim da violência no país. Pastores, suas famílias e as comunidades cristãs do interior continuam enfrentando ameaças e perseguições.

O pastor Álvaro Ramírez* também é um líder comunitário em sua cidade. Ele diz que: “Apesar de estar aqui por muitos anos, pedi que minha denominação me transferisse. Me entristece deixar a aldeia e ter de começar do zero, mas as ameaças não param. Eles me proibiram de entrar nas comunidades da empobrecida Chocó”. O local é dominado pela organização guerrilheira comunista do Exército de Libertação Nacional (ELN), uma ala mais radical das FARC.

No leste do país, a vida do pastor Rubens* foi ameaçada mais de cinco vezes nos últimos quatro meses. “Primeiro, ameaçaram matar meus pais, depois a mim. Homens armados cercaram minha casa e minha congregação, e quando dois deles bateram em minha porta, eu sabia que era muito perigoso e me escondi “, relata.

A vida nas áreas rurais é muito dura. O recrutamento de menores para a guerrilha persiste. O pastor Francisco Vivas* informa que, em janeiro de 2017, obteve permissão para resgatar oito crianças das mãos das FARC. Eles foram sequestrados, levados para a selva e treinados como guerrilheiros.

O governo colombiano não cumpriu suas promessas aos combatentes. Os serviços básicos de habitação, saúde, alimentação, etc., não foram entregues. Com isso, alguns ex-guerrilheiros voltaram à atividade, fazendo parte da multidão de dissidentes que hoje trabalha para os cartéis de droga. 

Com informações de Portas Abertas

* Os nomes foram modificados por questões de segurança.

China derruba árvores natalinas e espiona igrejas no Natal

Guerra ao Natal é uma ação coordenada do Partido Comunista da China

China derruba árvores natalinas e espiona igrejas no Natal

Em 2017, o regime do Partido Comunista da China desencadeou a repressão de Natal mais severa dos últimos anos. Dezenas de milhões de cristãos chineses celebraram a data religiosa em segredo e com medo.

Segundo a imprensa internacional, cultos e missas em igrejas foram restringidos e monitorados por câmeras. Também há relatos que árvores de Natal foram derrubadas e autoridades locais patrocinaram “protestos contra o Natal” para minimizar o impacto da celebração cristã.

A ChinaAid, uma ONG cristã que monitora a perseguição religiosa em território chinês divulgou um relatório com várias denúncias sobre funcionários do governo e do aparato de segurança dedicando-se a eliminar as celebrações natalinas este ano.

Por exemplo, o Departamento de Segurança Pública de Anqing, cidade na província de Anhui, emitiu um comunicado em 21 de dezembro chamado “Proibição de qualquer atividade relacionada ao Natal”. Nenhuma rua poderia ter demonstrações de “qualquer atmosfera de celebração”, isso incluía árvores de Natal, Papai Noel ou qualquer outro item comumente associado ao Natal.

Na capital Pequim, filmagens postadas na internet mostram uma grande árvore de Natal sendo derrubada por um grupo de homens vestidos de preto.

Na província de Zhejiang, a ChinaAid obteve imagens de um grupo de pessoas desfilando nas ruas com a bandeira da China e gritando palavras de ordem como: “Boicotem o Natal!” e “Diga não ao Natal!”

O principal ataque foi contra as igrejas. Elas foram desencorajadas e, em diferentes cidades, proibidas pelo governo de realizarem cultos ou celebrações na véspera ou no dia de Natal. Essa restrição era válida tanto nas “igrejas domésticas” como também nas “Igrejas oficiais” – instituições sancionadas pelo Estado que são controladas pelo regime.

O relatório da ChinaAid cita um cristão da cidade de Heshan, província sulista de Guangdong, lamentando que funcionários do Departamento da Segurança Pública “assumiram o controle” de igreja local e instalaram várias câmeras de vigilância na entrada do templo duas semanas antes do Natal.

A repressão é ainda mais severa para as muitas igrejas domésticas, que são consideradas ilegais. Elas são reuniões feitas nas casas e não possuem nenhum tipo de registro junto ao Partido Comunista. Uma fiel da cidade de Tonghua, província de Jilin, Nordeste da China, reclamou que o Departamento da Segurança Pública local proibiu “qualquer reunião com mais de oito pessoas” na semana do Natal.

Uma opção dos pastores foi mudar as celebrações de Natal para o início de dezembro, ou simplesmente não fazer cerimônias públicas.
Guerra ao Natal

O Partido Comunista da China defende oficialmente uma ideologia ateia, baseada no pensamento de Mao Tsé-tung. Os membros do Partido não podem ter religião e desde que Xi Jinping assumiu o poder estima-se que a perseguição religiosa cresceu 700%.

Essa repressão renovada, chamada por alguns de “Guerra ao Natal” na China, é motivada pelo temor do regime comunista de uma “influência ocidental”. Para eles, a religião é uma ameaça potencial à sua ideologia estatal e, portanto, à estabilidade do regime. Mesmo assim, o cristianismo continua crescendo no país. 

Com informações de China Aid e The Epoch Times

Animação 'A Estrela de Belém' é proibida na socialista França por ser 'cristã demais'

Longa conta a história do nascimento de Jesus pela ótica dos animais

"A Estrela de Belém" é proibida na França por ser "cristã demais"

A cidade de Langon, no Estado de Gironde, como quase toda
a França usa um padrão duplo nas questões religiosas. Ao mesmo tempo que permite orações muçulmanas nas ruas às sextas-feiras, fechando ruas e desviando o trânsito para garantir a “liberdade” de seus cidadãos, usa o argumento de Estado laico toda vez que a questão envolve o cristianismo.

Uma animação norte-americana sobre o Natal, chamada “A Estrela do Natal” em francês (por aqui é A Estrela de Belém) foi proibida de ser apresentada para alunos das escolas públicas de Langon. O argumento é que ela era “cristã demais”.

O longa conta a história do nascimento de Jesus pela ótica dos animais que estariam envolvidos na jornada da Sagrada Família até Belém. Mais de 80 alunos de uma escola municipal assistiam ao filme no cinema Le Rio, quando alguns professores pediram que a exibição fosse interrompida, mesmo estando perto do fim.

Ao perceberam diversas menções ao nome de Jesus Cristo, disseram que os alunos não deveriam vê-lo. As crianças foram obrigadas a voltar para casa sem saber o final do filme.

Cartaz de Estrela de Belém na França

O argumento de alguns professores é que a sinopse e o cartaz do filme não deixavam claro sobre o que era a trama. O material em português diz: “Um pequeno, porém bravo, asno chamado Bo, anseia por uma vida melhor. Um dia ele encontra a coragem de se libertar, e junto de seus novos amigos começa uma jornada. Agora eles seguem uma estrela e acabam se tornando heróis acidentais na maior história já contada”.

O caso chamou atenção da imprensa de toda e Europa, pois é mais um exemplo claro do que vem sendo chamado com frequência cada vez maior de “Cristofobia”.

Esse “secularismo unilateral” da França vem ganhando as manchetes dos jornais após o Tribunal Administrativo, maior instância judicial da França ter ordenado no mês passado que seja removida uma cruz que ornamentava a estátua do papa João Paulo II na cidade de Ploërmel.

O mesmo tribunal ordenou a remoção de um presépio montado em frente à prefeitura da cidade de Béziers no início de dezembro. O argumento é sempre o mesmo, religião não tem lugar em espaços do governo e a religião é uma questão privada, devendo ser mantida dentro dos templos. Com informações de Le Figaro

Assista ao trailer:

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Israel diz que 10 países já planejam mudar suas embaixadas para Jerusalém

Benjamin Netanyahu promete: "Haverá mais países"

10 países planejam mudar suas embaixadas para Jerusalém

Após a decisão de Donald Trump em anunciar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e prometer a mudança de sua embaixada de Tel Aviv para a cidade santa, o governo israelense convidou outras nações para fazerem o mesmo.

Em anúncio oficial nesta segunda-feira (25), a Guatemala ganhou as manchetes internacionalmente ao anunciar que também fará a mudança. Mas Tzipi Hotovely, representante do Ministério da Relações Estrangeiras de Israel disse que 10 países já entraram em contato e preparam-se para oficializar a decisão.

Durante uma entrevista nesta tarde, ela se recusou a anunciar oficialmente com que lídereso Estado Israel estava conversando, mas a emissora de TV Canal 10 informou que o próximo país a decretar a mudança da embaixada deve ser Honduras.

Israel e Honduras, que faz fronteira com a Guatemala, estreitaram seus laços nos últimos anos e, em 2016, assinaram um acordo no qual Israel concordou em apoiar as forças armadas do país centro-americano de uma maneira sem precedentes, visando combater o crime organizado.

O presidente hondurenho, Juan Orlando Hernandez, foi reeleito no início deste mês. Ele é formado pela MASHAV, Agência de Israel para a Cooperação Internacional para o Desenvolvimento, e viveu em Israel durante o treinamento.

Juntamente com a Guatemala, Honduras foi uma das nove nações que votaram “não” na semana passada quando a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução que declara o reconhecimento dos Estados Unidos sobre o status de Jerusalém “nulo e sem efeito” .

Ao contrário da Guatemala, cuja embaixada ficou em Jerusalém entre o início da década de 1950 até 1980, Honduras nunca teve sua embaixada na capital de Israel.

O orador do Knesset, Yuli Edelstein, anunciou em um evento do partido Likud que chefes parlamentares de outros dois países haviam falado com ele sobre mudar tirar suas embaixadas de Tel Aviv. Agências de notícias internacionais informaram esta semana que representantes de Romênia e Eslováquia estavam trabalhando em seus respectivos países para mudar de cidade as suas representações diplomáticas.

Outros países que também estariam em conversas para mover suas embaixadas são o Paraguai e Togo, que votou em favor de Israel na Assembleia Geral da ONU na semana passada.

A Guatemala foi a primeira nação a se comprometer a transferir sua missão para Jerusalém depois do anúncio de Trump, dia 6 de dezembro, embora o Departamento de Estado dos EUA afirma que a mudança deles dificilmente ocorrerá antes de 2020. As Filipinas e a República Checa também reconheceram Jerusalém como a capital de Israel, mas não anunciaram planos para suas embaixadas. A Rússia reconheceu Jerusalém Ocidental como capital de Israel em abril, mas nada declarou sobre sua embaixada.

A opção do Brasil tem sido seguir as resoluções das Nações Unidas, e não pretende mudar a embaixada nem reconhecer Jerusalém como capital de Israel.
Netanyahu promete: “Haverá mais países”

O presidente da Guatemala, Jimmy Morales, que é evangélico, anunciou no domingo que, após conversas com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, decidiu instruir o Ministério das Relações Exteriores para que mudasse a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém.

“Caro povo da Guatemala, falei como primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Falamos sobre as excelentes relações que temos tido enquanto países, desde que a Guatemala apoiou a criação do Estado de Israel… Um dos temas mais importantes [da conversa] foi o retorno da embaixada da Guatemala a Jerusalém. Então, informo que instruí à chanceler a iniciar a respectiva coordenação para que isso aconteça”, escreveu o presidente guatemalteco em uma mensagem no seu perfil do Facebook.

O embaixador israelense na Guatemala, Matty Cohen, disse na Rádio do Exército que não há data definida para a mudança da embaixada, mas que ela deve ocorrer logo após a dos Estados Unidos.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comemorou na segunda-feira a decisão da Guatemala, prevendo que outros países logo seguiriam o exemplo.

“Deus te abençoe, meu amigo, presidente Jimmy Morales. Deus abençoe nossos países, Israel e Guatemala”, disse Netanyahu na reunião semanal da facção do Likud no Congresso.

Aos repórteres presentes, anunciou: “Eu lhe disse recentemente que outros países iriam reconheceriam Jerusalém e moveriam suas embaixadas. Repito: haverá mais, isso é apenas o começo”. 

Com informações de Times of Israel

Em mensagens de Natal, papa comunista compara José, Maria e Jesus com muçulmanos

Na homilia de Natal, Francisco falou sobre dividir Jerusalém com os palestinos

Em mensagens de Natal, Papa compara José, Maria e Jesus com muçulmanos

Seguindo a tradição, o Papa Francisco fez dois discursos públicos em celebração ao Natal. O primeiro, na noite do dia 24, foi durante a chamada “missa do Galo”.

Nela, chama a atenção a comparação da família de Jesus com a situação dos migrantes muçulmanos que invadiram a Europa nos últimos anos. O pontífice lembrou a situação deles com a seguinte comparação: “Nos passos de José e Maria, vemos hoje as pegadas de famílias inteiras que são obrigadas a partir, milhões de pessoas que não escolhem partir, mas são obrigadas a separar-se dos seus entes queridos, são expulsas da sua terra”.

Disse ainda, lembrando o anúncio dos anjos aos pastores sobre a chegada do Messias, “Eis a alegria que somos convidados a partilhar, celebrar e anunciar nesta noite. A alegria com que Deus, na sua infinita misericórdia, nos abraçou a nós, pagãos, pecadores e estrangeiros, e nos impele a fazer o mesmo”.

Na manhã desta segunda-feira (25), Francisco fez, na varanda central da Basílica de São Pedro, a homilia do “Urbi et Orbi” [Cidade e Mundo], onde deixou seus votos natalícios à cidade de Roma e ao mundo.

Novamente, colocou a questão dos migrantes no centro, colocando Jesus no lugar de todas as crianças que sofrem nos conflitos do Oriente Médio. Ele também defendeu a divisão de Israel com a Autoridade Palestina, na “solução dos dois Estados”, o que sabidamente significa entregar a porção Oriental de Jerusalém – e o monte do Templo – ao controle dos líderes islâmicos.

“Vemos Jesus nas crianças do Médio Oriente, que continuam a sofrer pelo agravamento das tensões entre israelenses e palestinos. Neste dia de festa, imploramos do Senhor a paz para Jerusalém e para toda a Terra Santa; rezamos para que prevaleça, entre as Partes, a vontade de retomar o diálogo e se possa finalmente chegar a uma solução negociada que permita a coexistência pacífica de dois Estados dentro de fronteiras mutuamente concordadas e internacionalmente reconhecidas”, lembrou.

Em seguida disse: “Vemos Jesus no rosto das crianças sírias, ainda feridas pela guerra que ensanguentou o país nestes anos. Possa a Síria amada encontrar, finalmente, o respeito pela dignidade de todos, através dum esforço concorde por reconstruir o tecido social, independentemente da pertença étnica e religiosa. Vemos Jesus nas crianças do Iraque, ainda contuso e dividido pelas hostilidades que o afetaram nos últimos quinze anos, e nas crianças do Iêmen, onde perdura um conflito em grande parte esquecido, mas com profundas implicações humanitárias sobre a população que padece a fome e a propagação de doenças. Vemos Jesus nas crianças da África, sobretudo nas que sofrem no Sudão do Sul, na Somália, no Burundi, na República Democrática do Congo, na República Centro-Africana e na Nigéria […] Revejo Jesus nas crianças que encontrei durante a minha última viagem ao Myanmar e ao Bangladesh, e espero que a Comunidade Internacional não cesse de trabalhar para que seja adequadamente tutelada a dignidade das minorias presentes na região.”.

Embora as falas remetam a uma situação lamentável e o papa tenha defendido valores bíblicos como a misericórdia e o amor ao próximo (independentemente de sua religião), a comparação da família de Jesus com os migrantes islâmicos parece fora de lugar por vários motivos. O principal é que o motivador da crise de refugiado na maioria dos casos citados por ele são os extremistas islâmicos. Contudo, ele evitou olhar para a raiz do problema.

Na maioria dos países citados por ele, as guerras e crises humanitárias tem motivação religiosa. Mesmo assim, ele nada falou sobre a perseguição dos cristãos, perseguidos e dizimados em números recorde nos últimos anos, sobretudo no Oriente Médio. Bergoglio jamais se posicionou com veemência contra o genocídio de cristãos naquela região, nem apontou para centenas de ataques a igrejas e símbolos cristãos nos diferentes focos e luta pela jihad islâmica.

Embora pudesse ser esperado que ele fosse defender a tradição judaico-cristã, que é constantemente atacada no mundo em nome do politicamente correto, o pontífice faz o contrário e aproxima José, Maria e Jesus da cultura islâmica, ignorando que eles hoje em dia seriam perseguidos e mortos por serem judeus.

No ano passado, em entrevista à revista La Croix ele fez outra declaração do gênero: “É verdade que a ideia de conquista é inerente à alma do Islã, no entanto, também é possível interpretar o objetivo no Evangelho de Mateus, onde Jesus envia seus discípulos à todas as nações, em termos da mesma ideia de conquista.”

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Decretum Contra Communismum

Decreto do Santo Ofício de 1949

Q. 1 Utrum licitum sit, partibus communistarum nomen dare vel eisdem favorem praestare.
[Acaso é lícito dar o nome ou prestar favor aos partidos comunistas?]

R. Negative: Communismum enim est materialisticus et antichristianus; communistarum autem duces, etsi verbis quandoque profitentur se religionem non oppugnare, se tamen, sive doctrina sive actione, Deo veraeque religioni et Ecclesia Christi sere infensos esse ostendunt.

Q. 2 Utrum licitum sit edere, propagare vel legere libros, periodica, diaria vel folia, qual doctrine vel actioni communistarum patrocinantur, vel in eis scribere.
[Acaso é lícito publicar, propagar ou ler livros, diários ou folhas que defendam a ação ou a doutrina dos comunistas, ou escrever nelas?]

R. Negative: Prohibentur enim ipso iure

Q. 3 Utrum Christifideles, qui actus, de quibus in n.1 et 2, scienter et libere posuerint, ad sacramenta admitti possint.
[Se os cristãos que realizarem concientemente e livremente, as ações conforme os n°s 1 e 2 podem ser admitidos aos sacramentos?]

R. Negative, secundum ordinaria principia de sacramentis denegandis iis, Qui non sunt dispositi

Q. 4 Utrum Christifideles, Qui communistarum doctrinam materialisticam et anti Christianam profitentur, et in primis, Qui eam defendunt vel propagant, ipso facto, tamquan apostatae a fide catholica, incurrant in excommunicationem speciali modo Sedi Apostolicae reservatam.
[Se os fiéis de Cristo, que declaram abertamente a doutrina materialista e anticristã dos comunistas, e, principalmente, a defendam ou a propagam, "ipso facto" caem em excomunhão ("speciali modo") reservada à Sé Apostólica?]

R. Affirmative


Comentários
Deste modo todos os católicos que votarem (é uma espécie de prestar favor) ou se filiarem em partidos comunistas, escreverem livros filo-comunistas, ou revistas estão excluídos dos sacramentos.
Os que defenderem, propagarem ou declararem o materialismo dos comunistas também estão excomungados automaticamente.
Esse decreto do Santo Ofício de Pio XII, que foi confirmado por João XXIII em 1959, continua válido. Aliás, Pio XII trabalhou pessoalmente contra o comunismo na Itália.
Tal condenação do comunismo se soma às condenações feitas por Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Pio XI, Pio XII (ele também condenou em outras oportunidades), João XXIII, Paulo VI, Concílio Vaticano II (reiterou as condenações precedentes) e João Paulo II.
Faz mais de cem anos que a Igreja Católica condena o comunismo, socialismo e qualquer tipo de materialismo e igualdade material. A pena para os que desobedecem a proibição de ajudar o comunismo (ou suas variantes) sob qualquer aspecto (incluindo a votação nos partidos filo-comunistas) é a excomunhão automática.
"Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios: ninguém pode ao mesmo tempo ser bom católico e socialista verdadeiro" (Pio XI)

    Para citar este texto:
"Decretum Contra Communismum"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/bra/documentos/decretos/anticomunismo/

domingo, 24 de dezembro de 2017

Ditadura comunista da Venezuela ordena expulsão de embaixador brasileiro do país

Diplomata havia viajado para o Brasil em função das festas de fim de ano e não poderá retornar a Caracas

A Assembleia Constituinte da Venezuela ordenou, neste sábado (23/12), a expulsão do embaixador brasileiro Ruy Pereira da capital venezuelana. O diplomata foi declarado “persona non grata” e não poderá permanecer no país. Pereira teria viajado ao Brasil na sexta (22) para as festas de fim de ano e não deve retornar a Caracas.

A ex-chanceler venezuelana Delcy Rodríguez teria afirmado que o status de “persona non grata” do diplomata brasileiro se manterá “até que se restitua o fio constitucional que o governo de fato rompeu neste país irmão”. Também foi confirmada a expulsão do encarregado de negócios da embaixada do Canadá.

Brasil e Canadá questionaram a decisões recentes da Constituinte. Na sexta (22), o governo brasileiro emitiu nota oficial na qual assegura que “repudia o contínuo assédio do regime de Nicolás Maduro à oposição venezuelana, com a arbitrária dissolução dos governos municipais de Caracas e Alto Apure e a imposição de exigências que comprometem a participação de importantes partidos de oposição no processo eleitoral. São medidas que desmentem o anunciado interesse do governo venezuelano em buscar uma solução negociada ou duradoura para a crise”.
Na mesma nota, o governo Michel Temer afirma que “o Brasil insta o governo Maduro a reconhecer a gravidade do quadro humanitário e autorizar a necessária ajuda internacional para fazer frente às carências que afligem a sociedade venezuelana, em particular em matéria de alimentação. O Brasil reitera sua firme disposição em doar medicamentos e alimentos ao querido povo venezuelano”.

Ruy Pereira retornou em julho à Venezuela. O diplomata havia sido chamado ao Brasil para consultas em setembro do ano passado, após atritos com o governo de Maduro por críticas ao processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Itamaraty
Em nota divulgada neste sábado (23), o Ministério das Relações Exteriores afirmou que, caso confirmada a expulsão do diplomata brasileiro, o Brasil “aplicará as medidas de reciprocidade correspondentes”. “Essa decisão demonstra, uma vez mais, o caráter autoritário da administração Nicolás Maduro e sua falta de disposição para qualquer tipo de diálogo”, dizia o documento.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Impeachment de Gilmar Mendes é protocolado no Senado e será recebido por Eunício Oliveira

Uma petição pelo impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Gilmar Mendes, foi protocolada nesta sexta-feira (22), na Presidência do Senado Federal. A iniciativa foi da jornalista Elisa Robson e do empresário Paulo Generoso, do Movimento República de Curitiba, após promover um abaixo-assinado online pela causa, organizado pelo consultor em gestão José Maffei, que atingiu mais de 1,7 milhão de assinaturas. 

A petição foi elaborada pelo professor de direito Maurício dos Santos Pereira, que relaciona os recentes atos polêmicos do ministro, ocorridos especialmente nesta semana. 

Na segunda-feira, em decisões monocráticas, em poucas horas, Gilmar Mendes liberou Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB) e suspendeu o inquérito que tramitava no Superior Tribunal de Justiça contra o governador do Paraná, Beto Richa. 

Em sessão da segunda turma da corte, votou pelo arquivamento de processos contra o deputado Arthur Lira (PPAL), que é líder do partido na Câmara, seu pai, o senador Benedito de Lira (PP-AL), o deputado Eduardo da Fonte (PP-PE) e o deputado José Guimarães (PT-CE) e pela soltura do empresário Marco Antônio de Luca, detido desde junho por suspeita de pagar propina ao ex-governador do Rio em troca de contratos com o Estado. 

Na terça-feira, Mendes, também sozinho, atendeu ao pedido do PT e proibiu a realização de conduções coercitivas para interrogar investigados no país por considerar o ato inconstitucional. 

Para o ministro, o procedimento viola os princípios como o direito ao silêncio e do direito de não produzir prova contra si. Ainda na terça, soltou dois empresários presos na Operação Fratura Exposta, desdobramento da LavaJato no Rio de Janeiro que investiga prática de corrupção no sistema de saúde do Estado: Miguel Iskin e Gustavo Estelita Cavalcanti Pessoa. 

Ele também se envolveu em uma controversa discussão com o ministro Luís Roberto Barroso, com quem já teve diversas divergências. Mendes criticou a Procuradoria-Geral da República durante uma sessão do Supremo e de pronto foi rebatido pelo colega. “Eu gostaria de dizer que eu ouvi o áudio ‘tem que manter isso aí, viu’. Eu quero dizer que eu vi a fita, eu vi a mala de dinheiro, eu vi a corridinha na televisão. Eu li o depoimento de Youssef. Eu li o depoimento de Funaro”, disse Barroso. 

Na noite de quarta, já no início do recesso de final de ano do judiciário, Mendes, agora como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mandou soltar o ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR-RJ) e o ex-ministro Antonio Carlos Rodrigues, presidente do PR, ambos acusados de negociar propina da JBS para a campanha de Garotinho ao governo do estado. 

Próximos passos 

Depois de protocolado o documento, o Chefe de Gabinete encaminha a petição para o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), que deve analisar a partir do início de fecereiro de 2018, quando termina o recesso parlamentar. Após a análise, ele poderá arquivar ou encaminhar para julgamento pelos senadores, que poderão decidir pelo impedimento do ministro. Abaixo, o conteúdo central da petição: 

DENÚNCIA DE CRIME DE RESPONSABILDIA-DE COM CONSEQUENTE DECLARAÇÃO DE IMPEDIMENTO

do Excelentíssimo Ministro do Supremo Tribunal Federal, Senhor GILMAR FERREIRA MENDES, nomeado como Ministro daquela Suprema Corte em 2002, com endereço para comunicações na Praça dos Três Poderes, Brasília. 

Da Competência do Senado Federal: 

A Constituição Federal de 1988, reza em claras letras, em seu art. 52, II que é competente, PRIVATIVAMENTE, para processar e julgar Ministros de Estado, o Senado Federal, senão vejamos: 

“Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal: 

II – processar e julgar os Ministros do Supremo Tribunal Federal, os membros do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, o Procurador Geral de Justiça e o Advogado Geral da União nos crimes de responsabilidade” 

Especificadamente, àquela competência, está ligada à responsabilidade do agente público, e cuja discrição “criminosa” consta na Lei 1079/1950, 

art. 39, senão vejamos: Art. 39. São crimes de responsabilidade dos Ministros do Supremo Tribunal Federal: 

2 – proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa; 

3 – exercer atividade político-partidária; 

4 – ser patentemente desidioso no cumprimento dos deveres do cargo; 

5 – proceder de modo incompatível com a honra dignidade e decôro de suas funções. 

Não se quer, por qualquer maneira, alavancar discussões a respeito dos moldes, procedimentos e regramentos internos do Supremo Tribunal Federal, pelos quais o Sr. Ministro profere suas decisões, o que se aponta aqui, é o que podemos chamar de “ilícito” haja vista a notoriedade da parcialidade com a qual, o Denunciado, profere suas decisões, numa demonstração, smj. de que atua em benefícios de inúmeros investigados e ou partidos políticos, sobretudo, os investigados nas operações da Polícia Federal e em especial, na Operação nomeada como “Lava Jato” 

A visão do povo brasileiro, que embora leigo nas questões de direito, é a de que, o ora Denunciado, atua com parcialidade, age de forma a desconstruir todo um trabalho investigativo de nossas polícias, pois, em decisões monocráticas, em sede liminar, acaba por conceder habeas corpus, liberdades provisórias e ou cancelamento de investigações de pessoas com as quais, sabidamente tem relações próximas e em alguns casos, relações extremamente íntimas. 

São fatos que se enquadram perfeitamente no que prescreve o item 2 do Art. 39, II da lei 1079/50. “2 – proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa;“ 

Portanto, D. Senador Presidente, há farta justa causa para o início da investigação, ora requerida, é o que o povo brasileiro espera de V. Exa. 

Do Direito de Petição

Instituída a Constituição Federal, esta de cunho Democrático voltado ao social, cuja dignidade da pessoa humana é palco principal, prescreveu com direito fundamental, o Direito de Petição esculpido no Art. 5 inciso XXXIV, alínea “a’ que assim prescreve textualmente: 

” Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: 

XXXIV – são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: 

1. a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder;” 

Cumulativamente, escoramo-nos, quanto ao direito de petição, na Lei 1079/1950, que em seu Art. 41 reza que: 

Art. 41. É permitido a todo cidadão denunciar perante o Senado Federal, os Ministros do Supremo Tribunal Federal e o Procurador Geral da República, pelos crimes de responsabilidade que cometerem (artigos 39 e 40[1]). (destaquei) 

Portanto a ora Requerente, juntando cerca de 1.5 milhões de assinaturas de cidadãos que querem a apuração do atos do Sr. Ministro, e ao final, a declaração do Impeachment do ora denunciado, esperando, que com os fundamentos legais que a esta fundamenta, requerendo, pois, o acolhimento e processamento do presente Pedido de Impeachment, como medida extrema, mas como exercício de obediência ao Estado Democrático de Direito. 

Dos Motivos, Razões e Justa Causa para o Pedido 

Notórios os fatos que entre a abertura da petição pública elaborada pela ora Requerente, o Denunciado, proferiu decisões em caráter liminar que levou de volta, às ruas, atores ativos na corrupção, presos por ordem judicial, inclusive por decisões colegiadas. 

É claro que há fundamentos em que se apoiou o Ilustre Ministro, todavia, os princípios constitucionais da moralidade, da impessoalidade, devem ser valorados alem da norma, numa visão clara de obediência ao instituto da coletividade, do bem ao erário público, entre outras coisas morais que visam a limpeza de nosso Brasil. 

Sendo o Denunciado membro efetivo de um órgão Colegiado, diga-se de passagem, a maior Corte de justiça do país, e ainda que o Regimento Interno deste órgão, conceda poderes aos Ministros para atuarem monocraticamente, é inconcebível aceitarmos que a voz, posição e decisão de um só Ministro, seja proferia na véspera do recesso judiciário, sem possibilite imediata de ratificação e ou retificação pelo Pleno do STF. Há ampliação na dificulta quanto à reversão dos efeitos da referida liminar do Denunciado. 

Tais circunstâncias tornam-se imorais, haja vista que, todo o território brasileiro está à mercê do posicionamento de uma “pessoa” já que os efeitos das liminares proferidas pelo Denunciado, tem efeitos “erga omnes” 

Para exemplificar os crimes, que, data venia, entendem os Autores da presente Denúncia, listam-se os mais relevantes e recentes, vejamos: 

20/12/2017 – Concedeu Habeas Corpus para Anthony Garotinho, e em sua decisão disse que não verificou a “presença dos requisitos autorizadores da prisão preventiva”. Segundo ele, a ordem do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio não “indica, concretamente, nenhuma conduta atual do paciente (Garotinho) que revele, minimamente, a tentativa de afrontar a garantia da ordem pública ou econômica, a conveniência da instrução criminal ou assegurar a aplicação da lei penal” 

Sabemos todos nós que é evidente que a mantença da liberdade desses políticos significa exatamente uma afronta à aplicação da Lei, haja vista, que todos, até agora, sem exceção, foram pegos “maquinando” formas de frustrar tal aplicação. Sendo certo afirmar que a decretação da prisão preventiva emanada de órgão típico do judiciário, ou seja, juízo competente, foi ignorada pelo Denunciado, que, em soberba, atua como o detentor do que é certo, direito e correto. Reiteramos que tais procedimento, foram tomados ao entardecer, frustrando a apreciação imediata pelo Pleno do STF, o que demonstra, smj. uma intenção específica em beneficiar o paciente do Habeas Corpus, tendo em vista o momento de recesso. 

19/12/2017. Autorizou o retorno ao regime de prisão domiciliar de Adriana Anselmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral; Em que pese a legislação correlata, não se vê o Denunciado posicionando-se da mesma forma com milhares de presas na mesma situação “mãe”, beneficiando somente, justamente, aqueles que, enquanto políticos, roubaram os cofres públicos. 

19/12/2017. Concedeu liminarmente em decisão proferida na apreciação das ADPF,s 395 e 444, respectivamente requeridas pelo PT e OAB Federal, a proibição da Condução Coercitiva, instrumento que possibilitou os avanços da investigação da Lava Jato. 

Ainda que com fundamentos legais, tal decisão vai de encontro aos anseios do povo brasileiro e tem potencial de enfraquecer a guerra contra a corrupção, outrossim, tal decisão, mesmo que legal é totalmente imoral, já que, proferida ao apagar das luzes, não poderá, salvo no ano vindouro, ser apreciada pelo pleno do Supremo Tribunal Federal, já que alem do recesso judiciário, muitos Ministros continuam em férias em janeiro, levando, certamente a apreciação do caso, para, talvez fevereiro. Isso implica que, todos os brasileiros estão submetidos à decisão monocrática, liminar, portanto efêmera, de um só Ministro do Supremo, como substituto do todo Colegiado, prática que realmente não se coaduna com o Estado Democrático de Direito, tampouco com os anseio dos brasileiros. 

18/12/2017 – Atuando na 2ª Turma, Gilmar Mendes, livrou três Deputados e um Senador de serem investigados. 

O Denunciado, com trivialidade, responde às entrevistas, posicionando-se de forma prematura sobre os casos concretos ainda sob seu crivo, o que fere o contido no Art. 36, III da Lei Complementar nº 35 de 1979. “manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento, seu ou de outrem, ou juízo depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças de órgãos judiciais, ressalvada a crítica nos autos ou em obras técnicas ou no exercício do magistério” 

Se o Código de Processo Civil, art. 144 a 148 permite o afastamento do Magistrado suspeito ou imparcial, é porque, tal fato jurídico, configura-se como causa de pedir do presente feito, sendo certo que, não declarada a suspeição espontânea e, insistindo o Magistrado em atuar nos caos que a Lei o proíbe, não resta outra situação a não ser, qualificar o ato como crime de responsabilidade, declarando-se, por esta D. Casa de Leis, o impedimento do Denunciado. 

Afora isso Exa. no prisma do Código de ética da Magistratura, Resolução 60 de 2008 do CNJ, temos que Art. 1º que os juízes devem portar-se com imparcialidade, cortesia, diligência, integridade, dignidade, honra, prudência e decoro. 

Não se está aqui, dizendo que o denunciado praticou ato contra a legislação que fundamentou sua decisão, mas se está aqui a denunciar que, a trivialidade com a qual o Denunciado profere decisões em benefícios dos políticos e empresários investigados, vai de encontro à interpretação legislativa de forma a visar o bem público, o bem coletivo. O que se vê é um ímpeto pessoal de beneficiar pessoas individualmente ainda que o direito coletivo suplante o direito individual, num Estado Democrático de Direito, cujo princípio da impessoalidade, da moralidade é impositivo aos agentes públicos sem exceções. 

Há mais Exa., todavia, espera sinceramente os Autores que os apontamentos acima seja suficientes a ensejar o recebimento, processamento e julgamento dos fatos apontados que, por mais que legais, ferem a moral, ferem o direito coletivo e mitiga enormemente o progresso do Brasil e das Operações da Polícia Federal que vem, nos últimos anos, laborando para o bem do Brasil, visando, em primeiro lugar, limpar o país dos corruptos que além de encherem seus bolsos de dinheiro ilícito, devem ser julgados, indiretamente, pelo crime de genocídio já que matam muitos cidadãos, visão está, ignorada pelo Denunciado que, atuando parcialmente, minora o direito coletivo valorando ao extremo o direito de alguns, inclusive com aqueles com quem mantem relações próximas. 

Por essas razões requer a V. Exa. o acolhimento do presente pedido de Denuncia, para que, após seu processamento, seja ao final, declarado o IMPEDIMENTO do Denunciado, destituindo-se do cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal, como medida do JUSTO em respeito ao povo brasileiro, detentor exclusivo do Poder Originário. 

Requerem a V. Exa., que sejam considerados todos os mais de 1.5 milhões de assinante, Autores “fictos” do presente feito, numa homenagem ao clamor expressos pelas assinaturas que representam a expressão da vontade livre de mais de 1.500.000 de cidadãos ELEITORES, cujos direitos devem ser respeitados. 

Nesses termos 

Pede-se acolhimento

Brasília, 22 de dezembro de 2017

Assembleia Geral da ONU rejeita reconhecimento de Jerusalém

Nações Unidas aprovam resolução contra decisão dos Estados Unidos. Com o apoio de mais de 100 países, medida estabelece que status da cidade deve ser resolvido por meio de negociações de paz.

Por 128 votos a favor, nove contra e 35 abstenções, os Estados-membros da ONU aprovaram numa sessão de emergência nesta quinta-feira (21/12) uma resolução rejeitando a medida dos Estados Unidos de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.

No texto, a Assembleia Geral reafirmou que o status de Jerusalém é uma questão que deve ser resolvida por meio de negociações de paz. Além disso, a resolução diz que qualquer decisão contrária não possui efeito legal e deve ser rescindida.

Diferentemente do Conselho de Segurança da ONU, nenhum país-membro das Nações Unidas tem poder veto na Assembleia Geral, cujas resoluções não são vinculativas, mas sim mensagens de peso político. Os nove países que votaram contra a resolução foram: EUA, Israel, Guatemala, Honduras, Ilhas Marshall, Micronésia, Nauru, Palau e Togo.

Brasil, Alemanha e a maioria dos países da União Europeia (as exceções foram no Leste, com Hungria, Letônia, República Tcheca, Romênia, Croácia e Polônia, que se abstiveram) votou a favor. Outra abstenção de peso foi do Canadá.

Uma porta-voz do presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, saudou a decisão da ONU e afirmou que ela representa uma vitória para os palestinos. "Continuaremos nossos esforços nas Nações Unidas para acabar com a ocupação e criar o Estado palestino", acrescentou.

Em 6 de dezembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, reconheceu Jerusalém como a capital de Israel e, dessa forma, rompeu com um consenso internacional e desencadeou protestos no mundo muçulmano. Em seguida, vieram ondas de apelos às Nações Unidas.

Além disso, políticos aproveitaram e foram a público defender suas causas. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aproveitou para pressionar países europeus a seguir o exemplo dado por Trump.

Por outro lado, o governo da Turquia incentivou países muçulmanos a declararem Jerusalém Oriental capital palestina. O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, prometeu abrir uma embaixada da Turquia no lado oriental da cidade sagrada. 

Antes da reunião da Assembleia Geral da ONU nesta quinta-feira, Trump advertiu que Washington observaria atentamente como os países iriam votar, sugerindo que poderia até haver represálias.

"Eles tomam centenas de milhões de dólares – e até bilhões de dólares – e depois votam contra nós", disse Trump. "Bem, estamos assistindo a estes votos. Deixe que votem contra nós. Iremos economizar bastante. Não nos importa."

EUA usaram veto no Conselho de Segurança

Na segunda-feira, os Estados Unidos vetaram uma resolução apoiada por 14 países no Conselho de Segurança da ONU, que solicitava que Washington voltasse atrás em seu reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel e na decisão de mudar sua embaixada para essa cidade.

Apresentada pelo Egito, a resolução recebeu o apoio inclusive de tradicionais aliados americanos, como Reino Unido, França e Japão. O texto pedia que fosse rescindida qualquer decisão contrária ao estabelecido pelas Nações Unidas em relação a Jerusalém e, especificamente, solicitava que os países evitassem estabelecer missões diplomáticas na cidade.

A resolução lamentava as "recentes decisões" sobre o status da cidade, em referência à decisão de Trump de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.

"Nenhum país vai dizer aos Estados Unidos onde podemos colocar nossa embaixada", disse a embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, após usar pela primeira vez o seu direito de veto desde que assumiu o cargo.

Haley alegou que a medida de Trump sobre Jerusalém é uma decisão soberana de seu país e insistiu que o movimento não prejudica em nada o processo de paz no Oriente Médio, que está travado há anos. "O que vimos no Conselho de Segurança é um insulto e não será esquecido", ressaltou Haley.

Esse foi o primeiro veto do governo Trump no Conselho de Segurança. A última vez que a Casa Branca tinha utilizado o poder de bloquear decisões contrárias aos interesses no principal órgão de decisão da ONU foi em 2011. Além dos EUA, o Reino Unido, a China, a França e a Rússia possuem o poder de vetar resoluções do Conselho de Segurança.

Cidade disputada

O status de Jerusalém é uma das questões centrais no conflito entre israelenses e palestinos. Israel capturou a parte oriental, predominantemente árabe, da cidade sagrada durante a Guerra dos Seis Dias (1967). Sua reivindicação para toda a cidade, a qual Israel vê como a antiga capital do povo judeu, nunca foi reconhecida internacionalmente. 

Israel considera a Cidade Sagrada a sua capital "eterna e indivisível", enquanto os palestinos defendem que a porção leste de Jerusalém deve ser a capital de seu almejado Estado, sendo este um dos maiores desentendimentos entre as duas partes.

As Nações Unidas estabelecem que o status de Jerusalém deve ser definido em negociações entre israelenses e palestinos, razão pela qual os países com representação diplomática em Israel têm suas embaixadas em Tel Aviv e imediações.

O perigo do retorno dos jihadistas à Europa



Após derrocada do grupo terrorista "Estado islâmico", serviços europeus de inteligência se preparam para possível retorno de combatentes. Na Alemanha, atenção recai especialmente sobre os menores de idade.

Onde quer que estejam, os jihadistas britânicos não poderão nunca mais voltar a seu país de origem, tudo deve ser feito para evitar seu retorno, declarou recentemente o ministro da Defesa do Reino Unido, Gavin Williamson.

Por esse motivo, esses combatentes estariam sendo observados atentamente na Síria e no Iraque. "Precisamos garantir que eles se espalhem pela Síria, Iraque e outras regiões. Continuaremos a persegui-los por lá", afirmou o Williamson. "Um terrorista morto não tem mais como prejudicar o Reino Unido."

Essas palavras francas do ministro expressam uma preocupação que vem ocupando cada vez mais as autoridades de segurança europeias nas últimas semanas: para onde estão indo os combatentes da organização terrorista "Estado Islâmico" (EI), depois que foram derrotados tanto na Síria quanto no Iraque? Os ministérios de Defesa de ambos os países confirmaram oficialmente o fim do EI.

"A libertação de Deir ez-Zor finaliza a eliminação da organização terrorista EI", comunicou o Ministério da Defesa sírio. "Com a derrota, o EI perdeu completamente sua capacidade de coordenar a operação terrorista de seus diversos grupos, que agora estão isolados e cercados em áreas rurais ao redor da cidade".

Por sua vez, o Ministério iraquiano da Defesa disse ter informado aos demais combatentes que eles só teriam duas opções: "ou morrem ou se entregam às nossas heroicas forças de combate".

Rumores de acordo entre EUA e EI

O tom confiante das declarações, no entanto, não esconde o fato de que não se sabe quantos combatentes do EI da Síria e do Iraque conseguiram escapar e para onde fugiram. As afirmações de Talal Silo, ex-comandante oposicionista das Forças Democráticas da Síria, provocaram confusão e desentendimento nas últimas semanas.

Segundo a agência de notícias Reuters, depois da conquista da cidade síria de Raqqa, "milhares" de combatentes do EI puderam deixá-la. E não só: através de uma mensagem secreta, os EUA teriam concordado expressamente com sua libertação. Washington logo desmentiu, declarando que as afirmações de Silo seriam "falsas e inventadas". Não se negocia com terroristas, afirmaram os militares dos EUA.

Recentemente a emissora BBC citou um motorista supostamente filiado ao EI. Ele falou de um comboio do EI de sete quilômetros de extensão, com cerca de 50 caminhões, 13 ônibus e mil carros, carregados de combatentes e munições.

Não é possível determinar com certeza quantos terroristas do EI fugiram, nem o seu paradeiro. O governo em Ancara expressou temores de que alguns estejam na Turquia, e uma parte também poderia ter fugido para o Afeganistão.

"É bem provável que jihadistas britânicos das alas do EI na Síria e no Iraque tenham partido para o Afeganistão", observou Kyle Orten, do think tank britânico Henry Jackson Society. Segundo fontes afegãs, jihadistas franceses também se encontrariam atualmente no país.

Ameaça "aumentou dramaticamente"

Atualmente os serviços europeus de inteligência se preparam para um possível retorno de jihadistas da Síria e do Iraque. A consequente ameaça "aumentou drasticamente", disse em meados de outubro Andrew Parker, chefe do serviço secreto britânico MI 5.

"O perigo é multidimensional, evolui rapidamente e numa escala que desconhecíamos até agora." Parker diz estar preocupado porque, quando mais evolui, mais difícil de descobrir se torna a ameaça.

"O perigo está mais diversificado do que nunca. Alguns planos são arquitetados no Reino Unido, outros são coordenados a partir de além-mar. Alguns são extremamente complexos, outros são simples ataques a faca. Alguns atentados são planejados a longo prazo, outros são espontâneos. São extremistas de todas as idades, todas as camadas sociais e de ambos os sexos. Eles estão unidos apenas pela ideologia venenosa de uma vitória violenta."

Preocupações também na Alemanha

Também na Alemanha, potenciais repatriados preocupam as autoridades de segurança. A atenção recai especialmente sobre menores de idade que partiram com seus pais para as zonas de combate.

"Vemos o perigo de que os filhos de jihadistas retornem das regiões de combate para a Alemanha, socializados no islã e doutrinados nesse sentido", advertiu em meados de novembro o chefe do serviço secreto doméstico alemão BfV, Hans-Georg Maassen. "Assim, uma nova geração de jihadistas também poderia crescer aqui."

De acordo com o BfV, um total de mais de 950 radicais islâmicos partiu da Alemanha para a Síria e o Iraque. Um quinto deles seriam mulheres, e 5% menores de idade, informou o BfV, acrescentando que por volta de um terço desses radicalizados já teria retornado ao país. O BfV calcula haver atualmente na Alemanha 1.870 radicais islâmicos violentos.

Abaixo-assinado pelo impeachment de Gilmar Mendes se aproxima de 1,7 milhão de assinaturas

Um abaixo assinado pedindo o impeachment do ministro Gilmar Mendes ganhou novo impulso com as mais recentes decisões. O número de assinaturas estava em 1.729.177 até a conclusão deste artigo e continua subindo. Para consultar o abaixo-assinado, acesse este link

Muçulmano atropela multidão na Austrália e 19 pessoas ficam feridas

Muçulmano Saeed Noori é levado ao centro de custódia no Melbourne

Pelo menos 19 pessoas ficaram feridas, nesta quinta-feira (21), quando um muçulmano Saeed Noori atropelou pedestres no centro de Melbourne, na Austrália. O incidente foi confirmado, via Twitter, pelo serviço de emergência médica do estado australiano de Victoria. De acordo com a Polícia de Victoria, o motorista do jipe foi preso.

A emissora Sky News informou que há uma criança entre os feridos. O veículo não teria parado no cruzamento da rua Flinders Street, derrubando diversos pedestres. A via é uma das mais movimentadas da região. O atropelamento ocorreu por volta das 17h locais (por volta das 4h em Brasília).
O carro dirigido pelo muçulmano que atropelou pedestres no cruzamento da rua Elizabeth e Flinders. 

“Ouvimos um barulho e, quando olhamos à esquerda, vimos um carro branco que simplesmente derrubou todo o mundo”, disse uma testemunha à estação de rádio de Melbourne 3AW.

Três pessoas permanecem em estado crítico, o pior é um homem de 83 anos de Northcote no norte de Melbourne. O garoto sul-coreano, de quatro anos de idade, da Hoppers Crossing permanece em condições estáveis.

TERRORISTA MUÇULMANO

O muçulmano Saeed Noori chegou na Austrália vindo Afeganistão em 2004 antes de tornar-se cidadão australiano em 2006.

Ele passou os últimos anos nos subúrbios do norte de Melbourne. Acredita-se que ele trabalhou anteriormente em um comércio. 

O primeiro-ministro Malcolm Turnbull disse que Saeed Noori veio para a Austrália como um refugiado através dos "programas de refugiados".




Áustria junta-se à Europa Oriental e rejeita planos de suicídio demográfico

O novo chanceler Austríaco, Sebastian Kurz, afirmou que as quotas para "migrantes" avançada pela União Europeia não têm funcionado e que ele quer "mudar a errônea política de refugiados".

Kurz já uniu forças com os líderes da Hungria, da Polônia e da República Checa, países que já se recusaram a adotar o regime de quotas para "migrantes" imposto pela União Europeia.

De acordo com Kurz, é “positivo que Tusk (Presidente do Conselho Europeu) e vários países europeus estejam a pressionar antes de mais nada para uma maior proteção das fronteira e para um maior investimento nesse sentido". Tusk qualificou o problemático sistema de "ineficaz" e de “altamente divisionista”.

Com a Áustria a juntar-se aos países do Visegrado da Europa do Leste, o bloco anti-quotas tornou-se mais forte e numa forma de oposição séria aos planos migratórios da União Europeia.

O sistema de quotas da União Europeia foi avançado para ajudar países tais como a Grécia e a Itália, que costumam ser os pontos de chegada dos "refugiados". Pelo menos 160,000 migrantes deveriam ser redistribuídos um pouco por todo os países da União Europeia.


* * * * * *

Claro que a forma 100% absoluta de garantir que nem a Áustria e nem os países do Visegrado venham a receber os assim-chamados "refugiados" é abandonando a União Europeia (que já se revelou como uma organização que serve os interesses da elite e não dos povos Europeus).

O "sistema de quotas" não é solução válida porque não foi feito para ser uma solução mas sim feito para gerar uma canalização constante de não-Europeus para a Europa. 

Quem é de opinião de que mal os 160,000 estejam recolocados, esse número não será aumentado, engana-se. Primeiro, porque quem gerou esse sistema quer mais e mais não-Europeus na Europa, e segundo porque, mal os nativos de outros países se apercebam que está a ocorrer uma esvaziamento dos campos de refugiados na Grécia e na Itália, outros "refugiados" tentarão entrar na Europa exatamente como os primeiros fizeram.

Basicamente, a crise dos "migrantes" é mais uma tentativa de destruir os sentimentos nacionalistas através da importação dum eleitorado que sempre se alinhará com os interesses dos internacionalistas que os alimentam.

Depois dos internacionalistas terem inundado a Europa com não-Europeus, eles irão fundamentar as suas decisões na "democracia" e na "vontade popular", sabendo muito bem que muitas das pessoas que participam nessa "democracia" não são Europeus.

Em vez dos globalistas convencerem o eleitorado da validade dos seus planos, o que eles fizeram foi mudar o eleitorado para um mais em linha com os mesmos.