O deputado Paulo Salim Maluf, que recebeu um atípico "habeas corpus humanitário" do ministro Dias Toffoli, atropelando a decisão do ministro responsável pelo processo, melhorou da dor nas costas que o acometia, e recebeu alta do hospital, conforme o repórter Daniel Adjuto, do SBT. Maluf será transportado para São Paulo, onde comemorará a Páscoa com a família.sexta-feira, 30 de março de 2018
Dois dias após ser solto por Toffoli, Maluf melhora e recebe alta do hospital
Médicos liberaram deputado por volta de 11h40. Ele vai cumprir prisão domiciliar na capital paulista.
O deputado Paulo Salim Maluf, que recebeu um atípico "habeas corpus humanitário" do ministro Dias Toffoli, atropelando a decisão do ministro responsável pelo processo, melhorou da dor nas costas que o acometia, e recebeu alta do hospital, conforme o repórter Daniel Adjuto, do SBT. Maluf será transportado para São Paulo, onde comemorará a Páscoa com a família.
O deputado Paulo Salim Maluf, que recebeu um atípico "habeas corpus humanitário" do ministro Dias Toffoli, atropelando a decisão do ministro responsável pelo processo, melhorou da dor nas costas que o acometia, e recebeu alta do hospital, conforme o repórter Daniel Adjuto, do SBT. Maluf será transportado para São Paulo, onde comemorará a Páscoa com a família.Insegurança jurídica provocada por decisão do STF favorável a Lula volta a alvoroçar militares
Clima quente na caserna
A postos militares tornam a dizer que estarão “prontos” caso o caos se estabeleça (Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Ary Filgueira
À paisana desde o dia 28 de fevereiro, quando foi formalizada sua ida para a reserva, o general Antônio Hamilton Martins Mourão pendurou o uniforme verde-oliva, mas continuou preparado para o combate. No ano passado, Mourão havia comentado que o Exército estava de prontidão para promover uma intervenção militar, caso os poderes atuais falhassem na manutenção da ordem pública.
Dessa vez, sua fala foi um petardo até mais direto. Lançado de sua conta nas redes sociais, o militar disse que se sentiu envergonhado ao ver a decisão do STF na quinta-feira 22 que suspendeu o julgamento do habeas corpus de Lula até o dia 4 de abril e concedeu liminarmente a garantia de que, até lá, ele não pode ser preso. “Ao ver o STF, corte maior de nosso Brasil, sinto-me envergonhado pela falta de espírito público, pela covardia moral, pela linguagem empolada – destinada a enganar o homem comum –, pelas falsidades e, principalmente, por observar que uns merecem mais que outros ante os olhos daquele colegiado. Fica claro que os que possuem ‘pertences’ jamais cumprirão a pena que merecem por haver surrupiado o bem público”, desabafou. Como no episódio anterior, Mourão não fala sozinho. Reverbera insatisfações que existem na caserna.
“Jeitinho do STF”
“Ao ver o STF, sinto-me envergonhado pela falta de espírito público, pela covardia moral, pelas falsidades e, principalmente, por observar que uns merecem mais que outros ante os olhos daquele colegiado”
General Hamilton Mourão (Crédito:Jackson Ciceri)
Não por acaso, não demorou muito e novas manifestações de ex-militares reprovando a conduta dos ministros da Suprema Corte avançaram nas redes sociais. No facebook, o general de brigada Paulo Chagas, que é pré-candidato ao governo do Distrito Federal e tem o apoio de deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), replicou um post do colega de farda e de patente Luiz Eduardo Rocha Paiva, que já foi secretário-geral do Exército. Paiva teceu graves críticas ao Supremo. Num dos trechos do texto intitulado “Incoerências e jeitinhos de um STF que se desmoraliza”, afirma que, após o impeachment, alguns ministros da Corte passaram a dificultar o andamento da Lava Jato, particularmente quando as investigações chegaram a membros do MDB e do PSDB, aliando-se a outros cujas relações com o PT são perfeitamente conhecidas. “Além dessas ilegítimas ligações partidárias, há fortes indícios de relações pessoais com investigados na Lava Jato, aos quais são concedidos muitos dos pleitos de suas defesas”, declarou. E continuou: “O último jeitinho (do STF) foi a concessão da liminar para Lula não ser preso até a decisão sobre seu habeas corpus, adiada para 4 de abril”.
O sentimento é compartilhado pela tropa, que se manifesta apenas em reuniões veladas, em clubes militares, por temer represália semelhante à imposta ao general Mourão. Medo que representantes de entidades sem vínculos oficiais com as Forças Armadas não têm. É o caso do vice-presidente do Clube Militar, general Clóvis Bandeira, cuja voz ressoa para 9,5 mil sócios em todo o País. Ele resumiu a ISTOÉ a decisão do STF no caso Lula com uma frase: “A lei não é para todos”. Em escala menor, o presidente da seccional da Associação dos Oficiais da Reserva do Exército no Planalto Central, tenente Rômulo Nogueira, garante: a visão dos colegas é o pensamento de todos os elementos esclarecidos no País, inclusive das Forças Armadas. “Eu me sinto representado pelo que Mourão disse”, afirmou. De novo, a sugestão frente à barafunda jurídica criada pelas recentes decisões controversas do STF encontra-se na ponta da língua: “Sempre que a situação está um caos, chamam o Exército”, sugeriu o tenente Rômulo. Ou seja, nada é tão ruim que não possa piorar.
Operação da PF no setor de portos prende ex-ministro e empresários
A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (29), em São Paulo, o advogado José Yunes, amigo e ex-assessor do presidente Michel Temer e, em Monte Alegre do Sul (SP), o empresário Antonio Celso Greco, dono da empresa Rodrimar, que opera no porto de Santos.
As prisões são parte da Operação Skala, deflagrada nesta quinta-feira (29) pela PF em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Também foram presos na mesma operação o ex-ministro da Agricultura e ex-deputado federal Wagner Rossi, que em 1999 e 2000 foi diretor-presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo, estatal administradora do porto de Santos; Milton Ortolan, auxiliar de Rossi; e o ex-coronel da Polícia Militar de São Paulo João Batista Lima, outro amigo do presidente Michel Temer.
Na Rodrimar, houve cumprimento de mandados de busca e apreensão em unidades da empresa, segundo informou a assessoria da empresa.
No Rio de Janeiro, foram presas cinco pessoas, supostamente ligadas ao grupo Libra, que atua no setor portuário.
A operação foi autorizada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do inquérito que investiga se Temer, por meio de decreto, beneficiou empresas do setor portuário em troca de suposto recebimento de propina.
Em 30 de novembro do ano passado, Yunes prestou depoimento à Polícia Federal, no inquérito dos portos. Na ocasião, ele relatou uma operação de venda de imóvel para o presidente Michel Temer. No mesmo inquérito, o ministro Luís Roberto Barroso autorizou em março a quebra do sigilo bancário de Temer.
Yunes é apontado pelo operador financeiro Lúcio Funaro, delator da Operação Lava Jato, como um dos responsáveis por administrar propinas supostamente pagas ao presidente. De acordo com Funaro, para lavar o dinheiro e disfarçar a origem, Yunes investia valores ilícitos em sua incorporadora imobiliária.
Em dezembro de 2016, Yunes pediu demissão do cargo de assessor especial da Presidência da República para, segundo afirmou, preservar a dignidade. Na carta de demissão a Temer, ele afirmou que viu seu nome “jogado no lamaçal de uma abjeta delação”. “Repilo com força de minha indignação essa ignominiosa versão”, afirmou Yunes na carta.
Fonte: Gazeta Web
Cristão não pode ser de esquerda, defende teólogo
O pastor Jonas Madureira, da Igreja Batista da Palavra, em São Paulo, publicou um vídeo no canal Perguntar Não Ofende falando sobre o “marxismo cultural” e abordou suas influências em diversas áreas da sociedade.
Ele deixou claro que essa influência não é apenas sobre as esferas econômicas e políticas. Citando vários teóricos dessa ideia de que a “revolução comunista” deveria envolver também o “modo de pensar” das pessoas.
Madureira lembrou que o marxismo não deu certo em lugar nenhum do mundo, sendo “uma violência à dignidade humana”, como mostra a história. “O marxismo cultural tem contaminado diversos aspectos da sociedade, não é uma visão apenas econômica e política… Essa invasão passou a se tornar uma invasão horizontal, alterando a maneira com que as pessoas pensam, influenciando sobretudo a educação, a mídia e o direito (justiça)”, resumiu.
Quando uma mentalidade domina essas três esferas, passam a ditar os padrões culturais. A partir do entendimento da força desse tipo de pensamento, o marxismo cultural passou também a ser um influenciador da religião.
Ao falar sobre a possibilidade de um cristão ser “de esquerda” ou marxista, foi enfático: “É como se a gente estivesse perguntando se o cristão pode ser ateu. A cosmovisão socialista em seu sentido puro, fundamental é anticristã, antagônica à fé cristã”.
“Não podemos dizer que as coisas são inerentemente más, a cosmovisão socialista tem ‘boas linhas’, que até refletem a boa dádiva de Deus, mas não é completamente adequada a realidade que a gente vive”, encerrou.
Bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico Evangélico do Betel Brasileiro em São Paulo e mestre em Filosofia pela PUC-SP, Madureira é teólogo e trabalha como editor na Editora Vida Nova, a mais influente do meio acadêmico evangélico brasileiro.
Assista:
Capa da 'Isto É' estampa foto de Lula e Geddel e questiona justiça brasileira
A capa da revista Isto É desta semana faz um questionamento à justiça brasileira com as fotos de diversos políticos condenados, incluindo o ex-presidente Lula e o ex-ministro baiano Geddel Vieira Lima. Ao estampar os rostos dos políticos, chamando-os de criminosos, a semanal usa a seguinte frase "serão todos soltos?".
A revista faz alusão também ao julgamento do ex-presidente Lula, marcado para o dia 4 de abril, "esta semana o Supremo vai decidir se o crime compensa ou não no Brasil", pontua.
Além de Geddel e Lula, a Isto É estampou as fotos do ex-tesoreiro do PT João Vaccari, ex-governador do Rio Sério Cabral, ex-diretor da Petrobrás Renato Duque, deputado cassado Eduardo Cunha, os ex-ministros José Dirceu e Palocci, e o ex-deputado André Vargas. Todos condenados acusados de corrupção e a maioria também por lavagem de dinheiro.
quarta-feira, 28 de março de 2018
Moro diz que discussão sobre prisão em 2ª instância está além de Lula e Lava Jato
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato em primeiro grau, afirmou na noite desta segunda-feira (26) que as discussões envolvendo prisões em 2ª instância vão além da operação e da condenação do ex-presidente Lula, e que esperar o fim de todos os recursos para executar prisões de condenados seria um ‘desastre’.
A declaração de Moro foi dada durante entrevista ao programa ‘Roda Viva’, da TV Cultura, ao responder sobre o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) do pedido de habeas corpus preventivo do ex-presidente Lula. O julgamento, que analisará o pedido para evitar a prisão após condenação no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), está marcado para 4 de abril.
O juiz afirmou que das 114 execuções de pena ordenadas por ele na 13ª Vara Federal de Curitiba (PR), onde atua, e confirmadas em 2ª instância, apenas 12 envolvem a Lava Jato. “Têm lá peculatos milionários, dinheiro desviado da saúde, da educação, e que faz falta para a população. Tem traficante, tem pedófilo, doleiros, e isso estou falando dentro de um universo pequeno, de onde eu trabalho.”
‘Acordão’ e prisão de Lula
Questionado sobre a possibilidade de existir um ‘acordão’ que possa beneficiar Lula para evitar a prisão do ex-presidente, Moro afirmou que nega acreditar nessa hipótese. “Eu não posso acreditar numa hipótese dessa. Já tive a oportunidade de conhecer os ministros, ver como funciona, não posso acreditar nisso”, disse.
Ao citar os ministros que compõem o Supremo e que analisarão o pedido de habeas corpus preventivo do ex-presidente, Moro elogiou a ministra Rosa Weber. “Tenho apreço especial pela ministra Rosa Weber, com quem trabalhei. Pude observar a seriedade da ministra, a qualidade técnica da ministra”.
Sobre a prisão do ex-presidente, o juiz, que condenou Lula à pena de 9 anos e 6 meses no caso triplex (pena que foi aumentada para 12 anos e um mês pelo TRF-4), afirmou que a decisão da prisão coube ao Tribunal Regional e que a suspensão ou não cabe ao STF.
Durante a entrevista, Moro também defendeu as prisões preventivas e a necessidade em casos que classificou como ‘excepcionais’. “É um remédio amargo, e a resposta é para que parem de cometer crimes”, disse o juiz ao comentar as prisões de diretores e altos executivos da Odebrecht em fases da Operação Lava Jato.
“No curso das investigações encontrou-se uma empresa com departamento de propina. Alguns executivos foram presos temporariamente. Foram soltos, e esse departamento continuou a funcionar. Só veio a parar quando foram presos preventivamente esses diretores. É excepcional, e havia esse quadro.”
Auxílio-moradia
Questionado sobre a polêmica envolvendo o recebimento de auxílio-moradia por juízes, Moro defendeu o pagamento do benefício de R$ 4,3 mil devido à falta de reajuste salarial nos salários dos magistrados.
“Existe esse benefício, que é questionável e existe a previsão constitucional de que os subsídios do magistrado deveriam ser reajustados anualmente, o que não ocorre há três anos”, comentou.
Fonte: G1
Autoridade Palestina publica seu orçamento anual para terrorismo, desafiando Trump
Mahmoud Abbas
O site Palestinian Media Watch (PMW) traduziu do árabe o orçamento para 2018 da Autoridade Palestina (AP). Ao mesmo tempo em que o governo de Mahmoud Abbas luta no Ocidente para que os Estados Unidos não cortem os repasses feitos através de programas da ONU, destina 7,47% de suas verbas para pagar salários de terroristas que estão presos e recompensas para as famílias dos que se tornaram “mártires” ou estão feridos.
Segundo o PMW, pela primeira vez desde 2014, a AP está pagando diretamente à Comissão de Prisioneiros, que recompensa aqueles que realizaram ataques terroristas. Para o governo de Israel, isso é o suficiente para que a AP possa ser declarada uma “organização terrorista”, como já ocorre com o Hamas, grupo político-militar que controla a Faixa de Gaza.
O orçamento operacional dos Territórios Palestinos para este ano totaliza U$ 4,76 bilhões. A previsão é que os salários para terroristas presos seja U$ 158 milhões e o pagamentos para famílias de “mártires” e feridos será de U$ 197 milhões.
Sendo assim, a despesa total para a recompensa de atos terroristas para algumas centenas é de U$ 355 milhões. Em comparação, o Ministério da Saúde terá um orçamento de U$ 514 milhões para atender uma população de 5 milhões de palestinos.
O anúncio do orçamento foi visto como uma afronta aos Estados Unidos, sendo divulgado poucos dias após o Congresso aprovar a Lei Taylor Force, que cortou quase toda a ajuda que o governo americano dava à Autoridade Palestina.
O argumento do gabinete de Donald Trump é justamente o patrocínio contínuo aos terroristas e subsídios para as famílias daqueles que morreram ou estão presos por seu envolvimento nessas atividades. Taylor Force é o nome de um ex-soldado americano que foi assassinado por um palestino em 2016, quando fazia turismo em Israel.
Pedido de ajuda
Paralelamente, a Autoridade Palestina, que depende amplamente de doações estrangeiras, acusa Trump de “terrorismo econômico”. No início do ano, os Estados Unidos reduziram pela metade o orçamento que seria repassado à Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos (UNRWA). Doou U$ 60 milhões e reteve US$ 65 milhões após o Departamento de Estado norte-americano declarar que a UNRWA precisa fazer “reformas” e prestar contas da utilização do dinheiro.
O comissário-geral da UNRWA, Pierre Kraehenbuehl, vem apelando para outros países doarem aos palestinos numa “campanha global de financiamento”. As verbas seriam usadas para manter escolas e clínicas da agência para refugiados. Porém, não houve qualquer pedido de transparência sobre o uso do dinheiro por parte da Autoridade Palestina.
No Brasil debate-se desde o início do ano um pedido de doação de R$792 mil para a Palestina, que seriam usados na reforma da Basílica da Natividade, em Belém. Atualmente o repasse está parado graças à atuação do deputado pastor Takayma (PSC/PR).
No início de março, segundo reportagem da Folha de São Paulo, o ministro das Relações Aloysio Nunes esteve em visita oficial à Palestina, onde se encontrou com Kraehenbuehl. O chanceler admite que o Brasil recebeu um pedido para contribuir para “cobrir o buraco deixado pelo corte americano”, mas não dispõe de recursos para isso.
Contudo, em reunião com o presidente palestino Mahmoud Abbas, o ministro palestino das Relações Exteriores Riyad Maliki, e o primeiro-ministro Rami Hamdallah, debateu sobre projetos de cooperação entre os dois países, que incluiria a construção de um hospital para cirurgias cardíacas que funcionaria com um braço na Cisjordânia e outro na faixa de Gaza. A informação foi comemorada pelos palestinos, como noticiou o jornal Al Mostsr.
Ao passo que afirma que estar com dificuldades financeiras, a Autoridade Palestina continua investindo na compra de armamentos e realizou pesados exercícios militares nos últimos dias na fronteira com Israel.
Com informações de Times of Israel
Incoerências e jeitinhos de um STF que se desmoraliza
Enquanto o PT estava no poder, maioria significativa dos ministros do STF decidiam constantemente contra os pleitos apresentados pelo partido em favor de seus membros investigados na Operação Lava-Jato. Essa maioria se dizia engajada com a moralizadora operação e foram do STF a liminar para Lula não assumir a Casa Civil no governo Dilma e tantas outras decisões em respaldo às investigações.
Após o impeachment, alguns ministros da Corte passaram a dificultar o andamento da Lava-Jato, particularmente quando as investigações chegaram a membros do MDB e do PSDB, aliando-se a outros cujas relações com o PT são perfeitamente conhecidas. Além dessas ilegítimas ligações partidárias, há fortes indícios de relações pessoais com investigados na Lava-Jato, aos quais são concedidos muitos dos pleitos de suas defesas.
A justiça só vem sendo eficaz contra lideranças políticas corruptas nos escalões abaixo do STF. A Corte Suprema é um cofre forte a proteger os brasileiros mais iguais que os demais perante a lei, pois mantém praticamente paralisados os processos dos privilegiados com o vergonhoso foro especial.
Os eventos que culminaram na sessão de 22 de março da Corte Suprema mostraram que o sonho de um Brasil respeitável só se concretizará se alijarmos as lideranças moralmente enfermas, cujos tentáculos empolgaram altos escalões nos três Poderes da União. Foi um golpe que deixou a nação perplexa e apequenada pela falta de recursos legais para reverter a infame manobra de proteção a um também infame criminoso condenado. Foi a nação e não o STF, como temia a ministra Cármem Lúcia, que se apequenou, o que é muito mais triste.
O tal jeitinho brasileiro mostrou suas danosas consequências quando usado para viabilizar decisões ilegítimas em prol de condenados de colarinho branco. O STF e alguns dos seus ministros têm sido protagonistas do uso e abuso deste mal costume.
O jeitinho foi admitido, também, pelo ministro Lewandowski quando, à revelia da Constituição Federal, aceitou a manobra de senadores para manter os direitos políticos da ex presidente Dilma, após ser cassada no processo de impeachment em 2016.
Outro jeitinho foi o patrocinado pela maioria dos ministros, na decisão que impediu Renan Calheiros de permanecer na linha sucessória da presidência da República, por ser réu, mas lhe permitiu continuar presidente do Senado, cargo previsto, por lei, na citada linha sucessória.
Ora, se o réu Renan Callheiros não pode exercer a presidência da República, nem por alguns dias, não há coerência em autorizar a candidatura de Lula, condenado em 2ª Instância (Ficha Suja) e réu em vários outros processos. Como gostam das luzes da ribalta, aos juristas supremos agrada o debate sobre essa e outras incoerências, pois parecem não se preocupar com a perda de confiança da nação e a insegurança jurídica resultante.
O último jeitinho foi a concessão da liminar para Lula não ser preso até a decisão sobre seu habeas corpus, adiada para 4 de abril. A estranha liminar e o citado adiamento, atendendo a interesses pessoais de alguns ministros, a despeito de seus deveres e dos anseios da nação, foram repudiados pela sociedade e por juristas de renome. Por quê a sessão foi suspensa, se havia quórum para continuá-la? Entretanto, não deveríamos nos surpreender com decisões como essas que blindaram o poderoso chefão, pois somos o país do jeitinho, que já deveria ser coisa do passado, mormente na justiça.
A sociedade não pode mais aceitar ficar à mercê da corrupção e de ilegítimas lideranças de colarinho branco,capa preta ou do que for. O cenário vivido pelo país é o conflito entre essas lideranças, que não merecem o menor respeito e não têm a mínima confiança da nação, e uma sociedade trabalhadora, sacrificada e ainda sonhadora com um Brasil do qual se orgulhe. A organização criminosa refestelada na cúpula do poder vai fazer o possível, usando de sórdidos artifícios, para se ali se manter e continuar usurpando ilegalmente os recursos nacionais.
Os sonhos não caem do céu. Ou a sociedade reage com a firmeza exigida para enobrecer o Brasil, se for necessário, empregando a desobediência civil, resistência passiva e enormes manifestações de rua, ou é melhor parar de sonhar. É a nação que tem que se salvar a si mesma e sem a tutela das Forças Armadas, que só tomarão a iniciativa diante de um quadro de grave violência, caos social, falência e perda de autoridade dos Poderes da União, isto é, um cenário de anomia a colocar em risco a paz interna, a unidade política, os próprios Poderes Constitucionais e a soberania do Estado no território nacional.
Querem esperar que o sangue escorra pelas ruas? Então mãos à obra. Os doutos ministros do STF têm saber jurídico tanto para aceitar quanto para recusar o habeas corpus de Lula na sessão de 4 de abril. Portanto, o comprometimento com o futuro do Brasil é que deve nortear a decisão de cada um.
Cidadãos e cidadãs. Pressionem com força de vontade, exijam senso de responsabilidade e patriotismo do STF e, assim, escrevam com suas honradas mãos essa passagem relevante da História do Brasil. Nossos descendentes terão orgulho de ser brasileiros e nós não teremos vivido em vão.
* General da Reserva
terça-feira, 27 de março de 2018
Ativismo LGBT elege Trump como “inimigo nº 1 da ideologia de gênero” na ONU
Embaixadora dos EUA já disse que não irá ceder à intimidação.
Os principais grupos ativistas pró-aborto e pró-LGBT do mundo uniram forças para tentar impedir o governo Trump de apresentar uma agenda internacional pró-vida na conferência da ONU realizada em Nova York esta semana.
A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, acostumada com a forte pressão por sua defesa contínua de Israel, já disse que não irá ceder à intimidação.
Tanto o OutRight International quanto o Global Justice Center, os dois principais lobistas da agenda liberal, estão tentando desestabilizar Bethany Kozma, nomeada por Trump para compor a “Agência para o Desenvolvimento Internacional”. No passado, Kozma expressou sua oposição ao que considera abusos dos movimentos transgêneros.
Para a OutRight, o governo dos EUA não pode dizer que é “uma nação pró-vida”. Eles se queixam, por exemplo, dos cortes de verbas para as clínicas da Planned Parenthood e da decisão dos EUA em evitar trans nas forças armadas.
Desde que Trump ascendeu o poder, a postura americana é claramente conservadora. O temor do ativismo LGBT é que isso influencie outros países.
Entre os assuntos sendo debatidos na ONU estão a necessidade de um “currículo escolar mais inclusivo”, que incluiria ensinar identidade de gênero no ensino básico. Todos os avanços da era Obama no sistema público de educação correm risco de serem anulados.
A OutRight possui um histórico com táticas de intimidação. No passado, os lobistas LGBT recorreram a campanhas de difamação, incluindo a distribuição de dossiês contra os que se opõe à causa. A ideia é desacreditar os delegados mais conservadores, gerando pressão sobre o governo para substituí-los.
Nas reuniões da ONU, sob o título de “saúde reprodutiva” e “educação sexual abrangente”, muitas pautas progressistas estão avançando. Sempre em nome de uma suposta luta pelos “direitos humanos”, muitas vezes ocultam que são eufemismos para “aborto” e “identidade de gênero”.
A reunião da Comissão sobre População e Desenvolvimento começa em duas semanas, e observadores acreditam que muitas das críticas que o governo Trump vem recebendo da mídia tem a ver com sua oposição à agenda globalista.
O maior mantenedor dessa agenda pró-aborto e pró-LGBT e George Soros, que elegeu a América Latina como sua prioridade. Antigo aliado de Obama e Hillary Clinton, ele vê em Trump um inimigo à altura na batalha pelo controle das agendas na ONU.
O Brasil é signatário de vários acordos do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), administrado pela Comissão sobre População e Desenvolvimento.
Com informações Unfpa e Life Site News
Takayama tenta barrar doação de R$ 792 mil para a Palestina
George Hilton, ligado à Universal, foi favorável
A possibilidade de o Brasil doar R$792 mil para a Palestina, que seriam usados na reforma da Basílica da Natividade, em Belém, vem sendo objeto de polêmica desde janeiro, quando Rodrigo Maia (DEM/RJ) assinou a Medida Provisória 819 com esse propósito.
Contudo, a crise econômica no país e a falta de transparência na maneira como a Autoridade Palestina lida com doações geraram protestos nas redes sociais.
No início de fevereiro, após uma ação popular ser impetrada, a 7ª Vara da Justiça Federal de Brasília, determinou a suspensão da MP. O governo recorreu e o Congresso retomou o processo legal para a doação, criando uma Comissão Mista para apreciar a MP. Na reunião ocorrida na tarde desta terça-feira (27), o deputado federal Pastor Takayama (PSC/PR), líder da Frente Parlamentar Evangélica, conseguiu impedir a aprovação, pedindo vistas ao relatório.
O relator, senador Humberto Costa (PT/PE), apresentou seu voto favorável à doação, onde destacou que haveria “relevância e urgência” no pedido. Curiosamente, teve o apoio do presidente da Comissão, deputado George Hilton (PSB/MG) que foi pastor da Igreja Universal.
A postura de Takayama foi enfática, sendo o único membro presente a dizer que não concordava com a doação e chamou atenção para um assunto pouco divulgado pela mídia. “O Brasil deve quase 4 trilhões de reais, como vai doar? É querer fazer cortesia com o chapéu alheio. A questão é que existem inúmeras notícias de que a Palestina usa doações para financiar terrorismo”.
A votação, que parecia certa pela aprovação, foi suspensa até a próxima semana. Takayama disse que irá conversar com outros membros da bancada para que a doação não ocorra.
“Quando a MP foi assinada, eu mandei ofício ao Itamaraty questionando, as respostas que obtive, não foram claras […] O mínimo que quero é transparência”, afirmou.
Amigos da Palestina
Em vários aspectos o governo de Michel Temer busca distanciamento dos anos que o país foi governado pelo PT. Porém, na política externa mantém uma posição contrária a Israel, tendo votado contra o Estado judeu dezenas de vezes nas assembleias da ONU e da UNESCO.
Na comissão, ficou clara a postura do senador Humberto Costa, tendo em vista a conhecida ligação de seu partido com a Autoridade Palestina. Em 2010, o governo Lula, além de reconhecer a Palestina como nação independente, doou-lhe 10 milhões de dólares. Apesar de ser pastor da Universal, denominação reconhecidamente pró-Israel, o deputado George Hilton (ex-ministro de Dilma) foi favorável a doação aos palestinos.
Falta de Transparência
Os termos da doação são incertos. O colunista de Gospel Prime Roberto Grobman, que é judeu e vive em Israel, esteve na Basílica divulgou um vídeo mostrando que as obras já estavam terminadas quando Rodrigo Maia assinou a MP. Uma placa na entrada do templo dava conta que a restauração teve início em setembro de 2013 e foi concluída em dezembro de 2017. Após a denúncia, que obteve milhares de visualizações nas redes sociais, um adesivo foi colocado sobre a placa, alterando os prazos.
Conforme amplamente noticiado na imprensa, a restauração tem um custo de US$ 20 milhões e o Brasil é um dos países que decidiram participar do projeto. Esse seria uma ação em conjunto com a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), que considera a Basílica “Patrimônio Histórico da Humanidade”.
Ao questionar o Itamaraty sobre como seria feita a prestação de contas desse dinheiro, o Gospel Prime recebeu como resposta um link para o site da Autoridade Palestina (AP), que supervisionaria a obra.
Contatado pela redação, a resposta oficial, assinada por Imad Nassar, informa que a prestação de contas seria feita pela empresa de auditoria Deloitte & Touche. No site oficial dessa empresa, contudo, não existe nenhuma informação sobre as obras.
Até o fechamento dessa matéria nem o deputado George Hilton nem a Deloitte responderam a tentativa de contato para comentar.
MP investiga apresentação de peça com beijo e sexo gay para crianças
Vídeo com trecho na apresentação no interior de SP viralizou na internet
A peça de teatro “#República Muito Além Q’Entre 4 Paredes” fazia parte do Circuito Cultural Paulista. Ela foi apresentada na sexta-feira (23) na Escola Estadual Orestes Ferreira de Toledo, em Palmeira D’Oeste (SP), noroeste do Estado, onde gerou muita polêmica.
O material de divulgação afirma que a indicação de faixa etária é de 14 anos. Contudo, algumas cenas do espetáculo divulgadas nas redes sociais revelam que ela pode ter violado o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
As imagens mostram quatro atores – dois homens e duas mulheres – fazendo uma comemoração, onde os dois homens começam a se beijar. Em seguida, uma atriz beija um dos atores e, na sequência, sua companheira de cena. Elas caem no chão simulando uma cena de sexo e um dos atores sobe em cima delas.
Após denúncia de alguns pais de alunos, o Ministério Público de Palmeira D’Oeste, instaurou inquérito civil para investigar eventual desrespeito ao ECA. A prefeitura da cidade emitiu nota dizendo que o espetáculo cumpria agenda do Circuito Cultural Paulista, desenvolvido, aprovado e pago pelo Governo do Estado.
A prefeitura afirma que a peça “respeita a faixa etária dada como limite para apresentação e que confia na idoneidade da administração e classificação etária feita pelo Governo do Estado”. Também declarou que respeita as opiniões dos pais que reclamaram do conteúdo. Por isso, a partir desta data, irá “solicitar ao Circuito Cultural Paulista uma prévia detalhada das próximas apresentações”.
A companhia de teatro responsável preferiu não se pronunciar sobre o caso.
O MP também emitiu nota, revelando que o promotor só irá se manifestar sobre o caso ao final da investigação, apresentando as razões que possam sustentar o ajuizamento de uma ação judicial ou o arquivamento do inquérito civil.
Com informações G1
Após anunciar papel 'gerencial', intervenção muda estratégia e assume patrulhamento nas ruas
Para especialistas, Forças Armadas vão para as ruas em busca de resultados
RIO - Um mês depois de o general Walter Braga Netto anunciar que a intervenção federal teria “um papel gerencial” na segurança pública do estado, surge uma mudança de estratégia, adotada após uma explosão de violência. O fim de semana teve oito mortes na Rocinha (além de uma nona nesta segunda, durante um novo confronto) e uma chacina de cinco jovens em Maricá; já a segunda-feira começou com um intenso confronto entre traficantes e milicianos e terminou com um tiroteio dentro do Botafogo Praia Shopping. Agora, as Forças Armadas vão para as ruas: militares ficarão de prontidão em pontos do Centro e das zonas Sul e Norte. Para especialistas, trata-se de uma alteração de rumo, cujo objetivo é dar visibilidade às tropas, proporcionando sensação de segurança à população.
Em nota, o comando da intervenção informou ontem que o patrulhamento será reforçado em “áreas de grande circulação de pessoas e veículos”. Entre os lugares selecionados estão o cruzamento das avenidas Presidente Vargas e Rio Branco, no Centro; a Praia de Copacabana, na altura do Copacabana Palace, e a orla de Botafogo, perto do shopping. A medida foi tomada depois de patrulhas motorizadas terem identificado locais adequados para a permanência das guarnições “por períodos de tempo definidos”. No entanto, não foi especificada a duração das ações.
Os militares terão o apoio da Força Nacional, da PM e da Guarda Municipal. Ainda de acordo com o comunicado da intervenção, tropas continuarão atuando na Vila Kennedy, na Zona Oeste. Na semana passada, o Comando Militar do Leste (CML) havia informado que soldados deixariam a comunidade em “duas ou três semanas”.
ESPECIALISTAS: É PRECISO DAR RESULTADO
O cientista político Guaracy Mingarde, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirmou que a nova estratégia não deixa de ser uma forma de marketing para manter o apoio da população à intervenção, que, segundo ele, “não foi abalado, apesar dos resultados inexpressivos”:
— Se o morador do Rio ficar mais dois meses sem ver nada de concreto, passará a não ser mais favorável (à intervenção). Vai ter mais gente cuidando da segurança nas ruas. Para o policiamento, a experiência é muito importante. Mas, se os militares tomarem atitudes erradas, vão ter a população tomando posição contra eles.
Para José Ricardo Bandeira, presidente do Instituto de Criminalística e Ciências Policiais da América Latina, a sensação de segurança vai aumentar nos bairros que receberão patrulhamento do Exército, porém por um curto período. Ele lamenta que áreas mais castigadas pela violência, como grande parte da Zona Oeste e a Baixada Fluminense, tenham ficado de fora da nova estratégia:
— Num primeiro momento, a sensação de segurança pode mesmo aumentar. Mas, se os índices de criminalidade não caírem, só vai durar alguns dias.
José Vicente da Silva Filho, ex-secretário nacional de Segurança Pública , acredita que as Forças Armadas vão para as ruas em busca de resultados, mas destaca que reestruturar a PM deve ser a prioridade da intervenção:
— Eu começaria esse processo convocando policiais cedidos a órgãos do Legislativo e do Executivo, e colocaria militares para fazer o trabalho administrativo dos batalhões.
A Hidra Comunista - Gen Bda Paulo Chagas
A Hidra Comunista
Caros amigos
Nada mudará de uma hora para outra em um país que vem sendo destruído, há mais de 30 anos, por socialização e populismo.
Teremos que ter serenidade para participar da reconstrução e inteligência, perseverança e resignação para sofrer com o Brasil durante o tempo que for necessário para formar uma nova geração com as atitudes e os valores que irão, definitivamente, reerguer e sustentar a Nação.
Isso não é algo que se imponha pela força ou que se conduza por um atalho qualquer. A recuperação de ATITUDES e VALORES é feita por acúmulo de informações verdadeiras, obtidas através da educação e do acesso à cultura e ao conhecimento!
Se os brasileiros não estiverem unidos, preparados e dispostos a enfrentar estes desafios só faremos enfraquecer as nossas defesas e preparar o terreno para uma nova e mais poderosa investida da Hidra Comunista.
segunda-feira, 26 de março de 2018
Novo assessor de Segurança Nacional dos EUA quer reformular relações com a China
John Bolton defende uma política mais linha dura em relação ao país asiático
John Bolton, ex-embaixador dos EUA na ONU, fala na Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC) em National Harbor, Maryland, em 24 de fevereiro de 2017 (Mike Theiler/AFP/Getty Images)
Por Paul Huang, Epoch Times
Décadas de uma abordagem conciliadora dos Estados Unidos em relação à China podem finalmente chegar ao fim, já que o presidente Donald Trump escolheu John Bolton para ser o próximo assessor de Segurança Nacional.
Com um único tweet em 22 de março, Trump demitiu H. R. McMaster e anunciou que Bolton assumirá o cargo mais poderoso na liderança da área de segurança nacionaldos Estados Unidos em 9 de abril. A mudança foi esperada por muitos durante muito tempo e é a última de uma série de trocas de oficiais que o presidente norte-americano fez recentemente.
Na administração de George W. Bush, John Bolton foi vice-secretário de Estado para o Controle de Armas e Segurança Internacional (2001-2005) e embaixador dos Estados Unidos na ONU (2005-2006).
Tanto nos papéis oficiais como em sua carreira subsequente como personalidade da televisão e dos meios de comunicação, Bolton se destacou como uma das vozes fortes da política exterior americana ao defender sistematicamente respostas linha dura contra a hostilidade dos regimes estrangeiros, incluindo o Irã, a Rússia, a Síria, a Coreia do Norte e a China.
Uma nova era
É o enfoque linha dura de John Bolton para a China que poderá levar a uma mudança mais substancial na política e na estratégia exteriores dos Estados Unidos nos próximos anos, preveem analistas.
“Creio que, ao contrário de muitos analistas especializados em China [nos Estados Unidos], John Bolton reconhece muito claramente que nós estamos entrando em uma nova era em que o estilo reconciliador da diplomacia com a China da era Nixon-Carter morreu há muito tempo”, disse Arthur Waldron, professor de Relações Internacionais da Universidade da Pensilvânia.
“Bolton entende que existem diferenças irreconciliáveis de estrutura entre os Estados Unidos e a China, isto é, a menos que a China experimente mudanças fundamentais,” disse Waldron, “ficará mais forte e não terá medo de ameaças de guerra.”
Bolton também é reconhecido por seu forte apoio a Taiwan, país que visita com frequência. Ele repetidamente tem pedido aos responsáveis pela tomada de decisões nos Estados Unidos para que retomem formalmente relações diplomáticas com a nação taiwanesa, uma posição que poucos especialistas consolidados da China adotam.
“A negociação [diplomática] não deve significar que Washington dá e Pequim recebe. Precisamos de prioridades estratégicas coerentes que reflitam não 1972, mas 2017, que englobem mais do que a política comercial e monetária, e que incluam especificamente Taiwan. Vamos ver como reage uma China cada vez mais beligerante”, escreveu Bolton no The Wal Street Journal em janeiro de 2014.
June Teufel Dreyer, professora de Ciências Políticas na Universidade de Miami, salientou que espera que Bolton faça bom uso da recém promulgada Lei de Viagens de Taiwan para incentivar a troca de funcionários de altos cargos entre Taiwan e os Estados Unidos.
A aprovação da Lei de Viagens de Taiwan foi duramente criticada por oficiais do regime chinês e pelos meios de comunicação estatais chineses, que afirmaram que a lei viola o “Princípio de Uma Só China,” a qual os Estados Unidos chamam de “Política de uma Só China” e interpretam de uma forma diferente. Entretanto, Bolton declarou em inúmeras ocasiões que a política é inerentemente ambígua e que os Estados Unidos devem fortalecer sua aliança com Taiwan independentemente dos protestos de Pequim.
Dreyer também disse que, como novo assessor de Segurança Nacional, Bolton provavelmente impulsionará as operações com maior liberdade de navegação, mais regulares e de alto perfil no Mar do Sul da China, o que vai desafiar diretamente a agressiva construção de Ilhas e as reivindicações de soberania de Pequim sobre a área em disputa.
Muitas mudanças
John Bolton se une a uma equipe de segurança nacional do presidente Trump que sofreu recentemente uma série de mudanças de funcionários de alto escalão, o que pode indicar uma clara mudança para uma resposta mais linha dura dos Estados Unidos à China e seu fortalecimento militar.
O secretário de Estado Rex Tillerson foi demitido recentemente e em breve será substituído pelo atual chefe da CIA, Mike Pompeo, ex-congressista que também é reconhecido por sua postura firme contra a hostilidade da China.
O principal assessor comercial de Trump, Peter Navarro, conhecido por abraçar uma postura linha dura das relações EUA-China na área do comércio e outros assuntos, também terá uma maior influência sobre a administração após a saída de Gary Cohn , outro importante assessor econômico que era a favor de uma abordagem mais conciliadora com os chineses.
A nova estratégia de Segurança Nacional da Casa Branca, divulgada em dezembro passado, que classificou a China como rival estratégico, também ressoa com a abordagem linha dura de John Bolton.
Produtores doaram 500 ovos para ‘receber’ Caravana de Lula em Céu Azul
Cerca de 200 pessoas são esperadas em um protesto no início da tarde de hoje na BR-277, em Céu Azul. O grupo ficará perto do redutor de velocidade da cidade para esperar a Caravana "Lula Pelo Brasil" que deve passar pouco depois das 14 horas pelo trecho.
Segundo Sidnei Vagner produtores doaram cerca de 500 ovos e o objetivo é arremessá-los contra os veículos em forma de protesto. Apesar da atitude ele afirma que a mobilização é pacífica e os ovos foram uma forma de demonstrar a inquietação com relação aos casos de corrupção.
A população entende que o momento é histórico e que cada cidade precisa demonstrar seu posicionamento.
Eles sabem que Lula não deve estar nos veículos, pois seguirá de avião, mas mesmo assim resolveram se manifestar.
A população está sendo incentivada a levar toda a família. Produtores devem levar tratores, cavalos, carroças para simbolizar o trabalho do campo. A mobilização começa às 13h30, não tem ligação com partidos políticos e está sendo organizada pelo Whatsapp.
TRF4 nega recurso de Lula contra a condenação em 2ª instância
A Oitava Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) decidiu nesta segunda-feira (26), em Porto Alegre, por 3 votos a 0, rejeitar o embargo de declaração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu último recurso na segunda instância da Justiça Federal.
O julgamento foi rápido, pois não houve sustentação oral de defesa ou acusação, apenas breves votos dos desembargadores João Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato no TRF4, Leandro Paulsen e Victor Laus.
Com o recurso, a defesa pretendia reverter a condenação, mesmo que o embargo de declaração não preveja mudança de um julgamento, apenas esclarecimentos sobre seu resultado.
A rejeição do embargo será agora comunicada ao juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato na primeira instância, e que condenou Lula, em junho do ano passado, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex em Guarujá (SP).
No acórdão (sentença do colegiado) em que confirmou a condenação de Lula e aumentou sua pena de 9 anos e 6 meses para 12 anos e 1 mês de prisão, a Oitava Turma do TRF4 determinou também que, após o julgamento do embargo, Moro fosse notificado para que pudesse ordenar a execução provisória de pena pelo ex-presidente.
A determinação citou entendimento estabelecido em 2016 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que, em três ocasiões naquele ano, assentou que condenados em segunda instância podem começar de imediato a cumprirem suas penas.
O plenário do STF, entretanto, emitiu na semana passada um salvo-conduto que garante a liberdade de Lula ao menos até o dia 4 de abril, quando está marcado o julgamento de um habeas corpus preventivo do ex-presidente, com o qual ele pretende não ser preso enquanto recorre a instâncias superiores, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Eleição
A confirmação final da condenação de Lula pela segunda instância da Justiça pode ainda impedir que ele se candidate à Presidência nas eleições deste ano. Em pesquisas recentes, o ex-presidente, que já anunciou sua vontade de concorrer, aparece como líder de intenções de voto.
Pela Lei da Ficha Limpa, sancionada pelo próprio Lula em 2010, aquele que for condenado por órgão colegiado, como é o caso do TRF4, por determinados crimes, entre eles, o de lavagem de dinheiro, fica sujeito à inelegibilidade por oito anos, a contar da data da publicação do acórdão.
Fica a cargo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidir a respeito da aplicação da lei no momento em que for solicitado o registro de candidatura.
Fonte: Agência Brasil
Milhares de cristãos fazem protestos “por um país decente” na Eslováquia
Cristãos protestando na Eslováquia
Dezenas de milhares de pessoas tomaram as ruas de várias cidades da Eslováquia em marchas do movimento “por uma Eslováquia decente”. O assassinato de um jornalista investigativo e sua noiva provocou protestos em todo o país e as investigações acabaram resultando na queda do primeiro-ministro Robert Fico.
Acredita-se que o jornalista estava prestes a revelar um escândalo de corrupção no país, mostrando as relações da cúpula do poder com a máfia italiana. O pastor Jaro Marcin, um dos líderes cristãos que estava nas ruas, afirma que não há expectativa que o novo primeiro-ministro, Peter Pellegrini, consiga promover mudanças significativas.
Falando ao Evangelical Focus, Marcin lembra que o assassinato não foi o primeiro escândalo em que o governo eslovaco se envolveu nos últimos dois anos. Ele conta também que os protestos recentes foram históricos, pois envolveu grande parte dos cristãos do país.
“Na semana passada, 65 mil pessoas se reuniram na capital Bratislava e milhares em outras cidades”, lembra. “Como cristãos, penso que é importante defendermos os valores éticos e a responsabilidade política em nosso país e na sociedade. Eu acredito que os cristãos foram chamados para ajudar a lançar luz sobre o que está errado com o sistema. Se o nosso sistema político nos permite expressar esses direitos publicamente, acho válido fazermos uso desta liberdade”, avaliou.
Os protestos aparentemente uniram pessoas de todas as camadas da sociedade e de diferentes crenças religiosas. “Exigir ‘uma Eslováquia decente’ é um apelo que une todos os cristãos. Na semana passada, a manifestação em Levice, uma cidade menor no oeste da Eslováquia, foi organizada pelo pastor Daniel Pastircak e atraiu muitos católicos”, revela.
O pastor Macin disse que existem várias campanhas de oração pelo país. “Queremos que as pessoas sintam esperança e vejam que as coisas podem ser diferentes. Em situações como essas, podemos ser o “sal da terra” e continuar a falar com ousadia, mas com sabedoria, sempre buscando a orientação e o conselho de Deus”, encerrou.
Milhares protestam na Argentina contra descriminalização do aborto
Igrejas incentivaram marchas contra Projeto de Lei para legalizar prática
Após o anúncio que o projeto de lei de descriminalização do aborto no Argentina está prestes a ser votado, milhares de pessoas foram às ruas de 200 cidades neste domingo (25) para protestar.
Segundo os organizadores do ato, a marcha pacífica contou com mais de 50 mil pessoas. Diversas igrejas evangélicas e católicas incentivaram os fiéis a participarem. A maioria dos cartazes e faixas traziam palavras de ordem como “Sim à Vida. Não ao Aborto” e “Aborto legal é ilegal e assassinato”. Nas redes sociais, usaram a hashtag #Sialavida [Sim à Vida].
O pastor Rubén Proietti, presidente da Aliança Cristã das Igrejas Evangélicas da República Argentina (ACIERA), organização que reúne mais de 15 mil igrejas, comemorou o sucesso da manifestação. “Fomos testemunhas de um movimento de massas sem precedentes em favor das duas vidas, a da mãe e a da criança em gestação. Após esta demonstração numerosa, será difícil o legislativo e a mídia ignorarem nossa posição”, afirmou.
Ele lembrou que o país tem uma maioria cristã e a posição da igreja sempre foi que “a vida começa a partir do momento da concepção”. Destacou ainda que a presença dos cristãos de todas as denominações foi fundamental para o sucesso do movimento.
Embora o presidente da Argentina, Mauricio Macri, tenha dito que é “a favor da vida”, liberou os parlamentares da sua base para que possam votar pela liberação do aborto. Atualmente, a lei do país considera legal a interrupção da gravidez quando a vida da mulher está em risco ou em caso de estupro.
No Brasil, marchas contra o aborto, como a realizada anualmente em Brasília, nunca passaram de alguns milhares de pessoas. Existem vários projetos de lei correndo no Congresso para a liberação do aborto, propostos por partidos que defendem essa causa, como PT e PSOL. Recentemente, a Bancada Evangélica pressionou o presidente da Câmara Rodrigo Maia para que seja votado logo o “Estatuto da Família” e o “Estatuto do Nascituro”, que bloqueariam essas tentativas, defendendo o direito à vida desde a concepção.
Com informações de Infobae
'Cuidado com a cólera das legiões!', alerta Mourão após decisão do STF que beneficiou Lula
Antonio Hamilton Martins Mourão ainda anunciou apoio à candidatura à Presidência do deputado Jair Bolsonaro
O general da reserva Antonio Hamilton Martins Mourão criticou, nas redes sociais, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de garantir salvo-conduto ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva até o dia 4 de abril, quando a Corte vai analisar o mérito do habeas corpus pedido por seus defensores. O militar afirmou que se sentiu "envergonhado" pelo que chamou de "covardia moral" do ministros do Supremo.
"Sinto-me envergonhado pela falta de espírito público, pela covardia moral, pela linguagem empolada - destinada a enganar o homem comum -, pelas falsidades e, principalmente, por observar que uns merecem mais que outros ante os olhos daquele colegiado. Fica claro que os que possuem 'pertences' jamais cumprirão a pena que merecem por haver surrupiado o bem público. Fica o alerta de soldado, cuidado com a cólera das legiões!!!!".
Ele afirmou que o País vive um momento crítico e que a Justiça deveria ser um dos pilares para solucionar os problemas brasileiros, "ou vamos viver o caos". "O Judiciário tem que exercer sua responsabilidade ou vão fazer justiça com as próprias mãos", afirmou. "Os presídios estão cheios de presos pobres e os de colarinho branco soltos, com o Judiciário sentado em cima dos processos". O general se aposentou no mês passado.
Na cerimônia de despedida, ele fez críticas à intervenção no Rio e à classe política. Ele também anunciou apoio à candidatura à Presidência do deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ). O Estado tentou contato com o STF, mas até a conclusão desta edição, não houve retorno.
domingo, 25 de março de 2018
Geraldo Alckmin elogia STF e diz que magistrados são experientes
Imagem: Zazone Fraissat/Folhapress
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin comentou sobre o habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao portal Jovem Pan.
Segundo informações do repórter Daniel Lian, Alckmin elogiou o STF e afirmou que os magistrados são experientes e não cedem a pressões.
“Não há pressão. Juiz de Suprema Corte é um juiz extremamente tarimbado, experiente, que vai julgar de acordo com a lei, de acordo com o interesse público”, disse Alckmin, investigado na Lava Jato pela delação da Odebrecht e pré-candidato do PSDB à Presidência.
“Não é uma decisão definitiva. Cabe aguardar. Ninguém está acima da lei. A lei é para todos na República. O Judiciário é poder independente, autônomo. Vamos aguardar uma decisão definitiva do Judiciário”, completou o tucano.
http://conexaopolitica.com.br/brasil/geraldo-alckmin-elogia-stf-e-diz-que-magistrados-sao-experientes/
Milhares de cristãos marcham contra 'ideologia de gênero' na Croácia
Protesto na Croácia
Milhares de conservadores foram às ruas da Croácia para protestarem contra a adesão do país à Convenção de Istambul, acordo pan-europeu que defende uma agenda pró-LGBT. Originalmente criada para “prevenção da violência contra as mulheres”, a versão mais recente do tratado defende gênero como “construção social”, pede a legalização dos casamentos gays e a garantia de direitos a pessoas transexuais.
Os manifestantes fizeram orações e cantaram canções patrióticas. A maior marcha ocorreu neste sábado (24), na capital Zagreb. Promovida pela oposição conservadora da Croácia e a Igreja Católica, eles pedem que o Parlamento croata não ratifique o acordo que já foi assinado por 44 países.
As faixas e cartazes em defesa dos “valores cristãos” e da “família tradicional”, foram classificados pela imprensa como discurso de “extrema-direita”, ainda que o país seja predominantemente católico.
No início desta semana, o governo da Croácia anunciou a adoção dos documentos da Convenção. No mês passado, esse mesmo tratado foi rejeitado por Bulgária e Eslováquia, por objeções similares sobre a imposição da ideologia de gênero.
O governo croata buscou um meio-termo, pedindo ao parlamento para ratificar o tratado, mas emitiu uma declaração em separado, afirmando que não mudaria a definição da lei atual de casamento como “união entre um homem e uma mulher”.
A indignação dos conservadores é tanta, que eles pediram que o primeiro-ministro Andrej Plenkovic renunciasse, acusando-o de ter traído o voto conservador. O pedido deles é que seja feito um referendo sobre o assunto.
Kristina Pavlovic, uma das organizadoras do protesto, afirmou: “Eu acho que isso pode ser um ponto de virada para a Croácia, quando devemos decidir preservar os valores da família ou deixarmos que Bruxelas (sede da União Europeia) nos diga que pode haver dois pais ou duas mães”.
“Eu protesto pelo meu neto, bisneto e todos aqueles que deram suas vidas pela Croácia”, asseverou um veterano do exército.
Com informações de Reuters
sexta-feira, 23 de março de 2018
Por ora, Supremo proíbe prisão do ex-presidente Lula; entenda
Por sete votos a quatro, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentar um habeas corpus preventivo para evitar que ele seja preso. Porém, o mérito do recurso não foi analisado pelos magistrados nesta quinta-feira (22). O julgamento deve ser retomado apenas no dia 4 de abril porque na próxima semana não há sessões de julgamentos nesta Corte em decorrência do feriado de Páscoa. Até lá, o ex-presidente não poderá ser preso.
Como a parte principal do recurso não foi analisada, os ministros concordaram com uma medida liminar pedida pela defesa de Lula. No plenário, o advogado José Roberto Batochio solicitou que o ex-presidente não seja preso até que o julgamento do HC seja concluído pelo STF. Um dos argumentos para o pedido foi o periculum in mora (perigo da demora) de Lula ser detido antes da conclusão da análise de seu recurso na principal Corte do país.
Se a liminar não fosse concedida, a partir do próximo dia 26 de março existiria a real possibilidade de Lula ser preso. Nesta data, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região julga os embargos apresentados pelo petista contra sua condenação de 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A sentença se refere ao triplex do Guarujá, no qual houve a acusação de que o petista o teria recebido como propina paga por empreiteiros.
Votaram pela admissibilidade do HC os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Celso de Mello. Contra, estiveram os ministros Edson Fachin, Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia.
No caso de ser preso, Lula seria o primeiro ex-presidente brasileiro a cumprir a pena em uma cadeia. Pré-candidato do PT à presidência da República e líder nas pesquisas, Lula é réu em outros seis casos, a maioria derivada da operação Lava Jato.
No processo que começou a ser julgado nesta quinta-feira, a defesa alegou que, se Lula fosse preso, o Judiciário estaria infringindo o preceito constitucional da presunção de inocência. Um de seus advogados, José Roberto Batochio, afirmou que, se não fosse possível aguardar o julgamento em todas as instâncias, era preciso que qualquer decisão envolvendo o seu cliente deveria esperar os julgamentos de duas Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs) de números 43 e 44, que tratam do cumprimento de pena após condenação em segunda instância. “Por que esse açodamento? Por que essa volúpia em prender?”, questionou Batochio.
Esses dois casos estão prontos para serem julgados desde dezembro passado, mas a presidenta da Corte, Cármen Lúcia, tem evitado debater o assunto. Em 2016, o STF entendeu que o cumprimento da pena após condenação por um colegiado é possível. Mas as duas ADCs ressuscitaram a discussão. Não há data para que a ação seja pautada, apesar da pressão de advogados e do relator do processo, o ministro Marco Aurélio Mello.
No caso de ser detido, o ex-presidente seria levado para a cidade onde tramita o seu processo na primeira instância, Curitiba, no Paraná. A tendência é que seja preso em alguma penitenciária improvisada, como a superintendência da Polícia Federal ou salas e quartéis, como do Exército ou da Polícia Militar. As autoridades estão preocupadas com as condições de Lula e de outros detentos no caso de ele ser levado para uma penitenciária comum.
Fonte: G1
Professor de Sociologia da IFAL ataca cristãos: 'Otários, Jesus é maconheiro'
Ela relatou que alunos estavam na sala de aula quando ouviram que "Jesus é maconheiro" e que "a Igreja Católica é uma suruba"
Professor de Sociologia da IFAL ataca cristãos: "Jesus é maconheiro"
A doutrinação ideológica nas salas de aula do Brasil é um assunto recorrente. Enquanto isso, projetos como o “Escola Sem Partido” sendo trancado no Congresso por políticos de esquerda, que alegam censura.
Um caso ocorrido em Maceió esta semana voltou a chamar a atenção para a seriedade dessa situação. Uma aluna do
Instituto Federal de Alagoas (IFAL), de 15 anos, está denunciando que seu professor do curso de Sociologia faz ofensas gratuitas a cristãs em sala de aula, classificando quem segue a doutrina de “otário”.
A jovem, que é católica, é aluna do 2º do ensino médio do curso de Informática, na sede do IFAL em Maceió. Ela relatou que os alunos teriam ouvido durantes as aulas declarações como “Jesus Cristo é maconheiro” e “a Igreja Católica é uma suruba”. Nesta quinta-feira (22), Audry Lima, mãe dessa aluna, procurou a unidade de ensino e pediu providências.
O professor, que não teve o nome divulgado, teria o proferido os “ataques religiosos” gerando desconforto nos alunos. Pelo menos dois deles acabaram se retirando da sala. Ainda segundo a mãe da aluna, foi defendida a ideia de que Jesus Cristo “fornicou”.
A aluna disse à mãe que se sentiu “pessoalmente agredida e humilhada”. “Eu e meu esposo somos católicos e temos o direito de criar a nossa filha na base moral e religiosa que desejarmos. Não cabendo ao professor violar, inclusive, direitos constitucionais”, afirma um trecho da representação protocolada por Audry Lima na direção do Ifal.
“Antes da minha filha ir estudar no Ifal, sentei com ela e mostrei como se comportar em algumas situações, mas esta extrapolou todos os limites aceitáveis. Na sala de aula, o professor disse que Jesus era maconheiro, que a igreja era um suruba e, ainda, que quem vivia a doutrina católico era um otário. Diante de tudo isso, a gente pediu a direção do Ifal providências no sentido dessa situação não voltar a repetir”, explica a mãe.
A direção da instituição divulgou uma nota oficial nas rede sociais, anunciando que irá apurar a denúncia.
Os comentários de alunos e ex-alunos da instituição na postagem revelam que o professor em questão sabidamente faz esse tipo de ataque há muito tempo e já incentivou a “ocupação” da instituição no passado por motivos políticos.
Nota informativa
A Gestão do IFAL- Campus Maceió recebeu em 22/03/18 formalização de relato de suposto ato de intolerância e preconceito religioso, praticado durante uma aula na instituição e informa que procedeu aos encaminhamentos para apuração. Há na Instituição um procedimento de diálogo direto com os pais e os alunos, em qualquer situação ocorrida dentro das dependências do Campus, inclusive em sala de aula. Atendemos com presteza a mãe e iniciamos os procedimentos cabíveis à situação em tela.
A gestão lamenta o ocorrido, ao passo em que ratifica os preceitos de liberdade religiosa e de respeito mútuo como princípios básicos de convivência e dos processos formativos, respeitando as bases de formação do indivíduo, em nosso ensino e aprendizagem.
Gestão do IFAL Campus Maceió
Com informações de Gazeta













