sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Na web, artistas manifestam apoio à Regina Duarte

Mensagens para a atriz foram publicadas em redes sociais

Presidente Jair Bolsonaro e Regina Duarte 

Após a atriz Regina Duarte aceitar a proposta do presidente Jair Bolsonaro para assumir a Secretaria Especial da Cultura, na quarta-feira (29), vários artistas se manifestaram a favor dela.

Antes da decisão, Maitê Proença já tinha expressado seu apoio e chegou a afirmar que outros colegas também apoiavam, mas tinham receio de admitir. Porém, alguns deles já usaram as redes sociais para deixar um recado amistoso para Regina.

Entre os apoiadores, o ator e apresentador, Marcio Garcia, foi um dos que fez questão de expressar seu ponto de vista favorável ao trabalho de Duarte junto ao governo federal.

– Sei que você irá exercer a sua função com o total comprometimento. Fico na torcida para que aqueles que criticam apenas para fomentar a oposição saibam avaliar os atos e não as bandeiras – declarou.

Quem também se pronunciou foi Luiz Fernando Guimarães.

– Torcendo por todos nós – escreveu.

De acordo com o jornal Extra, a lista de artistas a favor de Regina conta ainda com nomes como Zizi Possi, Mario Frias, Carolina Ferraz, Rita Guedes, Ary Fontoura, Beth Goulart, Thiago Rodrigues, Carla Daniel, Carlos Vereza, Beth Goulart, o cineasta Cacá Diegues, Buchecha, Felipe Folgosi, Carlos Machado, Fábio Villaverde, Mylla Christie, Buchecha e a autora Glória Perez. A pastora Sarah Sheeva, filha da cantora Baby do Brasil, também apóia a atriz no comando da Secretaria Especial da Cultura.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Mercados caem em todo o mundo à medida que crescem temores do surto viral mortal

"Se isso não for controlado rapidamente, fábricas sairão da China"

Equipe médica com trajes de proteção trata um paciente com pneumonia causada pelo novo coronavírus no Hospital Zhongnan da Universidade de Wuhan, em Wuhan, província de Hubei, China, em 28 de janeiro de 2020 (China Daily via Reuters)


WASHINGTON – O surto de um novo coronavírus na China levantou preocupações sobre o possível impacto da doença na economia chinesa, causando volatilidade nos mercados de ações globais e nos preços do petróleo.

A epidemia que se originou na cidade central de Wuhan na China e se espalhou por todo o país deve atingir o crescimento econômico da China, já que o pânico pesou sobre o turismo, o consumo e a manufatura.

O vírus também se espalhou para outros países, incluindo os Estados Unidos, abalando ainda mais os investidores.

Medos crescentes e incerteza reduziram as principais bolsas de valores em 27 de janeiro, com os setores de viagens, artigos de luxo e mineração liderando a queda. O índice FTSE 100 de Londres caiu 2,3%, enquanto o índice DAX da Alemanha caiu 2,6%, as ações dos EUA também despencaram no início da semana, com a Dow Jones e o S&P 500 caindo cerca de 1,6.


Embora os mercados tenham experimentado alguma recuperação no momento da redação deste artigo, o vírus em rápida expansão ainda é uma grande preocupação para os investidores.

Os preços do petróleo também caíram devido a preocupações de um choque negativo na demanda global de petróleo.

“É uma questão muito séria”, disse o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, em entrevista coletiva após a conclusão da reunião de política de dois dias do banco central em 29 de janeiro.

“Estamos monitorando a situação com muito cuidado”, afirmou. “Haverá claramente implicações, pelo menos no curto prazo, para a produção chinesa, e eu acho que para alguns de seus vizinhos mais próximos”.

O surto de coronavírus ocorre quando a economia da China já está crescendo em seu ritmo mais lento em quase três décadas. A guerra comercial EUA-China afetou as exportações do país em 2019. E os problemas econômicos da China podem ser mais graves do que os dados oficiais indicam, de acordo com especialistas.

“Isto é como Chernobyl”

A incerteza sobre a escala e a duração da epidemia afetará o produto interno bruto (PIB) da China, pois prejudicará a confiança das empresas e dos consumidores, levando a uma queda nas atividades de negócios e consumo, segundo economistas.

“Isso é como Chernobyl em certo sentido”, disse o autor e especialista chinês Gordon Chang ao Epoch Times, referindo-se ao acidente nuclear que ocorreu na União Soviética em 1986.


Se o pânico continuar até abril ou maio, terá um “efeito enorme” na economia chinesa este ano, acrescentou.

Segundo Chang, a crise terá algum efeito cascata nos Estados Unidos e em outros países, mas o impacto não será tão significativo quanto as pessoas temem.

As reações de empresas estrangeiras que operam na China serão mais visíveis após o feriado do Ano Novo Lunar, observou ele.

As autoridades chinesas estenderam o feriado em todo o país por três dias até 2 de fevereiro, em um esforço para manter os cidadãos em casa e conter a propagação da doença. No entanto, a incerteza permanece conforme o número, e a disseminação geográfica dos casos confirmados de pneumonia continuam crescendo.

“É claro que o governo chinês tentará estimular a economia através de várias medidas artificiais que terão um efeito temporário de alívio”, disse Chang, acrescentando que esses esforços não ajudarão muito “porque isso vai abalar a confiança na China”.

“Se isso não for controlado rapidamente, fábricas sairão da China”, acrescentou.

As montadoras, incluindo GM, Honda e Nissan, têm operações significativas em Wuhan, de acordo com um relatório da CNBC. E algumas fábricas já começaram a retirar seus funcionários da área de Wuhan.

Espera-se que mais empresas suspendam suas operações no país.

A cadeia de café Starbucks anunciou que fechou mais de 2.000 lojas – metade de suas lojas na China – devido ao surto de coronavírus.

A maioria dos casos confirmados no surto de coronavírus está concentrada na província de Hubei. Situada no centro da China, a província é um importante centro de transporte e manufatura para o país. Hubei representou 4% do PIB nacional em 2018, segundo o Morgan Stanley.

Vírus atinge consumo, viagens

O feriado do Ano Novo Lunar geralmente é um período de expansão para o consumo e o turismo, mas o surto está causando um impacto significativo nos gastos e nas viagens dos consumidores. Os consumidores chineses estão evitando áreas lotadas.

As viagens do exterior para a China também diminuíram significativamente. Muitos países começaram a reduzir os vôos para a China, com a British Airways interrompendo seus vôos diários para Pequim e Xangai. As transportadoras dos EUA também suspenderam alguns vôos entre os Estados Unidos e a China.

À medida que a cobertura da mídia aumenta, um “fator de medo” afeta negativamente os mercados, de acordo com Michael Binetti, analista de varejo do Credit Suisse as ações com exposição significativa à China, como Nike (ticker: NKE) e Estée Lauder (EL), podem sofrer uma queda de 3 a 5% no lucro por ação, escreveu ele em um relatório.

Muitos analistas estão comparando o surto de coronavírus à epidemia de SARS de 2003 que abalou os mercados e as economias asiáticas.

“Embora a gravidade do impacto econômico seja desconhecida, é provável que ela tenha vida curta caso siga o padrão de casos históricos”, disse Andrew Tilton, economista-chefe da Ásia-Pacífico da Goldman Sachs, em um relatório.


“No caso da SARS e em outros surtos recentes, o nível mínimo de atividade ocorreu tipicamente 1 a 3 meses após o surto”.

Tirando lições de epidemias anteriores, o Goldman Sachs estima que os gastos relacionados ao turista, como jóias e gastos discricionários, como vestuário e eletrodomésticos, na China, Hong Kong e Taiwan são mais vulneráveis ​​aos impactos da doença infecciosa. Além disso, restaurantes, varejistas e lojas de departamento provavelmente serão afetados negativamente pelo surto.

Incidentes anteriores sugerem que o impacto econômico de doenças infecciosas tende a durar de um a dois quartos, de acordo com um relatório do Morgan Stanley.

Os estudos da academia, agências internacionais e o modelo econométrico do Morgan Stanley sugeriram que o impacto da SARS no crescimento anual do PIB da China foi de cerca de um ponto percentual, segundo o relatório.


Preço do barris de petróleo

O surto também causou volatilidade nos preços do petróleo. O mercado de combustível de aviação deve sofrer mais, segundo analistas.

O presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), Mohamed Arkab, disse a repórteres em 27 de janeiro que esperava que o surto de coronavírus tivesse pouco impacto no mercado global de petróleo no momento. Eu adicionei que os produtores de petróleo estavam prontos para reagir a qualquer novo desenvolvimento.

Phil Flynn, analista de energia sênior do Price Futures Group em Chicago, acha que a reação da OPEP é “excessivamente otimista”.


“O ponto principal do petróleo é que nunca vimos uma quarentena dessa magnitude. Aviões e trens não estão em movimento e as fábricas estão fechadas e causarão um impacto histórico na demanda de energia”, escreveu Flynn.

Brasil apoia plano de paz de Trump para o Oriente Médio: 'Realista e ao mesmo tempo ambicioso'

O presidente Jair Bolsonaro (Dir) se reúne com o presidente dos EUA, Donald Trump, durante uma reunião bilateral à margem da Cúpula do G20 em Osaka, em 28 de junho de 2019 (BRENDAN SMIALOWSKI / AFP / Getty Images)

Por Bruna de Pieri – Terça Livre

O governo brasileiro saudou o plano de paz apresentado na terça-feira pelo Presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

De acordo com o Itamaraty, o plano configura uma “visão promissora para, após mais de sete décadas de esforços infrutíferos, retomar o caminho rumo à tão desejada solução do conflito israelense-palestino”.

O Ministério de Relações Exteriores considerou o plano realista e ao mesmo tempo ambicioso.

“Trata-se de iniciativa valiosa que, com a boa-vontade de todos os envolvidos, permite vislumbrar a esperança de uma paz sólida para israelenses e palestinos, árabes e judeus, e para toda a região”, enfatiza em nota.

O governo brasileiro exortou tanto israelenses quanto palestinos a considerar o plano com toda a seriedade, afirmando que a proposta se afigura compatível com os princípios constitucionais que regem a atuação externa do Brasil, “notadamente a defesa da paz, o repúdio ao terrorismo e a auto-determinação dos povos”.

“Desse modo”, conclui o Itamaraty, “o Brasil estará pronto a contribuir com o processo de construção da paz, das maneiras que se afigurarem mais adequadas”.

Reforma administrativa chega ao Congresso em 2 semanas

Ministro Paulo Guedes falou sobre tramitação do projeto

Ministro da Economia, Paulo Guedes Foto: Agência Brasil/Antônio Cruz

A proposta do governo Bolsonaro para a reforma administrativa será enviada ao Congresso em duas semanas, disse nesta quinta-feira (30) o ministro Paulo Guedes, da Economia.

O projeto não deve afetar direitos dos atuais funcionários públicos, mas, segundo ele, é possível incluir algum tipo de avaliação de desempenho que dê elementos ao desligamento de servidores, ainda que isso possa aumentar a resistência ao texto. Previsto no artigo 41 da Constituição Federal, os mecanismos de avaliação de servidores nunca foram implantados. Para Guedes, porém, essa decisão cabe à classe política.

– A [reforma] administrativa acho que é a mais simples de aprovar. Nós desidratamos para não atingir os direitos dos atuais. Ela está muito simples de aprovar. Agora, se a gente começar a ouvir a opinião pública e turbinar um pouco a proposta, e incluir a meritocracia para os atuais, aí pode ser que tenha oposição, mas de novo eu delego isso para a classe política – disse.

Guedes participou nesta quinta de um debate sobre a agenda econômica, promovido pelo CLP – Liderança Política, em São Paulo. Inicialmente, ele debateria o assunto com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), mas as apresentações dos dois acabaram sendo separadas porque o parlamentar se atrasou.

Segundo o ministro da Economia, o presidente Jair Bolsonaro se comprometeu em enviar o texto da reforma administrativa tão logo o Congresso retorne do recesso. Guedes disse que entre junho e julho do ano passado, as condições para a aprovação das reformas viviam um “momento mágico” e que o avanço das reformas “quase engatou”, mas que a preocupação com a reação freou esse ensaio.

Para o ministro, esse tipo de recuo “é da política”. Diante dos protestos registrados no Chile no ano passado, o presidente teria optado por “não dar pretexto”.

– O presidente nunca foi contra a reforma administrativa, o que ele fez foi uma questão de timing, de estratégia. E ele agora quer atender o pedido do presidente da Câmara – disse.

*Folhapress

Maia critica Weintraub e internautas pedem ‘Fora Maia’

Presidente da Câmara dos Deputados foi alvo de campanha em rede social
Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia Foto: Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, criticou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, durante um evento organizado pelo banco Credit Suisse com investidores e economistas nesta quarta-feira (29).

– Como que faz para o investidor olhar que o Brasil tem um ministro da Educação desse? Nosso país não tem futuro, né? Não tem futuro. Parece um passado ruim, porque conseguiu fazer de um cara desse o ministro da Educação… Que construção que nós tivemos? – declarou.

Por causa de sua declaração, os apoiadores do ministro e do governo pediram a saída do líder da Câmara. A campanha #ForaMaia chegou aos Trending Topics do Twitter na manhã desta quinta-feira (30).

Na mesma palestra, Maia também criticou o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmando que ele “radicalizou demais”.

– Eu não sei como é que o governo vai fazer com o seu ministro do Meio Ambiente. Eu acho que, de alguma forma, ele perdeu as condições de ser o interlocutor. Acho que ele radicalizou demais, não sei se combinado com o presidente ou não – declarou.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

General Heleno: ‘Bolsonaro é símbolo do combate à corrupção’

General destacou mudanças feitas pelo atual governo

O presidente Jair Bolsonaro ao lado do general Augusto Heleno Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro compartilhou, nesta terça-feira (28), um texto escrito pelo general Augusto Heleno que destaca o combate à corrupção feito pelo atual governo. Heleno afirma que Bolsonaro conseguiu implementar um plano que ajudou a diminuir a violência.

– No passado, os presidentes de estatais eram indicados pelo critério político. Bilhões eram desviados, roubados. Olhem o Petrolão. Jair Bolsonaro mudou isso como prometeu. Hoje, os presidentes dessas empresas são indicados por critérios técnicos. Você se lembra dos “empréstimos” bilionários do BNDES para ditaduras amigas do PT? Com Bolsonaro “a festa” acabou.

O texto também ressalta o corpo de ministros que se tornaram orgulho por parte da nação. Ele disse que não houve notícias de um só ato de corrupção nos ministérios no primeiro ano de governo.

– Vamos fazer justiça com esse homem. Ele ficou 15 anos no Exército e 28 anos dentro da Câmara. Candidatou-se, acreditando somente em Deus e no povo. Quase foi assassinado, mas retomou a missão de mudar o Brasil. Assim, Jair Bolsonaro tornou-se o maior símbolo do combate à corrupção de que se tem notícia nos 520 anos da História do Brasil.

Bolsonaro recebe homenagem de cantores sertanejos

Em Brasília, grupo entregou carta manifestando apoio ao presidente

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) promoveu nesta quarta-feira (29) um evento no Palácio do Planalto em que recebeu o apoio de uma série de cantores sertanejos.

Na ocasião, o presidente afirmou que sempre foi “apaixonado por música sertaneja”, prometeu ajudar o segmento e ouviu um pedido pelo fim da cobrança de meia-entrada.

– Eu sempre fui apaixonado pela música sertaneja, e com toda certeza pelas suas letras em especial – disse o presidente.

E continuou.

– Eu devo muito a vocês [músicos sertanejos] a minha formação. Quero dizer que sempre tive um carinho muito especial por vocês. Nós chegamos à presidência e em parte devemos a vocês o apoio gratuito no momento em que a política estava bastante desacreditada no Brasil (…) Mais uma vez a vocês, artistas sertanejos, meu muito obrigado por essa homenagem que muito me orgulha e me toca – disse.

Estavam presentes, segundo lista da Secom, artistas como as duplas Bruno e Marrone, Gian e Giovani, César Menotti e Fabiano e o ator Dedé Santana.

Sem dar detalhes, o presidente também prometeu trabalhar por pleitos apresentados pelo segmento, seja por meio de decretos ou por projetos de lei.

Ele disse que atenderá os pedidos desde que não seja encontrado “óbice jurídico ou constitucional”.

Um dos presentes no ato foi Doreni Caramori, presidente da Abrape (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos).

Caramori pediu em seu discurso o fim da cobrança de meia-entrada, que hoje beneficia estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda.

– Meio-livro não existe. Não existe meia-bicicleta, meio-caderno. Tem uma série de meios que estimulam a cultura que não são vendidos pela metade do preço. Não pode o Estado brasileiro intervir na economia e tomar 50% da receita de determinados setores sem nenhum tipo de compensação. Precisamos corrigir essa injustiça histórica – afirmou.

A meia-entrada para espetáculos artístico-culturais e esportivos é garantida por lei federal de 2013. Ele também defendeu mudanças nas regras de cobrança de direitos autorais.

O locutor de rodeios Cuiabano Lima também discursou no evento e entregou uma carta de apoio ao presidente, assinada artistas sertanejos.

“Os artistas sertanejos, que percorrem todos os cantos desse grandioso Brasil e vivenciam todos os dilemas e dificuldades do povo brasileiro, encontraram no governo do presidente Bolsonaro essa postura de um governante que trabalha em prol de seu povo, de seu país”, diz o documento.

Leia a íntegra da carta:

Carta de apoio dos artistas do setor sertanejo ao governo do presidente Bolsonaro

Os artistas do setor sertanejo do Brasil expressam seu apoio ao governo do presidente Jair Messias Bolsonaro e reconhecem seus notáveis feitos no ano de 2019, nos diversos setores produtivos do país.

Diante da difícil situação econômica e social pela qual passava o povo brasileiro, o Brasil precisava de uma atuação forte, decidida, responsável e sem interesses escusos por parte de seus governantes.

A retomada do crescimento econômico e da geração de empregos, o combate à corrupção, o resgate de valores da sociedade, desejos de toda a população brasileira, exigia atuação corajosa e eficiente do Governo Federal.

O país carecia de um ambiente institucional e político estável, com políticas públicas voltadas para o bem-estar da população brasileira, num ambiente econômico saudável e sustentável.

Os artistas sertanejos, que percorrem todos os cantos desse grandioso Brasil e vivenciam todos os dilemas e dificuldades do povo brasileiro, encontraram no governo do presidente Bolsonaro essa postura de um governante que trabalha em prol de seu povo, de seu país.

Assim, expressamos espontaneamente nossos agradecimentos pelas ações e medidas do governo e manifestamos nosso apoio.

Queremos que o Brasil continue trilhando um caminho de prosperidade para seu povo!”

Artistas presentes, segundo lista da Secom:
Bia Ferraz
Breno Ferreira
Bruno e Marrone
Cesar Menoti e Fabiano
Cleber e Cauan
Cuiabano Lima
Dedé Santana
Dipaulo e Paulino
Duduca e Dalvan
Durval e Davi
Edu Braga
Gian e Giovani
Gilberto e Gilmar
Henrique e Juliano
Héster e Helena
Hugo e Guilherme
Hungria
Israel Novaes
Jads e Jadson
Jefferson Moraes
João Neto e Frederico
João Reis
Kleo di Bah
Matheus e Kauan
Marcos Brasil
Marcus Paulo e Marcelo
Max e Luan
Paraná
Paulo Pires
Racine e Rafael
Rejane Carminati
Samuel (Os Parazinhos)
Sayonara Power Santana
Teodoro e Sampaio
Tiago (Os Parazinhos)
Zé Henrique e Gabriel
Cristiano (de Zé Neto e Cristiano)

*Folhapress

Confiança da indústria atinge maior valor desde março de 2018

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas teve alta de 1,5 ponto de dezembro de 2019 para janeiro deste ano. Com o resultado, o indicador chegou a 100,9 pontos, o maior valor desde março de 2018 que marcou 101,4 pontos.

A confiança subiu em 13 dos 19 segmentos industriais pesquisados pela FGV. A alta em janeiro foi puxada pelas expectativas do empresário da indústria, medidas pelo Índice de Expectativas, que cresceram 2,8 pontos. O que mais contribuiu para essa alta da expectativa foi a avaliação sobre a evolução do ambiente de negócios nos próximos seis meses.

A avaliação dos empresários sobre o momento presente, medida pelo Índice da Situação Atual, e se manteve estável de dezembro para janeiro.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada do setor subiu 0,6 ponto percentual de dezembro para janeiro e chegou a 75,7%.

Para a pesquisadora da FGV , Renata de Mello Franco, o resultado é positivo, embora os empresários ainda estejam cautelosos.

A pesquisadora da FGV Renata de Mello Franco, avalia que o ânimo dos empresários tende a melhorar ainda no primeiro semestre, porém ressalta que a sustentação dessa confiança depende da evolução da demanda interna.

* Com informações da Agência Brasil.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Ativista gay admite: 'queremos destruir a família, sim'

Durante debate ativista também defendeu mais radicalização na esquerda.

13 horas atrás em 27 de janeiro de 2020Por Michael Caceres Vitor Zaparoli Borgheresi. (Foto: Reprodução / Youtube)

Um seminário promovido pelo Sesc São Paulo e a Editora Boitempo chamado “Democracia em colapso?”, promoveu um debate com os temas “Família, Religião e Política” em que um ativista gay admite que o movimento quer “destruir a família, sim”.

Vitor Zaparoli Borgheresi, que usa o nome social de Amanda Palha e já foi candidato a uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), comentava sobre como o ativismo LGBT tem sido acusado de tentar desconstruir a família.

“Quando dizem para a gente: ‘A o Movimento LGBT quer acabar com a família. O Movimento LGBT é um movimento promiscuo, que defende o sexo desregrado'”, disse.

Em sua visão, o Movimento LGBT tem se defendido com a negação desta luta, justificando que “a gente só quer amar” e que não querem destruir a família e que até “tem filhos”.

“A gente entrou numa lomba dos anos 90 pra cá, de se colocar em uma posição defensiva de dizer: ‘não, não, a gente não quer destruir família nenhuma não, a gente só quer amar’. Ou: ‘não, não a gente não quer destruir a família não, a gente até casa, a gente até tem filhos, a gente até constitui família'”, destacou.

Na análise que faz sobre o assunto, o movimento não deveria negar isso, pois seria um “retrocesso político violento” e afirma que isso violenta a história dos movimentos LGBTs e feministas na América Latina.

“E isso é de um retrocesso político violento, que violenta inclusive a história de constituição do Movimento LGBT na América Latina. Violenta a história dos ganhos e lutas feministas na América Latina”, criticou.

Então continua analisando a partir da visão marxista, afirmando que a direita tem se colocado como uma alternativa anti sistêmica e que a esquerda deveria ter radicalizado para mostrar ser anti sistêmica.

“Cabe a radicalização nossa também de afirmar com todas as letras o que é uma estratégia política crítica anti sistêmica. ‘Ah, porque vocês querem destruir a família’. Sim, queremos. Não é?”, indagou recebendo aplausos do público presente.

'A China perdeu o controle sobre o coronavírus', afirma médico chinês

Mercado reduz estimativa de inflação este ano para 3,47%

Dado consta no boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central

Mercado projeta inflação de 3,47% em 2020 Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central reduziram a estimativa para a inflação este ano. Divulgada nesta segunda-feira (27), a projeção para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) caiu de 3,56% para 3,47%.

O dado consta no boletim Focus, pesquisa semanal do BC, que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos. Para 2021, a estimativa de inflação se mantém em 3,75%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,50% em 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. As informações são da Agência Brasil.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 4,5% ao ano pelo Copom (Comitê de Política Monetária). De acordo com o boletim, o índice deve cair para 4,25% ao ano até o fim de 2020.

Para 2021, a expectativa é que a taxa básica suba para 6,25%. Para 2022 e 2023, as instituições estimam que a Selic termine os períodos em 6,5% ao ano.

Já a projeção para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) se manteve em 2,31% para 2020. As estimativas das instituições financeiras para os anos seguintes, 2021, 2022 e 2023 também continuam em 2,50%.

Por fim, a previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar está em R$ 4,10 para o fim deste ano e R$ 4,00 para 2021.

*Folhapress

Ministro Sérgio Moro diz que não disputará eleições: 'Vou tatuar na testa'

Ministro da Justiça e Segurança Pública disse que não tem perfil de político

Ministro Sergio Moro no programa Pânico Foto: Divulgação

O ministro Sergio Moro, da pasta da Justiça e Segurança Pública, participou do programa Pânico, na Rádio Jovem Pan, nesta segunda-feira (27). Durante a entrevista, ele reiterou que não tem vontade de disputar eleições, referindo-se a especulações de uma candidatura em 2022.

– Eu não sou filiado a nenhum partido. Quero ficar um pouco longe dessas coisas que não são do meu perfil. Prefiro fazer meu trabalho. Têm vários partidos muito bons, mas eu não tenho essa perspectiva político-partidária, disputar eleições… Não está no meu perfil – declarou.

Em outro momento da entrevista, afirmou que “já falou um milhão de vezes” e que vai “tatuar na testa” que em 2022 apoiará a reeleição do presidente Jair Bolsonaro.

BOM HUMOR

O ministro se mostrou à vontade e bem-humorado no programa, fazendo piada ao ser questionado, em tom de brincadeira, sobre a aplicação do Código de Hamurabi no Brasil.

– Fizemos uma pesquisa de opinião e constatou-se que não há suficientes cimitarras (espada curva) para a aplicação da lei – respondeu, rindo.

Mesmo bem-humorado, ele falou de seu trabalho no combate à corrupção e foi claro sobre o que defende.

– Corrupção, crime organizado e criminalidade violenta. Minha pauta é essa. E se combate isso acabando com a impunidade. Eu não acredito que tem que soltar condenados da prisão. Claro que a superlotação é um problema, mas o que eu acredito é que você tem que combater a criminalidade – explicou.

Ministro Sergio Moro dá entrevista ao programa Pânico Foto: Reprodução

JUIZ DE GARANTIAS


Moro voltou a criticar a aprovação do juiz de garantias e a elogiar a suspensão pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux.

– Tudo bem, você quer mudar o sistema? Muda o sistema, mas tem que ser algo pensado. Eu falei com uns parlamentares (…) E não tem mais a ver comigo, com a Lava Jato. Eu não sou mais juiz, eu não estou mais lá (…) Você não pode aprovar, com todo o respeito à Câmara, que fez isso, uma legislação que mude tanto o processo penal sem fazer isso com segurança. Então tem que ter planejamento – reiterou.

Justiça penhora carro de Ciro por indenização a Holiday

Ex-governador do Ceará foi condenado a pagar R$ 38 mil ao vereador

Ex-governador Ciro Gomes Foto: Reprodução

A declaração dada pelo ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, a respeito do vereador Fernando Holiday (DEM-SP), vai custar caro político do PDT. A Justiça de São Paulo determinou a penhora de uma pick-up modelo Toyota Hilux para que ele pague parte da indenização contra Holiday. A informação foi dada pela colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo.

A decisão é da juíza Lígia dal Colleto Bueno, da 1ª Vara do Juizado Especial Cível.

Ciro foi condenado, em fevere
iro de 2019, por chamar o vereador do DEM de “capitãozinho do mato” durante uma entrevista à Rádio Jovem Pan em junho de 2018. A declaração foi dada após ser questionado sobre seu partido, o PDT, se aliar ao DEM.

– Imagina, esse Fernando Holiday aqui. O capitãozinho do mato, porque é a pior coisa que tem é um negro que é usado pelo preconceito para estigmatizar, que era o capitão do mato do passado – disse na época.
O político do PDT acabou sendo condenado a pagar R$ 38 mil pela fala.

Ele pretende recorrer da penhora.

Fernando Holiday Foto: Reprodução Instagram

domingo, 26 de janeiro de 2020

Bolsonaro: 'Embaixada irá para Jerusalém em 2021'

Em entrevista a uma TV na Índia, presidente afirmou que pretende transferir a embaixada em Israel no ano que vem

Presidente Jair Bolsonaro durante entrevista para o canal DD India Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

Neste domingo (26), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que pretende transferir a embaixada do Brasil em Israel para a cidade de Jerusalém em 2021. A declaração foi dada durante uma entrevista ao canal de televisão DD India.

De acordo com Bolsonaro, nenhum dos líderes de países árabes com os quais conversou até o momento se manifestou contra a decisão.

– Eu acho que no próximo ano deveremos estar na posição para possivelmente transferir nossa embaixada para Jerusalém (…) Os Estados Unidos (EUA) mudaram a embaixada para Jerusalém e não houve problema, e nós pretendemos fazer o mesmo, sem nenhuma atrito – apontou.

Durante a entrevista, Bolsonaro também comentou sobre a possibilidade de Brasil e Índia integrarem o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

– Acredito que Brasil e Índia ganharão muita visibilidade aos olhos do mundo se conseguirem assento no Conselho – ressaltou.

Ditadura Chinesa tortura cristãos nas prisões para forçá-los a renunciarem a fé

Governo comunista acusa cristãos de participarem de “cultos malignos”

Mulheres sendo doutrinadas na prisão chinesa. (Foto: Bitter Winter)

Muitos cristãos são presos na China acusados de participarem de “cultos malignos” e nas prisões são torturados para renunciarem a fé.

As acusações usam a expressão “xie jiao” que indica ensinamentos heterodoxos proibidos por serem considerados hostis ao Partido Comunista da China.

Uma mulher cristã membro da The Church of Almighty God (CAG) da província de Jiangsu ficou três anos atrás das grades por este “crime” e contou que foi obrigada a recitar os regulamentos prisionais e os textos das leis nacionais como punição.

“Fui muitas vezes forçado a escrever relatórios ideológicos até meia-noite”, contou ela ao Bitter Winter. O diretor da prisão também a pressionou repetidamente a assinar as “três declarações” – Declaração de Confissão, Declaração de Crítica e Declaração de Desmembramento – e renunciar à sua fé, porém ela se negou todas as vezes.

Sempre que ela se negava a renunciar a crença em Jesus, os guardas da prisão eram obrigados a espancá-la e torturá-la. Eles usaram bastões elétricos, ameaçando eletrocutá-la se ela continuasse se recusando a assinar as declarações.

“Recebi apenas uma porção de mingau de aveia e metade de um pão cozido no vapor uma vez por dia, de manhã, por 17 dias consecutivos”, continuou a mulher.

Ela acredita que os guardas esperavam fazê-la ceder. Eles também borrifaram o rosto e os olhos com água com pimenta, dizendo que “ninguém sai deste lugar antes de ser transformado”.

No segundo semestre de 2018 as torturas se intensificaram, com ela tendo apenas duas horas de sono por dia e sendo obrigada a escrever textos exaustivamente para decorar as leis do país. “Fui torturada assim por quatro meses”.

De acordo com os documentos obtidos pelo Bitter Winter, emitidos por instituições em todos os níveis do governo, as prisões que detêm presos condenados por “usar um xie jiao para minar a aplicação da lei” recebem cotas de “transformação”.

A tortura é tanta que, segundo documento emitido em 2019 pelas autoridades da província de Zhejiang, menos de 20% dos crentes presos e “transformados” na prisão voltam para a igreja CAG.

Naquela província, pelo menos 80% dos membros da igreja foram presos ou registrados pelo estado.

Brasil vai assinar dois acordos de defesa com a Índia

Governo tem como meta aumentar para 1 bilhão de dólares em cinco anos a exportação de armamentos

Presidente Jair Bolsonaro, durante Cerimônia de Apresentação de Altos Dignitários na Índia Foto: Alan Santos/PR

O governo brasileiro tem como meta aumentar para US$ 1 bilhão em cinco anos a exportação de armamentos para Índia, o segundo maior importador do mundo de produtos de defesa.
Neste sábado, Brasil e Índia anunciaram a assinatura de 15 acordos comerciais.

Segundo afirmou à Folha de S.Paulo Marcos Degaut, secretário de produtos de defesa do Ministério da Defesa, o Brasil está na fase final de negociação de dois acordos de defesa com a Índia, que serão assinados nos próximos meses pelo ministro da pasta, Fernando Azevedo.

Um deles prevê um fundo para financiar projetos estratégicos, produção e exportação de produtos resultantes. O outro é para cooperação no desenvolvimento e comercialização de equipamentos de defesa.

– A base industrial de defesa do Brasil quer ter acesso ao gigantesco mercado indiano e, por conseguinte, ao mercado asiático, além de formar de parcerias estratégicas para desenvolvimento tecnológico, captar investimentos e desenvolver instrumentos de financiamento à exportação – diz Degaut.

Ao lado do secretário da defesa da índia, Ajay Kumar, Degaut abrirá nesta segunda-feira (27) o Primeiro Diálogo da Indústria de Defesa Brasil-Índia. Uma delegação de empresários de dez grandes empresas de armas, munição, vigilância e aviação (Altave, Atech, Avibras , CBC, Condor, Embraer, Iveco, Macjee, Omnisys e Taurus) acompanha a comitiva do presidente Jair Bolsonaro na visita oficial à Índia.

A Taurus, empresa brasileira que é uma das três maiores produtoras de armas leves do mundo, está em fase final de negociação de uma joint-venture com a siderúrgica indiana Jindal.

Quando concretizada a joint-venture, a Taurus passará a fabricar revólveres e pistolas para os mercados civil e militar do país. Para o mercado militar, também vai participar de licitações para armas táticas.

Segundo disse à Folha o presidente da Taurus, Salésio Nuhs, o acordo se encaixaria no programa Make in India do primeiro-ministro Narendra Modi, que estimula a substituição de importações e instalação de indústrias no país, com transferência de tecnologia.

No acordo, a Taurus seria dona de 51% da nova empresa, e a Jindal, de 49%.

Hoje, o Brasil exporta para a Índia um valor muito pequeno em produtos de defesa: em 2019, foram apenas US$ 427 mil. Segundo Degaut, um dos principais obstáculos para o aumento de vendas é a escassez de mecanismos de financiamento à exportação no Brasil, incluindo instrumentos de seguro e crédito.

A Índia é o segundo maior comprador de equipamentos de defesa do planeta, atrás apenas da Arábia Saudita, e tem o quarto maior orçamento militar do mundo.

Segundo Degaut, o Brasil poderia exportar aeronaves como o Super Tucano e o KC-390 –ambos da Embraer–, sistemas de artilharia e de defesa aérea, de controle de tráfego aéreo e monitoramento de fronteiras, blindados e veículos de combate, helicópteros, submarinos classe Scorpène, embarcações leves, armas e munições e equipamento não-letais.

O projeto faz parte de um plano do governo brasileiro de facilitar e incentivar o setor de equipamentos de defesa. Em 2019, o Brasil registrou aumento de 30% nas autorizações de exportações de produtos de Defesa, em relação a 2018 – um salto de US$ 915 milhões para US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 5,4 bilhões).

sábado, 25 de janeiro de 2020

Mourão inaugura estátua de D. Pedro I em São Paulo

Cidade completa hoje 466 anos de fundação

Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil São Paulo

O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, participou hoje (25), dia do aniversário de 466 anos de São Paulo, da cerimônia da inauguração da estátua de D. Pedro I, no Parque da Independência, próximo à Casa do Grito. A estátua foi doada pela maçonaria da cidade, levando em consideração que D. Pedro I era maçon.

"Feliz oportunidade de encontramos em São Paulo quando se comemoram os 466 anos da cidade para homenagear aquele que aqui neste local proclamou a independência do Brasil. É ocasião para nós brasileiros ainda hoje, em pleno século 21, refletirmos sobre o significado do 7 de setembro para nossa história", disse Mourão.

Ele lembrou que foi no local onde está o Parque da Independência que D. Pedro I soube de fatos que poderiam atrapalhar a autonomia do país, e que a guerra pela independência já acontecia desde junho anterior. "Foi aí que ele declarou que todas as tropas tropas e navios enviadas ao Brasil sem seu consentimento seriam rechaçadas de armas na mão."

Mourão falou à plateia que, antes de D. Pedro I declarar a independência, uma sucessão de atos foi dando forma à autonomia do Brasil, como a formação do primeiro ministério do país, a convocação de um conselho e procuradores gerais, eleitos pelas províncias, a determinação de que nenhuma lei vinda de Portugal seria cumprida sem consentimento do príncipe regente e a convocação de uma assembleia constituinte.

Mourão disse que, depois de uma situação política insustentável, D. Pedro I pediu a união em busca da independência. Diante de constatação de que não havia interesse de Portugal em ceder, mas, sim, em colonizar o país. Foi, então, que D Pedro I declarou a independência e tornou a nação soberana, acrescentou.

"Aquele foi um dia de festa, assim como hoje, nesta brava, dinâmica e incansável São Paulo, que nasceu na fé do Colégio dos Jesuítas e foi forjada pela coragem dos Carvalhos, Buenos, Tibiriçás e outros homens e mulheres. Felizes somos nós cidadãos de um país que nasceu livre e desassombrado na procura de espaço e prosperidade, vocação cuja sínteses está plasmada nesta cidade. Viva São Paulo, viva o Brasil, saúde , força e união", finalizou.

Menino muçulmano executa cristão em novo vídeo do Estado Islâmico

Grupo terrorista promete vingar “todo sangue que foi derramado”

Menino muçulmano do Estado Islâmico executa cristão. (Foto: Reprodução)

A agência de notícias do Estado Islâmico, Amaq, mostra um garoto com cerca de oito anos executando um jovem cristão e ameaçando vingar todo sangue que foi derramado.

O crime aconteceu em Borno, na Nigéria, por um grupo terrorista ligado ao EI.

Antes de matar o cristão, a criança declara: “Não vamos parar até nos vingarmos de todo o sangue que foi derramado”.

O SITE Intelligence Group, que rastreia as atividades de grupos jihadistas, foi quem divulgou o vídeo e as imagens dele, inclusive encontrando o grupo responsável pela execução: Província da África Ocidental do Estado Islâmico (ISWAP – sigla em inglês).

A diretora do grupo, Rita Katz, criticou a forma como os terroristas agem. “Não há fim para a imoralidade do ISIS”, disse ela segundo informações do Daily Mail.

Ela também faz um alerta para o fato do grupo voltar a usar crianças para execuções horríveis. Ainda segundo ela, o ISWAP é uma facção que se separou do Boko Haram em 2016.

Novo presidente da Capes defende debate de criacionismo contra à teoria da evolução

Benedito Guimarães Aguiar Neto defendeu o ensino de 'design inteligente' na educação básica

Benedito Guimarães Aguiar Neto Foto: Divulgação

Nesta sexta-feira (24), o governo federal nomeou Benedito Guimarães Aguiar Neto para o comando da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Ele era reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie desde 2011 e, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo, defende o ensino do criacionismo em escolas.

O órgão é vinculado aos Ministério da Educação (MEC) e é responsável pela concessão de bolsas de pós-graduação e por fomentar pesquisas.

De acordo com o veículo, Benedito Guimarães é evangélico e, em 2019, anunciou que o Mackenzie iria ampliar seus estudos sobre o ‘design inteligente’, uma versão atualizada do criacionismo. A universidade chegou a realizar um congresso sobre o assunto em outubro do ano passado.

Na época, o agora presidente da Capes disse ao site da universidade que gostaria de inserir o tema na educação básica.

– Queremos colocar um contraponto à teoria da evolução e disseminar que a ideia da existência de um design inteligente pode estar presente a partir da educação básica, de uma maneira que podemos, com argumentos científicos, discutir o criacionismo – afirmou.

Benedito Guimarães Aguiar Neto tem graduação e mestrado em engenharia elétrica pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), é doutor pela Technische Universität Berlin, na Alemanha, e possui pós-doutorado pela Universidade de Washington, nos Estados Unidos (EUA).

Brasil gera mais de 600 mil vagas com carteira em 2019

Resultado é o melhor desde 2013

Brasil gerou mais de 600 mil novos postos de trabalho em 2019 

No ano passado, foram criadas 644.079 vagas com carteira assinada no país. Esse é o melhor resultado anual desde 2013, quando foram gerados mais de 1,1 milhão de postos de trabalho formais.
Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Ministério da Economia. No fim de 2019, o governo apresentou uma projeção para o comportamento do emprego no ano.

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, estimou um saldo de pelo menos 635,5 mil novos postos de trabalho formais. O resultado, portanto, superou a expectativa da equipe econômica.

Dezembro seguiu a tendência de fechamento de vagas após as contratações temporárias nas fábricas para produzir as demandas das festas de fim de ano. Foram encerrados 307.311 postos com carteira assinada no país.

O comportamento do emprego em dezembro superou a expectativa do mercado financeiro. Estimativa coletada pela agência Bloomberg previa o fim de 324 mil contratos formais no último mês de 2019.

O saldo de dezembro foi o melhor desde o mesmo mês de 2005, quando 286.719 vagas foram fechadas.

Ao comentar os dados do Caged, Marinho publicou em uma rede social que o desempenho do mercado de trabalho em todo ano passado “demonstra a confiança do setor produtivo na agenda econômica”.

Para 2020, o governo espera a geração de 1 milhão de novos empregos formais caso o PIB (Produto Interno Bruto) avance 3% em relação ao ano anterior.

A projeção foi informada pelo secretário de Trabalho, Bruno Dalcolmo. Ele, porém, não fez estimativas com base na estimativa de crescimento de 2,5% do PIB, indicada pelo ministro Paulo Guedes (Economia).

Dalcolmo afirmou ainda que o desempenho do mercado de trabalho depende da continuidade na aprovação de reformas, privatizações e comércio internacional.

Em relação aos setores da economia, o secretário prevê que serviços e comércio tendem a abrir a maior quantidade de novas vagas com carteira assinada, mas a construção civil deve manter o ritmo aquecido.

– Os números [de 2019] são positivos, mas, lógico, temos que batalhar pelo um milhão – disse Dalcolmo.

O Ministério da Economia ressaltou que, no ano passado, todos os oito ramos de atividade registraram saldo positivo.

O impulso veio principalmente do setor de serviços, que gerou 382.525 vagas formais. No comércio, houve abertura de 145.475 novos postos de trabalho e na construção civil, 71.115.

Todas as cinco regiões do país também tiveram desempenho positivo no mercado de trabalho. O melhor resultado foi para a região Sudeste, com 318.219 novas contratações formais. Na região Sul, foram 143.273 postos.

Em 2019, o salário médio de admissão foi de R$ 1.626,06, enquanto que o salário médio das demissões foi de R$ 1.791,97.

O governo divulgou ainda um balanço do trabalho intermitente, contrato que não prevê jornada fixa.

Aprovada durante a gestão do ex-presidente Michel Temer, a reforma trabalhista flexibilizou a legislação trabalhista e criou esse novo tipo de contratação.

No ano passado, foram criadas 85.716 novas vagas de trabalho intermitente -cerca de 13% do saldo de 644.079 postos formais gerados.

Dalcolmo diz esperar que essa fatia do trabalho intermitente registre pouca variação em 2020.

– O trabalho intermitente tem crescido e não foi destinado a substituir nenhuma forma de contratação, e sim oferecer uma nova forma de contrato que antes não existia – declarou o secretário de Trabalho.

As principais ocupações com esse novo tipo de emprego foram assistente de vendas, repositor de mercadorias e vigilante.

Segundo o governo, o objetivo é dar mais flexibilidade a setores com oscilação de demanda e atender a trabalhadores que, sem essa alternativa, ficariam na informalidade.

*Folhapress

Bolsonaro descarta imposto para cigarro, álcool e açúcar

Para o presidente, não é possível aumentar impostos no Brasil

Presidente Jair Bolsonaro ao chegar na Índia 

Nesta sexta-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro descartou uma possível proposta do Ministério da Economia para a criação de um tributo sobre o cigarro, bebidas alcoólicas e produtos com açúcar. A ideia havia sido levantada pelo ministro Paulo Guedes nesta quinta-feira (23).

Bolsonaro falou sobre o assunto assim que desembarcou em Nova Déli, na Índia. Para o presidente, não é possível aumentar a carga tributária no Brasil.

– Está descartado. Ô Paulo Guedes, você é meu ministro, te sigo 99%, mas aumento de imposto para a cerveja, não. Não tem como aumentar mais a carga tributária do Brasil. A nossa política, a orientação, não teremos qualquer majoração da carga tributária – ressaltou.

Guedes falou sobre sobre estudos para um novo tributo durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Ele explicou que pediu simulações à sua equipe econômica para o chamado “imposto do pecado”.

– Pedi [à equipe] simulações para, dentro da discussão dos impostos seletivos, agrupar o que os acadêmicos chamam de impostos sobre pecados: cigarro, bebida alcoólica e açucarados. Deram esse nome porque, por exemplo, se o cara que fuma muito vai ter câncer de pulmão, tuberculose, enfisema e, lá na frente, vai ter de gastar com o tratamento, entrar no sistema de saúde. Então coloca um imposto sobre o cigarro para ver se as pessoas fumam menos – explicou.

Conservadores tentarão repetir ‘onda Bolsonaro’ nas prefeituras

Lideranças conservadoras traçam estratégias para as eleições municipais

Manifestação a favor de Bolsonaro e contra o PT, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Foto: Reprodução

As eleições municipais em outubro deste ano serão uma espécie de tira-teima para a direita no Brasil.

A onda conservadora que elegeu o presidente Jair Bolsonaro, diversos governadores e parlamentares em 2018 foi apenas produto de uma circunstância específica? Ou foi sintoma de uma mudança duradoura na sociedade brasileira?

Lideranças conservadoras estão desde já ocupadas em tentar transpor a onda nacional de dois anos atrás para o plano municipal.

Mas não é algo simples. Eleições locais são muito mais sobre a limpeza das ruas e as condições do trânsito do que sobre slogans como “a nossa bandeira jamais será vermelha”.

– Precisamos transpor a nossa ideologia, aquilo em que nós acreditamos, a nossa moral, nossos princípios, para os problemas locais – diz Rodrigo Morais, que foi secretário-geral do PSL de São Paulo e atualmente é consultor político de pré-candidatos conservadores a prefeito e vereador.

Morais também é um dos líderes da Acons (Associação Nacional dos Conservadores), que em abril realizará um congresso voltado à discussão municipal. O slogan do evento é um alerta: “Eleições 2020: a última fronteira da esquerda”.

Traduzindo, há o risco, da perspectiva dos conservadores, de que a esquerda consiga se reorganizar em outubro e se fortaleça para a próxima eleição presidencial. Isso, lógico, caso a direita não saiba lidar com temas locais.

– Se nós não ganharmos essas prefeituras, alguém vai ganhar. E serão nossos inimigos, nossos opositores – afirma Morais, em vídeo de apresentação do evento.

Segundo o raciocínio do dirigente, a primeira onda do bolsonarismo, apesar de toda a empolgação, gerou um efeito colateral preocupante.

Foi produto sobretudo da campanha em redes sociais, e elegeu um grande número de pessoas com pouco ou nenhuma vivência de rua.

– A primeira onda de bolsonarismo teve pouco ou nenhum contato com a sociedade, com a base. A grande maioria dos deputados foi eleita por vídeos no WhatsApp, nas redes sociais. Pessoas que não pegaram na mão de 5% dos seus eleitores – diz.

A solução, afirma o dirigente, é um retorno à boa e velha campanha de porta em porta.

– É muito importante que essa segunda onda esteja fincada, ancorada num trabalho de base, municipal”, diz Morais. “É indo lá, batendo na porta, ouvindo não. É assim que a gente vai aprender – afirma.

Nesse ponto específico, a esquerda larga na frente, por ter mais tradição em campanhas de rua, e uma base de atuação que conta com movimentos sindicais e sindicatos.

E quais são os temas que a direita pode explorar?

Em setembro do ano passado, Everton Sodario foi eleito pelo PSL num pleito especial na cidade de Mirandópolis (a 593 km de SP), para um mandato-tampão. Apelidado de Bolsonaro caipira, conseguiu realizar na prática o projeto de transplantar a onda conservadora para o plano local.

– No interior não tem essa coisa tão forte de direita e esquerda. As pessoas não querem tanto saber de conservadorismo. Querem saber de emprego, saúde, asfalto, educação – alertou ele, na época, ao falar à reportagem.

Sua grande sacada foi adaptar partes da plataforma de Bolsonaro para a realidade de seu município.

Ecoou o discurso do fim do toma-lá-dá-cá desistindo de contemplar vereadores com cargos na prefeitura. Também prometeu um plano de redução de impostos para atrair empreendimentos.

E, mais sintomático, encerrou um convênio com presídios da cidade pelo qual presos ajudavam na limpeza da cidade.

– Queremos que o preso trabalhe dentro da cadeia. Aqui fora, eu prefiro que o pai de família trabalhe – disse ele.

Foi um sucesso. Elegeu-se com 60% dos votos. Sua receita pode resolver o dilema da direita em outubro.

*Folhapress/Fábio Zanini

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Placa Mercosul será só para novos carros, diz Bolsonaro

Presidente afirmou ainda que seu governo fez mudanças que vão economizar R$ 2 bilhões por ano para a sociedade

Bolsonaro diz que placa Mercosul será só para novos carros Foto: Divulgação/Ministério da Infraestrutura

Nesta quarta-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro utilizou suas redes sociais para falar das novas placas de veículos no modelo Mercosul. De acordo com ele, o novo modelo só será obrigatório para novos carros ou em “caso de furto ou dano” ao veículo.

A medida terá validade a partir do dia 31 de janeiro após ter sido adiada seis vezes. O novo modelo de placa já é utilizado na Argentina e no Uruguai e apresenta um padrão com 4 letras e 3 números.

Bolsonaro explicou as mudanças adotadas em seu governo sobre a adoção das placas Mercosul e disse que as alterações deverão economizar R$ 2 bilhões por ano para a sociedade:


1- As primeiras tratativas para unificar os modelos de placas dos países do MERCOSUL iniciaram em 2010 durante o governo Lula. A placa MERCOSUL foi efetivamente criada em 2014, no governo Dilma, já com a participação da Venezuela.

2- O nosso Governo, visando não trazer prejuízo para os proprietários, fez alterações na nova placa. Retiramos a exigência de chips e dispositivos refletivos, por exemplo.

3- Não será exigido a troca de placas. As atuais valerão até o fim da vida útil do veículo. Placa nova apenas para carros novos ou em caso de furto ou dano.

4- Da maneira como estava previsto na Resolução 729/2018 (anterior ao atual governo), as placas custariam o dobro do preço das atuais e todos seriam obrigados a trocá-las. Seria um negócio bilionário para os fabricantes de placas evitado por nós.

5. Não será mais necessário trocar de placas sempre que trocar de município. As medidas adotadas significam R$ 2 bilhões/ano de economia para sociedade.