sábado, 20 de novembro de 2021

EUA: Tribunal absolve Kyle Rittenhouse de todas as acusações após júri deliberar por quatro dias

Kyle Rittenhouse foi inocentado após júri deliberar por quatro dias

Júri deliberou durante quatro dias no tribunal de Kenosha Foto: EFE/EPA/TANNEN MAURY

Nesta sexta-feira (19), o ex-cadete de polícia Kyle Rittenhouse, de 18 anos, foi inocentado de todas as acusações em um julgamento em Kenosha, Wisconsin (EUA).

O júri deliberou sobre o caso durante quatro dias. O jovem era acusado de homicídio doloso, homicídio culposo e tentativa de homicídio. Contra ele também havia duas acusações de colocar a segurança de terceiros em risco.

Durante manifestações antirracistas, em Kenosha, em agosto de 2020, Rittenhouse matou dois homens e feriu um terceiro. Os protestos aconteceram em repúdio ao caso Jacob Blake, homem negro baleado por um policial branco durante uma abordagem na cidade.

Os atos contra a violência sofrida por Blake teriam sido marcados por tumultos, vandalismo e saques, na cidade de Kenosha. Na época, publicações em redes sociais convocaram “patriotas” armados para irem até a cidade, a fim de proteger vidas e propriedades.

Rittenhouse, que tinha 17 anos e morava em Illinois, foi a Kenosha armado com um rifle semiautomático. A defesa alegou que ele agiu em legítima defesa, ao reagir para salvar a própria vida após ser chutado, atingido na cabeça com um skate e ter uma arma apontada para sua cabeça.

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Bolsonaro: Não desejo rupturas, 'mas tudo tem um limite'

Presidente também criticou decisão do TSE de desmonetizar canal de apoiadores de seu governo


Durante o Encontro Fraternal de Líderes Evangélicos, em Goiânia (GO), no sábado (28), o presidente Jair Bolsonaro falou sobre o momento político atual vivido no país. Na ocasião, o chefe do Executivo disse que não tem a intenção de “provocar rupturas”, mas que tudo teria “um limite”.

– Temos um presidente que não deseja e nem provoca rupturas, mas tudo tem um limite em nossas vidas. Não podemos continuar convivendo com isso. É impressionante como alguns querem evitar esse movimento espontâneo do povo, desse povo que, movimentos outros, quando participou, sempre imperou a ordem, a disciplina – afirmou.

O presidente também criticou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que resultou na desmonetização de canais do YouTube de apoiadores do governo. Segundo ele, a atitude “não é democracia” já que “a liberdade de expressão tem que valer para todos”.

– Quando o Tribunal Superior Eleitoral desmonetiza páginas de apoiadores do governo, ele abre brechas para que presidentes de Tribunais Regionais Eleitorais façam a mesma coisa para defender o seu respectivo governador. Isso não é democracia. A liberdade de expressão tem que valer para todos – completou.

domingo, 29 de agosto de 2021

Presidente Bolsonaro fala em três opções de futuro: ‘Preso, morto, ou vitória’

Presidente fez um forte discurso em Goiânia neste sábado
Bolsonaro durante encontro de líderes evangélicos Foto: PR/Alan Santos

Em um discurso forte na manhã deste sábado (28), o presidente Jair Bolsonaro fez um prognóstico sobre si e falou de três alternativas para seu futuro: “Estar preso, ser morto ou a vitória”. Apesar de citar a prisão, Bolsonaro fez questão de destacar que “não existe” a chance dele ser preso.

– Nenhum homem aqui na terra vai me amedrontar – destacou.

O presidente participou durante a manhã do 1° Encontro Fraternal de Líderes Evangélicos, em Goiânia (GO). Além da previsão sobre o futuro político, ele ainda fez alusão aos movimentos previstos para o feriado de 7 de setembro e disse que o Brasil tem um “presidente que não deseja nem provoca ruptura”.

– Sei que a grande maioria de líderes evangélicos vai participar desse movimento de 7 de setembro e assim tem que fazê-lo, está garantido em nossa Constituição. Espero que não queiram tomar medidas para conter esse movimento – afirmou.

Bolsonaro disse ainda que, no Dia da Independência, estará pela manhã na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e à tarde, na Avenida Paulista, em São Paulo. Ao concluir a fala, o presidente voltou a dizer que “somente Deus” o tira da cadeira de presidente da República.

– Digo uma coisa a eles. Deus me colocou aqui e somente Deus me tira daqui. Terminando preso, jamais. Vivo, dependo de Deus. Com a vitória, ao lado de vocês – finalizou.

quinta-feira, 8 de abril de 2021

'Estou me lixando para 2022', revela Jair Bolsonaro

Em discurso, presidente mostrou preocupação com a situação do Brasil


Presidente Jair Bolsonaro Foto: Alan Santos/PR

Nesta quarta-feira (7), o presidente Jair Bolsonaro voltou a mostrar preocupação com a situação do Brasil. Ele disse temer problema “gravíssimos” no país, afirmou que irá realizar um lockdown nacional e explicou ainda que não se importa com as eleições de 2022.

As declarações foram dadas durante visita a Chapecó, em Santa Catarina. Na cidade, ele se reuniu com o prefeito João Rodrigues (PSD).

– Se eclodir isso no Brasil, o que vamos fazer? Temos efetivo para conter a quantidade de problemas que vamos ter pela frente? E outra, é uma explosão por maldade ou por necessidade? O que devemos fazer para evitar isso daí. Como nos preparar? Não é hora de ver biografia. Estou me lixando para 2022. Vai ter uma pancada de candidato aí. Seria muito mais fácil a gente ficar quieto. Não tocar neste assunto ou atender, como alguns querem, fazer um lockdown nacional. Não vai ter lockdown nacional – apontou.

Em discurso, o presidente também voltou a dizer que não é favorável às medidas de lockdown.

– Apareceram as medidas restritivas, a gente nunca foi favorável a elas, a não ser numa emergência, naquele momento para melhor preparar as unidades de saúde. Lamentavelmente, isso continua valendo. Quem abre mão de um milímetro da sua liberdade em troca de segurança está condenado, no futuro, não ter segurança e não ter liberdade – ressaltou.

sexta-feira, 19 de março de 2021

Presidente Bolsonaro fala sobre tomar dura decisão contra restrições

Chefe do Executivo ponderou sobre a população estar preparada

Presidente conversou com apoiadores durante a manhã Foto: Flickr/Palácio do Planalto
Em conversa com apoiadores na manhã desta sexta-feira (19), o presidente Jair Bolsonaro criticou as restrições adotadas por governadores e prefeitos e questionou se a população estaria preparada para uma ação dura do Governo Federal.

– Eu tenho mantido todos os ministros informados do que está acontecendo. E ainda culpam a mim, como se eu fosse um insensível no tocante às mortes. A fome também mata. A depressão tem causado muitos suicídios no Brasil. Onde é que nós vamos parar? Será que o Governo Federal vai ter que tomar uma decisão antes que isso aconteça? Será que a população está preparada para uma ação, do Governo Federal, dura no tocante a isso? – questionou.

Conforme publicado pelo Pleno.News, Bolsonaro já criticou o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, pelo fechamento das praias e o acusou de hipocrisia. Aos apoiadores, o presidente também chamou de “hipócrita” quem o tem acusado frequentemente de “ditador”.

– O que é “dura”? É para dar liberdade ao povo. É para dar o direito ao povo [de] trabalhar. É para dar direito ao povo [de] trabalhar. Não é ditadura não. Temos uns hipócritas aí falando de ditadura o tempo todo; uns imbecis. Agora o terreno fértil para a ditadura é exatamente a miséria, a fome, a pobreza – complementou o presidente.

Sem dar mais detalhes sobre o que seria a “decisão dura”, ele afirmou esperar que a população se inteire “cada vez mais” sobre o que está acontecendo.

– Vai chegar o momento? Eu gostaria que não chegasse o momento, mas vai acabar chegando… – disse Bolsonaro.

O chefe do Executivo entrou com uma ação no STF contra os decretos dos governadores e disse esperar que esta ação dê certo.

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Bolsonaro altera decreto, e flexibiliza compra de armas

Aumento no número de armas permitidas e da quantidade de cartuchos adquiridos estão inclusos

Governo determinou medida que flexibiliza compra de armas Foto: Pixabay

O governo federal editou, na sexta-feira (12), um “pacote de mudanças” em decretos de 2019 que regulam a compra de armamento e munição por agentes de segurança, atiradores e colecionadores de armas. De acordo com o Palácio do Planalto, as medidas flexibilizam os limites para compra e estoque de armas e cartuchos.

As alterações incluem, de acordo com texto divulgado pela Secretaria-Geral da Presidência da República, o aumento, de quatro para seis, do número máximo de armas de uso permitido para pessoas com Certificado de Registro de Arma de Fogo.


Outra mudança é a possibilidade de substituir o laudo de capacidade técnica – exigido pela legislação para colecionadores, atiradores e caçadores (CACs) – por um “atestado de habitualidade” emitido por clubes ou entidades de tiro.

Atiradores e caçadores registrados agora terão permissão para comprar até 60 e 30 armas, respectivamente, sem necessidade de autorização expressa do Exército. A medida também eleva, de mil para 2 mil, a quantidade de recargas de cartucho de calibre restrito que podem ser adquiridos por “desportistas” por ano.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República afirma que as medidas são destinadas a “desburocratizar procedimentos”, “reduzir a discricionariedade de autoridades públicas” na concessão de registros e adequar os limites de compra ao “quantitativo necessário ao exercício dos direitos individuais”.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Câmara aprova a urgência de projeto que dá autonomia ao BC

Com a medida, o texto já pode ser analisado pelo plenário da Casa

Sede do Banco Central em Brasília Foto: Divulgação

Por 363 votos a favor e 109 contra, o plenário da Câmara aprovou a urgência do projeto sobre a autonomia do Banco Central. Isso significa que o texto pode ser analisado diretamente no plenário da Casa.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), colocou o texto em discussão na mesma sessão, logo após a votação da urgência.

Segundo o relator da matéria, o deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), o objetivo é aprovar o projeto até esta quarta-feira (10). Se aprovado sem mudanças significativas em relação ao texto do Senado, o projeto seguirá para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O projeto é uma das prioridades do governo de Jair Bolsonaro para alavancar a economia. A autonomia é objetivo desde a criação do Banco Central. Havia a previsão de uma autarquia autônoma, mas os projetos nunca avançaram.

A votação teve apoio dos partidos da base do governo, mas a oposição foi contra.

– A urgência no projeto de autonomia do BC é desnecessária […] A pauta número um de 2021 tem que ser o auxílio emergencial, tem que ser a vacina”, afirmou a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) ao orientar o voto de seu partido.

O deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP) também fez críticas ao projeto.

– O que estamos fazendo aqui é exatamente tirar o poder do presidente da República de fazer política monetária […] O PT vota não a este projeto absurdo – disse Zarattini.

O projeto, aprovado em novembro do ano passado no Senado, estabelece como objetivo fundamental do BC assegurar a estabilidade de preços (controle da inflação). No entanto, a proposta estabelece outros objetivos para a autoridade monetária: zelar pela estabilidade e pela eficiência do sistema financeiro, suavizar as flutuações do nível de atividade econômica e fomentar o pleno emprego.

Estes dois últimos objetivos, ligados à atividade e ao emprego, serão novidades entre os objetivos do BC.

Os novos focos marcam uma mudança em relação aos objetivos históricos do BC, que sempre se mostrou avesso a estabelecer em lei metas relacionadas ao crescimento e ao emprego. A argumentação do BC sempre foi a de que, ao controlar a inflação, a instituição também contribuía para a atividade econômica e a geração de vagas de trabalho.

Além da questão dos objetivos do BC, a proposta estabelece mandatos fixos para o presidente e para os oito diretores da autarquia, em períodos não coincidentes. Pelo texto, o presidente do BC e os diretores terão mandato de quatro anos, renovável por mais um período de quatro anos. Com mandatos fixos, argumentam os defensores da proposta, o BC será blindado de influências políticas.

Pelo texto, o mandato do presidente do BC começará no terceiro ano do mandato do presidente da República. Dois diretores terão início de mandato no primeiro ano do presidente da República; dois diretores no segundo ano; dois diretores no terceiro ano; e dois diretores no quarto ano.

*Estadão

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Em carta, jornalista Eustáquio denuncia agressões cometidas por agentes

Jornalista diz ter recebidos chutes e ameaças de agentes penitenciários

Oswaldo Eustáquio Foto: Reprodução

Preso desde o dia 21 de dezembro do ano passado, o jornalista Oswaldo Eustáquio decidiu denunciar agressões e maus-tratos que estaria sofrendo de agentes penitenciários que acompanham sua rotina no Hospital Regional de Paranoá, em Brasília, onde ele está internado para tratamento das sequelas de uma queda sofrida dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, também na capital federal.

No documento, divulgado pelo site Jornal da Cidade Online, Eustáquio narra, no início, que os policiais teriam desconfiado de uma possível “trama” para resgatá-lo. Contudo, ao serem interpelados por Oswaldo para que fizessem uma ocorrência na polícia, os agentes nada registraram oficialmente.

– Fui questionado pelo policial se eu tinha um primo com Gol branco. Informei que meus primos não vivem no DF [Distrito Federal]. O policial estava em conversa com o seu adjunto, Renan, que desconfiou de um possível resgate. Acham que havia uma trama para uma suposta fuga – disse.

E continuou.

– Solicitei que fizessem uma ocorrência na Polícia Militar. Eles não quiseram fazer. Ou seja: não estavam preocupados com a minha integridade física. Quando descartou a pífia desconfiança de fuga, ignoraram a situação; mesmo com o risco eminente de ser uma emboscada – detalhou.

Eustáquio, então, destacou que o agente Renan seria um “esquerdista declarado”, que teria prevaricado ao não avisar a Polícia Militar, mesmo que para registro, sobre o ocorrido envolvendo o veículo branco.

ATOS DE VIOLÊNCIA
O jornalista também narrou episódios de violência psicológica e física realizados por um agente denominado por ele como “Pacheco”, que seria um policial da Papuda. Segundo Eustáquio, no último domingo (17), o tal policial teria chutado as pernas do jornalista, que estava em cadeira de rodas, por duas vezes.

De acordo com Oswaldo, a agressão teria sido motivada por conta de uma ida da esposa do jornalista, Sandra Terena, para levar até a recepção do hospital uma sunga para que Eustáquio iniciasse o tratamento de hidroterapia. Sem um motivo claro, Pacheco teria impedido que o material para o tratamento fosse entregue ao jornalista.

Após o caso, Eustáquio contou que o policial penal ficou nervoso e avisou o chefe no presídio, que o afastou da escolta logo após o ocorrido. O agente então utilizou, indevidamente, o nome da juíza de Execuções do Distrito Federal, Leila Cury, para justificar as agressões físicas e morais a Eustáquio.

– Durante a madrugada, eles gritavam e davam risada, regozijando-se e celebrando a agressão ter sido abafada. Entraram no quarto e começaram a zombar de mim. “Cadê o Bolsonaro? Você está preso, e eu sou o Estado, e meu papel é transformar sua vida em um inferno”, disse o tal agente, colega de Pacheco, recusando-se a dizer o nome – contou Eustáquio.

Segundo Oswaldo Eustáquio, o agente prosseguiu dizendo que acabariam com o jornalista na prisão:

– Procure meu nome no relatório que vai te ferrar. Já falei com o Anderson, Secretário de Segurança do DF, e ele disse que vai falar com a Dra. Leila Cury para te ferrar e indeferir todos os teus pedidos. Você ficará sem visita da família e vamos proibir a entrada do seu advogado. Vamos “arrochar” o Hospital para diminuir seu tempo de tratamento e, lá, no presídio, vamos acabar com você – teria ameaçado o agente desconhecido.

Confira imagens da carta escrita por Oswaldo Eustáquio:




Olavo de Carvalho anuncia saída do Twitter após post apagado

Escritor definiu plataforma como a "cracolândia da internet"

Olavo de Carvalho Foto: Reprodução/TV Globo

O escritor Olavo de Carvalho anunciou na segunda-feira (18), que vai sair do Twitter após a rede social apagar publicações de sua conta, sob a justificativa de que elas disseminariam “informações enganosas e potencialmente prejudiciais em relação à Covid-19“.

No Facebook, ele escreveu que estava “caindo fora” da plataforma, que definiu como a “Cracolândia da internet”. A conta de Olavo no Twitter continua no ar, mas nada foi publicado desde a tarde da segunda-feira.

Em outra postagem no Facebook, o escritor mostrou que tinha recebido uma notificação de que o Twitter tinha limitado temporariamente algumas funções de sua conta no site.

A empresa comunicou que “o Twitter tem regras que determinam os conteúdos e comportamentos permitidos na plataforma, e violações a essas regras estão sujeitas às medidas cabíveis”.

No sábado (16), um tuíte do Ministério da Saúde recebeu a marcação de “potencialmente prejudicial”. A publicação incentiva a adoção do tratamento precoce contra a Covid-19. Na véspera, um tuíte do presidente da República, Jair Bolsonaro, com conteúdo similar também recebeu um alerta na plataforma.


*Estadão

O socialista Doria sobre Joe Biden: ‘Retomada de valores democráticos’

Governador de São Paulo utilizou redes sociais para cumprimentar o democrata

João Doria cumprimenta Joe Biden pelo Twitter Foto: Reprodução

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), publicou uma mensagem de cumprimento ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que tomou posse no início da tarde desta quarta-feira (20).

Doria utilizou o twitter e publicou a mensagem em português e inglês.


Cumprimento o Presidente @JoeBiden pela sua posse como novo
Presidente dos EUA. É a retomada
dos valores democráticos e respeito à liberdade. Que sirva de lição aos
negacionistas e de inspiração aos que amam a vida.

— João Doria (@jdoriajr) January 20, 2021

Durante as eleições norte-americanas, o apoio de Doria ao democrata foi claro, em contrapartida ao apoio de Jair Bolsonaro a Donald Trump.

Na ocasião, Doria declarou, inclusive, que criaria um escritório oficial do estado de São Paulo nos Estados Unidos , caso Joe Biden fosse eleito.

– Se houver a vitória de Joe Biden nos Estados Unidos, o governo do Estado de São Paulo vai abrir um escritório na América no ano que vem, é uma informação em primeira mão – disse.