terça-feira, 31 de março de 2015

Mesmo com crise econômica, Brasil financia projeto na Venezuela e Bolívia

O governo da petista Dilma Rousseff vai repassar R$ 5,3 bilhões – através do BNDES – à empreiteira Odebrecht para construir a linha 5 do metrô de Caracas, capital venezuelana. O dinheiro do BNDES vem do Tesouro Nacional que é alimentado pelo contribuinte brasileiro.
Em meio a uma crise de energia sem precedentes no país e em busca de fontes alternativas para evitar um racionamento, o governo brasileiro vai gastar R$ 60 milhões para reformar e doar uma usina térmica para a Bolívia. O Ministério de Minas e Energia está nas tratativas finais para viabilizar a negociação, segundo Estadão.
Recentemente o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, assumiu a paralisação da economia brasileira, que para analistas financeiros deixa o país perto da recessão, sendo uma das piores crises econômicas dos últimos 20 anos.
O setor público fechou 2014 com saldo negativo de 32,5 bilhões de reais, e o governo fará o ajuste fiscal para reequilibrar as contas que ele mesmo estourou, aumentando assim os impostos. O efeito colateral será que o custo de vida da população e o custo da produção de bens e serviços se tornem mais caros.
Um reflexo disso é o péssimo desempenho das exportações brasileiras nos últimos 3 anos e a perda de mercado para outros países, que estão conquistando o espaço do Brasil, especialmente na Argentina, caso mais dramático, onde a participação brasileira sofreu redução de 25%, enquanto a participação da China recuou apenas 5% e da América do Norte 4%.
Com a falta de recursos, o governo paralisou programas sociais como o “Minha Casa, Minha Vida” e investimentos em infraestrutura (PAC). No PAC 2 somente 22,6% de obras da saúde foram concluídas, segundo Contas Abertas.
A Odebrecht atua na Venezuela desde 1992 e foi responsável por três linhas do metrô da capital venezuelana, além de outras obras no país, como o “bondinho” de Caracas, do período Hugo Chavéz.
A empresa está sendo investigada pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras, conhecido como Petrolão, liderado pelo Partido dos Trabalhadores (PT).
Em editorial publicado no domingo (22), o jornal “Financial Times” destaca a crise econômica vivida pelo Brasil, com demonstrações de descontentamento — em relação à fraqueza da economia, à escassez de água e à corrupção na Petrobras — e queda da popularidade da presidente Dilma Rousseff ao seu menor nível, 7% a 13%, enquanto o Planalto culpa fatores externos pelas mazelas: “Parece que ainda ontem o país estava com a bola toda. Mas sua queda tem sido espetacular. Infelizmente, a situação deve ficar ainda pior. A questão central é se as instituições do Brasil vão se manter”, segundo matéria.

Perdida em corrupção e em crise econômica, Argentina enfrenta a quarta greve geral

Mais uma pátria bolivariana perdida em corrupção e caos

A Argentina amanheceu nesta terça-feira paralisada por uma greve que não foi classificada como geral, mas que ganhou a adesão de vários sindicatos de diversos setores econômicos e políticos.

E como acontece no Brasil, a militância esquerdista foi para rua com suas bandeiras a defender a presidente Cristina.

Tudo começou com uma paralisação dos trabalhadores dos transportes, desde os trens e ônibus até o metrô e os aviões, mas durante os dias anteriores à medição de forças houve a adesão de outros, como os funcionários de bancos, de postos de gasolina e de coleta de lixo.

Dois sindicatos identificados com o Governo da peronista Cristina Fernández de Kirchner, o dos motoristas de ônibus e o dos ferroviários, lideram a greve, que teve adesão unânime dos opositores. Protestam contra a não atualização pela inflação da tabela do imposto de renda, mas também medem forças entre si e enviam uma mensagem de força aos candidatos presidenciais, que se enfrentarão nas primárias no dia 9 de agosto.

À falta de meios de transporte desde a meia-noite de terça-feira se somaram os piquetes montados pelos militantes do trotskista e oposicionista Frente de Esquerda nas estradas de acesso a Buenos Aires. Por essa razão muitos funcionários de setores de outros sindicatos que não aderiram à greve não puderam ir ao trabalho. Por exemplo, a medida diminuiu o comparecimento de professores e alunos às escolas. A imprensa de outras cidades importantes da Argentina, como Córdoba, Rosário, Tucumã, Mendoza e La Plata, informa que elas também sentiram efeitos da paralisação.

"95% das pessoas teriam trabalhado, mas não conseguem porque não têm como viajar”, disse o chefe do Gabinete de Ministros, Aníbal Fernandez. Ele, que é um dos seis candidatos nas primárias presidenciais kirchneristas, insistiu em qualificar a paralisação como “política”. Um dia antes, o ministro da Economia, Axel Kicillof, tinha dito que o imposto de renda afetava apenas “entre 10% e 15% dos trabalhadores”.

Paralisação afeta transporte público, aviação, bancos e postos de gasolina

Um artigo do portal de notíciasInfobae informava na segunda-feira que até 27% dos trabalhadores estavam incluídos entre os contribuintes desse imposto, não apenas os de cargos elevados. Além disso, a inflação anual atingiu 29,9%, segundo agências regionais de estatística, e os sindicatos temem que os aumentos salariais negociados neste ano sejam absorvidos em boa parte pela tributação sobre a renda.

Disputa eleitoral

Quando faltam quatro meses e poucos dias para as primárias presidenciais, a greve também representa uma mensagem de força política dos sindicalistas destinada aos candidatos kirchneristas e de oposição. Os três favoritos são o kirchnerista moderado Daniel Scioli, o peronista opositor Sergio Massa e o conservador Mauricio Macri.

A falta de atualização pela inflação da tabela do IR é por si só um ajuste. No segundo país com maior afiliação sindical da América Latina (37%, abaixo apenas de Cuba), um dos líderes sindicais dos transportes, Juan Schmid, alertou: “Tomamos uma atitude frente a este Governo e também frente aos que venham a sucedê-lo neste mandato”.

Também representa uma demonstração de força entre os principais sindicalistas: já não são apenas os opositores, como o caminhoneiro Hugo Moyano, os que param a Argentina, como nas três greves gerais anteriores entre 2012 e 2014, mas também os que até o momento são kirchneristas, e no entanto agora desafiam CristinaKirchner, como Roberto Fernández, dos ônibus, e Omar Maturano, dos trens. (Informações de El País)

Lula diz que nunca viu tanta crítica contra o PT e confirma que vai à rua dia 1º de Abril

O manifesto petista e militante do 1º de Abril é um ensaio para enfrentarem os protestos do dia 12 de Abril contra o governo e que prometem levar o dobro de pessoas do que foi dia 15/03.

As primeiras ações em defesa da gestão Dilma Rousseff ocorrerão nesta terça-feira, no sindicato dos Bancários de São Paulo. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem participação prevista. Pode ser o primeiro discurso público do líder petista após as multitudinárias passeatas anti-PT e anti-Dilma em março.

“Precisamos enfrentar os flertes de alguns setores com o golpismo”, disse Rui Falcão, presidente do PT. Outras mobilizações estão previstas em várias cidades brasileiras para o 1º de abril, data escolhida em alusão ao golpe militar de 1964. “O que defendemos é democracia sempre mais, ditadura nunca mais”, reafirmou o dirigente petista. A ideia é contrapor os novos protestos que pedem a saída de Rousseff, mas o petista alertou: "Não estamos fazendo guerra de quem põe mais gente na rua”.

O maior dos atos anti-Dilma está previsto para o próximo dia 12. No fim de semana, o Vem Pra Rua, um dos grupos que convocaram as marchas de 15 de março e as novas do mês que vem, anunciou que estuda apoiar um pedido de impeachment da presidente. Até então, eles eram os mais moderados dos organizadores e diziam não haver razão para impugnação do mandato.

SE FAZENDO DE VÍTIMAS PERSEGUIDAS

Diante de uma das maiores crises desde a sua criação há 35 anos, o Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou nesta segunda-feira um manifesto no qual defende que a agremiação se afaste do “pragmatismo pernicioso” no qual está envolvido há 12 anos e que os militantes e o Governo não deem trégua ao “cretinismo parlamentar”, sem maiores explicações sobre quem seriam os destinatários dessa mensagem no Congresso. O documento foi assinado por 27 representantes estaduais do PT e divulgado logo após uma reunião extraordinária feita especificamente para discutir como reagir à ofensiva de críticos e opositores contra o Governo Dilma Rousseff e contra a sigla. O encontro teve a participação do principal líder petista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não falou com a imprensa. (Informações de El País)

A Redentora - Revolução Democrática 31 Março 1964

Não percam esta oportunidade rara sobre a nossa História.Todas as verdades dos 51 anos, 1964/2015, que os heróis salvadores da Pátria, foram impedidos por este governo tirano, de fazer alusão a este fato histórico do nosso país. O texto é longo, mas vale a pena ler, por ser o momento oportuno, para uma reflexão! Salve 31 de Março de 1964!

BOA LEITURA A TODOS!
A REDENTORA : RÉQUIEM OU ALELUIA ?

Autor : Gen Bda Ref José SIQUEIRA Silva.
A partir de abril de 1964, os brasileiros, aqueles que amam sua pátria e desejam que ela continue livre, democrata e cristã, passaram a chamar de “Revolução Democrática de 31 de março de 64”, o movimento que nessa data, livrara mais uma vez o Brasil das garras do nefando comunismo. Ao se aprofundarem mais sobre as ações e intenções do Governo da época, reconheceriam que tal movimento teria sido melhor chamado de “Contra Revolução Democrática”, pois viera para abortar uma revolução que já fôra deflagrada pelos comunistas. Reconheceriam ainda que tal revolução, dado o significado que tivera, poderia também ter sido chamada, de “A Redentora”. Minha preferência por este último epíteto, explica o título que escolhi para o presente documento, elaborado com a finalidade de servir como uma contribuição às comemorações do cinquentenário do movimento que salvou o Brasil e no mínimo a América Latina e que a canalha comunista, inconformada, insiste em chamar de Golpe Militar.
Capítulo I – INTRODUÇÃO
1 – Caracterização do Ambiente
À época da Redentora, a Guerra Fria, travada entre as duas maiores potências emergidas da segunda grande guerra, bipolarizara o mundo. De um lado, a União Soviética e seus satélites, representavam o Oriente comunista; de outro, os Estados Unidos e as demais potências, representavam o Ocidente democrata. As demais nações, em especial aquelas consideradas potências emergentes, caso do Brasil, sentiam-se na obrigação de definir-se por um dos lados. Paralelamente a esta conjuntura, a União Soviética patrocinava o Movimento Comunista Internacional (MCI), organização criada com a finalidade de, através de quaisquer meios, transformar incipientes democracias em regimes comunistas e em seguida, mantê-las sob sua órbita. Os russos exultavam com as suas mais espetaculares vitórias nessa Guerra Fria: as comunizações da gigantesca China de Mao Tse Tung e da minúscula Cuba de Fidel, esta, por sua posição geográfica, nas barbas do seu principal inimigo, considerada muito mais importante que aquela. Se a inexpressiva ilha do Caribe revestia-se de tamanha importância, imagine-se o quanto seria desequilibrada a balança da Guerra Fria em favor dos comunistas, se ocorresse uma vitória do MCI no quarto maior país do mundo, o continental Brasil! Por esta razão, no início da década de 60, a prioridade 1 do MCI passou a ser o Brasil. Maus brasileiros, aproveitadores e apátridas, apressaram-se em fazer cursos de guerrilha na Rússia, na China, em Cuba e até na Albânia, com a finalidade de implantar aqui o comunismo, a qualquer preço. Dentro do Brasil, recebiam clandestinamente armas e munições e criavam Centros de Treinamento de Guerrilheiros, pela criação dos Grupos dos Onze, no Rio Grande do Sul de Brizola e das Ligas Camponesas de Francisco Julião, no Nordeste. Em que pese toda esta preparação, os líderes comunistas que estavam no governo achavam que a implantação da República Sindicalista, eufemismo maquiavélico do comunismo, já estava assegurado pacificamente, dado à aparente letargia das Forças Armadas na ocasião.
2 – O Monstro Denominado Comunismo
A maior desgraça que a humanidade jamais conheceu, nasceu na Rússia, em 1917. Foi quando um aventureiro de nome Lenin, derrubou a dinastia dos Czares e implantou um governo baseado nas teorias sociais econômicas e políticas de um filósofo utópico chamado Marx. O cartão de visitas do novel e hediondo regime de governo foi o assassinato sumário e impiedoso de toda a família do Czar. Tais crimes prosseguiram numa escala crescente, sempre contra todo aquele que não compactuasse com as ideias do governo e tiveram seu ápice na ascenção de Stalin. Calcula-se em mais de 10 milhões de russos mortos ou desaparecidos nos porões do tenebroso Gulag da ditadura comunista russa. Se este foi o grande atrativo que tantas pessoas no mundo inteiro, inclusive no Brasil, viram para tornarem-se comunistas, não é preciso raciocinar muito para concluir sobre o caráter de tal gente. Não tenho dúvida de que o comunismo foi o câncer do século passado, cuja metástase ainda infelicita países como o Brasil no atual século. O comunismo é o regime do Partido Único, onde o Estado é tudo e o homem é apenas uma massa de alguns quilos de carne. Utiliza-se de quaisquer meios que se façam necessários para atingir seus fins, inclusive roubos e assassinatos, de irmãos e até de pais. Baseia-se na mentira, no materialismo ateu. O comunista é antes de tudo um fundamentalista, um ser apátrida (sua pátria é o marxismo leninismo), é um aproveitador de oportunidades e não sobrevive sem propaganda subversiva. Ele é como aquele escorpião, que ao pegar carona para transpor um rio nas costas de um sapo, o picou no meio da travessia; incrédulo e estarrecido, o sapo ainda teve forças para perguntar: “- Porque fizeste isto, se estou te prestando um favor e se sabes que vais te afogar? - Sei disto. Mas é da minha natureza”. Uma das maiores hipocrisias da nossa sociedade é condenar o nazismo e o fascismo, enquanto tolera e até corteja o comunismo. Ora, todos sabem que o comunismo é muito pior e já causou muito mais males à humanidade, que o nazismo e o fascismo juntos. O comunismo é tão vil, que nenhum comunista gosta de ser chamado de comunista. Por que será? Abrigam-se em siglas que significam tudo, menos o que eles realmente são: comunistas. O comunista brasileiro usa a cor vermelha, a bandeira da foice e do martelo, vibra quando ouve ou canta a Internacional Socialista, é adepto de Gramsci e do Bolivarianismo, segue as diretrizes do Fórum de S. Paulo, defende as Farc, adora Cuba, detesta os EE UU e jura que não é comunista. Mesmo os mais corajosos, que se abrigam em siglas comunistas, confessam-se socialistas; comunistas, jamais. Para mim, estes aproveitadores da ignorância da maioria do nosso povo, deveriam ser conhecidos politicamente como FEIJOADA. Sabem porque? O que é que tem pé de porco, orelha de porco, rabo de porco, lombo de porco, costela de porco e não é porco? FEIJOADA. Acham que estou sendo exagerado? Lembrai-vos dos milhões de mortos pelo comunismo na Rússia, na China, em Cuba e na África. Lembrai-vos dos militares brasileiros mortos por companheiros de alojamento enquanto dormiam, na Intentona Comunista de 1935. Acorda Brasil! Até quando pretendes conviver pacificamente com esta corja que espera apenas a oportunidade de apunhalá-lo pelas costas? Os comunistas são niilistas. Chega de condescendência!
Capítulo II – DESENVOLVIMENTO
1 – Os governos Militares
Menos de 35 anos depois da ignóbil Intentona, os comunistas conseguiram, mercê da nossa incredulidade de que eles “comem criancinhas”, rearticular-se, infiltrar-se no governo e mais cedo do que eles mesmos esperavam, criar as condições necessárias e suficientes para, pela segunda vez, tentar a implantação do comunismo no Brasil. Para felicidade dos brasileiros, ledo e rotundo engano! A sociedade civil como um todo, saiu às ruas e alto e bom som, exigiu que as Forças Armadas, seu segmento mais confiável, pusesse um fim ao pesadelo que se avizinhava. Um general do segundo escalão da mais alta hierarquia, apoiado pelo então governador de Minas, deflagrou a Redentora. Em apenas 24 horas, sem disparar um só tiro, estava deposto o presidente pelego e presos os principais líderes da malfadada aventura brancalionesca. Em pouquíssimo tempo, o Congresso declarava vago o cargo de Presidente da República e elegia como novo mandatário, o ínclito General de Exército Humberto de Alencar Castelo Branco. O intolerável para os derrotados, é que, restabelecida a ordem, começou o progresso. O congresso funcionava com um partido da situação, a Aliança Renovadora Nacional, Arena e outro da oposição, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro, PMDB. Os generais sucederam-se no comando da nação, sempre eleitos pelo congresso, como soe acontecer em algumas das melhores democracias do mundo. Através de Planos Quinquenais executados sem solução de continuidade, mesmo com a alternância dos Presidentes, construímos as estradas que o país precisava e as que viria necessitar no futuro, como a Transamazônica. Tudo da melhor qualidade, sem ajuda da iniciativa privada e sem a cobrança de pedágio. Desenvolvemos as telecomunicações de tal forma que, mesmo com a incompetência dos governos civis que nos sucederam, o Brasil hoje ocupa lugar de destaque no que se refere a telefonia e informática. Entregamos de volta aos civis um país que havíamos recebido com uma matriz energética defasada de 5 anos e o devolvemos com um potencial instalado suficiente para atender as demandas dos 15 anos seguintes. O transporte das nossas transações comerciais, que era feito quase que 100% por bandeiras estrangeiras, passou a ser feito 50%, por bandeiras nacionais, mercê do incremento à construção naval. Com o apoio à produção nacional, conseguimos diminuir nossas importações em cerca de 50%. Na área petrolífera, a nossa produção chegou tão perto da autossuficiência, como jamais imaginou chegar. Construímos obras com dinheiro público, que os inimigos do Brasil chamavam de faraônicas, mas que hoje comprovam o quanto esses arautos da desgraça de sua própria nação estavam enganados. Imagine-se o Brasil atual sem Tucuruí e Itaipu binacional, ou o Rio de Janeiro sem a ponte Rio Niterói. Falando desta ponte, quero salientar o seguinte: Como tal obra envolveu bilhões de dólares e foi gerenciada por um único homem (Coronel Mário Andreazza), e sob um regime que por força das circunstâncias tinha pouca ou nenhuma transparência, corria à boca pequena entre os comunas, que o Andreazza era um dos homens mais ricos do mundo. Imaginavam por certo, que um Coronel do Exército fosse igual a eles. Qual não foi sua surpresa, quando da morte do coronel, a família teve que vender seu único imóvel, para custear seus últimos dias de hospitalização. Por estas e outras, é que em apenas 15 anos, tiramos o Brasil da quadragésima segunda posição do “ranking” mundial e o colocamos na oitava. Para o militar brasileiro, roubar de uma pessoa ou de uma entidade privada é crime. Tal crime, entretanto, torna-se muito mais grave quando é praticado contra o governo. Ele equipara-se ao latrocínio, diferindo deste apenas pelo fato de que neste, no momento do roubo o ladrão comete também assassinato e naquele, o assassinato ocorre posteriormente, quando o dinheiro roubado vier fazer falta no salvamento de crianças desnutridas, de pessoas que necessitam de postos de saúde, remédios e hospitais públicos, de vítimas de calamidades, etc. Por incrível que pareça, a quase totalidade dos demais brasileiros, inclusive os políticos, consideram o roubo do dinheiro público um crime de somenos importância. Afinal de contas, para eles o dinheiro do governo não tem dono e como tal, sua subtração não prejudica ninguém.
Os 20 anos do governo democrático conduzido pelos militares após a Redentora, representam a época áurea da nossa República. Nunca havíamos vivido e jamais viveríamos depois, um período tão profícuo. Pela primeira e única vez na história, o lema positivista da nossa bandeira, Ordem e Progresso, realmente funcionou. Mas como nada é perfeito, aqueles menos de 1% da população, representados pelos comunistas raivosos, fizeram de tudo para malograr o sucesso da Redentora. Mataram e feriram dezenas de inocentes em seus desvairados atos terroristas e assaltos a bancos. Sem contarem com o imprescindível apoio da população, fracassaram. Tentaram a guerrilha urbana e foram novamente derrotados. A ordem e o progresso continuavam, assegurados pelos militares. Como último item do maligno repertório da subversão, com o apoio do exterior, partiram para a guerrilha rural, onde mais uma vez foram derrotados. Para esses infelizes apátridas, aqueles 20 anos, que representaram uma época de ouro para mais de 99% da população, foram verdadeiros anos de chumbo. Muitos deles inclusive sentiram este chumbo no próprio corpo. Só para refrescar a memória a respeito dos governos militares: 1) Todos os generais presidentes deixaram o cargo, tão pobres como quando assumiram; as viúvas de pelo menos dois deles, tiveram que leiloar objetos caseiros e pessoais e até troféus que os seus maridos haviam ganho em concursos hípicos, para manterem uma velhice digna. 2) A filha do “poderoso” Geisel, ia de ônibus para o seu emprego de professora do Pedro II, no Rio, quando poderia estar gozando as mordomias do Poder no Palácio Alvorada. 3) O “carrasco” Médici era voluntariamente aplaudido de pé pela torcida em geral, quando os autofalantes anunciavam sua presença no Maracanã para assistir um jogo. Por essas e outras, é que os governos militares deram certo. Por essas e outras é que os comunistas e toda a mídia vermelha nos odeiam.
Historicamente, o Exército Brasileiro (EB), nunca teve vocação caudilhesca, nem jamais pretendeu perpetuar-se no poder, como é do feitio dos comunas. Sua ideia inicial era manter as rédeas da nação por uns 10 anos, tempo necessário e suficiente para consertá-la. Aliás, Castelo Branco achava que para isto bastariam 2 anos. Acontece que os facilimamente derrotados em 64, incentivados pelos países onde o comunismo havia vencido, reorganizaram-se, armaram-se e partiram para a luta armada explícita, fazendo com que sua derrota de fato só ocorresse 10 anos depois. Desta forma, aqueles 10 anos necessários para consertar o Brasil, começaram a ser contados somente a partir de 1975. O governo Geisel, penúltimo dos militares, por iniciativa própria e sem pressões de nenhuma ordem, começou a promover a por ele mesmo chamada, Abertura. Como o grande objetivo da abertura era promover a redemocratização do país de maneira segura, antes de devolvê-lo aos civis, entendeu Geisel que ela teria que ser feita de forma lenta, gradual e progressiva. Desta forma, lenta, gradual e progressivamente, as artes, a cultura, as universidades e a imprensa falada e escrita, ou seja, a mídia em geral, foram os primeiros a se beneficiar da abertura democrática. De forma solerte e insidiosa, os comunistas, lenta, gradual e progressivamente, foram se infiltrando e usando estes importantes nichos da sociedade, como seu valhacouto. Figueiredo, último governo militar, ampliou a abertura, prometeu fazer do Brasil uma democracia e quando um repórter lhe perguntou o que ele faria se alguém tentasse impedi-lo, ele respondeu: “Eu prendo e arrebento”. Além de concluir a abertura, que fez com que o Brasil voltasse a viver a democracia plena, Figueiredo, atendendo ao apelo dos vencidos, qual um Caxias redivivo, decretou a tão festejada na época, Anistia Ampla, Geral e Irrestrita, o que resultou na volta ao país daqueles que haviam sido banidos, ou simplesmente fugido voluntariamente do Brasil.
2 – O Poder de Volta aos Civis
José Sarney foi o primeiro presidente pós Redentora. Como houvera se beneficiado da inesperada morte do presidente eleito Tancredo Neves, do qual casualmente era o vice, mostrou-se despreparado para o exercício de tão importante cargo. Além disso, como devia sua posse ao seu Ministro do Exército, general Leônidas Pires Gonçalves, que ainda com a força remanescente dos governos militares, havia sido fundamental na decisão do Congresso a seu favor, sobre quem deveria substituir o falecido Tancredo, até certo ponto, exerceu o seu mandato de direito, porém não totalmente de fato. Ajudado pela excelente estrutura econômica que recebera dos governos militares e amparado por Leônidas, Sarney, mesmo sem nada fazer de proveitoso para o país, conseguiu cumprir o seu mandato pacificamente.
Fernando Collor de Melo, típico azarão durante quase toda a campanha eleitoral, atropelou na reta final e elegeu-se para substituir Sarney. Impulsivo, arrogante, desprezou as figuras mais importantes da época, quando da formação do seu ministério e resolveu governar com seus antigos colegas de faculdade; minimizou a necessidade de uma boa base de apoio no Congresso e permitiu que seu amigo e conterrâneo PC Farias, que havia sido o caixa de sua bem sucedida campanha eleitoral, continuasse, sem controle de sua parte, a cuidar das finanças que lhe diziam respeito. Por causa da aquisição pouco ortodoxa para um Presidente da República, de um automóvel Fiat Elba, por “impeachment” votado pelo Congresso, deixou o poder após concluir apenas a metade do seu mandato. Seu vice, Itamar Franco, sem decepcionar, mas também sem fazer grandes coisas, a não ser a correção indispensável nos rumos que tomara a área econômica, logrou concluir seu mandato sem maiores problemas.
Surge o terceiro governo civil, através de Fernando Henrique Cardoso. Autor do Plano Real, que conseguiu equilibrar a área econômica, fez um bom primeiro mandato, mas não conseguiu repetir o feito no segundo, em boa parte por culpa dos casuísmos e das concessões que tivera de fazer para se reeleger. No seu governo, aquela infraestrutura deixada pelos militares, particularmente nas áreas de transportes e energia, passados mais de 10 anos sem reinvestimentos, começou a exaurir-se. Inimigo dos militares, inaugurou o revanchismo, que estava reprimido em toda a corja vermelha. Sem alarde, conseguiu pouco a pouco afastá-los do centro das decisões políticas, do Palácio do Planalto.
3 – O Lulopetismo
Estupefato, o Brasil assiste a posse de um torneiro mecânico na Presidência da República. Isto foi possível graças à incansável militância, que só os comunistas sabem fazer e que produz um efeito surpreendente, de certa forma até compreensível entre a maioria dos que não possuem escolaridade, mas incompreensível entre os que a possuem. O eleitorado de Lula em seus dois mandatos, assim como o da sua substituta Dilma, foi composto de no máximo 10% de comunistas. Os outros 90% foram constituídos pela massa ignara de semianalfabetos, fáceis de serem comprados por um simples prato de feijão, mas infelizmente, também pelos Oportunistas e pela inconcebível Esquerda Festiva. Os Oportunistas são aqueles membros das elites, que apoiam qualquer um, desde que lhes acene com alguma vantagem. São estes que justificam Marx, quando dizia que os capitalistas é que cavariam suas próprias sepulturas. Já a Esquerda Festiva, é constituída por ricos, universitários, classe média alta, deslumbrados, artistas e intelectuais. Ela é composta basicamente pela Esquerda Caviar (habita os mais caros metros quadrados de suas cidades, frequenta os melhores e mais caros “points” e consome Johnnie Walker selo azul. Sem usar um centavo sequer de suas fortunas em proveito dos pobres, se consideram seus verdadeiros paladinos), pelos Inocentes Úteis (não acreditam que o comunismo seja capaz de fazer no Brasil, o que já fez em todos os lugares do mundo por onde passou) e pelos Companheiros de Viagem (verdadeiros idiotas). No governo Lula, o PT (leia-se comunistas), através da criação de cerca de 30 mil novos cargos de primeiro e segundo escalão e da absurda ampliação do número de ministérios, conseguiu empregar toda a sua militância, de forma que hoje, o militante petista que não possui um mandato, possui um excelente emprego. Todos estão ricos! Quem não gostaria de ser militante petista? Usando os inúmeros e desnecessários ministérios como moeda de troca, ampliou sua base no Congresso e eliminou a oposição. Não satisfeito, montou uma quadrilha dentro do próprio governo, com a finalidade de, com dinheiro público desviado (ou roubado?) comprar os votos do Congresso, necessários à aprovação de seus projetos, mesmo aqueles motivados por objetivos inconfessáveis. Criou uma “comissão de indenização de comunistas” (este deveria ser seu verdadeiro nome), batizada com o pomposo nome de Comissão dos Direitos Humanos, a qual já subtraiu bilhões de reais do povo brasileiro, este mesmo povo que o PT tanto diz defender, tudo em favor daqueles que um dia tentaram infelicitar a mãe pátria, mas que foram impedidos pelos “algozes” militares. Foi um governo demagógico, preocupado apenas com a permanência no poder que tanto almejara. Sem entender a verdadeira grandeza da presidência de um país como o Brasil, Lula atuou durante 8 anos como o presidente de um simples sindicato, pois era disso, e só disso, que ele entendia. Através de esmolas, matou a fome de milhões de brasileiros, quando poderia ter feito o mesmo, através da criação de empregos. Resumindo: distribuiu peixe aos famintos, quando poderia tê-los ensinado a pescar. Sua sede de poder levou-o a cometer terríveis contradições, como confraternizar com, e às vezes até elogiar, “picaretas” por ele mesmo denunciados anteriormente e inimigos figadais como Collor, Sarney e Maluf. Sua política externa, como a de todo governo comunista foi desastrosa, nitidamente favorável a tudo que contrariasse os interesses das potências democráticas. Almejava com isto, obter para o Brasil um lugar no Conselho de Segurança da ONU. Com tal política, só mesmo um apedeuta alimentaria tal pretensão. Para desgraça do Brasil, o lulopetismo estava apenas começando. O sindicalista agradara tanto o eleitorado brasileiro, que conseguiu eleger facilmente como seu sucessor, a inexpressiva Dilma Roussef. A demagogia prosseguiu, agora com a descarada compra de votos institucionalizada. Se a justiça eleitoral comprova que determinado político pagou um cachorro quente sequer para um eleitor no dia da eleição, caça o seu mandato imediatamente. Agora, se a presidente da república, para se reeleger, usa o dinheiro da nação para comprar votos, não pagando cachorro quente, mas dando centenas de reais, mensal e indefinidamente, para uma ou mais pessoas de uma família de eleitores, isto é considerado lícito, bastando apenas que receba o nome de Bolsa Família. Demonstrações explícitas de comunização do Brasil se sucederam: idolatria a Cuba, afagos que chegam às raias da subserviência e da servilidade ao carrasco Fidel, ajuda financeira ao “paraíso” caribenho, perdão da dívida de vários países africanos, visando benefícios de empreiteiras brasileiras que naturalmente pagarão tal favor tão logo chegue a época das doações para a campanha eleitoral, apoio irrestrito a todo e qualquer inimigo dos EE UU, seja Irã, Coreia do Norte, Rússia, ou Venezuela, apoio incondicional ao Fórum de S. Paulo, entidade criada por Lula e Fidel e adesão ao Bolivarianismo inventado pelo também comunista Hugo Chaves (que vexame para o Brasil). Esta última posição aqui citada é tão abjeta, que merece o seguinte comentário, para que o ignorante povo brasileiro e lamentavelmente algumas elites deste país, meditem: Bolívar é o maior herói venezuelano, considerado um semideus, apenas porque sonhou e lutou para fazer no oeste da América do Sul, uma América Espanhola única. Infelizmente não conseguiu, mas claro, valeu a intenção. A leste da cordilheira andina, um tal Caxias, considerado apenas como patrono do EB, sonhou e fez na América do Sul, uma América Portuguesa única e até hoje indivisível, em que pesem os esforços de maus brasileiros no sentido de por fim a tal unidade. Agora pergunto: que destino deveria ser dado aos brasileiros possuidores de alguma escolaridade e que ainda assim desconhecem Caxias e aderem ao Bolivarianismo? Cadeia? Banimento para a Venezuela? Uma marca que a ex-guerrilheira Dilma conseguiu imprimir ao seu governo foi tentar por todos os meios reescrever a história dos últimos 50 anos, com as cores da sua ideologia espúria. Às vezes me questiono, como é que um país como o Brasil aceita pacificamente uma farsa como esta: uma comissão criada e prestigiada pela Chefa da nação, muito bem remunerada pelos cofres públicos, com seus membros escolhidos a dedo pela corja comunista, com prazo de duração prorrogável indefinidamente e destinada a defender todos os crimes praticados por eles e seus acólitos e a castigar com cadeia ou no mínimo a execração pública, todos os delitos praticados pelos militares, para os quais a Anistia não tem nenhum valor. Acrescente-se a esta palhaçada governamental, que toda a verdade sobre esse ou outros períodos da nossa recente história, está nas páginas dos nossos jornais, em especial do hoje comunista O Globo. Enquanto tudo isto acontece, ninguém contesta, ninguém reage, todos silenciam obsequiosamente; dir-se-ia até, que nos quatro Campos do Poder, está tudo dominado. No Campo Político, constituído pelo Executivo, pelo Legislativo e pelo Judiciário, vemos uma Presidenta que já possui todas as condições para, a hora que quiser, em cadeia nacional de rádio e televisão, acompanhada dos Lula, Tarso Genro, Gilberto Carvalho, Marco Aurélio Garcia, Mercadante, et caterva, anunciar ao Brasil e ao mundo que sempre foi marxista leninista e que o Brasil doravante deve ser tratado e considerado como um país comunista. Vemos um Legislativo acomodado, leniente e a busca de cargos, abrindo mão completamente do dever de legislar. Para ser mais claro, vemos um Legislativo que troca o seu dever de oposição por qualquer dinheiro. Vemos um Judiciário que decidiu trocar a credibilidade que sua atuação imparcial e independente lhe conferia, particularmente depois das atuações de alguns de seus membros nos últimos julgamentos, pela desmoralização e o descrédito gerados pela atuação de novos juízes ali colocados, com a finalidade de defender não a justiça, mas sim o governo que os premiara com a escolha para o antes tão digno posto.
No Campo Econômico, vemos a Indústria, o Comércio, os Bancos, as Construtoras e os Empresários em geral, completamente alheios à situação política, preocupados apenas em fazer doações para a campanha política dos candidatos mais cotados, a fim de obterem vantagens futuras.
O Campo Psicossocial apresenta sua área artísticocultural e a mídia, quase que totalmente dominadas pelos comunistas, que aí se infiltraram desde a época da Abertura. Estes atraíram para ajudá-los em seu proselitismo de esquerda, toda sorte de paracomunistas, como aproveitadores, inocentes úteis, companheiros de viagem, esquerda caviar, etc. Como pode-se ver até agora, realmente está tudo dominado. Será? Nos Campos Político, Econômico e Psicossocial, não há dúvida. E no Campo Militar? Olha, confesso que nem mesmo eu, um General, arriscaria um palpite.
Capítulo III – CONCLUSÂO
1 – Réquiem... ?
A relação polícia/crime é semelhante à relação democracia/comunismo. Por mais que a polícia se aperfeiçoe, o crime jamais deixará de existir; por mais que a democracia se aperfeiçoe, o comunismo jamais deixará de existir. Isto explica o fato de, apesar de derrotado na sua primeira tentativa de instalar-se no Brasil através da Intentona de 1935, o comunismo voltou a tentar, menos de 30 anos depois, quando mais uma vez foi derrotado, em 31/Mar/64. A terceira tentativa ocorreu 6 anos depois e foi a que deu mais trabalho aos militares. Mais organizados e com apoio externo quase explícito, usaram como métodos para a tomada do Poder, inicialmente a guerrilha urbana, com terrorismo e assaltos a bancos e, em seguida, a guerrilha rural. Pela terceira vez consecutiva, foram fragorosamente derrotados no Araguaia em 1974. Hoje, 40 anos depois, ao ensejo das comemorações do cinquentenário do 31 de março de 64, estamos prestes a assistir a quarta tentativa destes tresloucados comunistas brasileiros, o que representará o Réquiem da Redentora. Nunca antes estes indigitados esperaram tanto entre uma tentativa e outra; em compensação, nunca antes estiveram tão bem preparados para fazê-lo. Com quase tudo dominado, encontram-se diante apenas, do último baluarte da democracia, as atualmente indecifráveis Forças Armadas. Depois de perderem os 5 assentos que sempre ocuparam na mesa das decisões nacionais, de verem aviltados seus vencimentos e sucateadas as suas forças terrestres, navais e aéreas, de serem alvo constante de injustas perseguições da mídia bolchevista, de serem “esculachadas” acintosamente por comissões espúrias e facciosas criadas pelo governo com este objetivo, de assistirem resignadamente ao escárnio de muitos dos seus ilustres membros, que um dia desempenharam importantes funções em suas fileiras, de sujeitarem-se ao comando de figuras que, num exército organizado, não passariam de cabo da faxina (sem desmerecer os nossos excelentes cabos), estará este baluarte prestes a ruir? Bem, uma postura silenciosa, envergonhada, e eu diria até, vil, por parte destas Forças em relação às comemorações do cinquentenário de uma das páginas mais belas da sua história, na minha modesta opinião, representaria a gota de agua que faltava. Isto ocorrendo, arrisco-me até a prever os próximos passos do governo, no sentido da bolchevização dos militares: serão obrigados a prestar apoio irrestrito ao MST, a ter participação ativa nas reuniões do Fórum de S. Paulo, a incluir no repertório dos hinos militares a Internacional Socialista, a fazer doutrinação bolivarianista nas escolas militares e culto a Fidel e Guevara. E assim, com profunda tristeza, porém resignadamente (afinal, militar foi feito para que? Cumprir ordens) participaremos todos, do Réquiem da Redentora.
2 – ... ou Aleluia?
Apresso-me em lembrar, que o número 1 anterior é apenas uma suposição. Suposição assustadora e difícil de ser considerada por quem conhece o EB. Orgulho-me de pertencer a um Exército, que entoa nos seus quartéis canções com versos como este, em relação à defesa da pátria: “Antes o sol, sem eflúvio sem luz e sem calor, nos encontre no chão a morrer, do que vivos sem te defender”. Um Exército que sabe perfeitamente que ordens superiores são para serem cumpridas, mas que entende claramente, que ordem errada não se cumpre. Foi assim desde o seu nascimento, quando contrariou a Coroa Portuguesa e misturando brancos, negros e índios, derrotou o veterano e experiente exército holandês em Guararapes. Foi assim quando à revelia da legislação da época, incorporou às suas fileiras inúmeros negros, que como homens livres, nos ajudaram a vencer o Paraguai. Foi assim que se recusou a cumprir missões de Capitão do Mato na captura de escravos fugitivos. Foi assim, contrariando o Imperador Pedro II, que proclamou a República. Foi assim, que apeou do Poder um Presidente incompatível com a cultura e as tradições brasileiras, em 31 de março de 1964. Este é o meu Exército, o verdadeiro Exército de Caxias. Foi assim ontem e tenho absoluta certeza que assim o é hoje, como assim o será também amanhã. De onde vem tanta certeza? Do simples fato que a formação em todos os níveis do Exército de hoje, coube única e exclusivamente ao Exército de ontem. Assim sempre foi, e é por isso que não temos dúvida que o Exército de hoje, será sempre superior ao de ontem, para orgulho de todos nós. Como companheiro mais velho e um de seus ex-instrutores, imploro que interfiram para que ocorra a Aleluia e não o Réquiem pela Redentora. Não permitam que se repita o deplorável episódio de muitos anos atrás, do tenente de Apucarana, que sentindo a omissão dos escalões superiores, invadiu a Prefeitura local, subiu na mesa do Prefeito e fez um pronunciamento à nação, pedindo um aumento de salário para os militares. Tomou uma cadeia, mas na semana seguinte o Presidente da República mandou uma mensagem para o Congresso, propondo o aumento reclamado. Aqui vai um apelo ao Alto Comando do Exército: mostrem que se não são melhores, são pelo menos iguais a nós da Reserva. Comecem a afirmar-se, no mínimo anulando a esdrúxula proibição de festejar o Cinquentenário de 31 de Março (eu adoraria ser convidado a proferir uma palestra na Bda Pqdt sobre o tema A Redentora). ALELUIA!!!
Para motivá-los, transcrevo abaixo trecho da carta de Moniz Barreto a El Rei de Portugal em 1893:
“Senhor, umas casas existem no vosso reino, onde homens vivem em comum, comendo do mesmo alimento, dormindo em leitos iguais. De manhã, a um toque de corneta se levantam para obedecer. De noite, a outro toque de corneta se deitam, obedecendo. Da Vontade fizeram renúncia como da Vida. Seu nome é Sacrifício. Por ofício desprezam a morte e o sofrimento físico. Seus pecados mesmo são generosos, facilmente esplêndidos. A beleza de suas ações é tão grande que os poetas não se cansam de a celebrar. Quando eles passam juntos, fazendo barulho, os corações mais cansados sentem estremecer alguma coisa dentro de si. A gente conhece-os por militares. Corações mesquinhos lançam-lhes em rosto o pão que comem; como se os cobres do pré pudessem pagar a Liberdade e a Vida. Publicistas de vista curta acham-nos caros de mais, como se alguma coisa houvesse mais cara que a servidão. Eles, porém, calados, continuam guardando a nação do estrangeiro e de si mesma. Pelo preço de sua sujeição eles compram a liberdade para todos e os defendem da invasão estranha e do jugo das paixões. Se a força das coisas os impede agora em rigor de fazer tudo isto, algum dia o fizeram, algum dia o farão. E, desde hoje, é como se o fizessem. Porque, por definição o homem da guerra é nobre. E quando ele se põe em marcha, à sua esquerda vai a coragem e à sua direita a disciplina”

segunda-feira, 30 de março de 2015

Partido de centro-direita liderado por Nicolas Sarkozy sai vitorioso de eleições na França.

Projeções mostram que o conservador UMP pode ter tirado 30 departamentos dos socialistas, liderados pelo presidente François Hollande. Ex-líder diz que resultado mostra "ampla rejeição" ao governo francês.

O partido de centro-direita União por um Movimento Popular (UMP), do ex-presidente Nicolas Sarkozy, foi o grande vencedor no segundo turno das eleições departamentais realizadas na França neste domingo (29/03).

Segundo projeções da agência CSA, feitas para o canal de televisão BMFTV, 30 dos 101 departamentos franceses, ou unidades locais de governo, devem assistir a uma troca de comando das mãos do Partido Socialista, do atual presidente François Hollande, para a UMP de Sarkozy.

Os socialistas devem ficar com o comando de entre 27 e 31 departamentos, bem abaixo dos 60 que governa atualmente, segundo as primeiras projeções. Já a aliança entre a UMP e os centristas deve obter a direção de algo entre 66 e 70 – número acima dos 41 atuais.

A ultradireitista Frente Nacional, de Marine Le Pen, pretendia conquistar dois, mas no fim da noite de domingo a legenda confirmou não ter alcançado nenhum. Le Pen, porém, disse considerar os resultados deste domingo uma "base para grandes vitórias de amanhã".

O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, reconheceu a vitória da direita no segundo turno e disse que os resultados nas urnas são uma decepção para a esquerda no país, que se dividiu. No entanto, ele afirmou que a derrota não vai tirar a atenção do governo da agenda reformista que está sendo implementada na França, com o objetivo de aumentar os níveis de emprego.

Sarkozy declarou que a vitória da sua UMP é consequência da "ampla reprovação das políticas" de seu sucessor. O ex-presidente afirmou que a centro-direita nunca conseguiu vencer em tantos departamentos desde a instauração da República, nem a maioria do governo perdeu tanto espaço antes.

As eleições departamentais funcionam como uma espécie de termômetro para saber como a população encara o governo de centro-esquerda de Hollande. As eleições presidenciais acontecem em 2017.

O comparecimento às urnas nestas eleições foi baixo, de apenas 42% no primeiro turno e 41,9% no segundo.

MSB/efe/ap/dpa/rtr/afp

O AGONIZANTE PT?

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Brasília, DF, 27 de março de 2015
Seria bom se você verdade.
Os últimos contratempos enfrentados pelo PT transmitem aos nacionais crédulos, de que a canalha convulsiona.
Ledo engano.
Enfraquecido, perdeu apenas uma modesta parte de sua capacidade de cooptar gregos e troianos. Assim, o partido passa por dificuldades, mas de forma alguma, está perto de seu funeral.

Para alguns nacionais, a atual oposição surge para confrontar a quadrilha que há décadas corrompe e desmoraliza a nação.

Repito. Ledo engano. Não existe uma oposição.

Existe de fato uma luta pelo poder, mas não pelo Brasil do futuro.

Partidos antes integralmente cooptados, atualmente assumiram a ambição de aumentar o seu poder e oferecem alguma reação ao domínio total.

Lastimavelmente, o embate fajuto e passageiro a que assistimos não é pela recuperação de nossa Pátria. A refrega é tão somente para que partidos como o PMDB, retirem do PT o seu poder total, e eles assumam uma maior fatia do butim.

Assistimos aos sobressaltos atuais entre o Executivo e o Congresso, este sob a meia liderança do PMDB, e alguns julgam que estamos diante de uma verdadeira oposição aos descalabros do Petismo.

Reiterando. Ledo engano.

Inicialmente, entendemos que as meras picuinhas serão de curta duração, além de termos a convicção de que o PMDB pouco se diferencia do Petismo.

Os atuais atritos são circunstanciais e facilmente contornáveis, mediante a troca de favores, e as duas partes são useiras e veseiras em costurar conchavos.

Portanto, afirmamos que não existe qualquer oposição ao domínio petista, apenas o desejo de outro partido, de receber uma melhor parte do saque.

Conhecemos os personagens que lideram as posições do PMDB, o escorregadio Renan e o abominável Cunha, lapidares patifes que na atualidade ocupam posições na escabrosa política nacional, e que decidiram azucrinar a paciência do Executivo petista.

Podemos constatar que não estamos diante de algo que se proponha a mudar os rumos caóticos determinados pelo lulo-petismo, e somos apenas os submissos assistentes que presenciam ao entrechoque de canalhas.

Um e o outro arreganham os dentes, mas não se mordem, pois sabem que o seu interesse é manter o populacho inerme, pagando as suas altas contas e nada mais do que isto.

O melífluo debate, desta forma, desvia a opinião pública dos terríveis malefícios do petrolão e de muitas outras patifarias que mergulham esta nação num poço fedorento de corrupção.

Somos apenas a parte da pilhagem que permite aos escabrosos políticos se locupletar, mergulhados no poder e acima de qualquer lei.

A caricatura da pantomima é acompanhada de palavrório ácido entre os embromadores que alardeiam o seu interesse pelo ESTADO NACIONAL; contudo, estamos na maior bancarrota, fracassados em todos os empreendimentos que deveriam enriquecer e engrandecer uma nação.

Brasileiros, como regredimos!

Nas últimas décadas fomos agraciados com uma malta de canalhas que, no momento, ansiando por dominar a nossa pobre gente e explorar esta terra à exaustão, brigam entre si.

Envelhecemos, perdemos espaço no cenário internacional, a nossa infraestrutura deteriorou-se, a nossa educação regrediu, a nossa saúde pública definhou, a nossa justiça é parcial, a nossa democracia é manipulada, temos até um “exercito”, o de Stédile, portanto, solicitamos que alguém aponte qualquer coisa, área, ou fato em que tenhamos uma ponta de orgulho.

Somos o País mais corrupto do universo, para quem gosta , é um grande destaque.

Que Deus tenha piedade de nós...

A VERDADE QUE NÃO QUER CALAR! ALERTA À NAÇÃO!

Por General Marco Antonio Felício da Silva
“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam,Não se importam, não se manifestam”
Por General Marco Antonio Felício da Silva
Enganam-se aqueles que encaram como inativos, na acepção plena da palavra, àqueles que estão hoje na Reserva ou reformados das Forças Armadas, Somos aqueles que, em sua maioria, deram vida ao Exército Ativo, dos anos 50 aos anos 90 e criamos o Exército do presente, entregando-lhe uma Nação sob o império da lei e da ordem.
Dos anos iniciais da década de 60 ao inicio dos anos 80, enfrentamos e vencemos a subversão e as guerrilhas urbana e rural comunistas. Ao mesmo tempo, apoiamos e sustentamos os governos vigentes e contribuímos para a grande transformação social e econômica do País.

Livramos a Nação da tirania marxista-leninista e entregamos aos governos da chamada “Nova República” a democracia em sua plenitude.

Apoiamos a negociação com os lídimos representantes da sociedade brasileira de então, o advento da anistia, ampla, geral e irrestrita, permitindo a pacificação da sociedade brasileira com o perdão para todos os contendores, não importando os crimes de motivação política cometidos. A volta à Pátria de todos aqueles que estavam fora do País, face injunções políticas, foi uma conseqüência da referida anistia.

Não somos mais, pela idade, os soldados profissionais de ontem, mas continuamos como soldados cidadãos, tendo a pele como farda. Somos aqueles que têm a consciência dos seus direitos e deveres políticos, que se interessam e se sentem, ainda, responsáveis pelo destino de sua Nação e têm vivo no coração o juramento solene de, por Ela, se for preciso, dar a própria vida.

Por tais motivos, ainda temos a capacidade de nos inflamarmos, como o estamos, agora, alertando a Nação para a possibilidade de fratura da sociedade brasileira, por elementos eivados de revanchismo, pleno de viés ideológico, na contramão da conciliação, da paz social e da História. E, assim, o estaremos enquanto necessário.

Além da criação da malfadada Comissão da Verdade, inconstitucional por ser verdadeiro tribunal de excessão, métodos nazi-fascistas, utilizados intensamente na Alemanha de Hitler, em países da extinta "Cortina de Ferro" e durante a sangrenta "Revolução Cultural", levada a efeito na China Comunista, já estão aqui sendo reproduzidos com a orientação de conhecidos agitadores comunistas, dirigentes do MST, Via-campesina e de outros movimentos ilegais, que têm a bevolência do governo e das autoridades responsáveis pela Segurança Pública. Usam grupos de jovens violentos, provocando terrorismo seletivo e indiscriminado, afrontando a lei vigente, ocorrências inaceitáveis para um regime que se diz democrático.

Mostramos a nossa união e a nossa força, traduzida por voz uníssona, conduzidos por dezenas de Chefes de outrora, respeitados como tal ainda hoje, e apoiados por milhares de civis.

Os cabelos brancos, a experiência de vida e o compromisso que temos com a Nação nos dão a moderação proporcional para cada enfrentamento.

Aos que conosco não se ombreiam, explicitamos com a clareza devida : Temos uma sagrada estrela guia : O respeito à lei e a união da Força !

Esta é a verdade que não quer calar !

Eles que venham! Por aqui, não passarão!

Ex-presidente do BC diz que queda é inevitável e que crise econômica foi 'autoinfligida'

Para ex-presidente do Banco Central, a crise brasileira foi ou está sendo forçada para atender interesses a médio e longo prazo do partido que está no poder. 

Gustavo Franco fala de economia com a clareza dos acadêmicos e a sutil ironia que sempre foi sua marca registrada. Aos 59 anos, o ex-presidente do Banco Central de Fernando Henrique Cardoso vê com grande frustração a inflação acima do teto da meta de 6,5% estabelecida pelo BC, tendo ele participado da formulação do plano Real.
Num momento de forte turbulência, Franco, que é atualmente estrategista chefe da gestora Rio Bravo Investimentos, vê com bons olhos os passos do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que está desmontando as armadilhas herdadas do Governo anterior - dirigido pela mesma pessoa, a presidenta Dilma Rousseff. Um estoque de desconfiança  precisa ser esvaziado em meio a pressões por impeachment e um Congresso avesso às medidas petistas.

Pergunta. O que significa a notícia de que a S&P manteve a nota de crédito do Brasil?
Resposta. É uma não notícia. Ninguém pensou que ela modificaria a nota já que a empresa está na frente das outras duas agências de rating e já rebaixou o Brasil quando as outras duas não. Segundo a S&P, o Brasil está exatamente na posição mínima de grau de investimento.
Portanto, de 0 a 10 é uma nota 5, necessária para passar de ano, ao passo que a gente está em 5,5 na Fitch Ratings e na Moody’s. Tanto que se espera que a Fitch vai trazer um downgrade, mas não vai tirar o investment grade, assim como a Moody’s também. Acho que ambas fizeram uma pausa para esperar um pouquinho o melhor momento, esperando um pouquinho o Joaquim [Levy] trabalhar.
Pergunta. A questão do impeachment está muito presente, como mostraram pesquisas recentes...
Resposta. ...Está no preço. Há uma certa maldição na reeleição. É um anti-clímax. Dá uma sensação de que não mudou nada e isso geralmente tem um clima ruim no começo do Governo. Me lembro bem do clima pesado de 1999, mesmo antes da desvalorização. Há uma ressaca que é meio natural. A da Dilma ficou pior, pois a economia vinha pior. Era natural que a presidenta reeleita ou outro presidente que ganhasse trouxesse uma receita de austeridade. Algumas vezes essa receita é bem recebida, outras não. Neste caso, foi mal recebida, porque a presidente disse que não faria. A sensação que ela mentiu se tornou muito clara.
Pergunta. A crise que atravessa o Brasil é comparável à crise econômica europeia?
Resposta.
É uma crise mais leve, autoinfligida, não tem nada a ver com a crise internacional.
É uma absoluta tolice dizer que foi a crise internacional que nos afetou, a nossa está relacionada com medidas macroeconômicas locais equivocadas que deram errado, simples assim. Acordaram a inflação, desarrumaram as contas fiscais, que demoraram muito para arrumar, e, agora temos problemas setoriais, com problemas gravíssimos, como o caso da Petrobras. Tudo muito reversível. Basta desfazer o que foi feito, como no caso Petrobras, claro que tem prejuízos que foram criados em razão de políticas feitas. É necessário desfazer a obrigação que ela tem em fazer investimentos, torná-la mais leve, recuperar credibilidade. Está ao alcance do Executivo, como acionista controlador. O obstáculo é só o de tomar uma decisão que contradiz a sua decisão de anos atrás.
Pergunta. Se numa hipótese extrema houvesse um impeachment, a economia brasileira aguenta o tranco?
Resposta. Aguenta, mas tudo depende do modo que acontecer, se acontecer. O que eu já vejo delineado, nesse momento, é a separação das pautas econômicas do Governo conduzidas pelo Joaquim Levy e as pautas políticas, mais puro sangue petista, que estão encontrando obstáculos enormes no Congresso e uma oposição aberta do presidente da Câmara. Por outro lado, Eduardo Cunhatem se mostrado bastante receptivo às medidas econômicas do ministro Joaquim. Corretamente, ele enxerga como sendo distantes da pauta petista. É uma pauta do país. O que é ótimo como sinal de maturidade do Brasil, aonde o Congresso, com todos os seus defeitos, não quer incendiar a economia.
Ele percebe claramente a necessidade de corrigir as bobagens feitas anteriormente e, portanto, não esta sendo obstáculo ao trabalho do ministro Joaquim. Só é possível elogiar, mas vamos ver ainda as medidas do Levy, que ainda não foram aprovadas, ainda que os primeiros movimentos parecem indicar que vai haver essa segregação. Nisso, Levy lembra muito o ministro Marcílio Marques Moreira, que substituiu Zélia Cardoso de Mello, num momento em que o Governo Collor estava sob pressão política. O ministro Marcílio conduziu bem a economia com certa estabilização, para padrões da época, ate a crise do impeachment atingir o apogeu. (Leia a entrevista completa no EL PAÍS)

domingo, 29 de março de 2015

Jean Wyllys retoma agenda da morte com projeto que legaliza o aborto

"Não são os deputados ou especialistas que podem dizer quem merece viver ou não”, rebateu Magno Malta

Se depender do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) o aborto será legalizado no Brasil. O parlamentar apresentou o projeto de lei 882/15 que prevê a legalização do aborto até 12 semanas de gestação no Sistema Único de Saúde (SUS) se a mulher assim o quiser.

“Precisamos tornar essa pauta uma política pública, independente de ser contra ou a favor da interrupção voluntária da gravidez indesejada”, defendeu Jean Wyllys. O deputado chegou a gravar um vídeo buscando apoio para sua nova prioridade na Câmara Federal.

Na justificativa do PL, Wyllys ataca indiretamente os grupos pró-vida declarando que “os discursos contra a legalização do aborto estão contaminados por mentiras, falácias e hipocrisia”. O deputado mobilizou todas as suas redes sociais para defender o aborto.

Wyllys disse também que o projeto de lei foi elaborado com a participação e colaboração de “diferentes entidades, coletivos e pessoas, especialistas na matéria e militantes dos movimentos sociais”, mas não informou os nomes e instituições que apoiam o projeto.

Para o senador Magno Malta, presidente da Frente Parlamentar Em Defesa da Família e da Vida, a vida começa na concepção e por isso aborto é assassinato. Ele chamou a atenção dos evangélicos para a retomada da agenda da morte no Congresso Nacional.

“Não podemos relativizar as coisas. Aborto é assassinato. E uma forma cruel de assassinato, porque o bebê não tem chance alguma de defesa. A vida quem dá é Deus. Não são os deputados ou especialistas que podem dizer quem merece viver ou não”, criticou. Com informações Yahoo

VOCÊ QUER FINANCIAR AS CAMPANHAS ELEITORAIS DO PT, PCdoB, PCB, PSOL, PSTU E PCO?

por Percival Puggina. 
Na última terça-feira, dia 24, a CNBB cobrou do STF uma deliberação sobre a proposta, há um ano em mãos do ministro Gilmar Mendes, que acaba com o financiamento privado das campanhas eleitorais. Essa permanente dedicação da CNBB às pautas políticas sempre me impressiona. No caso, mais uma vez, a tese que a Conferência abraça é a tese do PT.
 O partido reinante, há bom tempo, vem reafirmando seu desejo de que o financiamento das campanhas seja proporcionado pelo Orçamento da União. Orçamento "da União", você sabe, é aquele documento que autoriza o governo a usar nosso dinheiro. Embora a maioria dos brasileiros acredite que os recursos do erário são "do governo", o fato é que o governo não tem recursos próprios. Todo esse dinheiro procede do povo brasileiro, por ele é gerado, a ele pertence e para ele deve retornar em bons serviços e investimentos. Você concorda com incluir entre suas obrigações o financiamento das campanhas eleitorais?
 O PT parece já haver convencido muita gente de que sim, de que essa conta tem que ser paga por nós. Entre os fieis adeptos da tese se inclui a CNBB, parceira nas boas e más horas petistas. No entanto, é bom sabermos que essa moeda tem dois lados e dois beneficiários. A decisão de acabar com o financiamento privado cria a obrigação de fazê-lo com recursos tomados do nosso bolso e define que o PT e o PMDB serão os principais beneficiados. Por serem a dupla hegemônica da política nacional, ambos abocanharão a parcela maior desses recursos.
 Depois de tudo que se ficou sabendo através da operação Lava Jato e do petrolão, depois de conhecida a lavagem de dinheiro público em empresas privadas para financiamento dos partidos da base do governo, essa dedicação à tese do financiamento público é de uma hipocrisia estarrecedora. Ademais, não há como impedir com segurança absoluta o financiamento privado através de caixa 2.
Por fim, o financiamento público obrigatório comete contra os cidadãos uma violência que, no meu caso, se configura assim: o dinheiro dos impostos que eu pago será usado, contra a minha vontade, para financiar campanhas eleitorais de todos os partidos. Certo? Então, meu suado dinheirinho apropriado pelo Estado estará financiando as campanhas do PT, do PSOL, do PSTU, do PCdoB, do PCB, do PCO e assemelhados. Me digam se isso não é um completo disparate.
______________
* Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

Real desvaloriza, inflação aumenta e PIB registra o pior resultado desde 1999

Afundando a passos largos, com dólar fechando a semana em R$ 3,24

A economia brasileira teve crescimento mínimo de 0,1 por cento no ano passado, registrando o pior desempenho para os investimentos em 15 anos, com queda na produção interna e na importação de bens de capital.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a formação Bruta de Capital Fixo --medida de investimentos-- teve forte queda de 4,4 por cento, o pior resultado desde 1999, quando a baixa foi de 8,9 por cento. Em 2013, a formação bruta de capital fixo havia crescido 6,1%.


"Os investimentos devem continuar a recuar neste ano em virtude de um pessimismo em relação à economia, tanto no setor industrial quanto de serviços, comércio e do consumidor também, além dos apertos da política fiscal e monetária", disse o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno, ao comentar os números do Produto Interno Bruto (PIB).


A taxa de investimento (FBCP/PIB) em 2014 ficou em 19,7 por cento.

O consumo das famílias em 2014 cresceu 0,9 por cento, pior resultado desde 2003. O ritmo de crescimento nas despesas do governo também desacelerou, passando para 1,3 por cento no ano passado, ante 2,2 por cento em 2013.

Na análise dos setores da economia, os resultados que ajudaram a manter o PIB em campo positivo no ano passado foram agropecuária, com expansão de 0,4 por cento, e serviços, com alta de 0,7 por cento.

Apesar da expansão, o setor de agropecuária mostrou forte desaceleração ante a alta de 7,9 por cento em 2013. Este recuo, segundo o IBGE, reflete o desempenho da soja, que perdeu produtividade e cresceu menos em termos percentuais. Em 2014, a produção de soja teve um crescimento 5,8 por cento, muito inferior à expansão de 24 por cento em 2013.

Por outro lado, a indústria mostrou retração de 1,2 por cento no ano passado. "Para nós, o resultado de 2014 representa uma estabilidade", resumiu a coordenadora da pesquisa do PIB do IBGE, Rebeca Palis.

ÚLTIMO TRIMESTRE

No quarto trimestre do ano passado, a economia brasileira cresceu 0,3 por cento na comparação com os três meses anteriores --resultado melhor que o esperado pelo mercado--, beneficiada pela expansão de 1,8 por cento do setor agropecuário e crescimento de 0,3 por cento do setor de serviços, enquanto a indústria teve queda de 0,1 por cento.

Do lado da demanda interna, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) no período caiu 0,4 por cento. Também a despesa do governo recuou, 0,6 por cento, enquanto o consumo das famílias cresceu 1,1 por cento. Em relação ao quarto trimestre de 2013, o PIB do país registrou retração de 0,2 por cento.


"Este ano será uma continuação do processo iniciado em 2014: pelo lado da oferta, de queda de novo da indústria, desaceleração de serviços e agricultura continuando a ser destaque; do lado da demanda, desaceleração do consumo, queda novamente de investimentos", disse Luis Otávio Leal, economista-chefe do Banco ABC Brasil.

Pesquisa Focus do Banco Central com instituições financeiras, aponta previsão de retração de 0,83 por cento do PIB neste ano. (Informações de Reuters/Rodrigo Viga Gaier e Flavia Bohone/Reportagem adicional de Walter Brandimarte)

PT marca reunião e aposta em Lula para 'liderar' militância contra protestos do dia 12 de Abril

Vai começar a guerra civil?!

Como já aconteceu antes, o PT e sua militância da CUT, MST, MTST, UNE e outros irão tentar boicotar os protestos do dia 12/04/2015, que prometem ser muito maiores do que os do dia 15/03. Na sexta 13/03, o PT de Lula e Dilma convocou (e pagou R$ 35 Reais por cabeça) a sua militância para atos que não levaram muita gente para defender o governo Dilma dos milhões que iriam às ruas no domingo.
Uma coisa é certa, não tarda o Brasil entrar em colapso numa guerra civil, aos moldes da Venezuela, provocada pelo PT, Lula, Dilma e sua militância e aliados, os quais imaginam que ficarão para sempre no poder, espoliando sem parar o dinheiro do povo brasileiro.

Agência EFE - O PT aposta na figura do ex-presidente Lula para convocar movimentos sociais a defender o mandato de Dilma Rousseff, em meio a uma crise política derivada do escândalo de corrupção na Petrobras, garantiu à Agência Efe o deputado federal Paulo Teixeira, sexto mais votado da legenda em São Paulo.
"Lula tem capacidade de orientar para buscar uma unidade no discurso de defender o PT. E também tem a capacidade de orientar mudanças no PT, de exigir maior transparência no partido e defender o governo de Dilma", disse o parlamentar.

O ex-presidente será a principal figura na reunião convocada para segunda-feira na capital paulista pela direção nacional do partido que dará início a uma série de atividades para defender o governo em manifestações populares.


Em 15 de março, quase 2 milhões de pessoas realizaram protestos nas maiores cidades, o principal deles em São Paulo, contra o governo da presidente Dilma Rousseff, muitas das quais reivindicavam o impeachment por conta do escândalo de corrupção na Petrobras.

Segundo Teixeira, Lula deverá dar impulso ao projeto do PT de fazer uma reforma política que elimine o financiamento privado de empresas em campanhas políticas.

Nesse marco e frente ao avanço das manifestações opositoras, o presidente do PT, Rui Falcão, divulgou um vídeo convocando à militância a iniciar a partir de segunda-feira "uma verdadeira mobilização popular" em todos os estados para defender o partido que comanda o país desde 2003.

O governo Dilma apostou suas fichas este ano no plano de ajuste fiscal do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que prevê maior rigorosidade em benefícios sociais, como o seguro de desemprego, o que provocou a rejeição das centrais sindicais.

Foram exatamente a Central Única de Trabalhadores (CUT), o Movimento Sem-terra (MST) e a União Nacional de Estudantes (UNE) que preparam uma mobilização nacional à qual aderirá o PT e parte da esquerda governista para 7 de abril.

A popularidade da presidente, de acordo com uma pesquisa do Datafolha, caiu a 13%, isso depois dela ter sido reeleita com pouco mais de três pontos percentuais de diferença no segundo turno, realizado em outubro do ano passado contra Aécio Neves (PSDB).

A oposição, por sua vez, não vê mais a figura de Lula como agregadora como foi em outros tempos, sobretudo depois dos escândalos relacionados a Petrobras. Na última quinta-feira, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou em entrevista à "Folha de S. Paulo" que enxerga um enfraquecimento da principal liderança do PT. "O Lula perde hoje", disse o presidente de honra do PSDB, sobre uma possível saída de Dilma e convocação de novas eleições. (Informações de EFE)