segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Comandante da ROTA diz que votaria em Bolsonaro

O novo comandante da Rota, a tropa de elite da PM (Polícia Militar) de São Paulo, o tenente coronel Ricardo de Mello Araújo, 46, afirmou, em entrevista, que votaria no deputado federal Jair Bolsonaro (PSC). 

Ele deixou claro que as afirmações refletem sua opinião pessoal e não são uma visão das instituições Rota ou Polícia Militar. 

Bolsonaro tem interesse em se candidatar à Presidência da República em 2018. Assim como Geraldo Alckmin (PSDB), governador de São Paulo, que declarou nesta quarta-feira (23) querer ser o candidato tucano nas eleições presidenciais do ano que vem. 

"O deputado Jair Bolsonaro, eu votaria nele. Eu votaria nele. Eu não sou político e não gosto de falar muito de política, mas eu entendo que o país precisa de pessoas honestas no comando. E a população sente isso. Agora, é uma opinião pessoal", afirmou Mello Araújo à reportagem. 

"A população está sentindo a necessidade de pessoas honestas. Não falo nem de capacidade. Hoje, o que a população visa, são pessoas honestas, que saibam onde tão gastando o nosso dinheiro", complementou o comandante. 

Pesquisa realizada pelo Datafolha sobre intenções de voto para a disputa presidencial de 2018 apontou, em 26 de junho, que o ex-presidente Lula (PT) tem de 29% a 30% das intenções de voto, seguido por Jair Bolsonaro (PSC), com 16%, e Marina Silva (Rede), com 15%. Alckmin é o quarto, com 8%. 

"Policial de São Paulo não ganha o suficiente"

De acordo com Mello Araújo, o policial de São Paulo não ganha o suficiente para combater a criminalidade. "Mas eu também falo: eu não entrei na polícia por salário. Entrei na polícia para ser polícia", afirmou. 

"A nossa expectativa é que o governo reconheça as nossas dificuldades e deixe a gente em condições disso. O policial que entrou na polícia, ele sabe disso. E eles têm prestado concurso", disse. 

"Volto a falar: eu não entrei na polícia para ganhar dinheiro. Entrei na polícia para salvar as pessoas, para ajudar as pessoas", complementou. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário