terça-feira, 31 de julho de 2018

Com Bolsonaro, 'Roda Viva' explode em audiência


O programa de entrevista “Roda Viva” entrevistou o candidato a presidência da república Jair Bolsonaro e atingiu a segunda maior audiência do ano: 2.4 pontos de média e 3 pontos de pico. O resultado deixou a TV Cultura à frente da RedeTV, Band e TV Gazeta.

Nas redes sociais, o programa alcançou o 1° lugar no trending topics no twitter. Vale lembrar que no YouTube mais de 200 mil pessoas assistiram ao vivo e no Facebook 120 mil pessoas.

O recorde do “Roda Viva” em 2018 é do Juiz Sérgio Moro.

Militantes iniciam hoje Greve de fome por Lula


Em coletiva realizada nesta última segunda-feira 30, militantes do Movimento Trabalhadores Sem Terra (MST) anunciaram para esta terça-feira 31 o início de uma greve de fome para exigir a libertação do ex-presidente Lula que está preso há quase 4 meses, em Curitiba.

João Pedro Stedile, líder do MST apresentou ou seis manifestantes que iniciarão a greve de fome por tempo indeterminado.

Segundo Stédile, eles receberão a acompanhamento médico e só terminarão o jejum após a soltura de Lula.

Cantor que chamou Jesus de travesti se apresentará no Criança Esperança

Artistas pernambucano ficou famoso por vídeo com ofensas à fé cristã

Johnny Hooker. (Foto: Divulgação)

O cantor pernambucano Johnny Hooker tornou-se famoso no Brasil inteiro após vídeos com trechos de sua apresentação no Festival de Inverno de Garanhuns na sexta-feira (27), viralizarem na internet.

Em protesto ao recente cancelamento da peça “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu”, interpretada pelo travesti Renata Carvalho, ele fez um discurso contra o que chama de censura e afirmou que Jesus era homossexual e “travesti”.

Segundo o Diário de Pernambuco, o nome de Hooker foi confirmado como atração do Criança Esperança, show beneficente da rede Globo. O artista irá participar do evento anual, que vai ao ar no próximo dia 20 de agosto. Ele subirá ao palco para cantar “Flutua”, que gravou ao lado do cantor travesti Liniker e que fala sobre um relacionamento amoroso entre dois homens.

Hooker também irá gravar um episódio da nova temporada do programa global Amor & Sexo, apresentado por Fernanda Lima. Sua ligação com a emissora é antiga. Ele já participou do programa “Encontro com Fátima Bernardes” e foi entrevistado no “Conversas com Bial”. A música “Beija Flor”, cantada por ele, faz parte da trilha sonora de “Segundo Sol”. Em 2015, sua música “Amor Marginal” foi trilha sonora da novela “Babilônia”.


segunda-feira, 30 de julho de 2018

Para procurador da Lava Jato, delação de Palocci é “o fim da picada”

Há três meses, em divergência ao posicionamento do Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal (PF) fechou acordo com o ex-ministro

Um dos principais procuradores da Operação Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima fez duras críticas à delação premiada do ex-ministro Antônio Palocci. “Está mais para o acordo do fim da picada”, afirmou o membro do Ministério Público Federal. As declarações foram ditas durante entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

Passados quatro anos do primeiro acordo firmado no âmbito da força-tarefa, o instituto segue motivo de polêmica. Há três meses, em divergência ao posicionamento do MPF, a Polícia Federal fechou a delação de Palocci. O conchavo foi homologado dois dias após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir, por 10 a 1, que a PF pode conduzir delações sem aval do Ministério Público Federal.

Segundo a reportagem, para Santos Lima, a autorização da mais alta Corte “deu excessivo poder ao juiz”. Na última semana, Antônio Palocci entregou dois rastreadores instalados em automóveis de uso pessoal para a PF. O material pode servir para corroborar episódios de negociação e pagamento de propina relatados pelo ex-ministro em delação premiada.

O ex-chefe da Casa Civil está preso desde setembro de 2016, acusado de participar de um esquema de corrupção envolvendo a empreiteira Odebrecht e contratos de sondas com a Petrobras. Em 2017, o político foi condenado a 12 anos, 2 meses e 20 dias de prisão pelo juiz federal Sérgio Moro. Homem de confiança dos dois governos petistas, Palocci buscou a PF após sua negociação com o Ministério Público Federal não avançar.

Confira a íntegra da entrevista concedida à Folha:

A primeira fase ostensiva da Lava Jato foi em março de 2014. Em agosto do mesmo ano, foi fechado o primeiro acordo de colaboração, com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. A investigação e as delações sempre andaram lado a lado?
Um dos pilares da Lava Jato é a colaboração, uma técnica que nós criamos em 2003. A primeira, com o Alberto Youssef no Banestado. É a única forma de você compreender como uma investigação sai de uma Range Rover presenteada a um ex-diretor da Petrobras para chegar à situação atual. Economiza muito do dinheiro público em relação a investigações complexas.

Como seria a Lava Jato sem as colaborações?
Nós mal teríamos chegado à conclusão de que houve corrupção na Petrobras. Na primeira vez em que a Petrobras veio aqui, foi para nos dizer que era impossível ter corrupção na Petrobras, que todos os esquemas de controle funcionavam perfeitamente. Mas vem Paulo Roberto Costa e diz: “Não, existia”. Ele explica tudo. Estaríamos nos batendo hoje, ainda, com uma discussão se houve ou não corrupção.

Isso torna a operação dependente dos acordos?
É uma técnica moderna que tem de ser usada. Todas as investigações de crime organizado hoje vão depender da colaboração. Quando você tem uma organização criminosa, você tem uma confiança entre os membros. Eles estão todos ganhando, não têm por que derrubar o esquema.

Quando você introduz a possibilidade da colaboração, começa a gerar desconfiança. Isso tem um aspecto preventivo. Hoje, no Brasil, esquemas estão acontecendo. Entretanto, eles sabem que qualquer um pode, se tiver possibilidade de ser pego, colaborar. Acho que está havendo uma reação injusta contra o instituto. Nós tivemos colaborações que não foram boas, não foram feitas com a melhor técnica.

O senhor pode citar algumas?
O caso do Delcídio [do Amaral], do Sérgio Machado, por exemplo. Quando você faz com excesso de rapidez, corre o risco de fazer colaborações malfeitas. Delcídio, na minha opinião, quase nem se autoincrimina. A primeira coisa é o colaborador falar os crimes que cometeu.

Nestes casos o acordo foi mais benéfico para o colaborador do que para o Estado?
Acho que sim. No caso do Sérgio Machado, no final das contas, o principal sequer foi denunciado. Aquelas conversas supostamente com membros do Congresso e ex-parlamentares, que geraram até pedido de prisão no Supremo, sequer movimentaram uma denúncia. Aquela gravação era um bom início de negociação, mas não era um fim em si mesma. A gente tem de tomar muito cuidado com excesso de vontade de conseguir certos documentos, provas, gravações.

Há afobação, às vezes?
É natural, acho que até o jornalista compreende bem isso. Você está diante de uma situação de ter aquela reportagem, aquela denúncia, mas talvez não seja aquela [ênfase] que poderia ser, se tivesse um pouco mais de cuidado. O grande problema são colaborações malfeitas, não ilegais, e que geram uma crítica ao instituto.

O acordo dos irmãos Batista, da JBS, arranhou o instituto perante a opinião pública?
Acho que sim. É uma confusão, um ataque ao instituto, e não ao acordo em si. O instituto é bom. Nós, em Curitiba, não damos imunidade, por princípio. Marcelo Odebrecht era até uma figura mais importante do que Joesley, mas nós exigimos que ele ficasse um ano preso depois de assinado o acordo. Ficou três anos no regime fechado.

Você precisa explicar para a população por que você fez o acordo. Vou dar o exemplo também do acordo do Palocci, celebrado pela PF depois que o Ministério Público recusou. Demoramos meses negociando. Não tinha provas suficientes. Não tinha bons caminhos investigativos. Fora isso, qual era a expectativa? De algo, como diz a mídia, do fim do mundo. Está mais para o acordo do fim da picada. Essas expectativas não vão se revelar verdadeiras. O instituto é o problema? Acho que a PF fez esse acordo para provar que tinha poder de fazer.

Foi uma queda de braço?
Foi uma queda de braço talvez conosco, mas a porta da frente dos acordos sempre será o Ministério Público. A porta dos fundos é da PF. As pessoas irão à PF se não tiverem acordo conosco. Não recusamos porque não gosto da cara do cidadão, mas porque vamos ter dificuldade para explicar por que fizemos. Acordo não é favor.

Por que o senhor acha que o Supremo autorizou a PF a firmar os acordos?
Acho que a interpretação do Supremo deu excessivo poder ao juiz. A PF faz o acordo: você me entrega e depois o juiz vai te dar o benefício. Nosso acordo diz assim: você me entrega isso e vamos oferecer esse benefício. Se o juiz negar, vamos recorrer. Isso dá mais segurança jurídica. Tenho a impressão de que houve excesso de empoderamento do Judiciário.

Juiz tem de ser inerte. Não pode participar de negociação porque começa a se interessar pelo resultado da investigação. Tem de decidir conforme as provas, não pode se envolver emocionalmente. Por mais que se fale aqui no Paraná, no Brasil inteiro, que o Moro dirige as investigações, doutor Moro não dirige investigação nenhuma.

No início do ano, a Folha publicou uma reportagem relatando que a delação da Odebrecht havia gerado, até então, poucos resultados práticos.
Depende do ponto de vista. Ela gerou inúmeras investigações. O problema é o foro privilegiado. O que estamos vendo nos arquivamentos no Supremo é a incapacidade de investigar adequadamente no foro privilegiado. No foro, o ministro participa de cada decisão, vai e vem. Às vezes, uma coisa que é feita aqui em uma tarde, lá demora uma semana.

Tenho certeza de que, se boa parte dessas investigações fosse feita em primeiro grau, teria um resultado mais eficiente. Até nós podemos sofrer a crítica. Por que a Lava Jato diminuiu o ritmo? Porque a todo momento estamos sendo brecados ou pelo foro privilegiado ou pela transferência de casos para a Justiça Eleitoral. A Lava Jato, no começo, era uma Ferrari. Agora, somos um caminhão. Milhares de coisas que fomos acumulando, que temos de resolver.

Um dos problemas que está nos segurando é a estrada, que é ruim. Se os ministros do Supremo insistirem em tirar as coisas do Paraná ou mandar para a Eleitoral, vai ficar difícil. A Justiça Eleitoral em segundo grau é muito menos jurídica e muito mais influenciada por fatores políticos. O Supremo hoje diz: esse caso não é seu. Mas se alguém olhar a Constituição, o Supremo não tem essa competência. Quem decide conflito de competência entre Justiça Federal e Estadual é o STJ.

A Procuradoria do Paraná colocou um freio no firmamento de novos acordos?
Estamos voltando para o básico. Em vez de termos grandes acordos, estamos optando por pequenos acordos pontuais, que têm muita utilidade no desdobramento de investigações. Toda vez que faço um grande acordo, esbarro no foro. É preferível fazer um acordo com pessoas menores, porque resolvo aqui no Moro.

Para o senhor, qual foi a delação do fim do mundo?
Diria que do Paulo Roberto Costa. Porque dela decorre todo o restante. Barusco foi importante. O Alberto Youssef é a colaboração que deu origem à 7ª fase, das empreiteiras, o momento de virada da Lava Jato. Não existe acordo do fim do mundo. Ainda mais no mundo em que os aspectos políticos acabam abafando as investigações. Palocci é dito que vai ser do fim do mundo. Não vai ser. Existem colaborações boas, que se justificam, e as que, infelizmente, não se justificam.

Cristã norte-coreana foi forçada a crer que Kim II Sung era deus

Ji Hyeona foi submetida a lavagem cerebral em sua infância e quando adulta foi torturada e induzida a negar a Cristo

Ji Hyeona testemunhado durante evento. 

Na Coreia do Norte não existe liberdade de religião, de expressão ou de pensamento. Para ser cristão por lá é necessário viver em silêncio para sobreviver ou então ter a ousadia para morrer pelo nome de Cristo. A desertora norte-coreana Ji Hyeona é um exemplo disso.

Em lágrimas ela contou sua história durante a primeira reunião ministerial do departamento de Estado para o avanço da liberdade religiosa, em Washington, nos Estados Unidos. Atualmente, ela vive na Coreia do Sul, depois de sua fuga da Coreia do Norte, em 2007, e desde então tem testemunhado sobre os abusos cometidos dentro do regime ditador de Kim Jong-un.

Hyeona conseguiu escapar da Coreia do Norte por quatro vezes, três delas sendo deportada. Numa dessas deportações, ela estava grávida de três meses e foi submetida a um aborto forçado. Além disso, foi vítima de tráfico humano e obrigada a negar sua fé em Cristo. Ela conta que durante os interrogatórios era questionada sobre sua participação em alguma igreja, se conhecia Jesus e se acreditava em Deus.

Dentro do regime norte-coreano aqueles que se declaram cristãos são enviados para um campo de trabalhos forçados, onde muitos não sobrevivem. “Assim como Pedro eu neguei a Jesus nas três vezes em que fui deportada”, ela desabafa. Em sua infância, Hyeona lembra de ter sofrido lavagem cerebral para acreditar que as três gerações da ditadura Kim deveriam ser adoradas como divinas.

“Fui forçada a crer que Kim II Sung era o deus da Coreia do Norte e cresci vendo propagandas na TV descrevendo os missionários (cristãos) como pessoas más”, relembra. Ela também citou sobre um filme onde um missionário americano jogou ácido clorídrico no rosto de uma menina norte-coreana só porque ela roubou uma maçã num contexto de guerra.

Hoje em dia, porém, Hyeona declara que tem a missão de defender os cristãos norte-coreanos em todo o mundo. “Depois de perguntar a Deus por que o povo da Coreia do Norte não tem o direito de adorá-lo livremente, ele me deu essa missão”, conta ela. E finalizou seu discurso dizendo que as três gerações da ditadura Kim se intitulam como deuses, se opondo ao verdadeiro Deus. “Eles são líderes de uma falsa religião”, conclui a cristã.

ABERRAÇÃO - PTB compara Geraldo Alckmin a Moisés

Roberto Jefferson, presidente do partido, afirma que tucano levará Brasil à "Terra Prometida"

Geraldo Alckmin

O uso de linguagem religiosa no meio político brasileiro não é novidade. Com a proximidade das eleições, movimentos de esquerda vem tratando cada vez mais o ex-presidente Lula como uma espécie de “Salvador”. No discurso que fez antes de ser preso, o petista colaborou para isso, usando um tom religioso, que o colocava como uma figura mística.

Agora, o pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, está usando de um recurso parecido. Durante a convenção nacional do PTB neste sábado (28), o presidente do partido, Roberto Jefferson, afirmou que o tucano é um “líder capaz de tudo, como Moisés no deserto a nos guiar à Terra Prometida”.

O evento formaliza o apoio do PTB a Alckmin, que parece ter gostado da comparação. No domingo, em seu perfil oficial no Twitter, ele publicou a mensagem: “Chegaremos à terra prometida com trabalho e visão de futuro”.

Jefferson é um dos líderes do Centrão, grupo de partidos políticos que atualmente dão sustentação ao governo de Michel Temer. O presidente do PTB teve mandato cassado por participação no esquema de corrupção conhecido como Mensalão, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Com informações Isto É

Jornais internacionais, publicam inverdades sobre Jair Bolsonaro

Por - Claudia Wild

Tanto no Der Spiegel, na Tribune de Genève e no Le Monde, o que vi, foi a mesma lenga-lenga: disseram que Bolsonaro é “ racista, homofóbico, machista, populista, extrema-direita” e o resto do manjado blá blá blá, que nem a imprensa bananeira anda atrevendo publicar, pois já foi desmascarada e viu que não cola.
Lembrei-me, assim, de um episódio que aconteceu comigo.


Alguns meses atrás, escrevi um artigo sobre Jair Bolsonaro. O artigo foi publicado no Jornal Hora Extra e teve boa divulgação.

Dois ou três dias depois de sua publicação, um jornalista francês (correspondente internacional que cobre a América Latina), de um conhecido periódico francês e outro belga, entrou em contato com o jornal, pedindo autorização para traduzir e publicar o texto. Dando-me, logicamente, os créditos. O que foi prontamente permitido.

Duas ou três semanas após, o jornalista entrou em contato novamente com o jornal para agradecer a nossa gentileza - comentou que apesar do artigo ser bom - e, que ele gostaria de nos informar que o texto tinha sido VETADO NA ÍNTEGRA por sua editora e que não poderia publicá-lo.

Eis a liberdade de expressão na imprensa camarada. Existe uma linha editorial a ser seguida, pronto e acabou! Não esperem nada de verdadeiro vindo do setor.

Eles só aprenderão quando estiverem completamente desmoralizados, e não mais receberem financiamento para a elaboração de suas fake news.

sábado, 28 de julho de 2018

Igreja francesa é incendiada e pichada coma a expressão muçulmana 'ALLAHU AKBAR'

Uma igreja em Orleans foi incendiada em 25 de julho. A polícia descobriu as palavras “Allahu Akbar” pintadas em uma parede, 20minutes France .

Na noite de quarta-feira, a igreja de Saint-Pierre du Matroi em Orleans foi incendiada com “intenção criminosa”, segundo fontes policiais.

Móveis e partituras foram queimados e o hediondo grafite foi encontrado. Um deles disse “Allahu Akbar“. Felizmente, o fogo foi extinto rapidamente pelos bombeiros e não queimou a estrutura de sustentação da igreja.

O fogo, rapidamente extinto pelos bombeiros, não afetou a estrutura do prédio. Uma investigação policial foi aberta pelo departamento de polícia de Orleans.

Este não é o primeiro ataque a uma igreja francesa. Em 26 de julho de 2016, dois terroristas islâmicos atacaram os participantes em uma missa em uma igreja católica na Normandia. Os homens mataram o padre Jacques Hamel, de 85 anos, cortando-lhe a garganta e ferindo gravemente um homem de 86 anos.

No ano passado, uma mulher muçulmana, conhecida apenas pelo seu primeiro nome “Kenza”, recebeu uma sentença suspensa por dois anos por vandalizar a Igreja Sainte Marie Madeleine em Rennes-le-Château.

De acordo com o Christianophobia Observatory, uma organização francesa sem fins lucrativos que rastreia ataques contra cristãos no país, houve 128 incidentes de vandalismo de igreja ou outros ataques anticristãos na França nos primeiros cinco meses de 2018.

Com imagem e informações Voice of Europe

A natureza do caos e da anarquia como ferramentas de subversão comunista

O comunismo é o estado de desolação, e o socialismo é sua ferramenta para alcançar isso

"O Grande Dia de Sua Ira", pintado por John Martin em 1851 (Public Domain)

Por Joshua Philipp

Há grupos nos Estados Unidos e em outras partes do mundo que estão ativamente tentando incitar o caos, seja por meio da defesa da anarquia ou por meio de movimentos subversivos destinados a desestabilizar as sociedades.

Nós vimos isso claramente quando a senadora Maxine Waters (D-Calif.) Em 23 de junho chamou seus partidários para perseguir os membros da administração Trump, afirmando: “Vamos nos certificar de que vamos aparecer onde quer que tenhamos que aparecer, e se você ver qualquer um do escritório de Trump em um restaurante, em uma loja de departamentos, em um posto de gasolina, você sai e cria uma multidão e você os pressiona e diz a eles que eles não são mais bem-vindos em nenhum lugar. ”

Também vemos isso em grupos como Antifa, que ironicamente defende tanto o comunismo quanto a anarquia – um sistema de controle absoluto do governo e um sistema sem governo, respectivamente. No entanto, se entendermos os objetivos mais profundos do comunismo e a natureza original da anarquia, a união entre os dois sistemas faz sentido.

Karl Marx estabeleceu que o comunismo seria feito em estágios, sendo o primeiro o socialismo, ou o que Lenin descreveu como “capitalismo de estado”, no qual o Estado assumiu o controle de todos os meios de produção. O objetivo da tirania socialista é estabelecer o comunismo pleno, no qual todas as formas de hierarquia anteriormente existentes foram derrubadas, toda a moral foi destruída e toda a cultura tradicional foi arruinada. O comunismo é o estado de desolação, e o socialismo é sua ferramenta para alcançar isso.

A anarquia, por outro lado, defende a criação do comunismo pleno sem o estágio da tirania socialista. William Godwin (1756–1836), um dos fundadores da anarquia moderna, explicou que, através da anarquia pessoal, uma pessoa visava alcançar o “comunismo voluntário”.

Os anarquistas conseguem isso destruindo internamente seu reconhecimento da moral e da hierarquia – rompendo os laços de moralidade e ordem em todos os estágios da hierarquia divina, através dos quais se acreditava que a ordem natural se estendia do céu para as camadas da sociedade humana e para os próprios sistemas de contenção pessoal das pessoas.

As operações de caos se encaixam profundamente nesse sistema. O caos não é apenas o estado de desolação moral e social que tanto o comunismo quanto a anarquia pretendem alcançar, mas também um estado de desestabilização que permite que um movimento subversivo implemente um novo sistema.

No “Dao De Jing”, Lao Tzu escreveu sobre o caos como algo que emerge da perda do Tao, virtude, benevolência, retidão e etiqueta.

Lao Tzu escreveu: “O Tao é perdido e, então, a virtude; a virtude é perdida e depois a benevolência; a benevolência é perdida e, em seguida, a justiça; a justiça é perdida e depois a etiqueta; aqueles que têm etiqueta são uma casca fina de lealdade e sinceridade; e o começa o caos …

A destruição desses valores é um objetivo que o comunismo promove. Marx e Friedrich Engels escreveram no “Manifesto Comunista” que “o comunismo abole as verdades eternas, abole todas as religiões e toda moralidade”.

O caos é um estado em que toda a ordem foi derrubada e todas as estruturas destruídas. Podemos olhar para o poeta romano Ovídio (43 aC – 17/18) e seu livro, “Metamorfoses”, para uma compreensão mais profunda desse conceito.

Em “Metamorphoses”, Ovídio descreve o caos como “uma massa disforme descoordenada, nada além de um peso de matéria sem vida, cujos elementos mal-ordenados estavam indiscriminadamente amontoados em um só lugar”.

Ovídio então explica a história da criação, que um deus separou o céu da terra, o solo da água, e assim por diante, para trazer o mundo para fora do caos. A água foi unida para criar oceanos, a madeira foi reunida em florestas e os corações humanos receberam leis, padrões e formas de cultura para manter a ordem divina no mundo.

Esse princípio está ligado a um conceito-chave de subversão: a partir do caos, uma nova ordem pode ser criada. A subversão comunista sustenta que a sociedade deve primeiro ser desestabilizada e levada a um estado de crise antes que possa ser “normalizada” sob o novo sistema.

Quando o estado de direito se torna injusto por meio da subversão, e quando as instituições se tornam não-funcionais através da subversão, as pessoas naturalmente apoiam uma reestruturação desses sistemas; e grupos interessados ​​em reformular sociedades de acordo com suas visões usam as operações do caos para criar uma situação social que permita esse tipo de recriação.

Da mesma forma, isso é feito contra indivíduos, sob os princípios da anarquia pessoal e do “comunismo voluntário”, ou através de movimentos comunistas diretos destinados a destruir a cultura e a moralidade, como a Revolução Cultural do Partido Comunista Chinês.

É também um princípio satânico, que a moralidade humana geralmente não pode ser destruída de uma só vez, então os valores devem ser destruídos peça por peça pela tentação faustiana, arrastando a humanidade passo a passo. Na história de “Fausto”, vemos que o diabo Mefistófeles trouxe Fausto primeiro por pequenas tentações, depois por grandes.

Também vemos isso na representação de Dante dos adúlteros Lancelot e Guinevere em “A Divina Comédia”, que lhe contou que sua queda começou com um beijo.

Nesse mesmo sentido, o comunismo é criado passo a passo através da destruição gradual da cultura tradicional e dos valores morais através de seus vários movimentos sociais. Os sistemas comunistas atacam uma série de crenças tradicionais ou conceitos morais de cada vez, e através do caos manufaturado e da instabilidade social, visam destruir as instituições que existiram uma vez para que possam recriar a sociedade de acordo com o que eles querem.

Isso também se relaciona com a teoria de Marx dos cinco estágios da civilização, que podemos entender mais profundamente através do “Curso dos Impérios” de Thomas Cole. Acredita-se que esse seja o “mundo selvagem”, o “pastoral”, o “império consumado”. “Destruição” e “desolação”.

Marx chamou o império consumado de “capitalismo”, o estado de destruição “socialismo” e desolação “comunismo”. A ideia era que no estado de desolação comunista, toda a moral, tradições, crenças, instituições, hierarquia e valores tenham sido destruídos. O objetivo do comunismo é a destruição da humanidade.

Nessa perspectiva, a ideia dos movimentos comunistas é acelerar a queda da sociedade – avançar mais rapidamente rumo ao estado de desolação, no qual a humanidade é desprovida dos valores que mantêm a harmonia social e moral.

As opiniões expressas neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente as opiniões do Epoch Times.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Líderes religiosos propõem ações contra o aborto

Bispos do Rio de Janeiro se manifestam e pedem aos cidadãos para que reflitam sobre a importância de defender a vida, como um princípio de fé e democracia

Aborto

Às vésperas da audiência pública sobre a medida judicial que permite o aborto, bispos do estado do Rio de Janeiro reafirmaram “a defesa da vida desde a concepção até a morte natural” e propõem algumas ações.

“Conclamamos os católicos e todas as pessoas que desejam um país democrático, pacífico e protetor da vida a se posicionarem contrários ao que está sendo proposto através desta medida judicial. Por ela, agride-se a vida, permitindo o aborto até doze semanas de gestação”, expressam os Prelados do Regional Leste 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O aborto já é considerado entre pesquisadores e profissionais da saúde um evento comum na trajetória das mulheres brasileiras, como mostrou uma pesquisa nacional, sendo mais praticado entre adolescentes e jovens. Os bispos se manifestaram contra essa realidade, afirmando que defender a vida é um princípio de fé, além de um ato de consolidação da democracia.

“Uma nação que não sabe proteger a vida que ainda está por nascer revela a fragilidade de sua condição democrática, por mais que afirme o contrário”, ressaltam. A descriminalização do aborto foi uma proposta do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) a fim de permitir a realização da prática através do Sistema Único de Saúde (SUS), bastando apenas o consentimento da gestante.

Os Bispos cariocas explicam que, com essa medida judicial, o que se busca é “inserir no ordenamento jurídico brasileiro uma agressão direta ao artigo 5º de nossa Lei Maior”, o qual garante “a inviolabilidade do direito à vida”. Além disso, recordam especificamente a audiência pública marcada para 3 e 6 de agosto, para a qual foram “convocadas pessoas e entidades para se manifestarem quanto à descriminalização do aborto”.

“Afirmamos claramente o direito de nos manifestar com base em nossa crença em Deus, uma vez que a fé nos compromete com a vida e com a cidadania”, expressam, recordando que “o Estado é laico como condição para servir aos cidadãos, não para impor a todos um modo de compreender a realidade e com ela interagir”.

Por fim, pedem aos cidadãos que reflitam sobre a questão, recordando que “estamos a três meses das eleições para cargos estaduais e federais, dentre eles, os cargos do Congresso Nacional”. “Confiamos ao Deus da vida este momento de nosso país, tão repleto de desafios. Pedimos forças para proclamar e trabalhar para que a morte nunca seja a solução”, concluem.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Operação Zelotes: PF deflagra nova fase e mira suposto esquema de fraude

Polícia Federal investiga siderúrgica suspeita de manipular julgamento no Carf e evitar pagamento de R$ 650 milhões. PF cumpriu mandados de busca e apreensão em quatro estados e no DF

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (26) a 10ª fase da Operação Zelotes, que apura irregularidades em julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

Entre os alvos da operação estão o secretário de Comércio Exterior do governo Dilma Rousseff Daniel Godinho e o secretário-executivo da Câmara de Comércio Exterior (Camex) no governo Fernando Henrique Cardoso, economista Roberto Giannetti da Fonseca, presidente da Kaduna Consultoria, ex-diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Gianetti da Fonseca disse, por meio de nota, que são “totalmente infundadas” as suspeitas contra ele e sua empresa.

Também em nota, Daniel Godinho afirmou: “Estou absolutamente tranquilo quanto à probidade e à legalidade de todos os meus atos no exercício da função de Secretário de Comércio Exterior. Permaneço à disposição das Autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos”.

O procurador Frederico Paiva, um dos responsáveis pela investigação, disse em entrevista coletiva, em Brasília, que esta deve ser a última ação policial dentro da Operação Zelotes. Com essa ação, segundo ele, serão encerradas as investigações.

De acordo com o procurador, a empresa investigada nesta fase, a siderúrgica Paranapanema, é suspeita de ter corrompido agentes públicos e privados para manipular julgamento no Carf e evitar o pagamento de impostos que somam, com as multas, R$ 650 milhões. Inicialmente, o MPF afirmou que o valor ultrapassava R$ 900 milhões. O ‘G1′ busca contato com a siderúrgica.

“Esse julgamento foi manipulado, esse julgamento foi corrompido por agentes públicos e provados”, disse o procurador.

Segundo Paiva, os investigadores identificaram, por meio da quebra de sigilo telefônico, de e-mails e mensagens, que advogados da empresa se reuniam com pessoas que participariam do julgamento do Carf para combinar os resultados.

Segundo o procurador, a siderúrgica teria feito pagamento de R$ 8 milhões aos envolvidos no esquema para manipular o julgamento no Carf.

De acordo com Paiva, nessas reuniões houve uma negociação para que, após a decisão do Carf, não fossem impetrados recursos, o que, de fato, não ocorreu.

Fonte: G1

Universidade brasileira terá cotas para transexuais, travestis e transgêneros

UNEB oferecerá 5% de vagas adicionais para cada “grupo”

Universidade do Estado da Bahia

A Universidade do Estado da Bahia (Uneb) passará a adotar um sistema de cotas para estudantes transgêneros na graduação e pós-graduação. A partir de 2019, os processos seletivos da instituição para cursos de graduação e pós-graduação contemplarão com 5% de vagas para cada grupo.

Assim, haverá cotas para transexuais, travestis e transgêneros, além de quilombolas, ciganos e portadores de deficiência, transtorno do espectro autista e altas habilidades.

“Pioneira na implantação de sistema de cotas étnico-raciais entre as instituições da região Nordeste, a UNEB dá mais um importante passo na consolidação de sua política de ações afirmativas”, justificou a universidade em nota oficial.

Atualmente, a UNEB destina 40% das bolsas para candidatos pretos e pardos e 5% para indígenas. A instituição ressalta que “Por se tratar de sobrevagas (vagas adicionais), as novas cotas não alteram o percentual de 60% do total de vagas que é destinado atualmente a candidatos não-cotistas”.

Essa ampliação do sistema de cotas para “grupos discriminados”, foi uma decisão unânime do Conselho Universitário da UNEB. 

Com informações de Veja

terça-feira, 24 de julho de 2018

Partido conservador Francês anuncia moção de censura contra governo de Macron

Líder do partido conservador francês Os Republicanos (LR), Christian Jacob (Ludovic Marin/AFP/Getty Images)

Por Agência EFE

O partido conservador Os Republicanos (LR) apresentará uma moção de censuracontra o governo francês pela condução do chamado “caso Benalla”, anunciou nesta terça-feira (24) o presidente de seu grupo parlamentar, Christian Jacob.

Em entrevista coletiva, Jacob considerou que o Executivo “fracassou” e permitiu “que ocorresse” este escândalo suscitado pelo ex-chefe de segurança Eliseu Alexandre Benalla, que agrediu manifestantes em 1º de maio se fazendo passar por policial.

A moção de censura, que deve ser apresentada até o final desta semana e ser votada na semana que vem, tem poucas possibilidades de prosperar, já que o partido do presidente Emmanuel Macron, A República Em Marcha, goza de maioria absoluta na Assembleia Nacional.

Imagens mostram que Pyongyang começa a desmontar bases de mísseis

(Pedro Ugarte/AFP/Getty Images)

Por Agência EFE

Fotos por satélite publicadas nesta terça-feira (24) mostram que a Coreia do Norte começou a desmantelar uma de suas bases de mísseis em linha com a promessa feita pelo líder Kim Jong-un durante a cúpula em Singapura com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

As imagens, tiradas no último dia 20 de julho e publicadas e analisadas hoje pelo site especializado “38north”, consideram que os trabalhos de desmantelamento na base de Sohae (noroeste do país) representam um “primeiro passo importante” para cumprir o prometido por Pyongyang no dia 12 de junho, em Singapura.

As fotos mostram que o regime começou a desmantelar a bancada de testes para motores de combustível líquido, usado para desenvolver tecnologia fundamental para foguetes espaciais e mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) do programa norte-coreano de armas.

Foi o próprio Trump que assegurou, após a cúpula, que Kim havia prometido destruir esta estrutura.

As imagens também mostram que o edifício utilizado para a montagem de veículos de lançamento espacial começou a ser desmontado.


Concluída em torno de 2011, a Sohae, considerada a principal base do chamado programa espacial norte-coreano, foi palco de três grandes lançamentos.

Os três — realizados em abril e dezembro de 2012 e fevereiro de 2016 — foram para colocar em órbita satélites do programa Kwangmyongsong (estrela brilhante), algo que a comunidade internacional considerou uma desculpa para testar a tecnologia ICBM e que o Conselho de Segurança da ONU acabou sancionando em consequência.

“Como se acredita que estas instalações tenham desempenhado um papel importante no desenvolvimento de tecnologias para o programa de mísseis balísticos intercontinentais da Coreia do Norte, essas obram representam um passo importante para fomentar a confiança mútua por parte da Coreia do Norte”, conclui o site.

As obras de desmantelamento podem contribuir para acelerar o processo de diálogo entre Pyongyang e Washington, depois que as duas partes concordaram em Singapura em melhorar laços e trabalhar na “desnuclearização total” da península.

No entanto, a declaração assinada não especifica protocolos e etapas, e a última visita do secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, a Pyongyang destacou as diferenças e a complexidade de um processo que parece muito longo.

Foicebook bloqueia imagem de Jesus crucificado por ser 'indecente'

Pinturas foram identificadas como "nudez"

Pintura do artista holandês Peter Paul Rubens. (Foto: Getty)

O Facebook bloqueou vários posts com pinturas do artista holandês Peter Paul Rubens, que viveu no século 17, incluindo uma de Jesus Cristo sendo retirado da cruz. Segundo a rede social, foram identificadas como imagens “indecentes”.

Toerisme Vlaanderen, membro do Conselho de Turismo do país, escreveu uma carta aberta ao presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, criticando a política do Facebook de censurar imagens artísticas depois de vários de seus posts anunciando uma exposição terem sido tirados do ar.

Ele lamenta que o Facebook “rejeita consistentemente obras de arte de nosso amado Peter Paul Rubens” e reclama que “sua censura cultural está tornando a vida bastante difícil para nós. Afinal de contas, queremos usar sua plataforma para promover a arte”.

O museu onde as obras estão expostas fez uma “intervenção”, colocando homens vestidos com uniformes da “polícia da mídia social”, proibindo os visitantes de verem os quadros de Rubens, alegando que estavam fazendo isso para o bem das pessoas.

“Temos que protegê-lo contra a nudez artística”, diz um dos “inspetores do Facebook” no vídeo.

Policia do Facebook “protegendo” as pessoas. (Foto: CEN)

Em nota, o Facebook concordou em se reunir com o conselho de turismo da Holanda para discutir o assunto.

Curiosamente, imagens e vídeo de conteúdo sexual continuam sendo populares na plataforma, que não censura, por exemplo, material que zomba da imagem de Jesus, como os vídeos do Porta dos Fundos.


Crucificação chocante

Numerosas pinturas e representações de Jesus Cristo crucificado já foram retiradas pelo Facebook antes, acusadas de violaram as regras.

Em abril, a Universidade Franciscana de Steubenville, uma faculdade católica americana, denunciou que o Facebook havia banido seu anúncio de Páscoa apresentando Jesus na cruz. Na ocasião, a rede social alegou que a imagem era “conteúdo chocante ou excessivamente violento”.

A resposta dos franciscanos foi provocativa, afirmando que o Facebook está certo em achar a imagem de Deus sendo executado como “chocante”. “Certamente foi algo excessivamente violento: um homem açoitado, pregado nu a uma cruz e deixado para morrer, todo o ódio de todo o pecador do mundo derramado sobre ele”, afirmou a instituição em nota. 

Com informações Daily Mail

Vaticano é criticado por 'silêncio' sobre situação da Venezuela e Nicarágua

A Iniciativa Democrática da Espanha e das Américas (IDEA) reúne 37 ex-presidentes de países latino-americanos e Espanha. Seu objetivo original é debater questões relacionadas com os rumos da América Latina.

Através de um documento assinado por 20 deles, a IDEA manifestou-se nesta segunda-feira (23) sobre as “violações graves, sistemáticas e generalizadas dos direitos humanos” cometidas pelos governos da Venezuela e da Nicarágua.


A IDEA apoiou as declarações da Organização dos Estados Americanos (OEA), a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, o Parlamento Europeu, e da Conferência Episcopal da Nicarágua e Venezuela sobre o tema. Todos concordam que se constituem “crimes de importância internacional”.

A nota também lamenta que o Vaticano manteve “o silêncio, a prudência zelosa”, embora seja um dos atores fundamentais da opinião mundial” e deveria se manifestar diante “das atrocidades que estão ocorrendo na América Latina pelas mãos de governos abertamente ditatoriais”.

No caso específico da Nicarágua, o Vaticano vinha pedindo pelo diálogo, mesmo após igrejas nicaraguenses terem sido vítima de ataques de grupos paramilitares.

Chama atenção que tanto Daniel Ortega (Nicarágua) quanto Nicolás Maduro (Venezuela) se dizem católicos.

A declaração da IDEA enfatiza que nenhum governo pode invocar a soberania como justificativa para violar os direitos humanos, pois tais direitos não estão limitados ao poder do Estado. Os signatários também destacam a “urgência de se estabelecer um canal humanitário” para resolver a crise da Venezuela.

O nome de Fernando Henrique Cardoso, amigo de Hugo Cháves e ligado à esquerda latina, não consta do documento, embora seja um dos membros da Iniciativa. A declaração pode se lida na íntegra AQUI.

Ela foi assinada pelos ex-presidentes Enrique Bolanos (Nicarágua); Oscar Arias, Rafael Angel Calderón, Laura Chinchilla, José María Figueres e Miguel Angel Rodriguez (Costa Rica);Nicolás Ardito Barletta e Mireya Moscoso (Panamá); Belisario Betancur, Álvaro Uribe e Andrés Pastrana (Colômbia); Alfredo Cristiani (El Salvador), Fernando de la Rúa (Argentina), Vicente Fox (México), Luis Alberto Lacalle (Uruguai), Jorge Tuto Quiroga (Bolívia), Juan Carlos Wasmossy (Paraguai), Osvaldo Hurtado e Jamil Mahuad (Equador); e Eduardo Frei (Chile).

Com informações de El Nacional

sábado, 21 de julho de 2018

Polônia fará plebiscito para incluir 'valores cristãos' na Constituição

Presidente Andrzej Duda diz que decisão “servirá como indicador das mudanças que a sociedade quer”

Andrzej Duda, presidente da Polônia. (Foto: Getty Images)

A exemplo da Hungria, a Polônia não se envergonha de suas raízes cristãs e está propondo uma mudança que irá colocar o país na contramão do globalismo que impera na Europa.

Em anúncio na TV esta sexta (20), o presidente da Polônia, Andrzej Duda, propôs a realização de um plebiscito para estabelecer mudanças na Constituição. Marcado para ocorrer nos dias 10 e 11 de novembro, quando será comemorado o centenário da recuperação da independência do país.

A Constituição polonesa é de 1997, mas o governo atual acredita que é preciso ouvir a vontade popular antes de fazer as mudanças propostas. No plebiscito, serão apresentadas questões sobre a posição da Polônia em relação à Otan e à União Europeia.

Outro aspecto de destaque é a consulta sobre a inclusão de “referências aos valores e herança cristã polonesa”.

Segundo Duda, “O resultado do plebiscito não será vinculativo, mas servirá como indicador das mudanças que a sociedade polonesa quer para sua Constituição”. O Senado deve votar na próxima semana se as datas propostas para a consulta popular serão nas datas previstas pelo chefe do Estado polonês. Com informações das agências

Ditador comunista da Nicarágua chama Igreja Católica de “golpista”

Daniel Ortega tenta mudar o foco e ataca bispos

Nas últimas semanas, o governo endureceu a repressão contra os opositores (Foto: Oswaldo Rivas/Reuters)

Após semanas de conflitos com a população que protesta nas ruas contra seu governo, o ditador comunista Daniel Ortega, da Nicarágua atacou a Igreja Católica e disse que seus opositores “precisam ser exorcizados”.

“Somos obrigados a pedir aos bispos que se retifiquem e não alimentem essas seitas satânicas, golpistas, assassinas”, insistiu Ortega, em um discurso nesta quinta (19) logo após listar o nome dos 22 policiais nacionais mortos durante os protestos. Contudo, ele ignorou os 280 civis mortos, que incluíam a família de um pastor evangélico.

Silvio Báez, bispo auxiliar da capital Manágua, rebateu, afirmando em publicação no Twitter que: “A Igreja não sofre por ser caluniada, agredida e perseguida. Sofre por quem foi assassinado, pelas famílias que choraram, pelos detidos injustamente e pelos que fogem da repressão”.

Como é característico de governos totalitaristas, o mandatário nicaraguense acusou os manifestantes que foram as ruas pedir novas eleições de serem pagos e denunciou “agências norte-americanas” por financiarem a oposição.

Estavam presentes no ato público que comemorava os 39 anos da Revolução Sandinista, os chanceleres da Venezuela, Jorge Arreaza, e de Cuba, Bruno Rodríguez. Ambos acusaram os EUA de serem os responsáveis pelos protestos.

Arreaza chegou a oferecer ajuda armada: “Saiba, presidente Ortega, que, se o povo bolivariano, os revolucionários da Venezuela, tivéssemos de vir a Nicarágua para defender a soberania e a independência, a ofertar nosso sangue pela Nicarágua, iríamos à montanha de Nova Segovia como [o líder guerrilheiro Augusto] Sandino”.

Ortega está no poder há 11 anos, liderando o partido Frente Sandinista de Libertação Nacional, de inspiração marxista. Após as constantes violações de direitos humanos em seu país, ele vinha perdendo apoio de antigos aliados internacionais. Mas durante o Foro de São Paulo, encontro que reúne partidos de esquerda latino-americanos, reunido no início da semana em Cuba o Partido dos Trabalhadores (PT), declarou que o continua respaldando.

Assim como fez com a Venezuela, o PT faz coro à narrativa dos ditadores e classifica os protestos contra Ortega de “contra-ofensiva neoliberal”. 

Com informações das agências

Parlamento Europeu pede fechamento de mesquitas que pregam o islã radical

Comissão Especial sobre terrorismo analisa "ameaça jihadista" no continente

Um momento de oração na sexta-feira, na mesquita da M-30 em Madri. (Foto: Ángel Navarrete)

A Comissão Especial sobre Terrorismo do Parlamento Europeu prepara um relatório com 139 propostas e passou a defender um maior controle prévio sobre os clérigos muçulmanos. A proposta é “fechar as mesquitas que não respeitam os valores da União Europeia”.

A proposta em breve dever ser votada no Parlamento e faz parte de um pacote de medidas que tenta lidar com a ameaça jihadista no continente. Ela foi elaborada com base num extenso trabalho ao longo dos últimos dez meses.

As propostas incluem a intensificação das ações policiais para conter a promoção da violência, passando através do aumento das redes de vigilância. Um dos pontos-chaves é tentar impedir a promoção do terrorismo através do uso de ensinamentos do islamismo radical. Para isso, a Comissão pede que os Estados-Membros “fechem sem demora as mesquitas e locais de culto e proíbam associações que não respeitam os valores da União e incitam o crime, o ódio, a discriminação ou a violência terrorista”.

Também considera essencial a criação de uma “lista de observação” de clérigos radicais. O sistema recolheria informações sobre pregações extremistas para uma melhor troca de informações quando eles eventualmente visitam outros países europeus.

Outro pedido da comissão é que os países europeus proíbam e eliminem “toda a literatura religiosa dentro de seu território que incite atos violentos e terroristas”. Isso inclui sua retirada de lojas físicas e on-line.

A sugestão que poderá ter um impacto maior a curto prazo é para que União Europeia faça a integração do “Centro de Excelência para a Prevenção da Radicalização” com dados bancários, que poderia verificar formas de financiamento o terrorismo. A primeira medida nesse sentido seria a obrigatoriedade de “um certificado de rastreabilidade para obras de arte e antiguidades” e dinheiro vindo do comércio ilegal de tabaco. 

Com informações de El Mundo

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Grupo abortista é processado por usar 'católicas' no nome

Centro Dom Bosco denuncia que ONG usa nome sem autorização eclesiástica 

Integrantes da organização “Católicas pelo Direito de Decidir” na Marcha Mundos de Mulheres. (Foto: Dieine Andrade)

O Centro Dom Bosco (CDB), associação de leigos católicos do Rio de Janeiro, vem fazendo um forte trabalho de militância nas redes sociais e nos tribunais. Ano passado, processou o Porta Dos Fundos por um vídeo que blasfemava da fé cristã.

Agora, o CDB entrou com uma ação pedindo que a ONG “Católicas pelo direito de decidir” pare de usar o nome “Católicas” ou que a Justiça ao menos declare que o grupo não representa a Igreja Católica nem pode falar em nome dela. O processo corre na 43° Vara Cível do Foro Central da Comarca da Capital do Estado de São Paulo.

Segundo a advogada Chris Tonietto: “O fundamento jurídico é a utilização indevida e abusiva do termo ‘Católicas’ de modo que estas não possuem autorização eclesiástica e, tampouco, tomam por base os dispositivos legais do Decreto nº 7.107, de 11 de fevereiro de 2010, celebrado entre a Santa Sé e a República Federativa do Brasil”.

Este Decreto, resultante de um acordo entre o Brasil e a Santa Sé, prevê em seu artigo 7º, que o governo do Brasil irá “garantir a proteção dos lugares de culto da Igreja Católica e de suas liturgias, símbolos, imagens e objetos cultuais, contra toda forma de violação, desrespeito e uso ilegítimo”.

Sabidamente, o “Católicas pelo direito de decidir” reúne feministas e defende a legalização do aborto. Isso vai contra o ensinamento da Igreja Católica. O nome da ONG voltou a surgir quando a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do governo federal liberou R$ 100 mil para que a ONG realizasse um seminário “para debater a atuação da bancada religiosa conservadora no Congresso Nacional e elaboração de estratégias conjuntas de enfrentamento à esta atuação”. 

Com informações de Gazeta do Povo

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Partido Comunista da China destrói templo católico

Demolição de igreja sancionada indica radicalização do regime ateu

Igreja Católica Liangwang. (Foto: Reprodução / Facebook)

A ONG International Christian Concern (ICC), que monitora a perseguição aos cristãos em todo o mundo, afirma que em 17 de julho, mais de 70 policiais e operários demoliram a Igreja Católica Liangwang, na província de Shandong, China.

Ela era uma igreja sancionada, ou seja, aprovada pelo Estado e tinha registro legal desde 2006. Três zeladores, Gao Rongli, Zhang Siling e Li Xiangmei, que estavam dentro da igreja, tiveram seus celulares confiscados e destruídos, antes de serem expulsos do prédio. Dentro de 15 minutos ela foi demolida por escavadeiras e homens com picaretas.

Embora seja comum que o governo chinês destrua igrejas por diversos motivos, o fato de essa ser um grande templo católico e com registro, pode indicar uma radicalização do Partido Comunista, que, sob o presidente Xi Jinping, tenta impor o ateísmo.

Outra igreja católica perto de Xi’an, na província de Shaanxi, foi demolida à força em dezembro passado, apesar de ter todas as permissões necessárias para o uso do templo.

Gina Goh, líder regional da ICC, disse: “A mão de obra desproporcional usada para demolir essa igreja mostra que a China teme os cristãos. O governo sabia que a demolição em nome do zoneamento urbano sofreria com resistência, por isso tomou medidas extremas. Apesar dos constantes esforços para intimidar a Igreja com ações como essa, o governo não pode destruir a fé e a resiliência dos cristãos chineses”.

Presidente do STJ nega liberdade a ex-deputado Eduardo Cunha

Prisão foi decretada na Operação Sepsis, que apura fraudes na Caixa Econômica. Segundo STJ, defesa de Cunha alegou excesso de prazo na prisão ao pedir liberdade para o ex-deputado

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Laurita Vaz, negou um pedido de liberdade apresentado pela defesa do deputado cassado Eduardo Cunha (MDB-RJ). A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (18).

A prisão do ex-presidente da Câmara foi decretada no âmbito da Operação Sepsis, deflagrada pela Polícia Federal para apurar fraudes na Caixa Econômica Federal.

Eduardo Cunha está preso desde outubro de 2016, em Curitiba (PR). À época, a prisão foi decretada pelo juiz federal Sérgio Moro num processo relacionado à Operação Lava Jato.

Em junho deste ano, o ex-deputado foi condenado a 24 anos e 10 meses de reclusão, em regime fechado, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo envolvendo fraudes em financiamentos concedidos pelo Fundo de Investimento do FGTS.

Decisão de Laurita Vaz

Segundo o STJ, ao pedir a liberdade de Cunha, a defesa do ex-deputado alegou excesso de prazo na prisão.

Mas, ao analisar o caso, Laurita Vaz concordou com os argumentos do juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, que condenou Eduardo Cunha.

Segundo a sentença, a gravidade dos fatos narrados e o risco de reiteração delitiva, ou seja, de voltar a cometer crimes, justificam a manutenção da prisão preventiva de Cunha (na qual não há prazo para o preso ser solto).

Recesso do Judiciário

O relator do caso é o ministro Rogério Schietti Cruz, mas Laurita Vaz tomou a decisão sobre o pedido porque ela é quem está à frente do tribunal durante o recesso do Poder Judiciário.

Com isso, o mérito do habeas corpus ainda deverá ser julgado pelos ministros da Sexta Turma do STJ.
Mesmo que obtivesse decisão favorável, Cunha ainda permaneceria preso. Isso porque há contra ele outras duas ordens de prisão:

– Decretada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, na Operação Patmos;
– Decretada pelo juiz Sergio Moro, em Curitiba, na Operação Lava Jato.

Fonte: G1

Jerusalém unificada: Israel aprova lei ‘Estado-Nação’ do povo judeu; entenda

Por 62 votos a favor e 55 contra, a Knesset (Parlamento israelense) aprovou a iniciativa depois de um intenso debate

Parlamento israelense aprovou nesta quinta-feira (19) a polêmica lei que define o país como um estado exclusivamente judeu, que tem como sua única capital “Jerusalém unificada” e prevê apenas o hebraico como língua oficial, reduzindo o árabe a uma categoria “especial”.

A lei do “Estado Nação”, que determina que “Israel é a pátria histórica do povo judeu e eles têm um direito exclusivo à autodeterminação nacional”, é acusada de ser discriminatória com relação às minorias que vivem no país. Ela foi aprovada no Knesset (parlamento israelense) por 62 votos a favor e 55 contra, com apenas duas abstenções, após intenso debate.

Discriminatória

A nova legislação estabelece que “todos os judeus terão o direito de migrar a Israel e obter a cidadania de acordo com as disposições da lei, o estado atuará para reunir os judeus no exílio e promoverá os assentamentos judaicos em seu território e vai alocar recursos para esse fim”, de acordo com a Efe.

A nova lei institui ainda o hino Hatikva (adaptado de um poema judeu, sobre o retorno do povo a Israel), a bandeira branca e azul com a Estrela de Davi no centro, um menorá (candelabro judeu) de sete braços com galhos de oliveira nos extremos como símbolo do país.

A nova lei, que é essencialmente simbólica, é aprovada pouco depois do 70º aniversário da fundação do Estado de Israel, comemorado em maio deste ano. Ela é vista como racista por palestinos, que permaneceram no país após a criação do estado de Israel, em 1948. Eles constituem 20% da população de Israel, que é de cerca de nove milhões de pessoas.

O projeto sofreu alteração antes de ser aprovado nesta quinta após forte oposição do presidente e do procurador-geral de Israel a cláusulas que previam o estabelecimento de comunidades exclusivamente judias e que instruíam tribunais a arbitrar de acordo com a lei ritual judaica quando não houvesse precedentes legais relevantes.

‘Momento histórico’

O premiê israelense, premiê Benjamin Netanyahu, definiu a aprovação como um “momento histórico na história do sionismo e da história do estado de Israel.”

‘Lei do mal’

Por outro lado, o chefe da Lista Conjunta Árabe, Ayman Odeh, chegou a pegar uma bandeira negra para alertar para as implicações da nova lei. “Esta é uma lei do mal, uma bandeira negra paira sobre ela”, afirmou.

“Ele aprovou uma lei da supremacia judaica e nos disse que seremos sempre cidadãos de segunda classe.”

O membro do parlamento árabe Ahmed Tibi disse que a aprovação da lei representou a “morte da democracia”, informou a BBC.

Fonte: G1

Rosa Weber nega pedido para declarar Lula inelegível; saiba mais

A ação foi barrada pela ministra sem resolução do mérito porque, para a ela, o pedido é incabível

A ministra Rosa Weber, responsável pelo plantão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante o recesso do Judiciário, decidiu nesta quarta-feira (18), negar um pedido do Movimento Brasil Livre (MBL) que pedia que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fosse declarado inelegível. A ação, uma “arguição de inelegibilidade” movida pelos coordenadores do MBL Kim Kataguiri e Rubens Alberto Gatti Nunes, foi barrada por Rosa sem resolução do mérito porque, para a ministra, o pedido é incabível.

O movimento alegava que o ex-presidente, pré-candidato à Presidência da República pelo PT, foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em segunda instância, a 12 anos e 1 mês de prisão em um processo da Operação Lava Jato e, por isso, está inelegível pela Lei da Ficha Limpa. O MBL pedia ainda que Lula fosse excluído das pesquisas de intenção de voto, que ele lidera, porque sua inclusão entre os candidatos “é equiparada à disseminação de fake news, uma vez que o eleitor fica incerto quanto à veracidade da prisão do réu e quanto à sua condição de inelegibilidade”.

A ministra, no entanto, não dá razão às alegações de Kataguiri e Nunes e classifica a solicitação como “prematuramente formulada”. “Não há falar em arguição de inelegibilidade de candidato quando sequer iniciado o período para a realização das convenções partidárias, tampouco para a formulação do pedido de registro de candidatura, condição sine qua non ao exame da elegibilidade de todos os quanto tencionem concorrer ao pleito”, decidiu Rosa Weber.

A ministra afirma ainda que o MBL, um movimento social, é “desprovido de legitimidade” para impugnar um pedido de registro de candidatura. Ela ressalta que, conforme a legislação eleitoral, a “ação de impugnação de registro de candidatura” é disponível apenas a candidatos adversários, partidos políticos, coligações partidárias e o Ministério Público Eleitoral, em um prazo de até cinco dias após a publicação do edital de candidatos registrados.

“Enfrenta-se, a rigor, pedido de exclusão de candidato, materializado em instrumento procedimental atípico, oriundo de agente falho de legitimação, fora do intervalo temporal especificamente designado pela lei para tanto”, conclui a ministra do TSE e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: Veja

terça-feira, 17 de julho de 2018

Instagram censura meme antiaborto

Polêmica iniciou após pastor compartilhar a imagem

Instagram

O que seria apenas mais um meme contra aborto, acabou gerando um acirrado debate sobre a liberdade de expressão nas redes sociais, após a imagem ser censurada pelo Instagram.

A figura, mostrando uma forca e comparando o número de negros mortos pela Ku Klux Klan (KKK) com o número de fetos negros abortados pela Planned Parenthood, foi criado pela Radiance Foundation, grupo pró-vida liderado pelo ativista negro Ryan Bomberger.


A história de Bomberger, é impactante. Por ser evangélico, ele sempre defendeu a sacralidade da vida, mas por ser fruto do estupro que sua mãe sofreu, sua postura é ainda mais relevante. Seu meme aponta a rede de clínicas de aborto Planned Parenthood como o maior assassino de bebês do país.

“Ao escrever esta postagem, fomos censurados pela divindade da Diversidade. Infelizmente, o Instagram excluiu nossa postagem, ameaçando restringir ou desabilitar nossa conta se violarmos as diretrizes novamente. Mas … não violamos nenhuma diretriz”, escreveu Bomberger em uma nova publicação na rede social.

Meme antiaborto.

“A explicação deles [Instagram] é que se tratava de conteúdo violento ou ameaçador. É claro que o meme não era violento nem ameaçador, apenas denunciava a violência racial, não importa a época. Mas os Titãs da Tolerância não têm interesse na verdade. Eles podem deletar nossos posts, e até mesmo a nossa conta, mas não podem excluir a verdade. E, claro, não houve um processo limpo, não tivemos chance de contestação”, enfatiza.

Segundo o Christian Post, a figura só ganhou grande repercussão e começou a se espalhar após o pastor Brian Johnson, da megaigreja Bethel, da Califórnia, compartilhar o meme de Bomberger no Instagram.

Johnson deletou o post depois que muita gente o acusar de ser “racialmente insensível”. Como as críticas não pararam mesmo depois de ele apagar o meme, o pastor deletou inclusive sua conta no Instagram.

Contudo, Bill Johnson, pastor sênior da Bethel e pai de Brian, publicou o meme “ofensivo” em sua conta. Ele deixou claro que não tinha nada a ver com racismo, pois seu padrasto era um homem negro. E mais, seu filho Brian tem todo o direito de falar sobre a questão dos efeitos do aborto na comunidade negra porque adotou um bebê negro.
História nebulosa

Ao justificar por que fez tal comparação no meme, Bomberger disse que a intenção era conscientizar sobre a destruição causada pelo aborto na comunidade negra, pois há uma ligação entre a fundadora da Planned Parenthood, Margaret Sanger e a KKK.

“As pessoas querem sentir-se ofendidas por qualquer coisa, se ofendem com a cosmovisão que nega o fato de todos nós termos sidos criados iguais e justificam o massacre dos mais fracos entre nós”, lamentou. Destacou ainda que “Deveriam ficar ofendido com o fato de as mulheres serem ensinadas por uma indústria de aborto de bilhões de dólares que elas não são mais fortes do que as circunstâncias deles (Filipenses 4:13). Fique ofendido porque há líderes religiosos que estão abençoando clínicas de aborto, chamando-as de ‘solo santo’ e ‘trabalho sagrado’”.